História Fake Boyfriend - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys, Bts, Comedia, Família, J-hope, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Suga, Yaoi
Visualizações 338
Palavras 2.876
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Yo o/

Quanto tempo!
Falo com vocês nas notas finais.

Boa leitura!

Capítulo 11 - Incidente


Jimin P.O.V.

 

–Aonde você vai? – Ouvi a voz recém acordada de Jungkook ecoar atrás de mim.

Eu estava sentado na cama, terminando de me vestir silenciosamente.

– Eu vou fazer um trabalho da faculdade com meu grupo. Pode voltar a dormir – falei, terminando de colocar o tênis.

– Hum… – murmurou. – Pensei que a gente ia tomar café da manhã juntos.

– Da próxima vez eu juro que preparo o café da manhã – falei, sorrindo para ele.

– Tudo bem. Só uma pergunta: como você conseguiu entrar no prédio sem a minha permissão?

Eu parei com a pergunta repentina.

– Eu falei que você estava me esperando e seu porteiro me deixou entrar – falei, dando de ombros.

– Qual é o problema desse porteiro?! Ele vive deixando as pessoas entrarem sem permissão!

– Se eu fosse você eu passaria a trancar a porta a partir de agora. Na verdade, o normal é trancar a porta do apartamento sempre – falei, indo até ele e beijando gentilmente seus lábios. – Eu te ligo depois.

Eu já estava me afastando para ir embora quando Jungkook me impediu, segurando meu braço.

Quando eu o olhei, confuso, vi ele se esticando até o criado mudo e tirando uma chave de lá.

– Toma. Eu vou começar a trancar a porta a partir de hoje, então quando você quiser entrar é só usar essa – falou, entregando a chave para mim.

Eu fiquei sem reação quando vi o pequeno objeto metálico na minha mão, mas assim que olhei para Jungkook, e vi seu sorriso, eu não pude evitar de sorrir também, e no momento seguinte eu já estava com os braços em volta dele.

– Eu tenho que ir – falei, me soltando de seus braços e o libertando dos meus.

– Jiminie… faz logo esse trabalho para a gente sair. A gente podia ir no cinema. O que você acha? – Perguntou.

– Mesmo me chamando assim, eu não posso fazer o trabalho mal feito – falei, rindo da sua apelação. – Mas assim que eu acabar, eu te ligo.

Assim que eu cheguei na rua, comecei a andar em direção à casa da mãe do Jungkook.

A verdade era que eu não ia fazer trabalho. Nem estava na época de entregar trabalhos na faculdade. Eu ia falar com a mãe do Jungkook, tentar fazer com que eles tenham um relacionamento bom novamente, como quando ele era pequeno e o pai dele morava com eles.

Jungkook sempre disse que queria uma família como a minha, com pais que apoiassem ele e que estivessem lá quando ele precisar. E eu queria proporcionar isso a ele.

Chegando na casa de sua mãe, dei de cara com sua tia, que estava de saída.

– Olá! – Falei, chamando sua atenção.

– Oi, Jimin – disse surpresa, mas sorrindo.

– Eu posso falar com a Sra. Jeon?

A tia de Jungkook me olhou em dúvida.

– Eu não sei se é uma boa ideia – falou, incerta. – Já faz alguns dias que ela está um pouco alterada. Eu não acho que você devia entrar.

– Alterada? – Perguntei, confuso.

– Sim… desde quando ela viu você e o Jungkook.

A tia parecia incomodada com a situação da irmã, mas não parecia ser contra minha relação com seu sobrinho.

– Olha, eu preciso falar com ela. Se depender do Jungkook, eles vão cortar as relações de vez, e eu não quero que isso aconteça. Eu preciso entender e convencer ela a voltar a falar com o Jungkook – falei.

A tia de Jungkook ficou pensativa. Parecia preocupada com a situação da irmã.

Depois de um grande suspiro, ela abriu o portão para eu entrar.

– Eu estou de saída. Se ela perguntar, fala que encontrou o portão aberto. Eu não posso correr o risco de ela me afastar em uma hora dessas – falou, me olhando. – Mas você tem razão. Mesmo não parecendo, a relação, mesmo que falha, dela com o Jungkook, é o que ela acha mais precioso na vida dela, e ela não pode perder esse laço. Eu já tentei falar com ela, mas ela não me escuta. Você precisa falar com ela, você precisa ouvi-la. Acredite, ela tem motivos.

A tia saiu andando pela calçada sem olhar para trás.

Ao ouvi-la, eu fiquei apreensivo, mas logo entrei pelo portão e caminhei até a porta.

Quando entrei na sala, dei de cara com a mãe de Jungkook estirada em um dos sofás, com várias garrafas de bebida em cima da mesa. A maioria vazia.

“Então era isso que ela quis dizer com ‘alterada’” – Pensei comigo.

– Sra. Jeon? – Chamei sua atenção.

Quando ela virou para me olhar, me assustei com sua situação. Ela estava com o cabelo desarrumado, a roupa amassada, com a maquiagem borrada – provavelmente pelas lágrimas –, e aparentava estar exausta. Muito diferente de como ela geralmente se apresentava.

– O que você quer? – Resmungou, desviando seu olhar de mim.

– Eu quero falar com você sobre o Jungkook – falei, me aproximando dela.

– Eu não quero falar sobre isso – resmungou novamente.

Eu me sentei no sofá na sua frente, observando as garrafas um pouco assustado.

– A Sra. está bem? – Perguntei, preocupado.

– Como se você se importasse – falou, rindo debochada.

– Eu me importo com a Sra. assim como eu me importo com o Jungkook, e é por isso que eu vim aqui, para fazer com que vocês se entendam.

A mulher na minha frente não tinha me olhado desde quando eu tinha sentado. E continuou sem olhar.

– Ele pediu para você vir? – Perguntou.

– Não – respondi, vendo certa decepção em seu rosto. – Mas eu sei o quanto ele precisa de você e o quanto ele quer que você faça mais parte da vida dele. Ele me disse isso.

– Esse não parece o Jungkook…

– Ele realmente disse que queria que você o apoiasse e o aceitasse assim que nos conhecemos.

A mulher engoliu seco e me encarou.

– Eu não quero ver ele sofrer. Eu não aguentaria.

– Mas porque ele sofreria? – Perguntei.

– Por sua causa – respondeu.

As palavras que ela falou, do jeito que ela falou, me machucaram. Ela não foi rude, mas ela falou com convicção e com dor, como se fosse garantido que eu machucaria o Jungkook. E isso me deixou com raiva.

– Só porque a sua relação à distância com o pai do Jungkook, de homem e mulher, é perfeita, não quer dizer que a minha relação com o Jungkook não pode ser – falei com convicção.

– Relação perfeita?... – Murmurou, rindo da sua própria fala. – Eu sou divorciada, Jimin. Eu não tenho relação nenhuma com nenhum homem. Até prefiro assim… – falou, sorrindo fraco.

Eu estranhei o que ela havia falado.

– Mas o Jungkook disse que a Sra. tinha uma relação feliz com seu marido, e por isso queria tanto que ele se casasse. Pois queria que ele tivesse o mesmo tipo de relação e...

– O Jungkook não sabe que eu não sou mais casada com o pai dele – me interrompeu.

Eu fiquei em choque com a informação. E mesmo que eu quisesse falar algo, eu não conseguia.

– Alguns meses depois de ele se mudar para o Japão, o pai dele começou a agir estranho. Ele não me ligava mais, não me mandava mensagem, simplesmente cortou a comunicação aos poucos – falou, como se aquilo doesse fisicamente. – Depois de alguns meses sem contato, eu recebi uma carta, e nessa carta estava os papéis do divórcio junto com uma foto da sua mais nova mulher.

Ela tinha uma expressão melancólica e um olhar perdido antes de voltar a me olhar.

– Eu só queria que ele não tivesse que passar por isso. Ser trocado por outra pessoa que deveria apoiá-lo, como aconteceu comigo.

Eu engoli seco e me recuperei a fim de entender.

– Por que a Sra. queria tanto que o Jungkook casasse se seu casamento não deu certo?

– O problema não é o casamento, Jimin. Eu queria que o Jungkook casasse com uma mulher que o apoiasse e fizesse tudo por ele, assim como ele por ela, como era meu casamento no início, mas como ele não mostrava interesse, eu tentava juntar ele com garotas que eu achava ser boas pessoas. Eu queria que ele tivesse essa experiência de ter alguém com quem contar e viver junto. Que ele tivesse um relacionamento melhor que o meu.

– Eu posso fazer isso por ele – falei.

– Você não entende, Jimin. Meu problema não é com você. Você é um bom garoto, mas mesmo assim é um homem. Meu problema é com os homens. Eu sabia que se ele se casasse com uma mulher, ia dar tudo certo, pois o Jungkook é o único homem no qual eu confio. Eu sei que ele nunca machucaria alguém. Mas agora que eu descobri que ele gosta de você, que ele quer viver com outro homem, eu sei que não tem como dar certo. Mais cedo ou mais tarde, você vai machucar ele, porque homens são assim.

Eu fiquei em choque. Ela tinha uma imagem montada de mim na cabeça. Uma imagem assustadora e injusta.

– Eu nunca machucaria o Jungkook – falei.

– Talvez você não tenha a intenção, Jimin, mas vai acontecer. Os homens são assim…

– Isso é mentira!

– É a verdade Jimin! – Exclamou. – Cedo ou tarde você vai machucar ele! E eu não posso estar lá para ver! Eu não aguentaria!

– Como você pode falar uma coisa dessas?! – Exclamei, incrédulo.

– É a verdade! Quando ele mais precisar, você vai deixá-lo na mão!

– O que você…?!

– Todos os homens são iguais! – Exclamou, alterada.

– Nem todos os homens são assim! Meu pai não é assim! Meu irmão não é assim! Meus amigos não são assim! Eu não sou assim! – Exclamei, inquieto. –Você não pode generalizar desse jeito! Você só está se afastando do seu filho! Você só está fazendo com o seu filho o que o pai dele fez com você!

Eu já estava de pé ofegante e quente de raiva, quando a mulher arregalou os olhos e ficou boquiaberta.

Ela parecia em choque e seu olhar estava perdido em um ponto qualquer.

– Você fala tanto dos homens, mas sou eu quem está apoiando o Jungkook! Sou eu quem está ao lado dele! Fui em quem fez ele querer um relacionamento! É em mim em quem ele confia! Enquanto você estava obcecada em arranjar uma mulher para ele, eu o ajudei a se livrar de você! Ao invés de procurar alguém para apoiá-lo, você devia ter o feito! Você abandonou ele quando ele mais precisava de você! Você virou as costas para ele!

Eu a observei enquanto me acalmava, e depois de poucos segundos, lágrimas começaram a cair de seus olhos.

Ela continuou estática enquanto a quantidade de lágrimas só aumentava.

– É verdade… – Murmurou, pasma – E-eu abandonei meu filho quando ele mais precisava de mim… Durante todos esses anos, eu me afastei dele por causa daqueles encontros… Durante todos esses anos achando que o afastamento e a raiva que ele sentia por mim eram por uma boa causa, que ele ia me perdoar assim que se casasse… Durante todos esses anos eu deixei ele sem apoio nenhum… Ele só tinha a mim e eu o abandonei por causa de uma obsessão… Ele nunca vai me perdoar.

Eu fiquei preocupado com o choque de que ela levou.

Ela estava pálida e estática.

Seus olhos estavam vidrados e as palavras saiam em um sussurro.

– Sra. Jeon, tenho certeza de que o Jungkook vai te perdoar assim que ele souber de tudo – falei, tentando acalmá-la.

– Não… Ele nunca vai me perdoar… – Murmurou.

– Ele vai te perdoar – repeti.

– Não… Ele nunca vai me perdoar… – Murmurou. – O que eu fiz? O que eu fiz?!

Ela começou a ficar agitada e entrou em pânico.

A mulher levantou e começou a andar apressadamente pela sala.

Eu tentei acalmá-la, mas ela não me ouvia e continuava murmurando para si mesma.

Assim que vi que ela estava perdendo a consciência, eu a segurei, e ela desmaiou em meus braços.

Eu chamei a ambulância e fiquei ao lado dela, tentando manter a calma, quando o Jungkook entrou pela porta e se deparou com sua mãe inconsciente.

– Mãe?! – Exclamou, correndo até seu corpo e se ajoelhando ao seu lado. – O que aconteceu?! – Perguntou, desesperado.

– E-ela entrou em choque e desmaiou – gaguejei.

– Mãe?! – Exclamou o garoto novamente, enquanto seus olhos enchiam de água. – Eu sabia que você viria para cá. Eu sabia que não havia trabalho nenhum...

Eu senti meu estômago revirar e uma vontade enorme de chorar.

Eu não sabia o que tinha acontecido, se ela ia ficar bem ou se eu tinha causado algo grave. Eu era o culpado e eu tinha medo do Jungkook não me perdoar.

Durante a espera da ambulância e o percurso até o hospital, Jungkook não me olhou uma vez sequer.

Eu sentei na sala de espera por um tempo que pareceu a eternidade. O medo me consumia inteiramente, e quando Jungkook chegou na sala, minhas pernas bambearam e eu comecei a suar frio.

Jungkook sentou do meu lado e olhou para frente, sem me olhar.

– Ela está dormindo e está bem – falou finalmente. – Ela vai ficar em observação até amanhã.

Eu senti um alívio imediato e algumas lágrimas caíram de meus olhos.

– Desculpa, Jungkook… é tudo minha culpa… – Murmurei, sentindo as lágrimas escorrerem.

Jungkook abaixou a cabeça, mas não disse nada, e seu silêncio acabou comigo.

Eu me levantei e andei até um balcão externo para tomar ar.

Eu fiquei sozinho por alguns minutos, sentindo a culpa se alastrar por mim.

Mesmo que ela estivesse bem, eu ainda me sentia culpado por ter colocado ela em um hospital.

Eu estava olhando para o céu nublado quando senti dois braços rodearem minha cintura.

– Desculpa – Falou, Jungkook, apoiando a cabeça em meu ombro. – Desculpa por não prestar atenção no quanto você também está sofrendo.

Jungkook me virou de frente para ele e beijou minha testa.

Eu abracei ele fortemente e ele retribuiu o abraço com a mesma intensidade.

Eu precisava saber que ele não estava com raiva de mim, e seus gestos me mostraram exatamente o quanto ele é forte e o quanto ele se importa comigo.

Nós voltamos para a sala de espera e sentamos nas cadeiras ao lado do quarto.

Assim que a mãe de Jungkook acordou, ela pediu para que ele entrasse sozinho.

Eu fiquei sentado inquieto até que Jungkook saiu do quarto com lágrimas nos olhos.

Assim que ele me olhou eu percebi: ela havia contado a ele a verdade.

Eu me levantei rapidamente e o abracei fortemente.

O garoto que parecia tão frágil, escondeu o rosto no meu pescoço e pôs-se a chorar.

Era um baque para ele, saber que tudo o que a mãe dele fez para ele tinha um motivo traumático por trás, e ele se afastou dela ao invés de tentar entendê-la e apoiá-la.

Ambos, mãe e filho, estavam sofrendo pelo mesmo motivo: eles viraram as costas um para o outro quando eles mais precisaram.

 

Mais tarde naquele dia, quando o horário de visita estava acabando, eu entrei no quarto para ver se o Jungkook ou sua mãe precisavam de algo.

A luz estava baixa e Jungkook dormia profundamente no sofá disposto no quarto.

Eu sorri ao olhá-lo tão sereno, dormindo tão profundamente, como se um peso tivesse finalmente saído de suas costas.

– Ele é lindo, não é? – Sussurrou a mãe de Jungkook, chamando minha atenção.

– Desculpa, Sra. Jeon. Eu não quis te acordar – falei.

– Eu não consegui dormir – falou. – Ainda tem algo que eu preciso resolver.

Ela deu batidinhas na cama como se pedisse para eu me sentar.

Eu fechei a porta e com movimentos leves fui até a cama e me sentei na beirada.

– Desculpa por ter feito isso com a Sra. – falei, sentindo culpa.

– Não, Jimin. Eu é quem deveria me desculpar. Eu fui injusta com você e com o Jungkook. Você só queria ajudar. Eu acabei aqui por conta própria, então não se preocupe – falou, suspirando. – Graças a você, eu pude ver que eu tinha me tornado o que eu mais temia, eu consegui falar tudo para o meu filho, e agora eu posso fazer parte da vida dele novamente, como há muitos anos atrás – falou, sorrindo. – Obrigada, Jimin.

Pela primeira vez, eu vi ela sorrindo de verdade, sem falsidade ou ironia, e, inconscientemente, eu sorri de volta.

– Você só queria proteger ele.

– Mas você tinha razão. Você esteve ao lado dele quando ele precisou, quando eu não estava lá. Você está apoiando ele e eu consigo ver o quanto vocês se gostam. Meu problema nunca foi com você, Jimin, você sabe isso, não é?

Eu assenti.

– Jimin, promete que você não vai machucar ele? Que você vai continuar apoiando ele quando ele precisar? Se você puder prometer isso, eu não vou ser contra o relacionamento de vocês. Eu vou perceber que você é diferente dos outros, assim como o Jungkook, e vou confiar em você – falou, olhando rapidamente para Jungkook.

Eu fiquei sem palavras. Eu sabia que estava sendo muito difícil para ela dizer aquelas coisas.

 – Ele é o que eu tenho de mais precioso, mas eu vejo também o quanto ele é importante para você – disse, voltando a me olhar. – Você promete?

Eu apertei sua mão e esbocei um sorriso acolhedor.

Mesmo que aquilo fosse extremamente difícil para ela, ela estava disposta a confiar em mim e apoiar a minha relação pela felicidade de seu filho. E esse era o tipo de apoio que o Jungkook sempre quis dela.

– Eu prometo – falei, sorrindo.


Notas Finais


Má notícia: a fic tem mais dois capitulos, um normal e um bônus.
Boa notícia: um já está escrito e o outro está na metade! :D Então não vai demorar para eu postar!
Obrigada pelo apoio e espero que vocês tenham gostado desse capítulo.
Eu não tenho mais o que falar kkkkk
Falem o que vocês acharam do capítulo. Muito dramático? kkkkk
Beijos de luzes! ;*


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