História Falling - A Queda da Escuridão - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Jovens, Obscure, Sobrevivencia, Suspense, Terror
Visualizações 5
Palavras 866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora
Maior vacilo meu.

Capítulo 5 - O maior azarado


Flávio encara o vulto dentro da ventilação.

Apertando com força o pedaço de metal que tirou da cadeira.

Flávio fica em posição de combate e segurando o pedaço de metal como um bastão.

Porém batidas fortes e ruídos o fazem se vira rapidamente para a porta da sala de detenção.

Porra e agora?!

O jovem olhava para a porta e para a abertura da ventilação.

Flávio – Merda

Ele começa a suar descontroladamente pensando no quanto era azarado.

Ele rir nervoso.

Mas se assusta com uma batida violenta na porta que o faz se afastar ainda mais.

O que eu fiz para merecer isso?

Ele mordia os lábios esperando.

Se for para morrer vou morrer lutando.

Outra batida violenta na porta. O faz pular.

Ele olha para abertura da ventilação e ouve uma batida e depois outras até que a barra da ventilação cai o fazendo aperta com força sua arma.

Olho para abertura e uma garota pequena cai, se é que poderia ser considerada isso, tinha vários tufos que cabelo faltando e sangue e um pus negros escorria de vários lugares do seu corpo.

Aperto com força a barra ouvindo as batidas na porta.

E vou indo para a frente aos poucos me preparando para ataca-la em quanto ela tenta ficar de pé.

A garota/coisa se levanta e grita

Instintivamente eu me assusto e recuo

Merda.

A criatura não hesita e pula em direção ao jovem. Com suas garras mirando sua garganta.

Porém o jovem pula para trás batendo as costas na janela.

Ela não é humana...não é humana.

Ele aperta com força a barra e mira no rosto da criatura. Tentando acertar sua cabeça.

Porém, a criatura rapidamente pula para trás e contra ataca. Imprensando o jovem na parede. A força foi tanta que a cabeça do jovem se chocou com a janela rachando o vidro da mesma.

O jovem ficou sem ar tendo apenas o pé de metal da cadeira como última barreira entre ele e a criatura.

Ele estica os braços tentando afastar a criatura o máximo possível.

E apoia as costas na janela e usando a perna dobrada para afastar a coisa.

O jovem luta ao máximo para se afastar da criatura mas em um momento de distração a criatura o empurra acertando outra a vez a janela, a quebrando sobre ele, o fazendo gemer com a dor e a criatura pula para o lado o fazendo cair no chão Aturdido.

Tento recuperar o ar enquanto a criatura pula nas minhas costas.

E vejo algo amassar a portar.

Estou fodido

Merda.

Fecho os olhos esperando o pior.

Ágatha caminhava ouvindo música com seus fones no máximo.

Encarando a construção do colégio e seus prédios altos e góticos.

Mas o tempo foi cruel com eles.

Havia várias rachaduras. E janelas e portas quebradas.

Ela deu de ombros.

Muitas vezes a jovem mexia a cabeça no ritmo de Evanescence.

A jovem de 14 anos só tinha um objetivo achar seu irmão idiota.

Porém a jovem não sabia mas estava sendo observada.

Ela chega ao prédio da administração sem nem notar os corpos e as coisas quebradas dançando e cantarolando ao ritmo de My Imortal.

Ela bate na porta da sala vendo um pouco arranhada.

Ela passa a mão em umas manchas e percebe ser sangue.

Ágatha – Nossa. Essas lugar é mais barra pesada do que eu pensei. Papai não vai gostar.

Ela suspira.

E bate na porta de novo

Ágatha – Bem...deve ser por isso que ele é assim...

Ela ouve a porta abrindo e ao olhar para cima ela encara um homem de terno segurando uma pistola em seu rosto.

A jovem recua de olhos arregalados.

E o homem de terno sorrir apreciando seu medo.

Flávio se assusta ao sentir o corpo da criatura cair ao seu lado.

Ele se arrasta pelo chão e se vira vendo Tony sorrir de forma debochada para ele. Soltando um bisturi ensanguentado.

Tony : Queria muito não ter perdido meu celular agora. Você parece tão indefeso.

diz sorrindo maldoso e andando até o corpo da criatura que estava se debatendo. Ele chuta a criatura e da de ombros pegando o pé de metal , que agora estava torto, e bate 3 vezes na cabeça da coisa e clava em sua cabeça.

Tony : Essa foi quase sr° Ignácio melhor tomar cuidado com vadias loucas – ele se aproxima e fala no meu ouvido – Usou proteção?!

Me afasto dele e ele gargalha.

Antes que pudesse mandá-lo tomar naquele lugar.

A coisa do outro lado da porta bate com força fazendo a porta tremer e a parede rachar.

Olho para Tony que encara sério a porta e olha para mim de um jeito debochado.

O olho com atenção e percebo vários cortes em suas roupas e até um pouco de sangue em seu rosto e nas mãos.

Parece que não fui o único que me ferrei hoje.

Tony: Ei Pink. Hora de ir ou tá afim de virar comida.

Diz já se preparando para entrar na ventilação.

Reviro os olhos.

E pego outro pedaço de metal como arma.

Flávio – E você seria quem? O cérebro?

Tony: É claro.

Entramos no duto de ar

E eu achando que não dava para piorar.


Notas Finais


E aí ainda tem alguém aí?
O que acharam?


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