História Família Sem Clubismo - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~RibasPodolska

Postado
Categorias Diego Ribas da Cunha, Everton Cardoso da Silva, Gabriel Jesus, Paolo Guerrero
Personagens Diego Ribas da Cunha, Everton Cardoso da Silva, Gabriel Jesus, Paolo Guerrero, Personagens Originais
Tags Botafogo, Corinthians, Flamengo, Fluminense, Futebol!, Gabriel Jesus, Igor Rabello, Jadson, Palmeiras, Paolo Guerrero, Rivalidade, Santos, São Paulo
Visualizações 66
Palavras 3.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!

Desculpe a demora, esse capitulo deu mais trabalho; porém, espero que gostem. Muito obrigado por todos os favoritos e comentários, agradecemos de coração.
Boa Leitura!

Capítulo 7 - Surpresa


A paz parecia reinar na residência dos Rodrigues da Silva, agora que não existiam mais certos segredos o clima era mais leve, e em mais uma manhã a família estava reunida para tomar café.

- Papaizinho lindo meu amor. – Antonella diz ativando um sinal de alerta em Jadson. – Eu vou pro Rio hoje, tenho uns compromissos com a Bruna.

- Volta quando? – Ele pergunta de forma divertida.

- Dois ou três dias. – Ela sorri.

- Tá bom.

A garota tinha achado que seria um pouco mais complicado que isso ir para a casa do padrinho, porém foi muito simples, agora ela só precisava comentar com o namorado que ficaria fora por poucos dias.

Jadson saiu para levar Mariana no colégio e resolver algumas coisas, ele estava planejando uma pequena surpresa para sua esposa. Antonella se apressava em arrumar sua mala para sair de preferência na próxima hora.

- Mãe. – Renata diz sem obter resposta. – MÃE!!!!

- O quê Renata? – Ela aparece no quarto da menina.

- Tô saindo pra comprar algumas coisas que eu preciso. Quer alguma coisa?

- Não.

- Tá bom, fui. – Ela diz pegando a bolsa e dando um beijo no rosto da mãe.

- Tchau. – Paula se dirige para o quarto de Antonella. – Precisa de ajuda?

- Não mãe, obrigada. – Ela fecha o zíper da pequena mala que tinha feito. – Se você quiser pode me levar no aeroporto. – A mais velha abre um sorriso.

- Vou só me arrumar, dá tempo?

- Se você não demorar três dias pra isso. – Ela ri.

Pouco tempo depois elas foram até o aeroporto que não ficava muito distante da casa onde moravam, a garota fez o Check-in e logo se dirigiu para área de embarque despedindo da mãe.

Sozinha em casa Paula fica assistindo “Simplesmente Acontece” e acaba pegando no sono, sendo acordada não muito tempo depois pela pressão de um corpo no seu e recebendo um beijo.

- Isso é hora de tá dormindo? – Jadson pergunta rindo.

- É, têm gente que não me deixa dormir a noite. – Eles sorriem de forma maliciosa.

- Tenho uma coisa pra você. – Paula olha de forma maliciosa. – Não é isso!! – O ex-jogador da risada. – Vem comigo, tá no carro.

- Porque eu tô com medo? – Ele da de ombros.

O casal segue até o carro e Jadson abre a porta do banco de trás, ali estava um pequeno cachorro da raça Chihuahua, assim que vê o cachorro Paula começa a rir descontroladamente.

- Obrigada amor. – Ela dá um beijo apaixonado no marido. – Ele é uma gracinha!!

- Fico feliz que você tenha gostado, agora precisamos dar um nome pra ele.

- Fagner. – Ela diz com rapidez. – Acho que combina muito com ele.

- Nome de gente pra cachorro. – Ele dá risada. – Agora você não fica mais sozinha. – Ela pega o cachorro no colo. – Só vi mesmo trazer ele pra você, preciso ir no CT. Vou levar as coisas do Fagner lá pra dentro.

Paula sai rindo e toda vez que ela olhava o cachorro se lembrando do motivo que estava chamando ele assim.

Ela aproveitou que estava sozinha em casa para tomar um belo banho e tirar todas as suas preocupações, ela encheu a banheira e assim que tinha uma quantidade boa de água ela entrou e deixou seu celular tocando uma música calma para relaxar ainda mais. Seu banho foi interrompido pelo barulho da campainha e de Fagner latindo, a mulher se secou rapidamente e vestiu suas peças íntimas e um roupão para cobrir o corpo, e foi atender a porta se deparando com Alberto Valentim, um sorriso aparece nos lábios de ambos simultaneamente.

- Entra. – O cachorro fica latindo no pé do técnico. – Quieto Fagner!! Desculpa Beto, ele não obedece ainda, Jadson acabou de me dar ele.

- Bravo ele né. – Ele olha preocupado para o cachorro. – Posso sentar?

- Claro, já tinha chamado. – Paula se senta ao lado dele, esquecendo que estava usando apenas o roupão. – Ao que devo a visita?

- Vai ter a festa de final do ano lá no time. – Ele estava um pouco nervoso por conta de Fagner que não saia de perto de seu pé latindo. – E eu queria te convidar pra ir, em respeito ao seu pai e tudo mais.

- Não sei, acho que o Jadson não vai querer. – Ela dá de ombros.

- Vai sozinha. – Ele diz rápido e pega na mão dela. – Depois a gente podia ir pra minha casa e tomar um vinho. – Fagner morde o calcanhar de Alberto no mesmo instante que Jadson abre a porta.

- Eu sou casada Alberto, você sabe que eu gosto muito da sua amizade, mas assim não dá.

- O que tá acontecendo aqui? – Jadson diz assim que se dá conta da forma que a mulher estava vestida.

- O Beto veio me convidar para ir na festa do time e depois ir tomar um vinho com ele.

- E você atende a porta assim?

- Eu estava no banho... – Jadson fecha a cara. – Pelo amor de Deus, já disse que se eu quisesse alguma coisa com ele eu já tinha pedido divórcio, que merda Jadson! Nunca te dei motivos.

- Alguém tira o cachorro do meu pé. – Alberto Valentim murmura.

Jadson se abaixa para pegar o pequeno cachorro que tinha os dentes cravados no técnico, ao se levantar ele se desequilibra dando uma cabeçada no quadril de Alberto que se desequilibra um pouco, Fagner ainda tentava avançar no rapaz.

- Tchau Alberto. – Jadson diz e o homem sai mancando pela porta. – Você merece umas boas palmadas senhora. – A mulher sorri pra ele e revira os olhos.

 

No centro da cidade Renata entra em um sexy shop um pouco desconfiada, mas era apenas ali que ela encontraria tudo o que precisava para sua noite especial com Moisés, a menina havia decidido que era hora de ceder ao insistente pedido do namorado, ela nunca tinha feito tal coisa e isso a deixava bastante assustada, mas tudo bem, ela podia fazer isso, pelo amor que sentia pelo camisa 10.

- Posso ajudá-la? – Uma moça simpática a atende.

- Eu queria algumas coisas... – Ela cora um pouco. – Queria velas aromáticas, vela em óleo, hmmmm... Vou olhar e ver se acho alguma coisa.

- Vou pegar as velas para você, fique a vontade.

Renata começa a andar pelo lugar olhando as fantasias, talvez fosse divertido comprar uma daquelas, sim, Moisés ia gostar, mas qual? Ela se demora um pouco olhando cada uma daquelas pequenas peças em sua frente, colegial seria legal. Ela pega uma de seu tamanho e leva até o balcão deixa junto das velas.

- Já sei. Moça, lubrificante, vou querer também. – A mulher sorri para ela.

- Claro. – Ela se abaixa e pega no balcão. – Algo mais?

- Só isso mesmo. – Ela ainda estava muito envergonhada de estar comprando tais coisas.

A vendedora informa o valor e ela paga rapidamente, não via a hora de sair dali. Renata andou um pouco pelo comércio da região e depois pediu um Uber para a casa de Moisés, queria que tudo estivesse pronto quando ele chegasse de mais um dia de treino.

 

Jadson e Paula terminavam o banho quando ouviram a voz de Mariana na sala procurando por eles, o casal se vestiu rapidamente e foram para a sala, encontrando a filha com o namorado.

- Que fofinho ele, como chama? – A menina pergunta.

- Fagner. – Paula diz indo cumprimentar Gabriel Jesus.

O garoto deixa um beijo em seu rosto e em seguida se levanta para falar com o sogro, que lhe dá um abraço seguido por um tapinha nas costas.

- Vocês estão com uma cara suspeita. – O ex-jogador diz.

- Então Magic, queria saber se você deixaria a Mari e eu viajar juntos daqui umas três ou quatro semanas, queria ir para Gramado.

- Deixa pai, por favor!!! – Ela diz esperançosa.

- O que você acha Paula?

- Acho a ideia ótima. É um lugar super romântico.

- Vocês vão se prevenir? – Jadson pergunta na lata fazendo os dois ficaram vermelhos.

- Pai!

- Aí Mariana, eu sei como funcionam essas coisas, já tive 15 anos. – Ele diz de forma divertida. – Mas estou falando sério.

- Pelo amor de Deus pai, a gente não precisa dessa conversa.

- Eu acho importante. Tem que usar camisinha, ninguém quer ter filho certo? – Mariana e Gabriel estão visivelmente constrangidos com o rumo da conversa. – Ah, tirar antes do momento, não é uma boa opção, experiência própria. – Ele passa o braço nos ombros do rapaz. – Usem camisinha, se não gostar, a sensitive é ótima.

- Tá Jadson eles já entenderam. – Paula diz também sem graça. – Depois eu converso com a Mari de mulher para mulher. – Ela da uma piscadela para a filha que sorri sem graça.

 

Já tinha muito tempo que Anto estava no Rio e ainda não tinha conseguido ligar para Balbuena, sempre que ela achava que iria conseguir chegava alguém e ela precisava dar atenção para o recém chegado.

 

Ligação on.

 

- Oi meu amor, desculpa te ligar só agora, a casa da minha madrinha é muito movimentada.

- Oi mí amor, não tem problema. Como vocês estão? – Automaticamente a menina põe a mão na barriga que já começava a aparecer.

- Estamos bem e você papai? – Fábian ri.

- Cansado e querendo você aqui comigo. – Ele faz uma pausa. – O que você foi aprontar aí no Rio?

- Já te disse, vim fazer umas fotos com a Bruna.

- Que tipo de fotos? – Ele pergunta curioso.

- Surpresa meu amorzinho.

- Não sei se gosto de surpresas...

- Você vai gostar, tenho certeza. – Antonella ouve a voz de Bruna na sala. – Preciso ir meu amor, Bruna acabou de chegar. Te amo.

- Te amo também, volta logo.

- Voltarei.

Ligação off.

Antonella correu para encontrar a amiga dando um abraço apertado, ela estava com saudade daquela doida, Bruna trata de arrastar Antonella para seu quarto e começar a contar os detalhes sobre as fotos que irão fazer nos próximos dias.

 

Renata estava na casa de Moisés preparando uma surpresa para o namorado, que chegava do treino daqui a uma hora. Ela queria que tudo estivesse perfeito, então preparou tudo com o maior carinho. As velas já deixavam o local com um clima gostoso e ela já havia colocado a sua fantasia, que era bem transparente.

Fazia algum tempo que ele queria experimentar uma coisa diferente: Anal. A garota nunca havia feito isso, na verdade, sentia medo de fazer e doer demais. Aquilo parecia ser desconfortável, mas Moisés havia insistido demais para experimentar isso, então resolveu ceder. Havia comprado tudo e sabia que ele iria gostar.

Esperou mais um pouco, até que escutou a posta da sala abrir e o namorado chamar seu nome. A sala estava iluminada por velas, que davam um ar mais picante para o que fariam mais tarde. Ele mordeu os lábios, pensando qual era a real intenção da namorada em fazer isso. Se era para deixa-lo curioso e excitado, ela havia conseguido.

Subiu as escadas e entrou no quarto, que também estava iluminado por velas. Viu a sua namorada com uma fantasia de colegial e, automaticamente, pensou em coisas pervertidas.

- Ah você finalmente chegou. – Renata disse encarando o namorado. – Hoje eu tenho uma surpresinha para você.

- Qual? – Ele perguntou curioso e ansioso para saber o que ela estava aprontando.

- No momento certo você vai descobrir. Agora deita na cama e tira a camisa, porque vou fazer uma massagem gostosa em você. – Renata pegou uma das velas em óleo e passou nas costas do jogador. Essa vela vira um óleo muito bom para massagem.

Começou a massagear devagar as costas e os ombros do jogador. Queria que ele relaxasse um pouco antes de tudo começar. Moisés estaca curtindo bastante o momento de deixando a garota á vontade para fazer o que quiser. Quando percebeu que ele já estava relaxado, Renata colocou o seu plano em ação. Chegou no ouvido do jogador, que já estava com os olhos fechados e bem relaxado. Ela sentia medo da reação dele, mas faria aquilo do mesmo jeito.

- Você sempre queria o meu cuzinho, não é? Então eu vou te dar. – Moisés deu um sorriso safado, imaginando o quanto foderia aquele cu. Não fazia muito tempo que pediu isso, mas a namorada nunca deixou tocar naquele lugar.

- O que? Isso só pode ser brincadeira, não faz uma pegadinha essas comigo. - Perdeu as contas de quantas vezes se masturbou pensando naquilo, agora finalmente teria o que sempre quis. – Ou é verdade mesmo?

- Acredite se quiser! - Renata, por outro lado, estava pensando se realmente tinha feito a coisa certa. O sorriso descarado de Moisés deixava-a com medo, porém tentava manter a firmeza.

Renata levantou da cama, deixando Moisés a ver navios e ansioso por tudo que estava por vir. Seus pensamentos eram os mais pornográficos possíveis, ainda não saberia se poderia fazer tudo que sonhou, mas não iria perder essa oportunidade. Pensava nas coisas mais perversas possíveis e em como mostraria a namorada o que é prazer de verdade.

A garota pegou o lubrificante que havia deixando na bolsa. Estava um pouco nervosa, o corpo tremia desnecessariamente e sentia medo do que ele poderia fazer. Mesmo assim, voltou para a cama onde o namorado esperava deitado. Moisés surpreendeu-se quando a namorada jogou um lubrificante na cama; não sabia quando ela tinha ficado tão ousada assim.

- Onde você comprou isso? – Pensou em rir das bochechas vermelhas dela, claramente estava com vergonha da situação. – Meu sonho era te amarrar com uma camisa do Palmeiras, mas estou bastante piedoso hoje. Vem aqui e deixa-me ver essa fantasia de perto. – Ela sentou no colo do jogador, rebolando um pouco e fazendo seu pau dar sinal de vida. Moisés colocou a mão nos seios da namorada, que estavam bem visíveis no pano transparente.

Ele não estava com muita paciência, então rasgou a pequena parte da fantasia. Renata não se importou muito com isso, deixando Moisés tocar em seus seios. Ela não tinha nada por baixo da pequena saia que completava a fantasia e o namorado estava ciente disso. Era a primeira vez que ficava tão ousada com ele, sempre foi um pouco tímida em relação ao sexo e com Moisés não era diferente.

O jogador colocou a mão por baixo da saia, alcançando o clitóris da menina e fazendo-a gritar ao tocar naquele lugar sensível. Deu um leve tapa na bunda da morena, que se sentiu ainda mais excitada. A sua buceta havia começado a ficar cada vez mais molhada e ainda nem haviam chegado na melhor parte.

- Quero você de pernas abertas nessa cama. - Renata levantou do colo dele, jogou-se na cama e abriu as pernas. A saia não atrapalharia a foda, mas, mesmo assim, Moisés tirou devagar a saia pequena e jogou-a no chão do quarto.

Ele estava com um pouco de pressa, queria logo provar aquela parte apertada da garota. Pegou o lubrificante e espalhou um pouco nos dedos; não queria que ela sentisse dor, então resolveu prepara-la melhor. Moisés colocou um dedo no cuzinho da garota, que gritou com a invasão. Ele esperou a garota se acostumar, então passou lubrificante em outro dedo e colocou no cuzinho dela. Renata mordeu os lábios, tentando controlar os gemidos.

- Porra, isso é gostoso! Mete mais! - Tinha uma mistura de prazer e um pouco de incomodo, mas estava tudo tão gostoso.

- Acho que você está pronta! - Ele disse batendo na bunda da garota. Ela estava um pouco nervosa, mas confiante de que iria dar tudo certo. - Fica de quatro, Reh! - Renata obedeceu a Moisés e ficou de quatro na cama. Esse ele passou lubrificante em toda a sua pica e posicionou-se

– Se doer é só mandar parar! – Ela assentiu, fazendo com que ele enfiasse seu pau devagar em seu cuzinho. Renata fez o mesmo, empurrando sua bunda contra o pau dele.

- Puta merda, tá doendo! - Moisés ficou parado, sem fazer qualquer movimento. Mas ele estava olhando pra a bunda da garota, curtindo aquela cena deliciosa, vendo a cabeça do seu pau dentro no cuzinho dela e os pelos de seu corpo todo arrepiado.

Depois de alguns segundos, Moisés começou a mexe; enfiando o pau de uma vez e metendo devagar no cuzinho dela. Ainda doía um pouco, mas Renata foi se acostumando até não sentir mais incomodo nenhum. Agora a garota sentia um prazer imenso e com o namorado mexendo em seu clitóris o prazer ficava ainda maior.

Com o tempo, Moisés aumentou o ritmo da estocadas. Ele estava quase enlouquecendo com o seu pau enterrado na bunda a namorada. O jogador puxou os cabelos dela e começou a fode-la do jeito que ele sempre quis: rápido e forte, como um animal, fazendo-a berrar em meio a tanto prazer.

Renata gemia cada vez mais alto. Já deveria ter acordado todos os vizinhos com seus gemidos altos. Experimentava uma mistura de dor e prazer. Um prazer diferente, de ser invadida por um lugar que até então, nenhum homem tinha ousado penetrar e, por isso mesmo, não fazia ideia do que era ser tomada por ali.

Renata sentiu o orgasmo cada vez mais forte, o jogador sentia o mesmo. Como ela era virgem, aquele lugar era muito apertado, então o prazer para ele era ainda maior. Não pensou, em nenhum momento, que ela fosse aceitar aquela proposta tão descarada e safada. Surpreendeu-se quando ela disse que queria saber como era dar a parte de trás.

Renata revirou os olhos, enquanto Moisés metia cada vez mais forte no cuzinho dela. Renata sentiu o corpo ficar mole e as pernas ficarem bambas.  A garota se desfez junto com o namorado, que gozou dentro do seu cu. Os dois se jogaram na cama, estavam cansados e satisfeitos com a foda.

- Gostou? - Ele perguntou para a garota, que assentiu com um pouco de vergonha. Ele admirou as bochechas vermelhas dela e o jeito envergonhado de sempre.

 -  Gostei muito! - Ela sentiu os olhos pesarem e os fechou. - Agora vamos dormir, porque amanhã tem mais.

 

 



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