História Feita de L.O.V.E - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Alphis, Amor, Asgore, Asriel, Barreira, Bebê, Chara, Charisk, Colegial, Comedia, Coração, Doce, Drama, Fanfic Fofa, Flor, Flower, Frans, Frasriel, Frisk, Ladycandycandy, Love, Metatoon, Papyrus, Queda, Romance, Saga, Sans, Toriel, Torta, Underground, Undertale, Undyne
Visualizações 15
Palavras 600
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura :3

Capítulo 1 - Prólogo - Bebê chorão.


Fanfic / Fanfiction Feita de L.O.V.E - Capítulo 1 - Prólogo - Bebê chorão.

Bebê chorão

Um choro infantil ecoava nas ruínas, desesperado e como em súplica...

Um salão vazio, paredes rochosas a se desmancharem devagar e uma cama de flores douradas iluminada por uma brecha ao alto daquela espécie de caverna, por onde a pouca luz do sol iluminava o pequeno ser que debatia-se abaixo de um fino lençol de algodão.

Tão confusa e desesperada com aquele som, uma peculiar criatura — A quem diga que mostruosa — que seguia com presa pelo labirinto que eram as ruínas, em busca da fonte produtora do som, tendo em mente sua própria cria, que costumava a brincar alí.

Toriel, seguia por entre as colunas rochosas, preocupada, e após um tempo de 'corrida', acabou parando na última sala, onde da porta, quase escondida, buscava com os olhos entender o que poderia ser aquela criatura tão pequena a chorar abaixo de suas cobertas. Nunca ouvira um choro daqueles.

A monstra, sem nada exibir, tomou então um pouco de coragem antes de resolver se aproximar. A passos calmos e cautelosos, ela seguiu em direção a criatura. Ela se agachou a sua frente e, nervosa, agarrou o fino lençol, e o puxou de uma vez, vislumbrando um pequeno humano a chorar. Um indefeso bebê.

A criança chorava, a olhar Toriel, que sequer sabia como a tocar. Ela soluçava, seu rostinho estava vermelho, e ela parecia não comer a horas. A mostra, então, inclinou um pouco sua cabeça, olhando a criaturinha, que para sua surpresa, repetiu o ato, parando aos poucos de chorar, a olhanfo de bracinhos estendidos.

O amor de mãe que Toriel tinha e seu senso materno então não lhe deixou em dúvidas, ela sabia que seu dever era cuidar daquela criança desamparada. A monstra então, com cuidado, tomou a criança em seus braços, onde a criança não contestou estar, e ao acomodá-la, resolveu voltar a sua casa.

...

A criança coberta nos braços de Toriel, era protegida pela mesma como se fosse sua própria cria. Asgore a encarava, enfurecido, e a própria criança, que passou a chorar quando o monstro rei rugiu mais alto. Asgore não era de se irritar ou se enfurecer, mas levar um humano a Underground, era muito perigoso.

Toriel apertava a criança contra sí, esta estando também contra a parede, pois seu marido lhe era uma barreira. Ela o encarava, enfurecida, o questionando com seu olhar apenas, e ele, buscava se controlar para não fazer nenhuma bobagem. Era uma situação delicada para os monstros.

— Eu não posso aceitar um humano em Underground, Toriel! — Asgore falava alto.

— O que você queria que eu fizesse? O deixasse para morrer? — Toriel suspirava. 

Eu não sei, mas humanos não podem habitar Underground, é perigoso! — Asgore se manifestava, inquieto.

Asgore, é só um bebê... — Começava Toriel, na defensiva.

Bebês crescem, Toriel... — Asgore suspirou e deu as costas a esposa, dando alguns passos a frente.

— Asgore... — Toriel o olhava, chorosa e sem saber o que dizer. Ela pensou. — Ao menos... Até que ela fique forte, que crença um pouco... — Pediu Toriel, em súplica.

Asgore respirou fundo.

— Toriel... — Asgore começou, ainda de costas a esposa.

— Asgore, por favor, eu te peço... Ela... É apenas uma criança, como o Asriel. — Dizia Toriel. — Pense se fosse com ele... Só que ela cresça um pouco. — Insistia Toriel.

— ... — Asgore respirou fundo e se voltou a esposa. — Você nunca muda... — Ele se aproximou da esposa e encostou logo a testa na dela.

Toriel o olhava, sem palavras.

— A humana fica, até que fique forte e possamos a devolver a superfície... — Disse Asgore, ao final, o que fez Toriel sorrir.


Notas Finais


Obrigada por ler :3


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