História Feliz aniversário, Zoro - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Piece
Personagens Nico Robin, Roronoa Zoro
Tags Zorobin, Zoroxrobin
Visualizações 79
Palavras 872
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá grandão pra todo mundo. Eu andei bem sumida esses tempos, num hiatus que parecia não ter fim - talvez ainda volte pra ele hahah - mas aqui estou eu com essa one-shot curtinha pro aniversário de mozão não passar em branco. E claramente, eu tinha que colocar a fada da minha vida aqui.
Aproveitem essa zorobin :3

Capítulo 1 - O melhor, fica pro final


O sol estava se pondo no horizonte do infinito mar azul e o clima no Sunny-Go era de festa. O bando era acostumado a festejar sem motivo, mas especialmente hoje, era aniversário do espadachim de peculiares cabelos verdes, Roronoa Zoro. Além disso, fazia alguns meses que tinham se reencontrado, se antes comemoravam sem motivo, hoje tinham porquês até demais.

Após um conturbado parabéns, em que Luffy insistia em avançar sobre o bolo feito por Sanji — o que lhe rendera vários cascudos de Nami — e que Zoro relutava em usar aquele chapéu que ele julgava ser horroroso, chegara a hora dos presentes. Alguns eram bem úteis, como  o novo estojo de manutenção de espadas que Franky lhe dera, com óleo especial que ele mesmo tinha fabricado ou o kit de suplementos que Chopper lhe entregara feliz, depois de dias trabalhando para ajudar o amigo a ficar mais forte. Outros no entanto, eram bem inusitados, como a grande caixa vinda de Nami, que havia apenas um bilhete escrito “Pague sua dívida!”.

Zoro recebeu presentes de todos da tripulação, mas sentia falta de um e sabia exatamente de quem seria. Seus olhos procuraram por Robin, mas as mãos da arqueóloga estavam vazias. Aquilo lhe causou uma profunda estranheza e no fundo, um pouco de mágoa, coisa que ele jamais admitiria. A festa seguiu sem que ele nada comentasse, obviamente, Zoro não era de falar contudo, como bom escorpiano, não se esquecia fácil.

Já era altas horas da noite, quando todos adormeceram largados no gramado do navio, exceto pelo insone espadachim que agora perambulava pela cozinha à procura de mais saquê. Não percebeu quando Robin chegou ao seu lado, deixando uma taça de vinho sobre a pia. Ela o encarou esperando alguma reação do aniversariante, mas tudo que ele fez foi contorná-la e seguir em direção ao quarto masculino, sem a tal garrafa de saquê.

Sentou-se sobre a sua cama e descalçou seus coturnos, já iria despir-se das roupas mas parou no ato ao vê-la parada na porta com a bebida na mão.

— Parece que você se esqueceu disso — Robin sorriu levantando o vidro em sua mão.

Zoro nada respondeu, franziu o cenho e ficou mais carrancudo do que nunca. Voltou sua atenção às roupas, retirando enfim seu casaco verde e o haramaki em seguida. Preparou-se para deitar e ignorá-la de vez quando foi novamente interrompido por sua voz.

— Algo lhe incomoda, — ela afirmou divertida — o dia hoje não foi bom o suficiente? — terminou a frase num meio sorriso, parecendo já saber o porquê daquela reação. Fitavam-se.

— Você me incomoda. Já é bem tarde pra estar acordada, não? — Roronoa devolveu, chateado. Não sabia se tinha mais raiva dela ou de si mesmo por realmente se importar com a falta de um presente.

A arqueóloga sorriu causando outra breve irritação no homem de cabelos verdes. Zoro, você é burro e acaba de entrar no jogo dela. Depois do seu discurso afetado, ele tinha a certeza de que ela sabia o motivo. Meu Deus, era só um presente idiota, não lhe faria falta certo? E se não lhe faria falta, por quê se importava tanto? Enquanto sua cabeça lhe fazia mil perguntas, Robin aproximara-se dele de mansinho, colocou a garrafa no chão e afastou as pernas sentando-se no colo do espadachim. Segurou seu queixo com uma das mãos e roçou seus lábios nos dele.

— Você acha que eu esqueci seu presente. Isso te chateia? — sussurrava contra os lábios do homem, maliciosa. Os olhos azuis fixos nos olhos dele. O perfume dela inebriou-lhe os sentidos, desarmando todas as suas defesas.

O espadachim estava mais perdido que nunca, tinha a mulher que mais desejava em seu colo e não sabia o que fazer. Estava surpreso, achava impressionante como toda vez os dois acabavam numa brincadeira sexual, não importando como havia começado. Mexeu a boca na tentativa de falar algo, mas não tinha resposta. Robin se aconchegou mais a ele, as mãos entrelaçaram-se em sua nuca, arrepiando-lhe a pele.

— Na verdade, eu só deixei o melhor pro final... — ela continuou sibilante, enfim tomando seus lábios num beijo lascivo. O caçador de recompensas finalmente despertou de seu transe, abraçando a mulher contra seu corpo.

Zoro embriagou-se pela segunda vez naquela noite, tocando cada parte do corpo da arqueóloga. Os suspiros dela encheram seus ouvidos e cada um deles era um convite para que continuasse o que estava fazendo. Robin lhe empurrou contra a cama, cessando o beijo. Permaneceu sentada sobre ele, ao passo que seus dedos abriam vagarosamente o zíper da blusa, deixou a peça deslizar sobre seus braços, libertando seus seios. A visão fez o pirata vacilar, fez menção em se levantar para tocá-los, mas ela o impediu pairando novamente sobre ele.   

— Feliz aniversário, Zoro. — a arqueóloga sussurrou em seu ouvido, enquanto sua boca trilhava seu pescoço, resvalando contra sua pele e continuando seu percurso num caminho perigoso que ele já sabia o destino.

O aniversariante mordeu os lábios e sorriu malicioso, a arqueóloga nunca deixaria de impressioná-lo e ele estaria para sempre atado aos seus jogos ardis. Gemeu entorpecido, quando a mulher alcançou sua zona mais erógena. Constatou enquanto se deleitava, de que aquele era o melhor de todos os presentes e para sua felicidade, estava bem longe de acabar.

 


Notas Finais


Não foi das minhas melhores escritas, mas tá aí hahah. Eu precisava matar as saudades deles dois, tô sofrendo sem Zorobin há mais de um ano, Oda pelo amor de Deus devolva meus preciosos aaaaaaa


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