História Fique, Lee Taemin - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, F(x), SHINee
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Jimin, Jinki Lee (Onew), Jonghyun Kim, Kai, KiBum "Key" Kim, Krystal Jung, Minho Choi, Personagens Originais, Suho, Taemin Lee, Xiumin
Tags Danger, Helena, Love, Move, Taemin, Thirsty
Visualizações 46
Palavras 1.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


안녕하세요!

Podem me chamar de Cinty, essa é a primeira fanfic que eu escrevo depois de MUITO tempo, então, cuidem bem de mim
><

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Fique, Lee Taemin - Capítulo 1 - Capítulo I

-Você conhece boates do ocidente, as as coreanas não minha querida… - diz sua prima, iniciando seu monólogo “O melhor da Coreia do Sul”.

Realmente, ela fala isso por que não foi à Ibiza.

Apesar de morar na Coreia do Sul a mais de um ano, Helena Moon não tinha tido a experiência de uma noite com amigos. Passava os dias concentrada em sua carreira bem sucedida, que não lhe trazia nenhum pouco de satisfação.

Trabalhando como tradutora em grandes emissoras e empresas de entretenimento, dava uma segurança e alegria a seus pais. Mas com a sua grande paixão, que era escrever, só ia de mal à pior.

- Se divertir, arejar a cabeça, é disso que você precisa, seu bloqueio vai sair correndo. Mas como você vai escrever sobre pessoas se divertindo se você mesma não faz isso?? Tenha paciência né Helena. - disse sua prima, enquanto pagava a entrada delas na casa noturna.

Helena deu uma espiadinha dentro da casa noturna e pensou em quão escuro estava lá dentro, e de fato, quando entrou, precisava aproveitar o máximo dos flashes das luzes coloridas para poder se guiar em meio à escuridão.

- Eun Tak! Eu realmente preferia estar em casa, tenho um monte de papelada para revisar e entregar daqui a dois dias - gritou em meio a música alta.

-O quê?? Eu não entendi, espera aqui que eu vou pegar umas bebidas, você precisa disso. - gritou de volta, e Helena apenas pensou ter visto sua prima rir.

Quando Eun Tak voltou com as bebidas, Helena tomava em goles pequenos, esperando, lá no fundo, que o álcool fizesse algum efeito.

Na boate não notou nada de TÃO diferente de uma boate ocidental. Jovens, na grande maioria, bêbados, dançando sem coordenação motora e gostando daquele estado. E aos poucos Helena começou, com incentivo do álcool, a entrar no ritmo das músicas, se é que tinham ritmo.

Começou um remix de Danger de Taemin, e misturando um pouco da própria coreografia da música, e outros movimentos nem tão bonitos assim, Helena dançava e sentia seu sangue esquentando nas veias.

Helena se virou e encontrou um par de olhos fixados nela, aparentemente um homem. Os olhos do desconhecido conseguiam muito bem ser distinguidos, apesar da escuridão. E eles estavam convidando-a para dançar, ou tinha ficado louca de vez.

O desconhecido se aproximou - muito - até ter os lábios na orelha de Helena.

-Espero que queira dançar… - começou a falar, mas Helena não deixou ele terminar.

-A noite toda, se possível.

Os movimentos do homem estavam em plena sintonia com os dela. Ele guiava, ao mesmo tempo que parecia submisso ao ritmo que Helena estivesse disposta.

-Eu não costumo fazer esses tipos de coisas. Digo, dançar com desconhecidos e tudo mais.

-Nem eu, mas vamos fazer uma exceção essa noite.

Enquanto tocava Experience, Helena absorvia a atmosfera.

O estranho segurou sua nuca e guiou os lábios de Helena para os seus. Aquele beijo acabou representando mais do que um simples contato físico. E sim, trouxe, pelo menos à Helena, uma saciedade e ao fim trouxe uma sensação de abstinência.

Ela queria mais. Queria mais do que uma gota d’água. Queria mergulhar na fonte. E sair encharcada.

Em algum momento não específico, Eun Tak veio à mente de Helena, que se perguntou por onde estaria andando a prima. Logo, esses questionamentos foram embora e voltou sua atenção ao desconhecido.

Os dois dançaram mais duas músicas até ele a puxar para fora da boate.

Sim. Ela sabia que coisas desse tipo são perigosas, sair por aí com estranhos. Mas a sensação de ânsia não passava, e ela queria ver até onde ia dar. Estava pagando para ver.

"Meu Deus" - arfou quando o desconhecido a prensou contra a parede e impôs sua boca contra a dela, e manteve assim até surgir a necessidade de oxigênio.

Ao se afastar, sussurrou:

- Apesar de não querer, eu posso parar a qualquer momento, até onde você quer ir?

Aquela pergunta estava muito carregada, e por um momento Helena quis ir para casa no mesmo instante.

-Até o fim.

E era isso que bastava para o desconhecido a puxar pela mão até um carro preto e a levar, através da escuridão da noite para sua casa.

Quando os dois entraram, não houve tempo de pensar ou respirar, era agir. A necessidade e o desejo andavam de mãos dadas naquele momento e nada poderia parar aquilo.

Quando já estavam no quarto do estranho, não havia mais roupas como obstáculo, a suave luz da lua que emanava para dentro do quarto,excitou ainda mais Helena que tinha uma leve visão do homem sensual que estava junto à ela.

À medida que o beijava aumentava o calor de seu corpo e Helena sentia no ar a própria luxúria. Ela respondeu com vibrações novas em cada polegada de sua pele, a toque em seu corpo, era uma sensação nova, uma temperatura diferente, um som diferente era produzido.

Ele a beijou no pescoço entre suas investidas, numa velocidade causticante, deixando um traço de desejo por onde passava. Ela precisava de mais.

O estranho começou a sair de dentro dela e distribuiu beijos pelo seu corpo até chegar em um ponto específico. Começou a instigar seu clitóris. Usando o calor dos dedos e dos lábios, levava Helena quase à loucura. Quando sentia chegar ao precipício, o estranho voltou para dentro dela, da maneira mais profunda possível. Puxou-lhe o cabelo, obrigando a expôr seu pescoço, deixando-a ainda mais vulnerável; Helena agarrou-se ao estranho, passeando suas mãos pelo corpo dele, apertando sua bunda e incentivando que ele fosse mais fundo.

-Eu disse, até o fim - sussurrou no ouvido dele.

-Nós vamos até lá, meu anjo. - ele respondeu mudando a posição e a colocando por cima.

Helena seguiu o ritmo que queria, e pensou estar sendo egoísta ao procurar apenas sua própria satisfação. Seu movimento ficou mais feroz quando sentiu nada mais que o incentivo dele.

Silenciosamente, pediu que as paredes do apartamento dele fossem beeeem grossas.

Num último arremate, voltaram à posição inicial, e enquanto tinha seus sentidos desnorteados, percebeu que o estranho permanecia por cima dela. E daquela forma ficaram até o sono falar mais alto.

 


Notas Finais


Por favor, comentem....
Críticas construtivas, ok?


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