História Fleeing a Destination - Capítulo 167


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Drama, Fanfic, Fantasia, Magia, Mistério, Originais, Reinos, Sally-yagami, Shounen, Tita, Tommysan, Vanessabr
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Palavras 1.195
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shounen, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Fala, galerinha do bem!

Sally-Yagami trazendo capítulo novo para vocês.

Boa leitura!

Capítulo 167 - Alegria é Para Ser Compartilhada


Fanfic / Fanfiction Fleeing a Destination - Capítulo 167 - Alegria é Para Ser Compartilhada

Landon termina uma extensa reunião e, do lado de fora, começa a escutar um choro que ele reconhece de longe.  Abre a porta da sala de reuniões e encontra Theydren com a irmã de quatro anos no colo, tentando fazer com que ela pare de chorar.

Imediatamente, o rei zardreniano pega a filha no colo o começa a começa a balança-la, a fim de fazer com que ela pare de chorar.

− Por que ela está chorando? – pergunta Landon ao filho mais velho.

−Ela tá com medo do escuro. – responde o príncipe – Eu estava indo para meus aposentos quando escutei ela chorando. Chamava por você, papai, deitei com ela pra ver se ela dormia mas não adiantou nada.

− Obrigado por trazê-la, Theydren. – fala Landon, voltando sua atenção para a pequenina em seu colo – Pronto, Thalia, papai está aqui. Não precisa mais chorar.

− Estava escuro, papai...! Tinha um dragão grande que queria me pegar...!

Landon leva a filha para seus próprios aposentos, ascende várias velas para clarear o quarto e deita Thalia em sua cama, que continua a chorar. Deita ao lado da filha, ninando-a.

− Papai está aqui, filhinha, vou ficar aqui com você e não vai deixar nenhum dragão te assustar!

A pequena princesa abraça o pai e, pouco a pouco, vai parando de chorar. Landon acaricia gentilmente os cabelos de sua filha, até que percebe que ela dormiu. Dá um carinhoso beijo no rostinho adormecido de Thalia, e não deixa de sorrir ao ver como aquele pedacinho de gente preenche de alegria o seu coração.

 

 

***

 

 

Landon acorda assustado e ofegante, com uma sensação estranha em seu coração. Não é apenas uma angústia, mas uma dor imensurável, seu coração está apertado como nunca antes o sentiu em toda a sua vida.

Abe a blusa de seu pijama e, para o seu completo e profundo desespero, vê hematomas e mais hematomas surgirem de forma espontânea por seu tórax. Sobe as mangas da camisa do pijama a fim de constata a mesma coisa, e, nem precisa tirar a calça, pois sabe que o mesmo está acontecendo com as suas pernas. Além disso, começa a sentir uma estranha dor, e, sabe que sua filha está sendo torturada neste momento!

Imediatamente, seus pensamentos se voltam para Thalia e, a dor só aumenta, como se pressentisse que, neste momento, sua filha está correndo um grande perigo.

Neste momento, seu maior desejo é poder estar ao lado dela, protegendo-a, e não impotente como se encontra.

Sente uma pontada em seu coração e a angústia aumenta. Incapaz de continuar na cama, o rei zardreniano se levanta e vai até o jardim, onde se senta em um banco e começa a olhar as estrelas, enquanto a dor e a angústia o dominam por completo.

− Thalia...

Prometera a Catelyn que protegeria Thalia sempre, e, decepciona sua amada esposa. Prometera a Thalia que não deixaria que Daithi se aproximasse dela e, olha como cumpriu essa promessa, deixando que Daithi a sequestrasse novamente.

Seu desejo é partir agora mesmo para Alkavampir e, só não o faz por Thalia, porque Daithi não pensará duas vezes em matá-la.

Outra pontada de dor e, tem certeza de que Thalia está sofrendo. O que ela estará passando neste momento? E porque seu coração dói dessa forma? Como se estivesse prestes a perdê-la?

− Thalia, por favor, minha filha, seja lá o que estejam fazendo você sofrer neste momento, resista, querida...! Resista até que eu possa ir te salvar...! Eu vou te salvar, Thalia...! Por favor, filha, resista...!

 

 

***

 

 

Ao amanhecer de mais um dia, Daithi olha para o corpo inconsciente e nu da princesinha com um sorriso de pura satisfação. Só de olhar para ela, com todas aquelas marcas de mordidas, de hematomas, de sangue e seu sêmen escorrendo pelo corpo dela, sente-se novamente excitado e com vontade de repetir a dose.

Agora entende a obsessão de seu filho pela filha de Landon, ela é realmente um ótimo prato para se satisfazer os desejos carnais.

Deixa a cela e, vai para seus aposentos, onde toma um demorado banho e troca suas vestes. Em seguida, vai para seu escritório, onde se serve de um de seus melhores vinhos e, brinda sozinho a vitória que conseguiu essa noite.

Fora um verdadeiro deleite, um baquete dos deuses, e, os gritos desesperados da princesinha só o deixou mais excitado. O desespero dela fora música para seus ouvidos, enquanto se servia do mais puro e saboroso dos banquetes.

Termina de beber seu vinho e, se senta em uma poltrona, de frente para sua mesa de trabalho. Pega um pergaminho, tinta e pena e, com um sorriso que é a mais pura e plena das satisfações, começa a escrever uma carta, afinal, a vitória não é completa se não for compartilhada.

 

 

***

 

 

Landon retornara para seus aposentos com o dia quase amanhecendo e, não dormira quase nada, pois a angústia e a dor em seu coração não passaram, assim como seus pensamentos, fixos em Thalia.

Só de pensar na filha, sua dor aumenta e em seu coração vem a certeza de que neste momento ela não está bem, que ela precisa de ajuda.

Se levanta e toma um banho, para trocar suas vestes e ir tomar café com Theydren e Theo. Mesmo que tente, não consegue comer direito e, bebe apenas um copo de suco de laranja, enquanto seus filhos estranham seu estranho silêncio e distância.

Deixa a presença dos dois e vai para o jardim de rosas de Thalia, e, permanece ali, parado, apenas contemplando as flores que sua filha tanto ama, e que também eram as favoritas de Catelyn.

A lembrança da promessa que fizera a sua amada Catelyn, vinte anos atrás vem de forma dolorosa a sua mente, para lembra-lo de como falhara.

Está tão distraído em seus pensamentos que não percebe os Lordes Marden e Robert se aproximando e se colocando a seu lado.

− Está com uma cara péssima, Landon. – comenta o Lorde da Água após fazer a devida reverência.

− Não dormi bem. – confessa o monarca – E, mais hematomas apareceram de forma involuntária em meu corpo, por isso, desde a madrugada anterior não consigo tirar a Thalia de meus pensamentos.

− É toda essa situação, Landon. – comenta o veterano Lorde da Terra – Como pai, você  tende a sofrer mais do que qualquer outro, e nós somos testemunhas de como você  sempre foi apegado à Sua Alteza, a Princesa Thalia. Até eu, que a tenho como uma filha, não estou bem com toda esta situação.

− Eu fechava meus olhos e conseguia ouvi-la pedindo por socorro. – continua o rei zardreniano – A voz dela era real demais, como se ela estivesse bem do meu lado.

Marden e Robert não tem tempo de responder ao rei, pois, Reid chega ali de forma apressada, com um pergaminho inviolado em suas mãos. Ajoelha-se diante de seu rei e, após o sinal de seu rei para que se levante, entrega a ele o pergaminho, dizendo.

− Majestade, acaba de chegar esta carta de Alkavampir para Sua Graça.

Landon pega o pergaminho e, ao ver o selo inviolado da Casa Real de Alkavampir, sente seu coração começar a bater de forma descontrolada.


Notas Finais


CONTINUA...


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