História Flores De Primavera - (Imagine Jimin-BTS) - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X
Personagens Chanyeol, Hyung Won, Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Yugyeom
Tags Bts, Drama, Imagine, Imagine Jimin, Jimin, Romance
Visualizações 32
Palavras 951
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Fui eu que te machuquei.


~(S/N)~

- Eu nunca vou conseguir me acostumar com aquele guri! - falei para Jackson que estava ocupado bebendo água.

- Pensava que você era boa com crianças. - disse senhor Shin vindo de fora.

- Também pensava isso. - falei me escorando na mesa. - Mas aquele menino é um mimado só de olhar para ele.

- Você vai ficar de bem com ele. - disse Shin enquanto colocava seu avental que passa o dia inteiro com ele. - Logo vocês serão melhores amigos, vai ver. - Senhor Shin e suas coisas.

- Vai ser difícil. - me ajeitei na cadeira e olhei para a janela, o dia estava lindo, bem ensolarado e pouco frio, me deu uma vontade agora de ir andar. - Eu acho que já vou embora.

- Esta cedo (S/N) fique mais um pouco. - insistiu o velho quase caindo de cima do banco que está em cima para pegar qualquer coisa no armário. - Queria que você entregasse flores amanhã. - pediu.

- Sim eu poderia ir, e não sei se vou conseguir entregar tudo sozinha. - resmunguei. - Ah, mas eu lembrei agora que tenho que cuidar daquele criança de manhã. - suspirei raivosa por lembrar.

- Pode ser em outro dia e você arranja uma pessoa para te ajudar.

- Então tá. - concordei e me despedi dos dois, sai da cafeteria e sai sem rumo, só queria andar para pensar na vida. Andei até a praça onde tinha muitas pessoas ao redor de meninos dançando, eu andava olhando para o lado até... Esbarrei tão forte em uma pessoa que cai no chão com muita força.

- Você está bem? - perguntou a pessoa que esbarrou em mim com aquela força toda, se agachando a minha frente.

- O que você acha? - perguntei irônica quando olhei para o ser, e percebi que era um garoto magro com cabelos rosa, que usava um moletom preto, olhei mais direto para ele e percebi que era o Jimin, só podia ser com o cabelo rosa que chama muita atenção.

- Ah, de novo? - ele sorriu fraco, mas muito fraco mesmo.

- Que coisa. - sorri. Senti uma dor no meu joelho que percebi que estava sangrando. - Aí!

- Ah minha nossa, me desculpe. - ele se desculpou tentando procurar alguma coisa para colocar.

- Não tem nada, foi só um arranhão, já tive um machucado pior que esse, não se preocupe. - tentei me levantar mas ele não deixou.

- Eu sinto muito mesmo. - ele me olhou no fundo dos meus olhos e pude sentir tudo e todos ao meu redor pararem, parecia que só estávamos eu e ele naquele momento, vi uma diferença no seu olhar e percebi que ele parecia sentir a mesma coisa. Senti meu rosto esquentar um pouco, tive vontade de sorrir, e acho que eu já estava sorrindo sem perceber - Ah... - ele abriu a boca para falar quando eu sai dos meus pensamentos. - É melhor você se levantar mesmo. - ele se ajeitou e se levantou, esperou que eu levantasse. - Eu sinto muito mesmo eu estava apressado. - ele se lamentou mais uma vez. - Não tem como eu retribuir? - perguntou Jimin.

- Não, não foi nada grave, não se preocupe. - falei arrumando minha roupa.

- Mas foi eu que te machuquei. - ele olhou meu joelho. - Pegue meu número, se você precisar de alguma coisa é só me chamar. - me deu um papel com um número e seu nome. - Então preciso ir.

- Tchau, espero que possamos nos encontrar novamente. - sorri e acenei com a mão.

- Tchau (S/N), também espero isso. - sorriu e foi andando. O olhei até não ver mais, eu sorria sem nenhuma explicação mas era bom estar sorrindo naquele momento, balancei a cabeça e voltei a andar. O dia estava tão bonito, não sei se eram meus olhos mas tudo estava em pleno sol claro, o frio não estava de matar e as árvores estavam mais coloridas por conta da primavera. Quis voltar para casa e ficar com minha família. Cheguei em casa e bati na porta, esperei alguém a abri, e quem abriu foi logo o Yugyeom.

- (S/N) você chegou logo na parte boa. - ele estava se referindo ao almoço que é o melhor do meu pai. Entrei e senti o cheirinho que já estava me deixando com fome, fui até a cozinha e vi papai lavando a louça e minha mãe reclamando da vida de pobre que ela tem.

- (S/N)! Você precisa arranjar um marido rico urgente! - ela se levantou e veio até mim. - Por isso eu falei com minha amiga rica, que tem seu filho solteiro. - sorria falando como se fosse a última coisa do mundo.

- MÃE! Eu não quero me casar. - falei irritada.

- Mas não é por você, é por nós filha. - disse passando as mãos nos meus cabelos. - Olha só sua mãe, que se casou com um velho caindo os pedaços. - Pense nisso querida. - tirou suas mãos do meu cabelo

- Mas mãe eu já arranjei um emprego. - sorri empolgada.

- De que?

- Vou ser babá.

- BABÁ?

- Sim, vou amanhã de manhã.

- Esse é um ótimo emprego, a louca.

- Claro. - ri por ela ter ficado irritada com o meu emprego. E voltando para a parte do marido rico seria uma coisa boa para toda minha família, eu nunca fiz nada de bom que ajudasse. Fui para meu quarto e me sentei na penteadeira de frente para o espelho. Passei um remédio em meu joelho e depois fui dormir para o dia cheio que terei amanhã. 



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