História For all eternity - malec - Capítulo 3


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Camille Belcourt, Catarina Loss, Céline Herondale, Clary Fairchild (Clary Fray), Emma Carstairs, Emma Carstaris, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), James "Jem" Carstairs, Jem Carstairs, Jem Carstairs, Jessamine Lovelace, Lilith, Madame Dorothea, Magnus Bane, Magnus Bane, Magnus Bane, Maia Roberts, Max Lightwood, Rafael Lightwood-Bane, Raphael Santiago, Raziel, Sebastian Morgstren, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Tessa Gray, Tessa Gray, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale
Tags Alec Lightwood, Caçadores Da Sombras, Dynasty, Fallon Carrington, Hot, Isabelle Lightwood, Magia, Magnus Bane, Malec, Romance Gay, Sexo, Shadowhunters, Simon Lewis, Sizzy, Submundo, Vampiro
Visualizações 34
Palavras 3.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


hello sweets, eu queria agradecer pelos comentários, visualizações e fav's, podem ter certeza que todos vocês me ajudam a continuar essa história.

e também queria avisar que esse capítulo é meio pesadinho né amores kahdjajs, mas fiquem tranquilos que no próximo tudo isso será compensado.

bom capítulo❤️

Capítulo 3 - Chapter three


Fanfic / Fanfiction For all eternity - malec - Capítulo 3 - Chapter three

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Alec acordou primeiro, mesmo tendo dormido por último, ele não conseguia dormir tão confortávelmente a messes, mas hoje ele havia conseguido, porém algo de errado estava gritando dentro dele que ele não deveria estar se sentindo assim, não deveria, pois Magnus era o rei de todas as festas, já havia ficado com todos, não "perdoava" ninguém, aquele furacão girava em todos, desvastava qualquer um. Mas ele ignorou tudo que seu subconsciente gritava, então respirou fundo olhando para as feições perfeitas do menor enquanto se virava para ele lentamente sem acorda-lo, e ele deu alguns beijinhos no rosto do assiatico sentindo as borboletas guerriando em seu estômago. 


O assiatico sente os beijos do menor e sem conseguir evitar dá um sorriso bobo e estranhamente - para ele - apaixonado, logo abre seus olhos e pisca os mesmo pesadamente com uma das mãos na cintura do maior e quando recupera os sentidos possíveis - pois alguns ele não conseguia ter junto ao Alexander -, ele aperta a cintura dele não com muita força dando uma risadinha e puxando ele para um beijo casto. Logo que Alec separa o mesmo Magnus olha para ele e sorri acariciando o rosto do menor.


- Bom dia Alexander. - diz ele com a voz rouca por conta do sono, enquanto passava sua mão em seu rosto.


- Bom dia Mag... - fala Alec se aproximando do menor e dando um beijinho na ponta do nariz do mesmo enquanto sorrio apaixonado agora dando beijinhos no pescoço do menor. - Você é tão cheiroso... - diz ele em um tom totalmente doce e calmo enquanto cheirava cuidadosamente o pescoço de Magnus.


Magnus se arrepiou com aquele toque, seu corpo estremecia, estava em irrupção, sentia que poderia simplesmente desabar a qualquer momento, estava fraco, ele era fraco, mas com Alexander isso ficava tão transparente, e ele tinha medo disso, sim Magnus Bane com medo de algo, e esse medo consumia ele junto ao medo de estar sentindo algo, mesmo ele negando, as borboletas em seu estômago diziam ao contrário.


- Você é tão lindo... - fala Magnus suspirando fortemente enquanto mordia seu lábio inferior nervosamente ao sentir seu corpo estremcer ao olhar para as esmeraldas do maior. 


Alec sorriu, sorriu fortemente com aquele elogio, e novamente havia sucumbido ao poder de Magnus, o furacão Magnus Bane estava invadindo seu corpo novamente, cada movimento era encantador.


- Magnus... - chama Alec manhoso "caminhando" com seus dedos pelo abdômen do menor. - Eu quero que isso vá para frente, pode me achar um louco, mas eu gosto de nós. - fala Alec dando um sorriso sincero e um selinho rápido no assiatico.


"eu também, eu preciso de você Lightwood." Era isso que sua mente gritava, gritava ensandecidamente na intenção de que alguém a ouvisse, na intenção de que Magnus finalmente a escutasse, porém ele não o fez.


- Alec, nunca existiu nós. 


essas palavras, essas simples três palavras colocadas em uma sentença que fazia o corpo de Alec queimar, talvez por ódio, talvez por tristeza, ele estava sem forças, apenas olhou nos fundos dos olhos do assiatico com os mesmos marejados, com uma vontade descomunal de apenas desabar - o que ele iria acabar fazendo mais cedo ou mais tarde.


- O que você está dizendo Magnus? Eu senti, eu senti faíscas, e não vinham apenas de mim. - diz Alec totalmente desesperado sem saber o que dizer, fazer, olhar, sentir. 


- Você precisava de mim. - diz o assiatico sorrindo ironicamente e praticamente empurrando Gideon de cima dele e se sentando na cama com seus cutuvelos apoiados em seus joelhos. - Você era apenas mais um cara na lista, que estava tentando corrigir seus problemas internos e  insignificantes. - diz ele dando de ombros porém tudo que queria fazer naquele momento era correr até os braços de Alexander e nunca mais larga-lo, porém seu orgulho era maior, apesar de estar se esgotando junto com sua vontade de viver, que estava a cada dia menor. - E ainda mais, você namora, uma menina riquinha, e eu adorei ver o "namorado" dele me chupando. - diz ele dando uma risadinha que chegava a ser assustadora por conta de tamanha naturalidade, porém o subconsciente de Magnus ainda gritava para ele, gritava que ele não deveria estar fazendo aquilo.


Alec ouviu aquelas palavras, e simplesmente ficou sem reação, seu coração parou por alguns minutos, sua respiração se comparava a de um difunto, e seu sorriso que estava em seu rosto outraora, não existia, era um nada, e o moreno novamente estava se sentindo insuficiente, um lixo, ele apenas pegou sua calça e vestiu a mesma, e sem seguida pegou sua camisa e celular, olha para Magnus com uma expressão claramente decepcionada, e isso fez Magnus desabar dentro de si.


- Você me inoja Magnus Bane. E eu e Fallon, nós não temos nada, e se tivéssemos não teria coragem de trair alguém, mas eu não diria o mesmo de você. - diz ele em um tom ríspido, como suas "últimas" palavras, saindo daquele quarto e fechando a porta com certa força enquanto vestia sua camisa no meio do caminho.


Magnus estava devastado, se ainda restase um pensamento bom em sua mente seria muito, tudo cinza, e ele pela primeira vez, estava se sentindo incompleto, não era o suficiente para si mesmo, Alexander agora era sua outra metade, e ele adimitiu, era paixão, não era nada diferente, o assiatico não conseguiria mais esconder, suas palavras roadavam em sua mente como um buraco negro, seu corpo sendo puxado para baixo, como se estivesse com pesos em suas pernas, ele não conseguia falar, se mover, pensar, e em sua mente em um grande outdoor estava escrito "Alexander", e isso era tudo ali, durante todos esses pensamentos Magnus já estava chorando, com aquelas lágrimas sendo derramadas aos poucos mesmo sabendo que não iria adiantar nada. 


***


Alec desceu aquelas escadas, cada movimento era como uma facada em seu peito, cada palavras de Magnus era como se ele estivesse sendo possuído por um demônio, era uma sensação asquerosa, Alec sempre foi quebrado, mas agora isso se aumentava a cada vez que ele tentava se completar, ele já estava cansado, cansado de tudo, ele iria para casa agora, e iria se encontrar com sua velha amiga, a lâmina, a lâmina deslizando sobre seus pulsos pálidos com veias aparentes.


Ele finalmente chegou lá embaixo, e já sabia que Fallon não estaria ali, ela era uma ótima amiga mas não iria esperar ele por toda a noite, então ele saiu daquele local - aonde não queria voltar nunca mais. - e seguiu em direção ao "palácio" dos Lightwood's, e com lágrimas em seus olhos sentiu a chuva começar a cair, e junto as suas lágrimas começaram a molhar o chão. Confirme ele andava mais perdia seus sentidos, não sabia mais o por que, antes ele tentava encontrar algum motivo, mas agora não conseguia, ele estava incapaz de pensar em algo que não fossem aquelas palavras que foram praticamente cuspidas em sua cara, seu coração estava ao chão e despedaçado. O jovem Lightwood já sabia lidar com esses tipos de sentimentos, ele geralmente superava, mas nunca tentou algo tão intenso como havia sido aquela noites, todos aquelas toques passavam como flashs em sua mente, ela estava girando em diversas coisas, e entre seus pensamentos Alexander finamente conseguiu chegar em sua casa, subiu as escadas em um súbito, ouvindo algumas trovões, trancou a porta da frente te e subiu para seu quarto, porém logo que ouviu algumas conversas na sala de jantar, ele trancou sua porta e escorregou contra a mesma fixando seu olhar vermelho por conta das lágrimas na janela onde escorriam gotas de chuva.


o moreno pegou o celular que estava em seu bolso, e respirou fundo ao ver várias mensagens e ligações de Fallon, então ele entrou na conversa com a loira e mandou algumas mensagens como um pedido de "socorro" que logo foi visualidado, e em alguns poucos minutos Fallon apareceu lá, e bateu na porta de Alexander que respirou fundo e se levantou abrindo a mesma. A primeira coisa que ela fez, foi abraça-lo com toda a sua força enquanto Alexander trancava a porta, e logo respira fundo apertando a menor em seus braços enquanto desabava em lágrimas e alguns murmúrios que eram inaudíveis. 


- O que aconteceu? Alexander Gideon Lightwood, onde você estava? Se machucou? - indaga Fallon em desespero começando a chorar junto ao maior, porém se contendo para não piorar a situação do mesmo.


- E-eu estou bem. - mente Alec, e mentir não era seu forte, então ele respira fundo e se joga na cama fitando o teto ouvindo os pingos de chuva contra o telhado da casa, Fallon havia se sentado em uma poltrona que havia ali tentando se conter para não bater em alguém, pois estava cheia de ódio de quem havia deixado seu melhor amigo naquele estado.


- Eu estava te esperando, e comecei a me remexer ao ritmo daquela música que poderia me deixar surdo facilmente, até que... - Alec prosseguiu contando tudo, cada mínino detalhe, menos na parte do sexo, pois ela não precisava saber de todos os detalhes daquilo, mas todo o resto ela sabia, das borboletas em seu estômago, do sentimento que Gideon achava ser recíproco, ela agora sabia de tudo, e depois de horas contando, e chorando, Fallon respira fundo tentando não desabar junto ao amigo, e com o nome "Magnus Bane" em sua mente, pois ela sabia quem era, e sabia muito bem tudo que ele era capaz de fazer tanto para o bem ou para o mal. 


alguns minutos depois estava tudo calmo, a noite já havia caído novamente sobre o céu, o mesmo estava cheio de estrelas, e Alec se dirigia ao banheiro para tomar um banho. E Fallon na espera do maior começou a mexer em seu celular até que ela recebe uma mensagem um tanto quanto desesperada de alguém que ela não esperava; Magnus.


Magnus Bane: Fallon, eu sei que nós não temos contato e nem nada que me permita te perturbar em um sábado ao escurecer, mas eu preciso muito saber, a onde está Alexander? 


a garota visualizou a mensagem, e se virou para a janela encarando a mesma com seus pensamentos a mil, pensando se deveria dizer que o amigo iria passear sozinho no central park, ou se deveria simplesmente ignorar Magnus. Porém seus pensamentos estavam dizendo que Alec provavelmente sofreria mais se não visse Magnus, se insistisse nisso, e talvez essa dor fosse maior do que rever Magnus. Então ela decidiu dizer.


Fallon: Magnus Bane, eu estou fazendo isso APENAS pelo bem estar do meu melhor amigo, então por favor, não faça nada que faça eu me arrepender. Ele estará no central park em alguns minutos.


Magnus: obrigado Fallon, muito obrigado. 


Fallon visualiza e ignora aquela última mensagem já vendo Alec sair do banho trocado, com um moletom cinza e uma calça preta com alguns rasgos, e um coturno velho, que ela mesmo havia dado a ele há anos atrás. E uma cosia que Fallon não sabia que Alec estava carregando, era duas lâminas afiadas que Alexander já tinha certeza de que iria precisar.


- Eu estou indo Fallon. - fala Alec se aproximando da mesma e dando um abraço apertado nela. - Eu volto logo. - ele dá um sorriso forçado e destranca a porta sumindo pelo corredor enorme daquela casa.


Fallon estava preocupada, mas inevitávelmente torcendo para que magnsu fizesse a cosia certa, pedir desculpas, e com esses pensamentos a mesma se jogou na cama do amigo e ficou lá, até pegar no sono.


***


Magnus estava perdido, sem saber o que fazer ou pensar, e a única cosia que veio em sua mente, foi aquilo, pedir ajuda, socorro, e esse pedido acabou sendo atendido diferente do que ele achou que seria. Ele limpou suas lágrimas e em um súbito se levantou da cama - ele já havia ido para sua casa -, e o assiatico foi até seu closet pegando uma blusa de manga comprida vinho, com uma gola em V, uma calça de moletom preta, com coturnos pretos e passou seu perfume ajeitando seu cabelo em um topete e saiu dali com seus olhos ainda vermelhos, ele não havia colocado agasalhos, pois ele não sentia frio, não sabia o motivo mas achava interessante.


e ele saiu de casa, com seu celular no bolso e a carteira no outro, e ele correu para o central park, ele não consiguiria ficar mais nem um minuto sem Alexander, ele estava se tornando dependente, okay, ele sabe que é loucura, foi apenas uma noite, mas ele queria se entregar a esse sentimento e queria que essa noite virassem várias. Tudo era um cinza escuro, que aos poucos estavam virando um preto, e entre seus pensamentos rodando em o que o asiático irá dizer, fazer, olhar, ele não sabia de nada, estava desnorteado, só queria Alexander, ele só queria se desculpar por ter sido esse idiota que ele foi. 


***

Alec desceu as escadas e em um súbito já estava para o lado de fora da porta de sua casa, estava tudo frio, era tudo cinza, e Alec estava mais quebrado que o normal, agora estava faltando mais da metade, ele precisava de um interio para completar aquele vazio nele, Alexander sabia que Magnus cumpria muito bem essa papel, mas ele estava cansado, e além disso sabia que não iria mais ver o assiatico. Ele já havia se confirmado com aquilo, mas sua mente, ela gritava, gritava como se não houvesse amanhã, para que Alec fosse atrás de Magnus, ele não se importava com seu orgulho nunca, até por que ele não existia, mas agora algo segurava Alexander, talvez fosse o fato de ninguém havia sido tão grosso com ele, o jovem Lightwood nunca havia passado por algo assim. Todas as possibilidades estavam girando em sua mente, até que Alec finalmente chega ao central park e se senta em um dos bancos que havia ali, ele mexe em seu bolso e encontra a lâmina, ele estava mais que certo do que iria fazer, a vontade de fazer cortes mais profundos do que ele costumava estava o consumindo.


 Mas antes que Alec pudesse fazer algo, pudesse acabar com aquele sofrimento, tudo vem a tona quando ele houve uma voz mais do que conhecida gritando "Alexander!" ensandecidamente, e Alec era tênue por aquela voz, com aquele sotaque que invadia seu corpo aos poucos já fazendo ele sucumbir, então o dono daquela voz rouca e daquele sotaque, de aproxima de Alexander e para na frente do mesmo, Magnus estava ali, de frente para Alexander, e ambos estavam com seus corações acelerados com medo do que o outro iria dizer, as borboletas reinavam em seus estômagos, os olhos castanhos do menor já estavam marejados, ele não conseguia acreditar em que ele havia feito, tinha uma lâmina na mão do maior, e essa visão foi como uma facada no peito de Magnus, então o mesmo pegou aquela lâmina e colocou no bolso de sua calça e se ajoelhou em frente ao maior pegando suas mãos e apertando as mesmas com força enquanto deixava lágrimas caírem, o assiatico não se importava mais com seu orgulho, ele só queria Alexander, era tudo que ele precisava, foda-se seu ego e sua "dignidade", ele não nesscitava disso, e ele largaria tudo pelo moreno.


Alec engoliu seco ao ver isso, seus olhos marejados escorriam lágrimas solitárias, ele não entendia como o assiatico mexia daquele jeito com ele, Alec já estava se acostumando a sofrer, mas ficar sem Magnus era como estar queimando em um fogo eterno, e sem nunca morrer, continuar lá queimando lentamente, era uma dor que nunca iria acabar, do aumentar conforme ele fosse ficando mais sensível, mas Alexander dessa vez ele iria ouvir seu subconsciente, uma coisa que ele não deveria naquele momento, Gideon era fraco, extremamente fraco, mas ele não se renderia, não de primeira.


- Alexander, eu fui um idiota, não sei como, mas você despertou algo em mim que eu nunca senti, algo parecido nunca havia acontecido comigo, então eu achei que poderia te dispersar, achei que você fosse como os outros, mas esse, esse foi o maior erro da minha vida. - diz Magnus com sua voz falha e rouca, sentindo seu corpo fraquejar. - Me perdoa, por favor, eu te suplico. - fala ele não se importando com nada nem com ninguém, ele não sabia como, mas Alexander o deixava entorpecido.


Alec ouviu todas aquelas palavras agora vendo a sinceridade nos olhos do menor, ele sentiu uma felicidade fugaz, mas logo foi invadido por algo avassalador, ele não iria ser tão fraco dessa vez, não naquele momento, ele não podia. Apesar dele estar louco para sucumbir aquele desejo de apenas o abraça-lo e nunca mais solta-lo, porém novamente em sua mente, ele não poderia, algo o impedia, então ele se levantou olhando para o menor e respirando fundo fazendo o assiatico se levnatar junto. Aquela visão, dos olhos do menor marejados, fizeram suas pernas tremerem, seus olhos ficarem idênticos aos dos menor. Ele sabia que não conseguiria ficar ali por mais algum mísero segundo, pois de ficasse, não resistiria ao assiatico.


- Magnus. - chama ele um tanto quanto receoso enquanto respirava fundo tentando recuperar o ar que ele não sabia estar perdendo. - Eu não posso ser fraco, não agora, não novamente, então não, eu não posso, e nem vou te perdoar, não agora. - diz ele soltando as mãos do assiatico, e quando ele as solta, sente como se uma parte dele havia ficado ali junto as doces e quentes mãos de Magnus, porém ele não poderia ceder, então ele se vira, dando de costas para o menor enquanto andava em uma direção oposta sentindo milhares de facas em suas costas, essa dor tinha sido pior do que se ele tivesse cortado seus pulsos e tivesse morrido naquele banco. Mas ele não se deu por vencido e continuo andando com sua cabeça baixa e mãos nos bolsos, deixando suas lágrimas descerem descontroladamente, pensando que ele havia sido resistente com quem ele não devia.


Magnus ouviu aquele não em alto e em bom tom, seu corpo estava imóvel, imerso em diferenfes sentimentos, ele não sabia distinguir o que havia acabado de acontecer, porém mesmo sem entender ele se sentou naquele banco com seus cutuvelos apoiados em seus joelhos enuqnsto deixava as lágrimas escorrem pelo seu rosto, e seus olhos vermelhos por conta do choro, e miseravelmente tudo havia invadido a mente de Magnus, tudo girava de um lado para um outro, ele sentia que poderia desmaiar a qualquer momento enquanto chorava sem tardar. Demônios pareciam estar o rodiando, ele não conseguia mais, agora sim, algo estava o puxando com uma força descomunal para baixo, e a única vontade do assiatico era morrer, ele não merecia viver é ter dito coisas horríveis para talvez a única pessoa capaz de despertar sentimentos verdadeiros nele, Magnus em uma tentiva de parar de chorar, ele esfrega seus olhos com as mãos mas isso só acaba piorando sua situação, e ele se levanta respirando fundo ainda aos prantos, e começa a andar sem muito equilíbrio e noção do espaço a sua volta, ele não queria saber mais de nada, sua vida estava devastada, e esse sofrimento era sussetivo, parecia algo que nunca acabaria, e na mente de Magnus roadavam aquelas palavras que ele havia dito para Alexander a algumas horas, e nem ele mesmo se perdoava, por que ele achou que Alec o perdoaria? 






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