História Forbidden Love - Capítulo 37


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Elsa, Emma Swan, Henry Mills, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Regina Mills, Swanqueen
Visualizações 277
Palavras 1.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, FemmeSlash, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eita que hoje só teve att hahaha. Gente, assim como vocês, eu tbm acho que Regina merecia sofrer um pouco, mas n queria que fosse de uma forma tão imatura sabe? Por isso tô liberando mais esse cap para vocês. Espero que gostem.

Capítulo 37 - Deixar ir


Depois de ter feito Regina chegar ao ápice, Emma deitou no peito da morena e ambas choravam silenciosamente, perdidas em seus pensamentos. Regina acariciava os cabelos de Emma e a loira fazia movimentos circulares em sua barriga.


- Regina…- Emma disse, mas foi interrompida.


- Eu já sei o que vai falar. Eu respeitarei seu tempo. Eu errei Emma, e não vou dizer que estou arrependida de ter vindo aqui e de termos feito sexo, mas eu sei que você quer seu tempo. Eu vim te pedir perdão e não imaginava que daria com nós duas aqui agora. Eu esperei ser mandada embora por seus pais, e eles me deram um voto de confiança sem eu merecer, então eu usarei esse meu voto para me afastar de você e deixá-la livre. - Emma assentiu acariciando o rosto de Regina. - Eu te machuquei Emma e me odeio por isso porque eu prometi que te faria feliz, mas eu consegui arrancar lágrimas do seu rosto e isso me destruiu tanto. - suspirou levantando-se. - Eu não posso levá-la para esse buraco em minha vida sem antes eu fechá-lo, então não diga nada até eu sair pela porta porque está doendo muito te deixar. - Vestiu-se. - Eu ficarei só mais um dia aqui, depois voltarei para casa. Independente do que escolher, eu sempre te amarei Emma e o que me dá forças, é saber que você também me ama, mesmo depois de tudo isso. Por fim, caso volte para nossa casa, saiba que não só eu, mas uma família, estará te esperando de braços abertos. Eu te amo Emma - deixou uma lágrima escorrer, enquanto abria a porta. - E sempre te amarei. Não direi Adeus, porque levarei você comigo. Perdão novamente. - olhou pela última vez para Emma. A loira estava chorando e cobria seu corpo com uma manta. Emma a olhou e ali, pôde ver amor nas íris castanhas. Regina estava deixando-a ir, para que ela vivesse sua vida. Emma sentia um aperto no coração, tudo com Regina era tão intenso, que vezes ela se sentia sufocada com o tanto de sentimentos que Regina lhe fazia ter. Emma a amava, amava tanto que daria sua vida para ver Regina feliz. Vendo da janela, sua morena partir, olhando para a casa com lágrimas no olhos, Emma permitiu-se desabar. Emma e Regina precisavam amadurecer, precisavam curar as feridas que ainda estavam abertas e para isso, precisavam se afastar para crescerem. Eram a cura uma da outra, mas também a ferida.


Regina saiu desolada e não se importava mais para a onde estava indo. Não sabia que rua era aquela e nem pra onde estava indo. Só queria correr para um lugar de paz, um lugar onde ela pudesse pensar sobre tudo e achar sossego, esperança de que tudo iria melhorar. Regina sabia que precisava amadurecer e que não estava pronta para um novo relacionamento. As feridas de seu passado ainda estavam expostas e Regina precisava aprender a lidar com elas, com seu passado, antes de seguir em frente tendo outra pessoa em sua vida.



~*~


Los Angeles.


Cora estava deitada no sofá com seu neto, depois de um dia cheio de emoções e dor de cabeça. Henry assistia um desenho e Zelena estava mexendo em seu celular tentando falar com Ruby e Belle para pedir desculpas as duas.


- Vovó, acha que Emma voltará? - Henry perguntou enfiando sua cabeça no vão do pescoço da mais velha.


- Você ama a Emma, meu querido? - perguntou acariciando as costas de seu neto.


- Eu amo muito a Emma, vovó. - disse sorrindo. Cora sorriu junto.


- E ela também ama muito você.


- Então ela volta com a mamãe né? Porque elas namoram então ela também é minha mamãe. Ela não ia me deixar, não é?


- Não mesmo querido. Emma ama muito você para deixa-lo. - Cora sorriu com pesar. Não podia dar esperanças para seu neto. - Que tal ligarmos pra ela?


- Oba! - Henry comemorou.


- Já está tarde lá mãe. Emma deve estar dormindo. - Zelena disse.


- Então que tal ligarmos amanhã? - Henry perguntou triste. - Podemos vó?


- Claro meu bem. Mas agora, vou fazer um lanche pra gente, ok?


- Posso te ajudar? - Henry perguntou agarrando as pernas de sua avó.


- Claro meu bebê. - bagunçou o cabelo de Henry.


- Bebê não, vó! - disse com um biquinho. - Eu ja sou um homem. - Cora e Zelema riram.


- Tá bom homenzinho, vamos me ajudar?


- Simmm! - correu até a cozinha puxando Cora.



~*~


Killian estava assistindo TV quando viu seu telefone tocar e o nome de Regina aparecer na tela.


- Alô my evil queen! - disse ao atender.


- Hey Killy. - disse chorosa. - Eu voltarei pra casa daqui há um dia.


- Regina...o que houve? - perguntou triste.


- Eu a deixei, Killian. Hoje pude ver que não estou preparada para um relacionamento. Nós transamos Killian…


- Meu Deus Regina! Era pra você pedir perdão e não transar. Isso só piorou as coisas, não é?


- Não sei. Eu darei o tempo pra Emma e me darei um tempo longe de toda essa confusão. Minha vida tá uma bagunça e eu tô machucando  a mulher que eu amo, levando-a junto comigo.


- Eu estou tão desolado! - disse fungando.


- Imagine eu. - suspirou. - Só liguei para saber se estava tudo bem. Não liguei pra minha mãe porque Henry iria perguntar sobre Emma e eu não teria forças para contar.


- Estão todos bem, ok? Eu amo sua mãe, Regina e amo muito o Henry, e por consequência, Zelena também. - Regina riu.


- Você e minha mãe...Como está o Henry? Minha mãe o levou pra escola?


- Sim e eu o busquei depois. Ela foi a delegacia.


- Fazer o que? - indagou curiosa. Regina estava sentada em um banco de uma praça deserta.


- Não sabe do babado? Rose e Lily foram presas e Kristin apareceu né empresa só pra ver Lily tendo seu fim. A própria disse que não ajudaria a filha.


- Mentira! - disse desacreditada.


- Eu também não acreditei quando soube. Aquelas vagabundas tiveram o que mereciam.


- Cadeia ainda foi pouco! - Regina levantou-se e foi caminhando até uma loja de doces.


- Mas você está bem mesmo? Quer que eu vá para aí e converse com Emma? Ela ainda não me ligou.


- Não precisa Killy. Nós precisamos desde tempo mesmo e não se preocupe comigo, eu ficarei bem. Só preciso de um bom chocolate e minha cama quentinha. Amanhã visitarei alguns lugares e na manhã seguinte estarei indo pra casa.


- Vou arrumar sua cama com muitos cobertores e um chocolate quente com muitos filmes para você assistir e chorar.


- Às vezes acho que você é mais meu amigo, do que de Emma. - disse rindo.


- Eu me apeguei a você, mas eu também a amo. Eu amo as duas e não suporto vê-las assim.


- Eu sei, nem eu. Vou desligar agora, ok? Manhã falo mais com você.


- Tudo bem, se cuida evil!


- Digo o mesmo, Killy. - Encerrou a ligação ew entrou na loja onde vendiam vários tipos de doces.



Regina olhava pra tudo como uma criança no paraíso. Pegou uma cestinha e pôs todo o tipo de chocolate, doces dentro. Assim que pagou por tudo, pegou um táxi e foi para o hotel descansar a mente que fervilhava de pensamentos.




Emma se preparava para finalmente dormir. Pôs seus fones ouvindo e deu play em uma música que lhe lembrava Regina e dormiu agarrada ao travesseiro como se fosse a morena, como se aquilo fosse salvá-la de toda essa confusão de sentimentos.



Notas Finais


Até mais! 💕


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