História Forced by Corruption - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila Cabello, Chris Brown, Comedia, Demi Lovato, Drama, Fifth Harmony, Justin Bieber, Taylor Swift, Tortura, Violencia
Visualizações 31
Palavras 1.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá senhoritas e senhores! Muito obrigada por terem dado uma chance a essa história. Essa é a minha primeira fic, então, peço desculpa por qualquer erro ou outra coisa parecida. Por favor, comentem, é muito importante para eu saber se vocês estão gostando. Sem mais nada para dizer, divirtam-se!

Capítulo 1 - A Proposta


Fanfic / Fanfiction Forced by Corruption - Capítulo 1 - A Proposta

 Andava pelas ruas do Texas, apenas observando tudo ao meu redor. Hoje havia sido um treino puxado, treinei por duas horas seguidas e ainda treinaria mais tarde. Eu lutava jiu-jitsu há dois anos, desde que sai do mundo do crime e me reintegrei a sociedade.

  Minha história de vida sempre foi complicada, antes mesmo do meu nascimento. Minha mãe me deu a luz bem jovem e meu pai não quis me assumir e até hoje não sei seu paradeiro, mas não tenho nenhum interesse em estabelecer contato com ele. Minha mãe sempre foi uma guerreira, trabalhava dia e noite em dois empregos diferentes, tudo para sustentar a mim e a minha irmã mais velha. Apesar de minha mãe nunca deixar nada faltar em casa, eu fui gananciosa o suficiente para fazer de tudo para ter mais dinheiro, não importava se tivesse que matar ou roubar pessoas, muitas vezes inocentes. Sinto-me extremamente arrependida de tantas vidas inocentes as quais pagaram pela minha ganância e pela minha falta de empatia. Hoje em dia faço de tudo pra dar o máximo de orgulho a minha mãe, que sempre esteve comigo até nos momentos mais difíceis.

                                             [...]

 

   Cheguei em casa por volta de oito horas da noite, quando minha mãe terminava de fazer o jantar. Como não havia comido nada desde cedo, estava faminta e tomei um banho o mais rápido que pude. Desci para o jantar e minha mãe já estava pondo a mesa.

    — ­Como foi o treino hoje filha? —Perguntou minha mãe enquanto já nos servíamos.

    — Foi bom, acho que estou cada vez melhor nisso.

    — Que bom filha! — Disse minha mãe, sorrindo genuinamente. Minha mãe adorava ver meu interesse pelo esporte. Depois de tudo que passei, ela sabe o quanto o esporte pode me manter longe de coisas ruins.

    Depois do jantar, minha mãe me entregou um envelope destinado a mim, com o remetente de Los Angeles. Estava bastante curiosa, então abro o envelope sem nenhuma cerimônia, sob o olhar curioso da minha mãe.

        "Los Angeles, 18 de Julho de 2017

    Prezada Srta. Lovato,

Venho por meio desta carta convida - lá a assistir o 25º Campeonato de jiu-jitsu, que ocorrerá no dia 23 (vinte e três) de outubro de 2017 (dois mil e dezessete). Como a observamos em algumas competições, percebemos que a senhorita tinha um grande potencial para o esporte, então lhe daremos a viagem totalmente paga, incluindo alimentação, hospedagem, passagem e tudo mais que for necessário. Será um evento onde levaremos vários atletas para terem a experiência de assistir um campeonato profissional. Esperamos que aceite o nosso convite.

                                                                                  Atenciosamente

                                                                 Campeonato estadunidense de jiu-jítsu"

 

   Termino de ler a carta — cujo estava lendo em voz alta— e se abre um enorme sorriso em meu rosto. Minha mãe me olha desconfiada e pergunta:

    —Filha, você não acha que isso é uma carta falsa?

    — Acho que não, eles realmente estavam chamando alguns lutadores para assistir o campeonato.

    — Será que eles realmente vão pagar tudo, não tenho dinheiro para te levar pra lá. — Diz ela, um pouco cabisbaixa.

   Nossas condições financeiras não eram as melhores. Eu não conseguia emprego por conta do meu passado e minha mãe ganhava apenas o suficiente para sobrevivermos.

   —Eles irão pagar por tudo, não precisa se preocupar com isso mãe. — Digo um pouco mais calma, tentando acalma - lá também. Ela solta um sorriso e me abraça.

  — Quando você vai?

  — Não sei, vou ligar para o numero que veio na carta. — Digo, pegando o telefone.

 

                 Três meses e alguns dias depois

 

    Esse era meu último dia no Texas. Caminhava ao lado de minha mãe, que chorava muito pela minha ida — apesar de minha estadia por lá não demorar muito. Chegamos ao portão de embarque do aeroporto, meu vôo partiria de duas horas e meia da tarde. Minha mãe não desgrudava de mim em nenhum instante, parecia que eu nunca mais me veria. Aos poucos, uma parte da minha família foi chegando. Minha irmã mais velha chamada Dallas, minha irmã mais nova chamada Madison — Mas todos a chamavam  de Maddie— e seu Pai chamado Eddie.

    Minha mãe foi casada com Eddie por 15 anos, porém, eles se separaram por haver muitas brigas entre eles. O motivo das brigas era o fato de Eddie trabalhar muito e não ter tempo para família. Hoje eles se dão bem e eu torço para que eles reatem o casamento, não só porque nossa casa era mais feliz com ele — apesar dos apesares —, mas também porque ele havia ficado com a guarda de Maddie no processo de divórcio, e eu sentia falta dela.

     — Demetria, vou sentir sua falta! — Diz Eddie, me dando um abraço e eu retribuo o gesto.

    —15 anos morando comigo e você ainda não aprendeu que eu não gosto de ser chamada de Demetria? — Digo, fingindo indignação.

       —15 anos morando comigo e você ainda não aprendeu que eu AMO implicar com você — Diz ele rindo e dando ênfase no "amo"

       —Argh! Eu te odeio!— Digo brincando

       — Eu também te amo! — Diz ele, me dando outro abraço. A gente vive implicando um com o outro, mas eu tenho um forte laço com ele. Ele é como um Pai para mim.

        Depois de mais de cinco litros de lagrimas da minha mãe e vários outros abraços e dizeres de "boa sorte", eu seguia meu caminho para o embarque. Quando estava quase fora de vista da minha família, ouço uma voz familiar gritar:

        — Se cuida e vê se não faz besteira — Diz minha mãe.

        — Vou tentar, tchau. — Grito de volta, a ponto de ela ouvir e dar tchau.

                                                                   [...]

          Entro no avião e penso sobre o que me espera em Los Angeles. Eu estava tão ansiosa e feliz que a única coisa que eu consegui fazer durante o vôo inteiro era imaginar sobre como seria o campeonato. Estava tão imersa em meus pensamentos que sequer percebi quando o avião havia pousado, só reparei quando vi os outros passageiros se direcionando a porta. Me levantei e segui os passageiros em direção a porta, feliz e com um sorriso que quase rasgava o meu rosto.

 


Notas Finais


Obrigada por ler a história, até a próxima!


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