História Freak - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Himuro Tatsuya, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Murasakibara Atsushi, Shougo Haizaki, Takao Kazunari
Tags Aberração, Akakuro, Aokise, Aomine Daiki, Fraternidade, Haizaki Shougo, Kise Ryouta, Midotaka, Murahimu, Universidade
Visualizações 207
Palavras 942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Harem, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Okaay, eu sei que tenho que explicar. Me matem depois.
Pra quem lê a minha outra fanfic, "I Need You, Akashi-kun...", provavelmente já deve saber o motivo da minha demora, mas eu vou explicar aqui de novo.

Acontece, galera, que eu simplesmente não sei como continuar a fanfic. Ela tá chegando ao fim da primeira parte, e vocês não sabem como eu tô ansiosa pra começar a escrever a segunda, mas eu não consigo pôr as minhas ideias no papel. Eu tenho elas na minha cabeça, sei mais ou menos que caminho eu quero que a fanfic tome, mas não sei como chegar até ele, não acho as palavras.
Esse fim de semana, eu vou tentar dedicar a acabar os capítulos de cada fanfic que eu já comecei, já que até eu to me preocupando com a minha demora e isso tá começando a me irritar. Odeio me atrasar pras coisas, me dá uma sensação de incompetência.

Como eu acredito que já mencionei várias vezes antes, isso de abandonar fanfic não vai acontecer. Eu adoro postar aqui, e adoro escrever também. Mas crises de criatividade e atrasos fazem parte do processo de criação, e eu espero que vocês entendam isso, que não briguem (muito) comigo.

Já enrolei demais. Espero que gostem!

No capítulo anterior...
"As ataduras da última vez haviam sumido de suas costas. Com certeza, o platinado as arrancara em meio a selvageria já parte de sua personalidade, sem se preocupar em machucar o parceiro.
Mas a tatuagem estava bem a vista, como sempre. Era o brasão da família Haizaki, em preto e ocupando o tamanho de um punho no ombro de Kise. Eu deveria parar de ir para aquele lugar torcendo e esperando o dia em que não veria o desenho mais.
Suspirei e desci os olhos para o que realmente viera fazer. E ali, escrito com o que sempre achei ser uma lâmina de gilete, como as que Daiki tem aos montes guardadas na última gaveta do banheiro no quarto dele, ensanguentando tudo até a base das costas, manchando a parte de cima das calças, estava:
'Shougo'."

Capítulo 24 - Parte 1 - Capítulo 24


Fanfic / Fanfiction Freak - Capítulo 24 - Parte 1 - Capítulo 24

Aomine Daiki

            Quando cheguei em casa, o relógio já marcava nove e meia da noite, e o frasco contendo a suposta “poção do amor” de Murasakibara e Himuro balançava no bolso da jaqueta. Os malditos me seguraram lá a tarde toda enquanto preparavam aquela farsa, agindo como se tudo fosse completamente normal, antes de me empurrar o vidrinho nos braços para Akashi me trazer pra casa.

            Minha irmã não estava em casa, e o bilhete em cima da bancada dizia apenas que ela tinha ido resolver alguns problemas. Àquela hora da noite? Eu me recuso a ir comprar pílulas do segundo dia pra ela amanhã de manhã, já cansei dos olhares das atendentes quando peço aquilo. Nasci homem pra não ter que me preocupar com isso, francamente.

            Arranquei as roupas e me joguei na cama apenas de cueca, o frasco muito bem escondido no fundo do meu armário. Não o esqueceria lá, não depois do que aqueles demônios me fizeram passar para tê-lo.

            Coloquei as mãos atrás a cabeça.

            Não me entenda mal, eu não sou homofóbico. Tenho como amigos aquele casal de lesados pra provar. Mas eu simplesmente não sou gay. Não gosto de outros homens. Mesmo o Akashi eu apenas aturo.

            Transar com outro cara nunca havia passado pela minha cabeça antes daquela iniciação ridícula. E Kise Ryouta podia ser lindo e ter olhos incríveis, mas era a Aberração do Campus.

            Eu não podia ficar com ele sendo eu.

            Mas também não podia não entrar para a NFL. Havia sonhado com aquilo a vida toda. Sabia que era mais do que capaz de fazê-lo por minha conta – talvez com um pouco mais de esforço – mas ei, veja, eu sou uma pessoa preguiçosa. Não faço nada desnecessário, e a Alpha me daria uma senhora ajuda como atalho.

            Devia desistir da minha preciosa popularidade por aquele motivo? Dar meu sangue e suor para me aproximar da loira, transar com ele e depois jogá-lo fora?

            Sim, eu devia.

            A faculdade deveria ser o ponto alto da vida de qualquer pessoa, mas talvez fosse mais fácil se eu simplesmente me convencesse de que o pico da minha vida seria depois que eu ingressasse na NFL.

            Rolei na cama, tateando o colchão em busca do meu celular, que quase certamente jogara ali quando cheguei. Ele estava aninhado nas cobertas, e a claridade do monitor quase me cegou. Havia esquecido de ligar a luz quando entrei, e contava apenas com a pouca iluminação dos postes da rua lá embaixo, que entrava pelas janelas abertas.

            Eu tinha um amigo que certamente poderia me ajudar com o que eu precisava, e melhor ainda: eu não precisava pagar por nada. Tinha o ajudado com uma garota um tempo atrás, então ele me devia um favor. Estava indo cobrá-lo.

            Toquei o ícone de chamada, e não demorou muito para o desgraçadinho atender, o sorriso inteligível mesmo por telefone.

            - Aomine, que surpresa! Finalmente lembrou que tem outros amigos além daquele ruivo metido? – debochou, e só não terminei a chamada porque realmente precisava dos serviços do cara.

            Hanamiya Makoto era o seu nome, ou pelo menos eu achava que era. A Aranha do Submundo, e alguém com que não se quer se envolver. Seijuurou diria que eu estava sendo idiota por estar fazendo exatamente o contrario, mas os fins justificavam os meios.

            Quando se queria fazer algo sem que os outros soubessem, Hanamiya era a pessoa. Prostitutas, armas, drogas... Principalmente drogas. Até fora esse o motivo pelo qual eu o conhecera, em um momento de rebeldia adolescente. Só algumas poucas vezes, antes do meu pai descobrir e me dar uma surra.

            Mas, agradecimentos por isso, foi tempo o suficiente para ele ficar me devendo essa.

            - Sim, bom falar com você também, Hanamiya – rolei os olhos, mexendo os dedos em um gesto de descaso, mesmo que ele não pudesse ver – Preciso que faça algo pra mim.

            - Continua encantador, Daiki. Sabia que aquela garota que me apresentou tinha um namorado? O soco que ele me deu ainda dói quando lembro – choramingou. Eu sabia daquele detalhe, mas aquilo era segredo, claro – O que quer?

            Me sentei na cama, apertando os cobertores entre os dedos. Que eu não me arrependesse disso.

            - Preciso que encontre um telefone pra mim. Kise Ryouta é o nome.

            Hanamiya riu do outro lado da linha.

            - Jamais pensei que alguém como você pediria o numero de um cara, mas acho que estou mais surpreso por você estar procurando uma das putinhas de Haizaki.

            E ele tinha toda minha atenção. Hanamiya sabia bem jogar com as cartas que tinha.

            - O que sabe sobre isso? – solte, amaldiçoando minha própria língua comprida logo depois.

            Makoto fez um barulhinho irritante com a língua, como alguém que nega algo.

            - Va precisa descobrir sozinho, Número Cinco. Fui mito bem pago para esquecer sobre esse assunto, e eu nuca quebro meu juramento ao dinheiro.

            Suspirei. É claro. Aquele platinado de merda gostava de que todos soubessem sobre seus brinquedos, mas não emprestava ou aceitava que outros tivessem um igual. Era uma maldita criança egoísta.

            - Tá, que seja. Tem o número dele?

            Hanamiya fez um som ponderativo.

            - Posso conseguir e te mando por mensagem, o que acha? Aí quito minha dívida.

            Concordei e desliguei a chamada, encarando o aparelho cuja foto ao fundo era de mim, Satsuki e Akashi na praia, um ou dois anos antes. Sou um homem de família.

            Desliguei-o, e o quarto foi tomado por uma escuridão súbita, que duraria até que meus olhos se acostumassem com a pouca luz.

            Naquele momento, a operação “Conquistar a Aberração do Campus” começava. Deus, que eu soubesse o que estava fazendo.


Notas Finais


O que acharam? Valeu a demora? Mereço comentários?

Até o próximo (que, detalhe, eu não sei bem com certeza quando vai sair, haha)!
Beijos, Sei-chan


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