História Fuck me, Brother - Imagine Jimin - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Incesto, Jimin, Park Jimin, Sexo
Visualizações 292
Palavras 1.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse capítulo é mais fofinho! Sem hot's, suas safadas.. 👀

Bom, passei a semana toda com conjutivite ;') Por isso só estou aqui agr! Ainda não me recuperei. E.. Resolvi fazer um tempinho se passar pra ficar mais interessante. Espero que gostem. ^-^

Obrigada a todas que comentaram, vou responder em alguns minutos. Gratidão ❤❤

Capítulo 5 - Seis anos separados.


Fanfic / Fanfiction Fuck me, Brother - Imagine Jimin - Capítulo 5 - Seis anos separados.

6 anos depois 


— Mamãe, você pode apagar a luz e contar uma história? — Juliet me encarou com seus olhinhos claros que me hiponotizavam, e uma voz manhosa.

— Claro, querida.. — Passei as mãos levemente em seus cabelos cor-de-mel e lisos. Como ela se parecia com ele.. Seu rostinho delicado, e seu sorriso inocente de criança.

Apaguei a luz, deixando apenas seu abajur ligado, e me sentei perto dela na cama. As vezes eu me pegava perdida em pensamentos, só observando ela. 

— Promete que você vai dormir daqui a pouquinho? — Questionei sorrindo com seu rostinho de criança bagunceira. Mesmo que Juliet aparesentasse ser sapeca, era um doce de filha. 

— Prometo! Me conta a história logo, vai!  — Insistiu quase pulando na cama de tanta ansiedade.

— Okay, querida. — Respirei fundo antes de começar. Ela me olhava atentamente, como se eu fosse tirar doces dos bolsos a qualquer momento. — Era uma vez.. Um menino e uma menina que não podiam ficar juntos por causa da família, um dia, eles ficaram presos num lugar..

— Eles se amavam? — Perguntou entretida. Aquele tipo de criança que adorava interromper histórias com perguntas, definitivamente ela.

— Sim, Juliet. Eles se amaram por muito tempo. — Dei um sorriso fraco. — Assim que a mãe deles descobriu oque havia acontecido, já era tarde de mais. Estavam perdidamente apaixonados. Mas, foram forçados a se separar, os dois foram para um país diferente. Eles conheceram outras pessoas, e depois foram felizes. — Juliet soluçou com os olhos lácrimejando. — O que houve, docinho?

— Por que eles não ficaram juntos contra as mamães deles?

— Bem, isso era impossível e errado. Oque importa é que eles estão felizes, mesmo tendo sido separados.

— Mamãe.. Essa foi a sua história com o papai? — As vezes a inteligência de Juliet me surpreendia.

— Sim.. Mas, ele agora tem outra mulher e é feliz na Europa. — Acariciei seus cabelos, e beijei sua testa pronta para sair do quarto.

Ouvimos batidas vindo da porta. Ás 22:00 da noite? Que tipo de visita era essa?

— Quer que eu vá abrir a porta, mamãe? — Implorou pidona.

— Já sabe..

— "Se for um estranho, não saía de casa". — Citou minha frase com sua voz dócil.

— Pode ir! — Encarei-a orgulhosa.

Ela saiu dando pulinhos pela escada, e eu como uma boa mãe, fiquei a observando sentada em um dos degraus.

— Alô. — Ela falou abrindo a porta. Me segurei para não dar risada, acho que ele tinha esquecido que isso era para atender ligações e não pessoas batendo na porta.

— Quem é você, pequena? — Ouvi uma voz grossa e rouca masculina.

— Eu sou a Jujuba. — Eles riram juntos.

— Jujuba? Que nome engraçado..

— É Juliet. E que é você?

— Jimin. Park Jimin. — Me arrepiei por completo. Droga! Mil vezes droga! Como, e por quê? Várias perguntas a passavam pela minha mente.

— Você é amigo da mamãe, moço?

— Depende.. Qual é o nome da sua "Mamãe"?

— É S/n. — Ela falou, e ele ficou em silêncio por alguns segundos.

— Quantos anos você tem? — Merda. Ele iria descobrir.

Me levantei, acabando rolando quase toda a escada, e consegui andar metade dela. Mesmo com todos esses barulhos, não consegui imperdir ela de responder ;

— Eu? Tenho cinco. — Ela olhou para trás, e me viu descabelada. — Olha a mamãe ali.

Jimin desviou o olhar da Juliet, me olhando. Seus olhos estavam brilhando intensamente, diferente de todas as vezes que eu havia visto antes. Eu me lembro muito bem dos últimos 160 pontos daquela sala branca estúpida, nós transamos mais uma vez, e fomos libertados. Eu sentia raiva, mas havia o perdoado por ter tido a pessoa mais importante para mim. Juliet. Agora eu era uma mãe muito bem amada, e uma ótima empresária, morando na minha casa em New York.

— Juliet. Pode ir para o seu quarto agora. A gente combinou que você iria dormir, lembra? — Minha voz foi firme, mesmo com minha mente vacilando. Ela suspirou e subiu correndo até seu quarto, Jimin a encarava encantado. Ele entrou na casa, sem nem ter ganho um convite, e foi até mim. — Jimin, eu entendo se você não quiser assumir ela, depois de todos esses anos separados pela nossa mãe.

— A Juliet, ela é.. — Ele falava abismado. — Incrível!

— Como..?! — Perguntei confusa.

— Eu consegui te achar, S/n. Eu quero você. Eu quero vocês duas. — Ele fechou os olhos contendo lágrimas.

— E como você pretende contar pra ela que nós somos irmãos? 

— Nós não irémos ser irmãos se você ficar comigo, e me deixar ser pai dela. Eu passei todos esses anos te procurando. Nunca te esqueci, meu bem. — Ele me abraçou tentando me confortar. Não tinha mais frieza, não tinha mais indiferença, e nós não éramos mais irmãos.

— Mas e se a mãe descobrir? Ela vai querer pegar a Juliet de nós.

— "Toda a doutrina social que visa destruir a família é má, e para mais inaplicável. Quando se decompõe uma sociedade, o que se acha como resíduo final não é o indivíduo mas sim a família." — Eu me lembrava de ter tido que decorar esse trecho na minha época de escola. Eu ficava repetindo enquanto andava pela casa só não sabia que ele tinha gravado.

— Jimin, eu..

— Shh.. — Ele me beijou lentamente e decidido.

Eu tinha que dar a chance de uma vida melhor para Juliet. Uma chance de nos aproximarmos depois de aquilo tudo. Uma chance para nós.

— Espero que cuide direito da gente, Park Jimin. — Brinquei com um sorriso feliz.

— Eu vou cuidar das minhas mulheres. — Bangunçou meus cabelos. — Sempre! Posso cuidar de você hoje? — Ele me olhou de forma maliciosa. 

"Talvez eu esteja muito ocupado sendo seu para me apaixonar por outra pessoa!

Agora pensei bem sobre isso,

Me arrastando de volta para você.."


Notas Finais


E aí, gostaram dá Jujuba? Esse não foi o melhor capítulo, mas eu gostei de escrever, mesmo com essa porrinha no meus zói ☺ KLLK

Obrigada a todos que comentaram. ❤

Leiam também, A garota da capa vermelha - Min Yoongi...

A raiva acumulada entre dias e noites de planejamentos.

Noites frias, dias quentes, manhãs frescas. Tudo se resumia apenas em : Ódio, ódio, e ódio.

Não existia um abraço reconfortante. Ele foi roubado de mim. Caçar Min Yoongi, o caôs da cabeça aos pés, virou minha nova meta..

Ah, minha longa missão prazerosa. Como eu queria vingar minha mãe, e sentir aquele sangue quente de lobisomem escorrendo pelas minhas mãos. Nós poderíamos ter tido um bom começo, se ele não tivesse matado minha mãe a sangue frio com aquela alcatéia estúpida.

Ele tirou o melhor de mim ; Eu tirarei a pior dele.

(...)

— Você é fraca, Finesse. — Uma voz sombria surgiu de um beco escuro próximo a mim. — Nunca vai me pegar, menininha.

— Não pretendo te pegar. — Minha risada passou pelos vários ecos do lugar vazio. — Pretendo te matar, Lobinho. — Meus olhos encheram-se de ternura e brilho.

Link : https://spiritfanfics.com/historia/garota-da-capa-vermelha--min-yoongi-suga-bts-10936676


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