História Fuck me, Daddy. - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Chaz Somers, Christian Beadles, Dinah Jane Hansen, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Megan Fox, Normani Hamilton, Ryan Butler, Zayn Malik
Tags Adultério, Bissexualidade, Camila Cabello, Drama, Drogas, Hentai, Incesto, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Linguagem Imprópria, Megan Fox, Sexo, Traição, Zayn Malik
Visualizações 206
Palavras 2.966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


PENSOU QUE EU NAO IA DAR AS CARAS, NEH?
HAAAAAAAAAAAA AQUI ESTOU EUUUUUU

OIIIIIIII GATAAAASSSSS (E GATOS? N SEI)

AAAAAAAAAAHHHHH EU TÔ MUITO CONTENTE QUE TIVERAM COMENTÁRIOS SUFICIENTES COM A TAG "VEMHOTAMAIS", EU PENSEI QUE ÍA TER UM PUTA VÁCUO E EU FICARIA IGUAL UMA OTÁRIA
E O QUE DIZER DOS PRÊMIOS DA CABRA BERRANTE NO EMA 2017?
MAIS UM TIRO DESSE E EU MORRO

ESSE N EH O HOT A MAIS, MAS, O HOT A MAIS VAI VIR EEEEEEEEEE QUERO SURPREENDER ATÉ A MIM MESMA

Agora só vai depender da minha inspiração para que eu volte, pois já estou com meu celular em mãos dkpdkps

THE NORMALS
THEY MAKE ME AFRAAAAID
THE CRAZIES
THEY MAKE ME FEEL SAAANE

⚠ O CAP TÁ MEIO +18, N ME RESPONSABILIZO CASO VOCÊ TENHA 12 E SEUS PAIS PEGUEM SEU CELULAR ⚠

Espero que tenham uma boa leitura, CHEGA DE ENROLAÇÃO, ATÉ AS NOTAS FINAIS SEEE VC LER ATÉ LÁ

(Foto tem nada a ver com o capítulo, mas o gostoso nela tem ͡° ͜ʖ ͡°
oi gostoso da foto me come bj)

Capítulo 11 - Vingativa?


Fanfic / Fanfiction Fuck me, Daddy. - Capítulo 11 - Vingativa?

Point of view Cathryn Bieber

As mãos de Zayn, que estavam em minha cintura, escorregaram para os meus quadris quase que desesperadamente, após ele deixar indiretamente claro o que ocorreria à seguir.

— Pedi? — fiz biquinho, com o intuito de provocá-lo ainda mais. — Pedi o quê, priminho? — me fiz de inocente, tendo as grandes mãos me apertando com mais força e a privilegiada visão do moreno com os olhos fechados e o lábio inferior sendo machucado pelos seus dentes. — Não me lembro de ter pedido algo... — fingi pensar.

— Você é muito... Vadia. — soltou, num sussurro.

Ele pressionou seus lábios contra o meu pescoço e entreabriu a boca, lambeu a minha pele sensível com a sua língua quente e me deu um beijo ali, que foi finalizado com uma mordida fraca que me fez arrepiar.

— Eu queria um sexo casual, mas você merece... Uma atenção especial.

Seus dedos foram para a barra da camisa que eu vestia, subindo a mesma e aproveitando para passear as mãos pelo meu corpo ao mesmo tempo, contrastando o gélido com o meu calor. Ao chegar em meus seios, ele tocou com a ponta do indicador em um dos meus mamilos rijos, com um estímulo mínimo que fez uma onda de excitação correr em meu ventre.

Com a respiração falha, ergui meus braços para facilitar o trabalho dele em me despir, e após passar as mangas da blusa pela minha cabeça, eu estava apenas de calcinha.

Seu olhar desceu pelo meu corpo, me analisando, enquanto um malicioso sorriso de canto nascia em seus lábios.

— Mais gostosa do que da última vez. — comentou.

— Falta eu descobrir se você também está. — concluí, espalmando as mãos em seu peito e deslizando-as pelo seu abdômen coberto, até encontrar a barra da sua camisa.

Puxei o tecido para cima, revelando aos poucos, cada parte do seu físico, constatando que ele definitivamente, ficou ainda mais gostoso do que da última vez que o vi.

Sexo é uma ótima maneira de matar a saudade.

Zayn segurou em meus braços e bruscamente, me jogou contra a parede mais próxima, impactando minhas costas e cabeça com a textura sólida, o que ocasionou uma dor leve que se misturou com a excitação que se despertava cada vez mais em mim. Em questão de segundos, seu corpo estava junto ao meu, me apertando, proporcionando uma prazerosa sensação da sua pele junta da minha e dos meus seios sendo apertados contra ele. O mesmo se abaixou um pouco, capturando meus lábios com os seus no que começou com um selinho.

Entreabri minha boca, tomando a iniciativa de pedir passagem com a minha língua. Ele cedeu, agarrou minha cintura com seu braço forte ao mesmo tempo em que nossas línguas dançavam juntas, de um jeito meio desengonçado, buscando por mais espaço e mais contato.

O dedo indicador da sua mão livre, puxou o elástico da minha calcinha e soltou. A leve ardência de início me fez soltar um grunhido e mover meus quadris de encontro com os seus. A ponta de seu dedo voltou para o mesmo lugar, mas dessa vez, entrou pelo pano fino, deslizando pela minha pele lisinha até o começo da separação dos meus lábios vaginais, procurando o meu clitóris.

A ansiedade de sentir o toque naquela região parou de me atingir, no momento em que meu principal ponto de prazer foi deliciosamente contornado e massageado.

O prazer viajou desde meus nervos clitorianos, até o meu ventre como leves “cócegas”.

Contraí minha cintura para trás e me separei do beijo, colando minha bunda na parede fria, e batendo a cabeça na parede, com os olhos fechados, as sobrancelhas juntas e a boca entreaberta para poder respirar com mais precisão.

O braço que agarrava minha cintura, subiu pelas minhas costas e com a mão, Zayn segurou nos cabelos da minha nuca e os puxou para trás, dando para ele a exposição do meu pescoço. Ele aproximou seu rosto do meu pescoço, e parou com poucos milímetros de distância da região. Fungou na minha pele quente, me fazendo arrepiar e gemer. Seus dentes rasparam ali, e deixaram uma mordidinha fraca, que foi seguida de um chupão que provavelmente, ficará marcado.

Os seus dedos médio e indicador, se fecharam ao redor do meu pequeno órgão, o estimulando com movimentos mais precisos.

— A-aah... — arfei, com as pernas enfraquecendo, e separei mais os meus pés para que meu primo pudesse ter mais espaço entre minhas pernas.

— Gosta disso, Cat? — perguntou, rouco, esfregando a sua ereção coberta na parte interna da minha coxa.

Ele depositou alguns beijos no meu maxilar.

— S-sim! — falhei ao dizer.

— Está tão molhada, prontinha pra me receber.

— Oh, daddy... — gemi o que ele falou que gostaria de me ter chamando-o.

Meus batimentos aceleravam mais, o calor era uma grande preocupação, visto que o suor quente começava a escorrer das minhas têmporas e a deixar minhas costas grudentas.

Seus grandes dedos desceram pela minha vagina, até a minha entrada, onde devagar, introduziu-os pela metade, esfregando-os nas minhas paredes vaginais agressivamente.

— Z-Zayn... — murmurei, forçando meus quadris para baixo, com a intenção de ter mais dos seus dedos dentro de mim.

Então, “bondosamente”, ele fez o que meu corpo implorava, tocando minhas áreas mais internas e sensíveis. Suas unhas curtas raspavam na minha carne, ocasionando uma leve ardência.

— É assim que você quer? — sussurrou, puxando mais o meu cabelo para trás.

Grunhi com a dor na minha coluna – causada pela posição nada confortável. A sensação de que minhas pernas estavam prestes a desfalecer, se dava por conta da fraqueza que a aproximação do clímax trazia.

Meu interior contraiu-se, repetidas vezes, o agudo prazer me obrigava a gemer entre arfadas, e por fim um som de reprovação e frustração por ter meu orgasmo interrompido porque o meu doce primo retirou os seus dedos de mim.

— Foi isso que eu senti, quando o senhor Bieber — fez deboche com o sobrenome tanto do meu pai quanto meu. — atrapalhou nossa foda na piscina.

— Uh, uma vingança contra minha família, Malik? — usei o mesmo tom na pronúncia de seu sobrenome, com as palmas das mãos empurrando seus ombros para trás, na direção da minha cama.

— Jamais faria isso, senhorita Bieber. — bateu continência.

É incrível como nossas ironias não atrapalham os nossos planos.

— Que pena... — fiz biquinho, levando as mãos para o botão da sua calça apertada que expremia o brinquedo que pretendo usufruir. — Porque eu sou muito vingativa.

Puxei as duas partes do tecido em lados opostos, e isso acabou abrindo o zíper também, afrouxando um pouco mais a sua calça, que eu forcei para baixo, até os joelhos – as mesmas desceram sozinhas para os tornozelos –, e voltei com as mãos em seus ombros, o forçando para baixo, até tê-lo sentado em minha cama.

O grande volume marcava sua cueca branca.

Passei a língua pelos meus lábios e ao mesmo tempo em que o cercava com uma perna a cada lado seu, prendia meus cabelos com eles mesmos, num coque mal-feito.

— Vingativa? — mordeu o lábio inferior, aproximando seu rosto do meu.

— Muito.

Inclinei-me até ficar na altura do seu pescoço, onde rodeei sua pele com meus lábios úmidos, e suguei com força. Repeti o ato em outra área do seu pescoço e acabei por ter em minha boca o gosto amargo do perfume que ele havia passado. Dirigi minha atenção até seu queixo – pouco áspero por causa da sua barba rala –, ali apenas deixei uma mordida e trilhei um curto caminho contornando seu maxilar, para chegar em sua orelha. Prendi sua cartilagem entre meus dentes, puxei para baixo e soltei, segui o rastro que minha saliva deixou e voltei para seu queixo, deixei um chupão ali e por fim, mordi seu lábio inferior.

— Cathryn... — resmungou, como um alerta, com seu lábio ainda preso entre meus dentes.

— Você não disse que... Ía me foder duramente, como as garotas más, como eu, merecem? — provoquei. — Estou te controlando agora. Porque garotas más sempre estão com o controle das situações. — abusei um pouco do poder que eu tinha, e quando ele ía protestar, coloquei meu dedo indicador sob seus lábios, como se pedisse silêncio, e com a mão livre, pressionei seu pau abaixo das minhas coxas desnudas.

— Eu odeio você... — confessou, com os olhos fechados por ter minha mão apertando seu órgão masculino.

Ri da sua declaração com minha risada mais sexy, e puxei o cós da sua cueca – que tinha uma mancha molhada –, pondo as minhas duas mãos por dentro da mesma e tocando o meu brinquedo, duro, do jeito que me apetece.

Segurei o mesmo pela sua base e o trouxe para fora do tecido, o que arrancou um suspiro de alívio de Zayn.

As suas veias estavam salientes e visíveis, possibilitando também de sentir a pulsação sanguínea disparada naquele local, deixando-me cada vez com mais vontade de tê-lo dentro da minha boca, se desfazendo no fundo da minha garganta. Puxei a pele do seu prepúcio e tive a visão do seu pré-gozo escorrendo da sua glande inchada, e despudoradamente, esfreguei meu polegar na abertura de onde saía, espalhando o viscoso líquido por toda sua dureza.

— Assim, fica ainda mais apetitoso, Zayn! — comentei para o moreno.

Tirei uma perna de cada vez da cama. Quando tive os pés no chão, ajoelhei-me diante dele e soltei seu pênis, segurei em seus joelhos e separei mais suas pernas, me pondo entre elas, ficando com meu rosto ainda mais próximo do que tanto chamava minha atenção.

Com as duas mãos, voltei a manuseá-lo pela base e o fiz ficar firme apenas na direção da minha boca aberta, pronta para recebê-lo.

Mas não, sem antes brincar com ele.

Raspei os lábios na sua pele – que claramente havia sido depilada há pouco tempo –, de baixo para cima. Ao chegar no topo, voltei para baixo de novo e só parei quando cheguei nos seus testículos. Com um pouco de dificuldade, os coloquei na boca e chupei com pouca força para não irritá-lo, e isso o fez gemer rouco, com sua sexy expressão de prazer. Os tirei da boca e fui direto ao ponto, pondo dessa vez a cabeça do seu pau para dentro.

— V-vadia! — reclamou, agarrando meus cabelos ainda presos em um coque frouxo, com suas mãos fortes. — Vai logo, Cat. — suplicou, com a respiração acelerada.

Ri internamente do seu desespero.

Fechei meus lábios molhados ao redor da sua glande e com facilidade, os deslizei pela sua extensão dura, até senti-lo tocar minha garganta.

Um gemido sôfrego saiu do meu priminho.

Soltei sua base e apoiei-me com as mãos nas partes internas das suas coxas.

Bruscamente, Zayn puxou minha cabeça para cima e depois a empurrou para baixo, vezes seguidas, ditando o ritmo e a velocidade que acabei por demorar pra conseguir acompanhar.

O barulho estalado que minhas chupadas faziam pela sua pele, se misturavam com os seus suspiros e gemidos baixos.

Como uma vadia, fechei os olhos e deixei minha expressão transmitir o quanto eu estava adorando toda a brincadeira, como se fosse um um delicioso pirulito, de sabor muito viciante.

Minhas pernas estavam grudadas. Esfreguava minhas coxas com força para tentar conter a excitação que fazia meu sexo ficar tão necessitado de um toque, e falhava inutilmente.

— Não faz ideia de como essa visão é sexy. — fez o comentário com a voz a falhar, e em seguida, puxou meus cabelos com força, fazendo seu pau escapar dos meus lábios.

— Hey! — resmunguei por ter meu doce arrancado de mim.

— Mas agora, eu quero que você seja sexy de outra forma. — concluiu, me fazendo levantar e voltar a sentar em seu colo.

Grunhi pela dor no meu couro cabeludo, mas não protestei.

Agilmente, ele arrebentou as laterais da minha calcinha, puxando o pano como se não fosse nada, me deixando totalmente nua. Ergueu os quadris e abaixou um pouco mais a sua cueca, pressionando com a outra mão, meu quadril, me posicionando para ele. Com a ponta dos dedos da outra mão, manuseou o próprio pênis pela minha extensão vaginal, parando por fim, onde nós dois mais queríamos.

Prendi minhas unhas em seus ombros e ali, as apertei, quando meu brinquedo deslizou deliciosamente para dentro de mim, no momento em que Zayn fez meu quadril descer de encontro com o seu.

— Hmm... — gemi, com um pouco de dor, por causa do seu tamanho.

Involuntariamente, acabei comparando o tamanho do pau do meu primo com o do meu pai.

Se com o de Zayn, me sinto dolorida e nem começamos, me pergunto como vai ser quando papai me foder de vez. Duramente.

O moreno impulsionou meu corpo para cima e de novo, para baixo. Seus quadris acompanhavam o ritmo dele, entrando e saindo de mim com força e rapidez.

Talvez muita força, como ele disse que faria.

Meus suspiros altos estavam deixando tudo ainda mais excitante, juntamente do som dos nossos corpos colidindo-se.

— Z-Zaynnn... — prolonguei meu gemido pelo teu nome, arrastando minhas unhas pela sua pele com tanta pressão que a arrancou.

O meu suor voltava a dar sinais em minhas têmporas, e principalmente, entre minhas coxas.

Aos poucos, suas forças iam se esgotando, tornando seus movimentos, mais fracos e lentos.

Fiz com que ele parasse de se mover, travando minha cintura. Quando ele o fez, usei como apoio, seus ombros, me impulsionando para cima e depois jogando meu corpo para baixo. Rebolei encima dele e contraí minha musculação vaginal, apertando seu pau em meu interior, relaxando e repetindo o processo ao mesmo tempo em que eu rebolava e intercalava entre cavalgar sob ele.

— Porra! — gemeu, pendendo a cabeça para trás.

Um prazer mais forte percorreu pela minha vagina, e acabei por fazer o mesmo que ele, deixando minha coluna levemente curvada e a cabeça pendida para trás, tendo a firmeza que precisava com suas mãos em minha cintura.

Meu interior começava a pulsar mais rápido, mais intensamente. O agudo prazer pré-clímax voltou, junto das contrações que minhas paredes internas faziam, dessa vez, sozinhas.

— Cathryn?!

Hm... Esse não era um dos gemidos de Zayn, e sim, a voz do meu pai.

— Cathryn Nichole Bieber, abre essa porta. — ordenou, com batidas tão fortes que eu podia jurar que ele esmurrava a porta.

Contra minha vontade – que era de rebolar no meu cavalinho até perder minhas forças –, saí frustrada do colo de Zayn e procurei pela camisa que eu vestia antes. O moreno também se levantou e subiu sua cueca e sua calça, com uma absurda dificuldade pra fechar o zíper e o botão.

Enquanto ele procurava sua camisa, observei a maçaneta virar freneticamente, e tentei dar um jeito nos meus fios de cabelo emaranhados. Destranquei a porta girando a chave na fechadura e papai fez questão de conseguir abri-la, aparentemente, irritado, olhando para mim e para Zayn em seguida.

— Que porra vocês estavam fazendo? — encarou a nós dois com tanta fúria que eu quase senti medo. Quase.

— Até você interromper? — Zayn começou. — Sex... — e parou assim que lhe lancei o meu pior olhar de “cala a porra dessa boca”. — Nada. — sorriu, com cinismo disfarçado de doçura.

Daddy bufou.

— Sua mãe está querendo falar com você. — e só aí, notei que papai estava com o telefone de casa em sua mão esquerda.

Dessa vez, meu primo quem bufou e vestiu sua camisa, vindo até mim e meu pai e pegando o telefone.

— O que foi, mãe? — perguntou, rumando ao banheiro do meu quarto, e quando entrou, fechou a porta.

Olhei para o loiro e dei um sorriso doce, como se eu fosse a filha mais comportada e obediente da face da terra.

— Esse quarto fede a sexo, Cathryn. — murmurou, negando com a cabeça.

Abaixei a cabeça e olhei para o chão, fingindo estar arrependida.

Porra, ele... Interrompeu o meu orgasmo!

— Não se finja de arrependida. — me repreendeu.

Bom, se ele não cede ao meu drama...

— Da próxima vez, vai ser com o senhor. — usei meu tom perverso num sussurro, levantado a cabeça e fitando-o como um leão antes de atacar um mero animal perdido do bando.

— Cat, tenho que ir agora. — ouço a grave voz do meu primo soar atrás de mim, mais especificamente, do banheiro.

Me virei para ele e fiz beicinho.

— Ah, por quê? — fingi estar frustrada.

— Minha mãe precisa de mim.



Point of view Justin Bieber

— Olá, daddy. — Cathryn se jogou no sofá da sala de TV, ao meu lado.

Seus cabelos estavam úmidos, vestia apenas uma camisa minha – mais uma vez – e tinha suas deliciosas cox... Suas coxas desnudas, com um par de meias soquetes brancas nos pés.

— Hm... Olá. — fingi desinteresse, mantendo o olhar fixo na tela da televisão, que passava mais um episódio da série preferida da minha esposa, Supernatural.

— Está irritado comigo por hoje de tarde? — perguntou, apoiando a cabeça em meu ombro, como uma filha normal.

Será que agora, ela deixou de brincadeirinhas estúpidas?

— Ahm... Não. — respondi, friamente.

— Eu estou. — mudou de assunto, tirando sua cabeça do meu ombro.

— Você transa com seu primo, dentro da minha casa, comigo aqui, e fica irritada? — arqueei as sobrancelhas, dando minha atenção visual para ela.

— Sim! — exclamou. — Não sabe como é inconveniente interromper um orgasmo, daddy? — passou a língua pelos lábios, mordendo o inferior em seguida.

Maldita mania.

— Hm... Desde que não seja o meu. — me arrependi no mesmo instante em que pronunciei a última palavra.

— Egoísta! — acusou.

Sem querer, desci meu olhar mais do que devia e vi seus mamilos rijos marcando no fino tecido da minha camisa.

— Eu tive que me contentar com meus dedinhos, sabia? — sua voz soou mais sexy do que deveria. — Você ao menos se sensibilizou em me ajudar a sanar o meu desejo. — fez um biquinho de lado.

Hm... Como seria se eu masturbasse Cathryn?

As cenas do dia em que a vi se masturbar sozinha, no quarto, invadiram minha mente.

Uma louca curiosidade em descobrir como deve ser doce o sabor dela depois de gozar diretamente na minha boca...

Ela deve ser tão quentinha e saborosa!

Espera.

Quê?


Notas Finais


POSTEI E SAÍ CORRENDO

EU SOU BOA, NUM SOU? – JUSTIN QUE EH MAU E INTERROMPE ORGASMOS
MESMO NÃO SENDO O HOT A MAIS, EH UM HOT
ISSO EH SINAL DE QUE ESSE HOT JÁ TAVA INCLUÍDO ENTÃO VAI TER MAIS OUTROOOOOOO
E já aviso que quero fazer algo bem foda, que surpreenda até a mim mesma com minhas idéias loucas
Vai ser algo pesado, inescrupuloso. JÁ DÁ PRA TER IDEIA DO QUE É?

GENTEEEE, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DA SAFADEZA, PRESSA EH INIMIGA DA PERFEIÇÃO E EU TENTEI FAZER ELAS VIRAREM AMIGAS
VIREI A TARDE ESCREVENDO O CAP, PORQUE FALEI QUE ÍA DAR UMA DE JOÃO DORIA E NÃO DE PRESIDENTE, E ENTÃO PUBLIQUEI LOGO

MEREÇO COMENTÁRIOS, NÉ?
MAIS QUE UM "CONTINUA", NÉ?
COMENTEM, FAVORITEM, OBRIGADA, BEIJOSSSSS S2


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