História Get Away With Murder - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Get Away With Murder, Sans X Frisk, Tiacherry, Tiacherry66, Undertale
Visualizações 82
Palavras 3.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FALA PESSOAL AQUI É A TIA CHERRY ~ *foi jogada no Mar*
É... eu demorei muito né? USHAUSHA
veio umas 5 pessoas me cobrando capitulo novo, devo dizer que estava com preguiça de postar pq ta tudo pronto a um tempão. :c
Então... vamos ao chapter!

Capítulo 15 - O que enche Frisk de Determinação


Fanfic / Fanfiction Get Away With Murder - Capítulo 15 - O que enche Frisk de Determinação

— NÃO DEIXEM A GAROTA FUGIR! - Um homem gritava segurando uma arma, Frisk que tinha nada de precioso mais em sí apenas tinha despertado em si um sentimento ao qual tinha perdido. A determinação. Frisk se escondia pelos becos escuros e mal cheirosos daquela cidade centrada apenas no comércio ilegal como de escravos, orgãos e sexual.

Como Frisk era conhecida pelo local inteiro qualquer outro chefe de prostibulo que a visse ia a querer na hora, e era disso que Frisk estava tentando fugir. Usando apenas farrapos Frisk correu correu e correu, chegando ao ponto de entrar na água suja e podre do local para se esconder e fugir pela água.

Mas percebia que não sabia nadar e tudo o que ela fazia era se debater dentro da água deixando ser levada pela correnteza e tentando subir a superfície para respirar. Chegava horas em que ela desistia mas em seu peito com aquele ultimo ar apenas saia uma palavra: Determinação!

Tinha fé de que um dia voltaria a ver sua irmã, veria Flowey e sua vida poderia melhorar. Tinha determinação para alcançar a essas coisas.

E com essa mesma determinação Frisk corria ao lado de Sans se ocultando pelas árvores, eles ouviam o barulho de tiros e o grito dos policiais, aquela musica só era mais determinação para a Frisk e para Sans era seu fim, mas de algum modo o olhar de Frisk o fazia não perder as esperanças. Frisk então sentiu uma dor enorme em um de seus ombros e ela caiu no chão, Sans voltou desesperado e pegou na mão dela a levantando e correndo com ela.

— Frisk tenha determinação! - Sans gritou enquanto ela apenas olhava tudo embaçado correndo junto com ele.

— Você tem muita determinação… - Muffet falava olhando para o banco de carona e Frisk ficava olhando assustada para os dois adultos que estavam naquele carro. Um ruivo dirigindo e uma morena de cabelos negros e lisos que sorria para ela. Ao seu lado um pequeno cachorro começou a latir que olhava curioso para ela.

— Você que um bolinho aranha querida? E que tal um café? - Muffet falou dando um cupcake com cobertura marrom e confeitos pretos e um biscuit de aranha preta. A garota pegou lentamente e começou a comer como um animal enfiando tudo goela abaixo e comendo muito rápido.

— Calma querida! se comer rápido vai engas… - Antes de Muffet terminar Frisk começou a tossir tocando na garganta e andando até na janela começando a vomitar. O carro parou e Muffet foi ajudando Frisk batendo nas costas dela, tudo o que a garota vomitava era um líquido verde misturado com saliva e o bolinho que tinha acabado de comer.

— Grillby para o carro! - Muffet pediu e ele estacionou em um canto, Frisk saiu do carro rapidamente e ficou vomitando e Muffet foi até ela dando batidinhas em suas costas.

— Calma queridinha… Vai passar. - Frisk de repente bateu na mão dela e se afastou entregando a toalha para a Muffet, o vento frio fez seu corpo se arrepiar e ela então se curvou em sinal de perdão.

— Espere! Não vá embora! Eu não posso te deixar desse jeito! - Muffet gritou vendo ela indo para longe e Frisk então sentiu alguém tocar em seu ombro, mãos masculinas sempre a faziam tremer e gritar. Ela gritou, mas sua voz não saiu.

— Little One, só foi um vomito. Já vomitei varias vezes no carro. - Frisk ficou se abraçando olhando o homem e ela então começou a chorar, queria falar, mas de sua garganta nenhum som saia e o choro foi aumentando. Muffet então correu até ela a abraçando.

— Deixe a gente cuidar de você! Por favor, foi um pedido especial de uma amiga nossa.

— Kiddo! FRISK! - Sans gritava acabando por tropeçar e começar a cair em uma pequena depressão de lama e Sans a viu se levantando cambaleando e Sans segurou na mão dela a puxando correndo, os tiros ainda podiam ser escutados e Sans então se viu em uma queda d’água. Talvez se eles passassem pelas pedras podiam despistar os guardas, mas era arriscado demais ainda mais quando eles não tinham iluminação nenhuma e Frisk estava machucada. Abaixou-se fazendo ela se sentar nas costas dele, ela até que era bem leve.

— Vamos lá Sans… Você já fez isso quando era criança nos escoteiros. - Sans falava começando a passar rapidamente pulando pelas pedras e fazendo de tudo para não escorregar.

— OLHA ELES ALI! - Um dos guardas gritou apontando a lanterna e Sans pode ver o caminho, o barulho dos tiros o assustava mas ele ainda precisava sobreviver e ajudar nesse machucado da Frisk. Mas quando Sans pisou na ultima pedra ele sentiu escorregar e ele ia cair quando Frisk se segurou em um tronco de árvore próximo com todas as forças que tinha e apertou Sans com suas pernas, tentava se arrastar para pegar na terra.

— FRISK ME SOLTA E FOGE!

— TAQUEM A GRANADA NELES! EXPLODAM VIVOS!

— FRISK ME SOLTA! - A garota se segurava no tronco com um desespero enorme até que ela com toda a força que restava começou a mover a perna tentando mover ele.

— FRISK ME SOLTA POR FAVOR!

— PREPARA! - Um dos guardas gritou puxando o pino e jogando em direção onde eles estavam e nessa hora Frisk conseguiu com toda a sua determinação jogar Sans na terra firme mas ela acabou se soltando do tronco e caindo em direção a água.

— FRISK! - Sans gritou caindo na grama e tentando alcançar a mão da garota  e ela tentou alcançar a mão de Sans.

— Seja bem vinda a nossa casa Frisk. - Grillby falava abrindo a porta de um apartamento, a garota ficou olhando da porta os dois entrarem e ambos estenderam as mãos para eu entrar. Assim como Sans estendeu a mão para mim novamente.

Mas ela caiu, caiu na água e foi arrastada.

E ele ficou, foge Sans…

Eu não protegi ela, vou perder ela que nem perdi a todos…

Dessa vez a morte vai me pegar, não vou conseguir escapar pela segunda vez… que bom que ele está bem, droga. Queria ter cantado para Muffet, Grillby, Naps e… E o Sans antes de morrer… Desculpa.

O que enche Frisk de Determinação.

Frisk acordou deitada em um pequeno campo de flores amarelo, por onde olhava tinha pedestais rústicos que apontavam para uma entrada que tinha a luz de sol fraca soltou primeiramente um resmungo de dor até que ela ouviu a própria voz. Era um pouco madura do que se lembrava, mas ainda tinha um toque feminino. Então tocou na garganta rapidamente assustada.

— Eu estou no céu? Espera… Eu estou falando mesmo?

— Sim minha criança. - Frisk desviou seu olhar vendo então uma mulher de cabelos brancos como a neve e que usava um vestido lilás com um símbolo no peitoral e ela ajudou a garota a se levantar.

— Eu sou Toriel e você é a...

— Aqui é o céu ou o Inferno? - Frisk perguntou rapidamente olhando surpresa para a Toriel e ela ficou olhando estranho, soltando um risinho.

— Minha criança, você devia estar MORTA de cansada, mas dessa vez você não morreu. - Frisk acabou rindo e sorrindo de leve para a Toriel.

— Que bom… E o Sans?

— Infelizmente não sei, mas com certeza está a salvo por sua causa. - Toriel falou sorrindo e dando a mão para a garota, logo as duas foram andando pelas catacumbas.

— Você conhece o Sans?

— Claro, nós quase nos casamos. - Toriel falou enquanto andava pelas catacumbas, só de Frisk saber daquela informação ela ficou olhando Toriel com mais atenção.  Ficou observando a mulher de cima abaixo vendo que ela tinha um corpo bem bonito e parecia uma mulher super madura. As duas chegaram então a uma casa rústica bem bonita, que por dentro dava um ar aconchegante de um lar de família.

— Você gostaria de comer uma torta minha criança?

— … Meu nome é Frisk, não sou mais uma criança faz muito tempo.

— Mas você tem a idade do meu lindo Asriel, e você se parece tanto com a Chara. - Toriel falou andando em direção a cozinha indicando a Frisk para relaxar.

A garota ficou andando pelo local, vendo uma mesa de madeira simples  com um vaso de flores amarelas e havia uma lareira com o fogo aceso e ao lado uma aconchegante poltrona bege com um pano por cima como capa com dois bancos simples e uma estante cheia de livros.

Ela viu então um livro em cima da poltrona e pegou, era sobre piadas ruins.

— Você também faz piadas ruins? - Toriel perguntou chegando até Frisk e a oferecendo uma caneca de chocolate quente, a mesma pegou e se sentou na mesa.

— Mais ou menos... - Frisk falou se lembrando de todas as vezes que quis brincar com Sans mas ela não conseguia falar isso para ele, era como se faltasse coragem, ou medo de perde-lo. Já havia perdido tanta coisa e ainda sem a voz tudo piorava.

— A primeira piada que Sans fez comigo foi na sala de aula, ele estava treinando piadas de toc toc no meio da minha aula de química.

— Você é professora?

— Era minha criança, e de Química da faculdade de medicina dele, era uma matéria complementar. Ele era péssimo em Química. - Toriel falou sorrindo enquanto segurava a caneca e bebia um pouco do chocolate.

— Eu fiquei em duvida, mas… Você tem algum problema com canela ou com caramelo? - Frisk estranhou, se estava sonhando ela ainda sentiria o gosto das coisas? Bom, ela apenas bebeu mais um pouco do chocolate e sorriu.

— Eu não tenho problema com nenhum dos dois. - Frisk respondeu sorrindo e vendo a mulher soltar um sorriso aliviada. Ela bateu as próprias mãos sorrindo.

— Isso é ótimo! Espero que goste da torta de caramelo com canela que eu tinha feito minha criança. - Frisk viu ela se levantar e sair andando, por esse momento agora ficou pensando como a Toriel era feminina e delicada, normalmente não ligava para essas coisas mas Toriel parecia ser bem mais nobre do que ela.

Uma ex-prostituta sem saber o rumo que quer seguir de sua vida e uma professora de química, bondosa bonita e admirável.

— Cheguei e… Ora, minha criança por que chora? - Toriel perguntou deixando as tortas na mesa e tocando no ombro da garota que estava com os olhos marejados e tentando esconder.

— Minha criança…

— Tudo o que eu queria era vê-lo sorrindo ao meu lado e não sei porque mas de repente me vi amando ele, eram emoções confusas e eu deveria ter me contentado só com os sorrisos e a amizade carinhosa. Eu não sou digna de ficar do lado dele porque sou uma pessoa imunda! Ele tem uma alma nobre e eu… Eu...

— Você sabe que Sans não a vê assim minha criança. - Toriel respondeu fazendo carinho nos cabelos dela e se sentando.

— Quer ouvir uma história? O Sans era um aluno adiantado de 19 anos e ele entrou na faculdade adiantado. E como era esperado por mim ele era um dos mais imaturos da sala, ou ele dormia do nada, ou comia cachorro quente ou ficava treinando as piadas de toc toc dele. Ai não aguentei. - Toriel pausou e logo ela começou a bater na mesa.

— O chamei depois da aula para termos uma conversinha, e então eu falei: “Toc Toc” e ele perguntou: “Quem é?” já com um sorriso sarcástico estampado no rosto, aposto que você conhece aquele sorriso dele.

— Conheço sim. - Frisk respondeu já esperando uma piada da Toriel, não deveria ser pior do que as de Sans.

— “Carboninho”.

— Que “carboninho”?

— “Aquele seu amiguinho da questão 7 que você conseguiu errar o nome! Está de recuperação!” e logicamente depois dessa nós dois ficamos rindo e trocando piadas e mais piadas péssimas de toc toc, mas ele ficou de recuperação. - Toriel falou comendo um pedaço da torta e mostrando o de Frisk para ela comer também e então continuou.

— E depois dessa começamos a ter as aulas particulares depois das aulas normais, e bom… Acabamos ficando com uma relação íntima até demais. Compartilhar nossas inseguranças, medos, sonhos e tudo em forma de piadas. Até que um dia eu acabei percebendo o quanto ele era diferente do que eu imaginava e via nas minhas aulas, ele era maturo por conta de seu pai ter saído de casa, ele tomava as próprias decisões importantes de sua vida e ele sempre ultrapassava a todos os seus problemas com um sorriso no rosto. Acabei então me apaixonando pelo meu aluno problemático de química, sendo que estava namorando Asgore. - Frisk apenas observava as ações de Toriel, ela estava com um sorriso no rosto e com as bochechas avermelhadas. Corada exatamente.

— E bom, teve exatamente um dia que era o dia da prova de recuperação, eu perguntei a Sans se ele possuía duvidas. Ele disse que não e fez a prova, e como era esperado por mim ele não errou nada. Mas quando eu entreguei a prova para ele eu falei que ele merecia um prêmio. E foi a partir desse dia que começamos a ter um romance e nessa mesma noite Asgore me pediu em casamento.

— Asgore…? - Frisk perguntou e Toriel concordou.

— Éramos amigos de infância e eu sempre gostei muito de Asgore. Era responsável, elegante, rico e carinhoso comigo. Mas também gostava de Sans, ele era sedutor engraçado, maturo e muito carinhoso também, mas era de um modo bem diferente.

— Antes posso perguntar uma coisa? - Frisk comentou e a mulher olhou curiosa com um sorriso.

— Claro!

— Bem… O Asgore conseguiu mudar graças a você não é? Você não tem ideia de como ele era mal com todo mundo, mas mesmo assim depois se arrependeu e ele me ajudou a fugir de onde eu estava antes me dando um violão! - Frisk falou esperando uma resposta de Toriel mas a mesma continuou a contar a história parecendo ignorar o comentário de Frisk.

— Eu não pensei duas vezes na hora de aceitar me casar com Asgore, nessa época Asriel já tinha 9 anos e ele me adorava assim como o adorava, e tinha adotado Flowey que estava cursando faculdade de direito… Era a vida que sempre tinha sonhado e eu não queria a jogar fora, então passei a ver o Sans apenas como um boneco de luxo meu, um brinquedo. Enquanto de noite eu estava com meu futuro marido e o casamento se aproximava eu me divertia mais com o Sans e o fazia se apaixonar mais ainda por mim e eu sempre me dizia que não estava totalmente apaixonada por ele. Mas acabou sendo o contrário do que eu queria. Até que teve um dia que foi o mais horrível de todos e eu não devia ter feito aquilo com ele.

— Toriel… - Frisk falou agora segurando no ombro dela.

— Naquele dia Sans tinha chegado muito cedo na aula, era estranho isso vindo da parte dele mas ele chegou falando comigo parecendo nervoso fazendo piada de toc toc. “Toc Toc” ele falou e eu já sorri boba falando para ele que tinha que imprimir alguns papeis para a aula mas ele falou de novo: “toc toc” e eu assustada respondi quem era, e ele falou exatamente essa palavra: “O migo” e eu fiquei confusa, parecia que a piada não tinha coerência  ai eu perguntei sem o quem, falando apenas: “O migo”? e ele respirou fundo e falou: “Você quer casar com o migo?” E nessa hora eu me vi na realidade que estava. Eu tinha um grande amigo e grande amor que tinha tratado como brinquedo, tinha o dado esperanças de um relacionamento estável mesmo que fosse escondido dos outros alunos e no próximo fim de semana eu ia me casar.

— E ele não sabia de Asgore?

— Nem Asgore sabia dele, só quem acabou descobrindo algo foi flowey, mas não sei como. - Toriel falou vendo que Frisk tinha acabado de beber o chocolate e comer a torta.

— Acho que está bom por hoje não acha minha criança? - Toriel perguntou se levantando da cadeira e pegando o prato com a caneca para levar a pia, mas Frisk sentindo mais curiosidade ainda pela história segurou o braço da Toriel.

— Espera por favor! Conta o resto! E como o Sans ficou? Ele não confia mais nas pessoas por sua causa? e…

— Minha criança apenas tenho uma coisa a te contar também, respondendo aquela sua pergunta. Eu sei a injustiça que Asgore fez a você e a maioria das crianças. Não me conformei quando descobri o que ele fez, e eu tentei salvar a maioria deles. Entre eles está você.

— … Eu?

— Se lembra de como foi surpresa para você receber um presente de Asgore? Aquele violão que te ajudou a aguentar um pouco mais firme?

— … Foi você? - Frisk perguntou surpresa e começando a chorar, se levantando e abraçando Toriel de costas. A mesma se virou largando os pratos e as canecas no chão e abraçou a menina a apertando.

— Desculpe não ter ido te salvar pessoalmente minha criança.

— Obrigada… Obrigada pelo violão, eu amei. Ele me deu mais forças para continuar… Você também falou com…

— Com Grillby? Sim, pedi para ele investigar a maioria das crianças desaparecidas mas você era a unica que ainda estava viva. E é tudo graças a sua determinação e coragem, coisa que eu nunca tive minha criança.

— Por que…?

— Eu não tive isso no momento certo e perdi uma das coisas mais preciosas da minha vida. Sans. - Frisk começou a ouvir os ruídos de coisas se quebrando, eram as paredes e todo o cenário virando um breu muito escuro.

— Não tenha medo minha criança, sua jornada ainda vai ter muitas coisas para você enfrentar mas Sans estará sempre ao seu lado, ele é o tipo de pessoa que nunca vai te abandonar.

— Eu queria ter te conhecido no mundo real Toriel. - Frisk falou com uma expressão alegre, ouvindo Frisk Toriel sorriu e deu um beijo estalado na bochecha da garota.

— Eu sempre estarei ao seu lado minha criança, proteja Sans no meu lugar… Você é a nova escolhida dele. Não ligue para suas origens, ele só vê seu interior.

— Mas ele não me ama… Só me beijou por impulso. - Frisk falou ficando triste e vendo Toriel rir.

— É difícil para ele confiar novamente em alguém assim como você Frisk, você aprendeu a confiar novamente nas pessoas com Muffet e Grillby, agora o ensine isso. - Toriel falou a empurrando então e ela começou a cair no breu escuro, sentindo aquela sensação de estar caindo quando se está dormindo, então logo viria o despertar.

Eram muitas as possibilidades de onde ela poderia acordar, sozinha e com um ferimento nas costas? Do lado de Sans? Ou talvez com um desconhecido, Ainda assim o medo não a dominava pois em seu coração, o calor do amor de Toriel estava a banhando vindo a tona também o amor de Muffet e de todos que a apoiaram.

E agora era a vez de Frisk.

Aquilo enchia Frisk de determinação.


Notas Finais


CALMA QUE EU NÃO MATEI A FRISK -QQQ
Essa dai é ruim de morrer, não dizem que vaso ruim não quebra? Quer dizer, o vaso ruim é a irmã dela -qq
E a histórinha de Sans? O que acharam do caso de romance que ele teve com a Toriel? PEDOFILIA?! O.o
Enfim, beijoquinhas da Tia Cherry e até o próximo capítulo ( ͡° ͜ʖ ͡°)


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