História Girls and Blood - Reimagined Twilight - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Bella Swan
Tags Bella, Crepúsculo Reimaginado, Edythe, Saga Crepúsculo
Visualizações 29
Palavras 2.935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Orange, Romance e Novela, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Sixteen


 

 

Naquela noite, Edythe apareceu em meus sonhos, como sempre. Mas o clima da minha inconsciência mudara. Fiquei arrepiada com a mesma eletricidade que senti naquela tarde e me virei na cama sem parar, acordando com frequência. Eram as primeiras horas da manhã quando finalmente afundei em um sono exausto e sem sonhos.

Quando meu despertador tocou, eu ainda estava cansada, mas também animada. Depois do banho, me olhei no espelho do banheiro enquanto penteava o cabelo molhado. Eu estava com a mesma aparência de sempre, mas havia alguma coisa diferente. Meu cabelo estava escuro e minha pele, pálida, e meus ossos estavam com a mesma forma dentro do corpo, sem terem mudado nada. Meus olhos continuavam em um azul-esverdeado olhando para mim, mas percebi que eram os culpados. Eu sempre achei que era a cor que os faziam, e, por extensão, todo o meu rosto, parecerem tão confusos, mas apesar de a cor não ter mudado, o desarranjo, sim. A garota que estava me olhando agora estava determinada, seguro de suas ações. Eu me perguntei o que tinha acontecido. Talvez tivesse um palpite.

O café da manhã foi o de sempre, silencioso, como eu esperava. Charlie fritou ovos para si mesmo; eu comi uma tigela de cereal. Perguntei-me se ele tinha se esquecido do sábado.

— Sobre este sábado... — começou ele, como se pudesse ler meus pensamentos. Eu estava ficando paranoico sobre esse assunto.

— Sim, pai?

Ele atravessou a cozinha e abriu a torneira.

— Ainda está determinada a sair com a garota Biers?

— O plano era esse. — Fiz uma careta, querendo que ele não tivesse levantado o assunto para eu não ter que compor cuidadosas meias verdades.

Ele espremeu um pouco de detergente no prato e o esfregou com uma esponja, a voz ainda mecânica.

— E tem certeza de que não pode voltar a tempo para o baile?

— Eu não vou ao baile, pai. — revirei os olhos.

— Ninguém convidou você? — perguntou ele, com os olhos concentrados no prato.

— Não é o tipo de coisa de que eu gosto — lembrei a ele.

— Ah. — Ele franziu a testa enquanto secava o prato.

Eu me perguntei se ele estava com medo de eu ser uma fracassada social. Talvez eu devesse ter contado sobre os convites, mas isso sairia pela culatra. Ele não ficaria muito feliz se soubesse que recusei todos — em sua maioria, de garotas. Aí, eu teria que contar para ele que entre essas, havia uma garota... que não me convidou... e eu não queria ter que falar disso.

Isso me fez pensar no baile e em Taylor e no vestido que ela já tinha e na atitude de Logan comigo e toda aquela confusão. Eu não sabia o que devia fazer. Em qualquer universo, eu não ia ao baile. Em um universo em que Edythe Cullen existia, eu não me interessaria por nenhuma outra pessoa. Não era justo seguir de acordo com os planos de Taylor se meu coração não queria isso.

O problema era decidir como...

Charlie então saiu, com um aceno de despedida, e eu subi para escovar os dentes e pegar meus livros. Quando ouvi a radiopatrulha arrancar, só precisei esperar alguns segundos para olhar por minha janela. O carro prata já estava ali, esperando na vaga de Charlie, na entrada de carros. Desci a escada três degraus de cada vez e saí pela porta da frente, perguntando-me quanto tempo mais duraria essa rotina estranha. Eu não queria que tivesse um fim.

Ela estava esperando no carro e não pareceu ver quando fechei a porta sem me incomodar em passar a chave.

Andei até o carro e hesitei por um segundo, antes de abrir a porta e entrar. Ela estava sorrindo, relaxada — e, como sempre, tão perfeita que chegava a doer.

— Bom dia. Como está hoje? — Seus olhos vagaram por meu rosto, como se a pergunta fosse algo mais do que mera cortesia.

— Bem, obrigado. — Eu estava sempre bem, muito mais do que bem, quando estava perto dela.

Seu olhar se demorou nas minhas olheiras.

— Parece cansada.

— Não consegui dormir — admiti.

Ela riu.

— Nem eu.

O motor ganhou vida. Eu estava me acostumando com o som. O rugido do Tracker provavelmente me assustaria quando eu voltasse a dirigi-lo.

— Acho que tem razão — falei. — Devo ter dormido mais do que você.

— Posso apostar que dormiu.

— E o que você fez na noite passada?

Ela riu.

— Sem chances. É meu dia de fazer perguntas.

— Ah, é verdade. — Eu franzi a testa. Não conseguia imaginar nada sobre mim que pudesse ser de algum interesse para ela. — O que quer saber?

— Qual é a sua cor preferida? — perguntou ela, a cara séria.

Eu dei de ombros.

— Vive mudando.

— Qual é a de hoje?

— Hã, acho que... dourado.

— Tem alguma coisa material por trás da sua escolha ou é aleatória?

Limpei a garganta, sem jeito.

— É a cor dos seus olhos hoje. Se você me perguntasse em uma semana, eu provavelmente diria preto.

Ela me olhou de um jeito que não entendi, mas, antes que eu pudesse perguntar, ela seguiu para a próxima pergunta.

— Que música está tocando em seu Spotify agora?

Precisei pensar por um segundo, mas lembrei que a última coisa que ouvi foi aquela playlist maluca de metal. Quando disse o nome da banda, ela deu um sorriso e abriu um compartimento sob o CD player do carro. Tirou um das dezenas de CDs enfiados no pequeno espaço e passou a mim. Era o mesmo CD.

— De Debussy a isto? — perguntou ela, erguendo uma sobrancelha.

Continuou assim pelo resto do dia. Enquanto caminhávamos de uma aula para a outra e durante a hora do almoço, ela me fez perguntas sem parar. Queria saber cada detalhe insignificante da minha existência. Os filmes de que gostei e os que odiei, os poucos lugares em que estive e os muitos lugares aonde queria ir, e livros — muitas perguntas sobre livros.

Não conseguia me lembrar da última vez que falei tanto. Fiquei sem graça o tempo todo, certa de que só podia estar sendo entediante. Mas ela sempre parecia ansiosa enquanto esperava minhas respostas, sempre tinha uma pergunta seguinte e sempre queria mais. Portanto, deixei a psicanálise seguir em frente, pois parecia importante para ela.

Quando o primeiro sinal tocou, dei um suspiro profundo. Estava na hora.

— Tem uma pergunta que você ainda não fez.

— Mais do que uma, na verdade, mas de que pergunta específica você está falando?

— A coisa mais constrangedora que já fiz.

Ela sorriu.

— É uma história espetacular?

— Ainda não sei. Conto em cinco minutos.

Eu me afastei da mesa. Os olhos dela cintilavam de curiosidade.

Na minha mesa de sempre, meus amigos estavam se levantando. Eu andei até eles.

Pontos vermelhos surgiram nas minhas bochechas, mas não tinha problema. Eu tinha que parecer envolvida, muito emocionada. Pelo menos, a mocinha debilóide da novela melodramática que minha mãe via religiosamente sempre parecia emocionada quando a protagonista bonitão fazia essa cena. Graças a isso, eu ao menos tinha um contorno geral para o meu roteiro, incrementado por uma coisa que pensei uma vez sobre Edythe; eu queria que tudo fosse lisonjeiro.

Jeremy reparou em mim primeiro, e seus olhos estavam especulativos. Avaliou meu rosto vermelho, depois Edythe. E olhou para mim de novo.

— Taylor, posso falar com você? — pedi enquanto andava até ela.

Eu não falei baixo. Ela estava no meio de todo mundo. Logan se virou para olhar para mim de cara feia com os olhos verdes e frios.

— Claro, Isabella — disse Taylor, parecendo confusa.

— Olhe — falei — não posso mais fazer isso.

Todo mundo ficou em silêncio. Jeremy olhou ao redor. Angela pareceu constrangida. Mike me lançou um olhar crítico, como se não conseguisse acreditar que eu estava fazendo daquele jeito. Mas ela não sabia exatamente o que eu estava fazendo, nem por que precisava daquela plateia.

Taylor estava chocada.

— O quê?

Eu fiz cara feia. Era fácil; eu estava com raiva no momento por não ter me convencido de não fazer aquilo ou por não ter pensado em um jeito melhor. Mas era tarde demais para improvisar agora.

— Estou cansada de ser uma peça do seu jogo, Taylor. Sabia que tenho sentimentos? E a única coisa que posso fazer é olhar enquanto você me usa para deixar outra pessoa com ciúmes. — Meus olhos se viraram rapidamente para Logan, cuja boca estava boquiaberta, e para Taylor de novo. — Você não liga se parte meu coração. Foi a beleza que tornou você tão cruel?

Taylor estava com os olhos arregalados e a boca aberta em um pequeno O.

— Não vou mais brincar. Sabe a palhaçada toda do baile? Estou fora. Vá com a pessoa com quem quer realmente ir.

Lancei um olhar mais longo para Logan agora.

Saí andando e bati a porta do refeitório de um jeito que esperava ter sido dramático.

Isso jamais seria esquecido.

Mas, pelo menos, eu estava livre. Provavelmente valeria a pena.

De repente, Edythe estava ao meu lado, acompanhando o passo como se estivéssemos andando juntas o tempo todo.

— Aquilo foi espetacular — disse ela.

Eu respirei fundo.

— Talvez um pouco exagerado. Deu certo?

— Perfeitamente. Taylor está se sentindo a femme fatale e nem sabe por quê. Se Logan não a convidar para o baile até segunda, vou ficar surpresa.

— Que bom — grunhi.

— Agora, voltando a você...

Edythe continuou com o interrogatório até estarmos na aula de biologia e a Sra. Banner entrar na sala, arrastando de novo o rack audiovisual. Quando terminou a preparação e se virou para o interruptor de luz, percebi que Edythe deslizou a cadeira um pouco para longe de mim. Isso não ajudou. Assim que a sala ficou escura, houve a mesma tensão elétrica, o mesmo desejo impaciente de estender a mão pelo curto espaço e tocar sua pele fria e macia.

Parecia uma coceira que ia ficando mais e mais intensa. Eu não conseguia prestar atenção a mais nada. Eu torcia para o filme exibido não estar nas provas finais. Depois de um tempo, talvez quinze minutos — ou talvez fossem só dois, mas a sensação era de mais tempo por causa da eletricidade —, eu mexi a cadeira e me inclinei lentamente para o lado até meu braço estar tocando no ombro dela. Ela não se afastou.

Achei que o pequeno contato ajudaria, que acabaria com a vontade irritante, mas deu errado. O pequeno frisson de eletricidade ficou mais forte, virou raios maiores. De repente, fiquei doido para botar o braço ao redor dela, puxá-la para o meu lado e abraçá-la. Eu queria passar os dedos pelo cabelo dela, enfiar o rosto ali. Queria acompanhar o contorno dos lábios, a linha do maxilar, o pescoço...

Nada apropriado para uma sala cheia de gente.

Inclinei-me para a frente, cruzei os braços sobre a mesa e me segurei na beirada com os dedos escondidos, tentando me segurar no lugar. Não olhei para ela, com medo de que, se ela estivesse olhando para mim, fosse muito mais difícil manter o autocontrole. Tentei ver o filme, mas as manchas coloridas não se definiam em forma de imagens coerentes.

Suspirei de alívio de novo quando a Sra. Banner acendeu as luzes e eu finalmente olhei para Edythe; ela estava me olhando com olhos ambivalentes.

Como ontem, fomos para o ginásio em silêncio. E, também como ontem, ela tocou meu rosto sem dizer nada, dessa vez com as costas da mão fria, da têmpora até o queixo, antes de se virar e se afastar.

A aula de educação física passou rapidamente. Para poupar tempo, a treinadora Clapp nos mandou ficar com os mesmos times e, no geral, tudo foi como no dia anterior — exceto que Mike não falou comigo.

Tive a mesma sensação de harmonia quando passei pela porta do ginásio e vi Edythe na sombra. Tudo estava certo no meu mundo. Um sorriso largo se espalhou automaticamente por meu rosto. Ela reagiu com um sorriso antes de se atirar a outro interrogatório.

Mas agora suas perguntas foram diferentes, não eram de resposta tão fácil. Ela queria saber do que eu sentia falta em minha cidade — e das pessoas de lá, algo que me remeteu a Lauren —, insistindo nas descrições de qualquer coisa que não conhecesse. Ficamos sentadas em frente à casa de Charlie por horas, à medida que o céu escurecia e a chuva descia em volta de nós num dilúvio repentino.

Tentei descrever coisas impossíveis, como o cheiro de creosoto — amargo, meio resinoso, mas ainda agradável — o som alto e agudo das cigarras em julho, as árvores murchas e secas, o céu enorme, estendendo-se azul esbranquiçado de um canto a outro do horizonte. A coisa mais difícil de explicar era por que aquilo era tão bonito para mim — justificar a beleza que não dependia da vegetação esparsa e espinhosa que sempre parecia meio morta, uma beleza que tinha mais a ver com o formato exposto da terra, com as bacias rasas de vales entre as colinas escarpadas e o modo como resistiam ao sol. Eu me vi usando as mãos ao tentar descrever isso para ela.

Suas perguntas em voz baixa me mantiveram falando livremente, esquecendo-me de ficar constrangida por monopolizar a conversa. Por fim, quando tinha terminado de detalhar meu quarto abarrotado em casa, ela parou em vez de responder com outra pergunta.

— Terminou? — perguntei com alívio.

— Nem cheguei perto... mas seu pai vai chegar logo.

— Que horas são? — perguntei em voz alta ao olhar o relógio. Fiquei surpresa ao ver a hora.

— É a hora do crepúsculo — murmurou Edythe, olhando o horizonte a oeste, obscurecido pelas nuvens.

Sua voz estava pensativa, como se sua mente estivesse em um lugar distante. Olhei para ela enquanto ela fitava sem ver pelo para-brisa.

Eu ainda a estava encarando quando seus olhos de repente se voltaram para os meus.

— É a hora do dia mais segura para nós — disse ela, respondendo à pergunta em meus olhos. — A hora mais fácil. Mas também a mais triste, de certa forma... O fim de outro dia, a volta da noite. A escuridão é tão previsível, não acha? — Ela deu um sorriso tristonho.

— Eu gosto da noite. Sem o escuro, nunca veríamos as estrelas. — Franzi a testa. — Não que a gente veja muitas por aqui.

Ela riu, e o clima ficou mais leve de repente.

— Charlie chegará daqui a alguns minutos. Então, a não ser que queira dizer a ele que vai sair comigo no sábado... — Ela me olhou com esperança.

— Ah, não, obrigado. — Peguei meus livros, percebendo que estava dura de ficar sentado por tanto tempo. — Então amanhã é a minha vez?

— Claro que não! — Ela fingiu estar ultrajada. — Não falei que não tinha acabado?

— O que mais pode haver?

Ela mostrou as covinhas.

— Você vai descobrir amanhã.

Fiquei olhando para ela, meio atordoada, como sempre.

Eu sempre achei que não tinha um tipo meu; o pessoal de Phoenix todo tinha preferências: um gostava de louras e outro só ligava para pernas, e um exigia garotas de olhos azuis. Eu achava que era menos seletiva; uma pessoa bonita era uma pessoa bonita. Mas percebi agora que eu devia ser o mais difícil de agradar. Aparentemente, meu tipo era extremamente específico, eu só não sabia. Eu não sabia que minha cor favorita de cabelo era aquele tom metálico de bronze porque nunca o tinha visto antes. Não sabia que estava procurando olhos da cor de mel, porque também nunca tinha visto. Eu não sabia que os lábios de uma garota tinham que fazer uma curva assim e que as maçãs do rosto tinham que ser altas sob uma fileira longa de cílios pretos. O tempo todo, só havia uma forma, um rosto que mexia comigo.

Como uma idiota, esquecendo os avisos, estiquei a mão para o rosto dela e me inclinei.

Ela se encolheu.

— Descul... — comecei a dizer quando baixei a mão.

Mas ela virou a cabeça para a frente e olhou para a chuva de novo.

— Ah, não — disse ela.

— Que foi?

O maxilar estava contraído, as sobrancelhas baixadas em uma linha sobre os olhos. Ela olhou para mim por um breve segundo.

— Outra complicação — disse, mal-humorada.

Ela se inclinou na minha frente e abriu a porta num movimento rápido, a proximidade deixou meu coração disparado em um galope irregular, e depois se afastou de mim, quase encolhida.

Faróis brilharam na chuva. Ergui o rosto esperando ver Charlie e ter que dar um monte de explicações, mas reconheci imediatamente o carro que não era dele.

— Vá logo — disse ela.

Ela estava olhando pelo temporal para o outro veículo.

Saltei para fora rapidamente, apesar de não entender. A chuva bateu no meu rosto e eu puxei o capuz.

Tentei identificar a forma no banco da frente do outro carro, mas estava escuro demais. Pude ver Edythe iluminada pelo brilho dos faróis do novo carro; ainda olhava à frente, seu olhar preso em alguma coisa ou alguém que eu não conseguia ver. Sua expressão era uma mistura estranha de frustração e desafio.

Ela acelerou o motor, e os pneus cantaram no asfalto molhado. O Volvo sumiu de vista em segundos.

— Ei, Bella — gritou uma voz conhecida e rouca do lado do motorista no carro preto.

— Riley? — perguntei, semicerrando os olhos com a chuva.

Nesse exato momento, a radiopatrulha de Charlie virou a esquina, os faróis iluminando a ocupante do carro diante de mim.

Riley já estava saindo, vestida com jeans sujos e uma jaqueta velha de couro. E os olhos eram surpreendentemente frios, fundos, combinando com o rosto sério demais. Ela me encarava, analisando meu rosto, então eu sorri, insegura.

Percebi mais um pouco, seus olhos estavam arregalados, como se de choque ou medo e as narinas se dilataram. Meu sorriso esmaeceu.

Outra complicação, dissera Edythe.


Notas Finais




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