História Glee Musical Perfect - Capítulo 3


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Categorias A Escolha Perfeita (Pitch Perfect), Glee, High School Musical
Personagens Jesse St. James, Personagens Originais, Quinn Fabray, Rachel Berry
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Palavras 2.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Rachel estava vivendo um inferno pela segunda, ela precisava de seus amigos mais perto do que nunca...

Capítulo 3 - Hospital


Quinn

 

Me mudar para Nova York foi uma das decisões mais difíceis que tomei, primeiro por que depois de me formar em Yale, o mais provável é que continuasse em New Haven - Connecticut, afinal eu tinha um bom emprego, meu próprio escritório de advocacia e uma vida financeira estável, porém quando recebi uma proposta de uma das melhores incorporações do país, solicitando meus serviços de consultoria, eu não pude recusar,seria uma ótima oportunidade, com muitos desafios, e com sorte logo conseguir montar meu escritório, outra coisa muito positiva e relevante para minha decisão, é que minhas melhores amigas Santana e Brittany moram aqui, ou seja, a Trindade profana estará unida novamente, além da Rachel e o Kurt claro, com quem estreitei meus laços depois que vim visitá-los durante a universidade e sempre falava com eles por telefone ou skype, no geral eu estou feliz com essa mudança, novos ares e novas perspectivas são coisas que nos impulsiona a atingir novos sonhos e objetivos, não contei a ninguém que aceitei esse emprego, nem mesmo Santana tem ideia de que já estou aqui, hospedada em um hotel maravilhoso, perto da Broadway, com muitos atrativos em volta, o que eu prometi desde que pisei na cidade que irei conhecer todos os eventos e todo o canto da cidade que eu conseguir o quanto antes, mas vamos com calma, afinal eu terei  que encontrar ainda um bom apartamento, que não seja longe do trabalho e nem longe desse hotel, porque definitivamente o lugar é encantador, acabei de colocar o pijama para ir dormir quando meu telefone tocou, olhei na tela e o sorriso apareceu automaticamente:

- Oi San, como você está?

- Essa seria uma ótima pergunta a se fazer Fabray, porém perdeu a chance quando você resolveu mentir para mim.

- Mentir para você? Como assim? De onde tirou isso?

- Não vai me enganar, quanto tempo até me contar que você está aqui em Nova York?

- Me desculpa San, eu iria te contar hoje ainda, depois de me arrumar para um bom vinho e uma cama  confortavelmente deliciosa, mas voce se antecipu e me ligou primeiro, então....eu sinto muito.

- Tá tudo bem Fabray, só não esconda de mim uma coisa dessas de novo, agora vou ter que ir, hoje é meu plantão no hospital, preciso chegar rápido, já estou atrasada, vem em casa amanhã tomar café comigo e Britany? Não aceito não como resposta - Se alguém me falasse anos atrás que Santana seria médica, eu com certeza iria rir da cara da pessoa, é  inusitado e dificil de se acostumar ainda, mas ouvi dizer que ela é uma excelente médica.

- Ok, tomarei café com vocês então, bom trabalho!

- Beijos -  ela desligou. Não deu tempo de raciocinar muito, meu telefone tocou novamente.

- Hey Rachel como está?

- Oi Quinn - sua voz estava alterada, parceia que chorava muito.

- Rachel, o que foi? Você está bem? -perguntei um tanto preoucupada.

- Estou no hospital, Jesse sofreu um acidente, ai Quinn sei que não deveria ligar para preocupá-la, mas eu to tão desesperada para conversar com alguém, meus pais não me atendem, Kurt está com o celular desligado - ela hesitou por um momento - Ele esta em cirurgia agora Quinn, eu não posso perdê-lo também, eu não posso - o choro da morena aumentou consideravelmente, um nó na garganta surgiu, Rachel já havia experimentado a perda de alguém que amava, não poderia perder de novo, não seria justo.

- Rachel me fala onde é o hospítal, estou indo ai agora.

- Não Quinn, não vou e nem quero te tirar de New Haven, ainda mais você viajar preocupada.

- Rachel estou em Nova York, me passa o endereço por favor - ouvi seu suspiro.

- Hosítal Abraham Lincoln, mas Quinn... 

- To indo para aí - não deixei ela terminar, desliguei o celular, peguei minhas coisas e parti para o hospital, Rachel precisaria de mim e de todas as orações, Jesse precisa sobreviver.

 

Amy Gorda

 

Se tem uma coisa que não se pode reclamar de Nova York, são as baladas, definitivamente esse povo sabe aproveitar a vida, confesso que com as minhas apresentações  nas últimas semanas sem tempo de respirar direito, pensar que estaria na melhor boate da cidade e aproveitando com o Bumper e a Beca, seria bem dificil acreditar. Claro que não posso reclamar da quantidade de shows que consegui, mas percebi que se não reservasse um tempo para sair com meu noivo, provavelmente não estaríamos juntos agora, está sendo dificil manter essa relação na correria, mas eu o amo e então decidi que temos que redobrar o esforço para termos nossos momentos. Ele havia ido buscar uma bebida e eu e a baixinha dançávamos que nem loucas na pista de dança, mostrando todos os meus dons artísticos e os grandes passos que só a Amy Gorda sabe fazer acontecer.Beca se aproximou para falar algo:

- Obrigada por me fazer sair e espairecer um pouco, pena que a Chlo não pôde vir conosco - a ruiva ficou corrigindo vários rabalhos de seus alunos e do jeito que é perfeccionista nem por decreto nos acompanharia, ainda bem que Beca não foi dificil de convencer, afinal ela realmente precisava sair um pouco e se divertir, e se ela ficasse a sós com a Chloe, vai saber a merda que as duas iriam aprontar, comecei a rir sozinha, de repente olho pro lado e percebo que Bumper se aproxima acompanhado de dois rapazes, ele chega dançando, me dá um beijo e oferece minha bebida para eu segurar, se aproxima do meu ouvido:

- Vem vamos sentar ali, conversar um pouco. -eu o sigo, Beca me dá sinal que ira continuar dançando, ela parece mais leve hoje, mas tenho a impressão de que as pinas coladas que ela tomou são culpadas desse efeito, os dois homens nos acompanha, assim que sento Bumper começa a falar, um pouco alto, afinal o barulho da música é ensurdecedor.

- Amy, quero te apresentar uns amigos, este é Blaine Anderson, e este é seu marido, Kurt...

- Hummel, Kurt Hummel, é um prazer - ele estende a mão e eu os cumprimento.

- Essa é minha noiva, Amy - ele então se vira para mim - conheci o Blaine na Jilliard, ele leciona lá também, e foi ele quem me indicou trazê-la aqui, ele me explicou alguns lugares muito bons para conhecer-mos aqui - disse maliciosamente - talvez comecemos a dar umas escapadas, daqui a pouco - ele disse no meu ouvido e eu me encolhi, sorrindo para ele de volta.

- Certo magrelos, é um prazer conhecê-los, realmente aqui é incrível, me desculpem ofuscar um pouco ese lugar com a minha presença - eles sorriem.

- Blaine, querido, me empresta seu celular, o meu acabou a bateria, quero ligar para a Rachel, hoje ela saiu dos ensaios correndo, nem conseguimos conversar e agora estou preocupado, com licença - Kurt se manifestara, pegou o celular do marido e se afastou de nós, provavelmente procurando um lugar mais tranquilo para conversar ao telefone.

- E então Amy, Bumper me disse que você faz stand ups, aqui isso é um sucesso, espero poder ir em uma de suas apresentações, pelo que ouvi dizer não sobra ingressos nunca. - Blaine me pareceu muito simpático, e bem atencioso também.

- Sabe como é né, ser divertida são para poucos, e eu não tenho culpa de ter nascido com esse dom - ele sorri.

- Amy é a melhor Blaine, você precisa levar seu marido qualquer dia desses, vão ver que essa mulher é um espetáculo - ele vira para mim e me dá um beijo, começamos a nos beijar mais intensamente e até esquecemos de nosso mais recente amigo, não tem jeito, quando estamos assim, o mundo pode acabar, que nem veremos, de repente ouvimos alguém falar desesperado, o que parece ser o Kurt.

- Blaine precisamo ir urgente para lá, ela está péssima pobrezinha - ele nesse momento está chorando, e seu marido começa a abraça-lo.

- Vamos sim amor, mas demoraremos um pouco para chegar no hospital, afinal estamos de táxi hoje, lembra?, mas vamos, vamos, com sorte o táxi não demora muito.

- Hey espera - Bumper os interrompe - podemos levá-los, que hospital é?

- Abraham Lincoln, mas não precisa se incomodar, pegamos um táxi - Kurt se justificou

- Nem pensar, podemos levá-los né Baby.

- Claro, só vou chamar a Beca - me afastei deles e fui a procura da Beca, ela dançava com um rapaz muito atraente, moreno, alto, um pouco forte, parecia ser do exército ou algo assim, me aproximei e falei para ela no ouvido, que iriamos embora e dar carona a uns amigos, mas ela podia ficar e curtir mais, porém ela não quis e me acompanhou a mesa, onde foi apresentada aos nossos novos amigos, pegamos nossas coisas e partimos para o hospital, não nos pareceu certo apenas deixá-los na porta, resolvemos acompanhá-los e tentar ajudar de alguma forma eles, afinal o amigo estava internado em estado grave em função de um acidente, não seria amável abandoná-los ali, afinal Amy Gorda nunca abandona ninguém aconteça o que acontecer, a não ser que eu seja presa por quebrar um vidro com um troféu e a policia chegar, ai deixo a culpa para a Beca mesmo, inclusive a chamo de encarcerada as vezes, mas não precisamos lembrar esse fato agora.

 

Beca

 

Entramos no hospital, e confesso não me sentir muito confortável, primeiro porque não conheço essas pessoas, segundo porque estava em uma balada, um ambiente totalmente contrário do atual, dava para ver a movimentação das pessoas de um lado para o outro, enfermeiros, médicos, seriedade definia o lugar. Nos aproximamos de uma moça morena, cabelos compridos, ela estava acompanhada de uma loira, esta confortava a menor, o casal que trouxemos as abraçaram, nos apresentaram e começaram a conversar sobre o que havia ocorrido de fato no acidente.

- Não sabemos ainda Kurt, eu estou desesperada, me ligaram, quando cheguei me contaram que ele estava em cirurgia, e até então não tive mais infomarções, eu não sei o que está havendo lá, por que demoram tanto? Kurt a abraçou.

- Calma Barbra, jaja teremos notícias, e tenho certeza que serão as melhores, escuta você comeu alguma coisa? - Rachel, como foi apresentada a mim, negou com a cabeça. - Blaine, busca um café bem forte para ela, vem Rachel vamos sentar - quando estávamos todos prestes a sentar, uma médica sai de uma das portas, ela não é alta, é morena, e muito atraente, não sei porque me chamou a atenção mesmo ela estando com a roupa com vestígios de sangue.

- Por favor, os parentes do Sr. Jesse St. James.

- Eu sou a esposa Doutora, como está meu marido, por favor ele já acordou, eu preciso vê-lo - Rachel estava desesperada.

- Se acalme senhorita, eu sou a Doutora Amanda Scott, seu marido ainda está na sala de cirurgia em observação, o acidente que ele sofreu foi grave, houve uma grande perda de sangue, me desculpe por contar-lhe essas coisas, mas senhora, a situação de seu marido infelizmente ainda é instável, ele está em observação, sua situação é delicada, preciso que a senhora seja forte neste momento  - Dra Scott colocou sua mão direita no ombro de Rachel - Eu sei que não é fácil esperar, mas saiba que estamos fazendo o possível e o impossível por seu marido, a Dra Lopes é uma das médicas mais competentes que conheço e ela está neste momento com seu marido, precisamos aguardar as próximas 24 horas para ver como o Sr James vai reagir a cirurgia, agora se me dão licença, preciso voltar para lá, fique tranquila que qualquer nova informação eu trarei a senhora o mais rápido possível.

- Obrigada Doutora, e por favor não deixe ele morrer - a Dra assentiu e voltou pela mesma porta que a trouxe, ela era diferente,de traços latinos, muito concentrada e muito bonita, chacoalhei a cabeça por um instante, "você bebeu demais Beca", minha consciência estava dizendo.

- Bom Blaine, nós já vamos, se precisar de algo cara, conte conosco, ficaremos felizes em ajudá-los - Bumper se manifestou, nos despedimos de todos senti uma certa tristeza por Rachel, não devia estar sendo fácil para ela, a imagem da Dra Scott surgiu em minha mente, espero realmente que ela consiga salvá-lo.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Desculpem a demora...vou postar um novo capitulo amanhã...até mais!


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