História God Only Knows - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Styles, Liam Payne, One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne
Tags Amor Proibido, Brigas, Harry Styles, One Direction, Religião
Visualizações 63
Palavras 2.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eai gente, prontos pra esse capítulo? O último foi bem pesado, então o truque pra esse, é que fosse mais leve.

BOA LEITURA.

Capítulo 8 - Convite


 Despertei percebendo que o lugar que eu estava não era meu quarto. Eu estava novamente no quarto de Larissa. Me sentei na cama de solavanco assustada em estar ali, e todo o mundo rodou comigo, tinha levantado rápido demais. Coloquei a mão na cabeça tentando aliviar o acontecido, e logo ouvi uma risada doce vindo da porta.

 − Nunca aprendeu que não se pode levantar assim? – Liam continuava rindo com uma bandeja em mãos, caminhando em minha direção.

 Ele pousou a bandeja no criado mudo e eu pude ver um copo com água e um comprido, sem dúvidas para dor.

 − Larissa está lá embaixo? – Perguntei pegando o comprimido e colocando na boca tomando a água por cima.

 Não era importante saber quais eram os comprimidos, o casal ali nunca me machucaria.

 − Está preparando o almoço. – Eu respondi com um sorriso sem humor – Harry estará de alta em alguns dias.

 − No fim, não foi nada tão grave assim, não é? – Dei de ombros pronta para dar o assunto por encerrado, mas quando passei a mão pelo pescoço dolorido, só pude sentir a dor piorar.

 − Assim vai doer sempre. – Liam afastou minhas mãos e examinou meu pescoço com cuidado. – Sabe, é muito bom ter um pai médico e uma noiva enfermeira, eu aprendi algumas coisas. Mesmo assim, eu não sei como resolver seu problema.

 − Não tem problema, as marcas vão sumir com o tempo. – Eu disse como se aquilo não me afetasse.

 Aquela situação era muito estranha.

 − Estou falando do outro problema.

 Ele estava tratando do assunto tão normalmente, que parecia Larissa. Ela sim, acompanhava aquela cena ano após ano, sempre tentando me salvar, e eu não conseguia simplesmente me soltar de meu pai. O reverendo não fazia nada por mal.

 − Você sempre soube, não é? – Perguntei fazendo meu amigo parecer um pouco culpado. – Eu não ligo. Eu só não quero que conte a ninguém.

 − Até quando pretendo ficar apanhando dele? Sabe que pode se livrar disso quando quiser, saia de casa. – Era uma bela pergunta seguida por uma ótima proposta.

 − Ele é meu pai...

 − Sim, Pietra. Seu pai. – Meu amigo me interrompeu como se estivesse com a razão, e falou mais alto que eu me fazendo prestar atenção. – Seu pai está praticamente te espancando dizendo que faz isso em nome de Deus, e você quer ficar com ele ainda? Eu não sei o que ele fez com você na infância, mas você precisa se libertar disso. Se você quiser, quando eu e Larissa nos casarmos, não ligo se você tiver que morar conosco para fugir do seu pai. – Ele respirou fundo e balançou a cabeça como se ignorasse o assunto. – Aliás, o que vai fazer com relação a Harry? Porque é evidente que seu pai te bateu por vocês se aproximarem.

 Respirei fundo tentando achar uma reposta para aquilo. Eu não queria ter que chegar ao nível de me afastar de Harry permanentemente.

 − Não sei, acho que me afastar de Harry pelo menos por enquanto vai ser a melhor saída para mim.  

 Apesar de não querer admitir, aquela ainda era a melhor saída. Liam e Larissa eram as melhores pessoas do mundo, sempre ficaram do meu lado, principalmente com o que eu sofria embaixo do teto de meu pai. Mesmo com o convite de meu amigo, eu não podia aceitar sair de casa, o reverendo Kevin ainda era meu pai, e ele precisava de mim, talvez só eu fosse a pessoa a salvar ele.

 − E agora? Vai voltar para casa? – Aquela era a melhor pergunta no momento.

 Acontece que eu não queria voltar para casa.

 − Vou ficar uns dias aqui. Depois disso vejo o que vou fazer.

 Sem dúvidas eu precisava de um tempo para pensar, e nesse tempo, eu não podia ter o meu pai por perto.

 [...]

 Já era o terceiro dia longe de meu pai, e eu nunca tinha me sentido tão feliz. Larissa e Liam eram maravilhosos, eles podiam fazer qualquer pessoa dar risada, e eu como uma bela retardada mal me continha.

 − Harry mandou mensagem dizendo que vai sair do hospital hoje. – Larissa comentou voltando para a sala com uma bacia cheia de pipocas. – Vai querer vê-lo?

 Estávamos sentadas no chão da sala, prontas para ver algum filme melosos como sempre. Até mesmo algo aleatório que passasse em algum canal serviria no momento.

 − Eu não sei, não dá para esquecer que a confusão que eu me meti foi por vê-lo. – Balancei os ombros tentando parecer indiferente, e pelo visto minha amiga entendeu que eu não queria falar sobre o assunto.

 Nos dias que fiquei em sua casa, estabelecemos uma regra onde falar sobre meu pai erra proibido, mesmo assim, falar sobre Harry não era a mesma coisa. A confusão armada com meu pai não tinha sido culpa dele, tinha sido culpa minha que me deixei ser pega, mas mesmo assim, ao tocar em se nome eu me lembrava do que tinha acontecido.

 − Quando vai contar para Liam o que aconteceu na boate? – Perguntei para ela como quem não queria nada e logo enchi a boca de pipocas.

 A verdade era que eu nem tinha tocado nesse assunto com ela ainda. Meu amigo estava cuidando de mim como se eu fosse sua irmã menor, e isso nunca nos dava tempo para tocar no assunto.

 − Eu não vou contar. – Ela me imitou e até mesmo algumas pipocas caíram no chão, nos fazendo rir. – Qualquer mentira sobre minha virgindade vai entrar na cabeça dele, sei lá, e se eu disser que quando tinha quinze anos bati com força contra o guidom da bicicleta e meu hímen quebrou? É uma ótima desculpa, não pode negar.

 − Não é não. – Eu respondi dando risada, muita risada. – Ele nunca vai acreditar nisso.

 − Pietra, você só me coloca pra baixo. Chata. – Rimos mais um pouco enquanto ela mapeava os canais da televisão e a campainha tocou nos assustando. – Que estranho. Mandei Liam ficar em casa. Você chamou alguém?

 − Não, vai que seu noivo que vai acreditar na história do guidom da bicicleta que falar sobre isso? – Me virei no chão da sala enquanto ela se levantava e eu a acompanhava com os olhos.

 Larissa deu risada parando no meio do caminho para recuperar o folego, e depois fez cara de séria para atender a porta. Até parece que Liam ia mesmo acreditar naquela história. Continuei a comer algumas pipocas enquanto minha amiga não voltava com o noivinho de ouro, até que eu percebi que ela estava demorando.

 − Pietra. – Olhei para ela vendo Larissa séria e parada olhando as próprias mãos. – É para você.

 Me levantei achando estranho aquilo, mas logo percebi que não era assim tão estranho. Quando minha amiga se afastou um pouco, eu pude ver meu pai bem vestido como sempre, e com um olhar afetuoso direcionado a mim. Todo o meu corpo parecia ter entrado em choque, e eu não sabia se queria mesmo falar com ele.

 Mesmo assim, ele estava ali, e eu não podia simplesmente dar as costas para ele e sair andando. Era meu pai. Sorri sem humor para Larissa enquanto passava por ela e tomei rumo até a porta com a expressão mais madura e forte que eu tinha.

 − O que veio fazer aqui? – Perguntei com um tom rude que normalmente eu não uso com ele.

 − Vim te chamar para ir para casa. Seus tios vieram passar o dia conosco, seus primos querem ver você. – Então aquele era o truque dele? Fazer com que a família reunida tivesse força o suficiente para me colocar dentro de casa novamente.

 − Eu apareço por lá depois, se nada parecer mais interessante. – Eu estava me fazendo de forte. Mas era importante para mim, ver minha família. Eu amava meus primos e meus tios com todas as forças, e eu não poderia nunca, negar uma visita deles. – Larissa e Liam vão comigo se quiserem, e se Harry estiver com Liam ele também vai.

 − Um garoto como Harry na minha casa, Pietra? Com a nossa família? – Ele tinha mesmo que debater comigo, não é?

 − São as minhas condições. Nossa família não é completamente preconceituosa como o senhor. – Respirei fundo piscando algumas vezes. – É melhor aceitar assim, ou não voltarei a pisar em casa por um bom tempo.

 Claro que eu não estava falando sério, mas ele não sabia disso. Eu odiava abusar da hospitalidade de Larissa, e com ela se casando eu não queria me meter entre os recém-casados. O tempo que ela estava gastando comigo, deveria ser gasto com as coisas do casamento, ele estava bem próximo pelo que eu me lembre.

 − Tudo bem, ele pode vir. – Quase tive um troço quando papai permitiu. Aquilo parecia um sonho. Já imaginei meteoros caindo na Terra e interrompendo o momento, de tão impossível que era. – Apenas dessa vez.

 Sorri contente para meu pai e ele fez o mesmo me mandando um aceno com a cabeça e voltando para o carro. Quando ele finalmente deu a parte e parou de me encarar, porque sim, ele fez isso, eu dei meia volta fechando a porta e fui cutucar Larissa até ela jogar pipoca na minha cara.

 − Vamos, tem festa lá em casa! – A convidei sorrindo.

 − Oba, boca livre!    

 [...]

 Eu sentia falta de todos os meus primos e tios, todos os dias. Costumávamos ser uma família grande, e bem unida quando eu era menor, sempre saíamos juntos, e meus tios viviam em minha casa, depois tudo começou a mudar, meus primos pararam de aparecer e todo o resto também. Eu tinha dois tios morando em outras cidades, menores que eram próximas, mas a maior parte deles se mudaram para as cidades grandes do centro do país.

 − Eu ainda tento decorar os nomes de todo mundo, imagina chamar sua tia pelo nome da sua prima? – Larissa disse dentro do carro comigo, ela tinha vindo dirigindo. Nós convidamos Liam e ele disse que apareceria depois, também disse que só viria parar ficar de olho no meu pai.

 − É fácil, vamos tentar novamente ok? – Comecei a numerar as pessoas pelos dedos. – Meu pai é o filho mais velho, tem eu como filha. Depois dele vem a tia Ana Lídia, ela é mãe da Lidiane e do Rafael. Depois dela, vem a tia Aldenoura, acredite, o nome dela não é a coisa mais estranha do mundo, o dos filhos são piores. – Ri ao me lembrar dos meus primos mais velhos. – A contagem é, Aldevânia, Roniéris, Robiéris e Aldenadia. Ela tem mais uma filha chamada Aldelândia, eu nunca a vi, papai diz que ela virou prostituta.

 − Olha Pietra, seu futuro emprego. – Olhei Larissa fingindo estar indignada.

 − Continuando. – Eu disse revirando os olhos. – Depois da tia Aldenoura vem o tio Azarias, a filha dele parece um clone de mim. – Manuela era o nome da menina, ela fazia o tipo mimada, mas era um doce de criança. – Então, vem o tio Argeu, pai do Adam, e das gêmeas, Amanda e Ananda. Por fim, tem a tia Anadia mãe da Ana Vitória, Ezequiel e Debora.

 Larissa estacionou o carro na frente da minha casa, mesmo que tenha demorado para achar uma vaga, já que cada tio meu veio com seu próprio carro e meus primos também.

 − E aí está a grande família Scotter. – Nós duas saímos do carro sorrindo, era uma família enorme de verdade. – Você sabe que seus familiares tem um problema com nomes iniciados com a letra A, né?

 − Meus avós eram Anizia e Antônio, o que você esperava?

 Enquanto eu brincava com Larissa e caminhava até a porta de casa, alguns dos meus primos mais novos surgiram correndo do jardim, contornando a casa, e por pouco não esbarraram em nós. Tentamos desviar, mas acabamos sucumbidas pelas crianças e nos juntamos para que pudéssemos agarrar todos juntos em um grande abraço.

 − Pie! Pie! – E lá estavam eles me abraçando e gritando meu apelido de tortinha.

 − Cuidado crianças, eu acordei agora. – Eu os alertei, mas na verdade só estava querendo que me soltassem mesmo. As menores ali eram as gêmeas, e depois vinha Manuela, Ezequiel e Debora. Fora eles tinham duas novas crianças ali. – E vocês dois, vieram com quem?

 Um menino bem pequeno com uns três anos estava correndo com os outros, e uma menina maior aparentava sete, segurava o pequeno para que não fosse muito longe.

 − O menorzinho é filho do Roniéris. Chama Ryan. – Olhei para trás vendo Lidiane, brigávamos muito quando menores, mas no fim começamos a nos dar muito bem. – A menina maior é filha da Adelândia. – Quase arregalei meus olhos ao ouvir aquilo, filha da prostituta. – Ela se chama Manuele.

 Revirei os olhos vendo que a família não era muito criativa, agora tínhamos duas crianças com o mesmo nome, assim não dava para não confundir. Me aproximei de Lidiane deixando que as crianças voltassem a correr e abracei minha prima com força, eu sentia falta dela. Meus primos com filhos, era apenas um sinal de que eu estava realmente ficando velha, e que a família estava aumentando, longe dessa cidade pequena.

 Larissa e Lidiane também se cumprimentaram mesmo não sendo tão amigas.

 − Fiquei sabendo que vai se casar. – Minha prima se direcionou para minha amiga. – Eu preciso conhecer o noivo, eu não aprovei isso ainda.

 − Pois se prepare. – Larissa apontou para um carro preto que tentava estacionar um pouco mais longe de casa. – Ele está vindo para cá.

 Quando de longe, eu vi a porta do motorista abrir e Liam sair dela rindo para nós, pensei que talvez Harry não tenha aceitado vir, tinha saído do hospital recentemente deveria estar com os curativos ainda, mas contrariando meu pensamento a porta do passageiro também abriu e o rapaz rebelde saiu de lá. Como eu disse, curativos enfeitavam seu corpo, havia um até mesmo na testa. Ele parecia melhor do que quando o vi no hospital, pelo menos.

 − Não é muito da minha conta, mas o amigo dele é solteiro?

 Eu e Larissa nos encaramos antes que qualquer uma das duas pudesse responder à pergunta de minha prima, mas eu logo assenti com a cabeça que sim e minha amiga me interrompeu.

 − Não, ele não está. Aquele é Harry Styles, Lidiane. Vai dizer que nunca ouviu falar.

 Lidiane poderia correr para ele se quisesse, mas Larissa e sua frase cumplice jogaram toda a história para cima de mim, como se eu fosse a pessoa motivo para ele não estar solteiro. Minha prima foi obrigada a rir, eu não queria aquilo.

 − Pietra sequestrou o coração do Styles? Eu já ouvi falar dele, bem por cima, minha mãe faz comentários.

 − Ele é um pé no saco, fez piadas sobre as pernas da Pietra estarem abertas para ele igual as portas de uma igreja. – Larissa contou baixinho para minha prima, mas eu acabei ouvindo e revirando os olhos. – No fim das contas, ele só é um rebelde sem causa, sabe como é, um bad boy por status.

 Talvez fosse o momento de eu ter uma conversa com minha prima, ela podia me contar as coisas sobre Harry que minha tia tinha falado. Não que eu me importe com fofocas, mas quando se tratava dele, eu era curiosa.

 − Bom dia. – Liam cumprimentou minha prima e logo depois a mim, ele e Larissa se beijaram brevemente logo depois e eu fingi não perceber que estavam envergonhados.

 − Bom dia. – Nós também saudamos os meninos, enquanto Harry fazia apenas um aceno com a cabeça.

 O grito das crianças correndo pela entrada da casa novamente chamou nossa atenção e até mesmo eu olhei para trás rapidamente. Os grandes corriam muito mais que os pequenos e os mesmos tentavam acompanhar, mas não conseguiam. Um dos menores quis imitar a brincadeira dos grandes e quis pular os degraus, da escada. O pequeno Ryan quis pular dois degraus de uma vez e acabou caindo com os joelhos no chão, o choro dele foi a coisa que a gente conseguiu ouvir depois.

 Eu e Lidiane trocamos olhares até cair correndo até o pequeno, onde eu o tirei do chão e comecei a consolar o choro da criança. Harry também se aproximou do pequenino e logo o tirou do meu colo, enquanto eu, assustada com sua atitude, comecei a examinar o machucado que ele tinha no joelho.

 − Pietra? – Olhei para a porta vendo meu pai e uma de minhas tias. – O que aconteceu?

 − Ele apenas caiu. – Observei enquanto Harry parecia consolar Ryan, e quase sorri com aquilo. Talvez ele fosse um bom pai um dia, se quisesse ser.

 − Vem comigo, vamos levar ele lá para cima e fazer um curativo. – Toquei o braço de Harry de maneira terna sabendo que meu pai estava vendo a cena.

 Olhei para o reverendo enquanto passávamos pela porta da frente da casa, e quase comentei que era assim que Harry deveria ser tratado, sempre pela porta da frente. 


Notas Finais


FALE COM A AUTORA: https://twitter.com/moretaylorthis
VERSÃO ORIGINAL NO WATTPAD: https://www.wattpad.com/story/51785841-apenas-deus-sabe
PLAYLIST DA FANFIC: https://open.spotify.com/user/22vqcaiqes7ahbpzjzeco2qzi/playlist/7F2qyyHUvNTSN9wDIiOCG0
TEMOS GRUPO NO WPP, QUEM QUISER ENTRAR É SÓ AVISAR.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...