História Golden - parte I - Capítulo 71


Escrita por: ~

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Categorias The Vamps
Personagens Bradley Simpson, Connor Ball, James McVey, Tristan Evans
Tags Brad, Bradley, Con, Connor, Golden, James, Last Night, Londres, Meet The Vamps, Somebody To You, The Vamps, Tris, Tristan, Vampette
Visualizações 26
Palavras 1.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 71 - Move on


— Cath, abre a porta. Tem três dias que você não sai desse apartamento e não da sinal de vida. — Eleanor berrava e batia insistentemente na porta. 

— Amiga, abre aqui. Você sabe que precisa da gente agora, que não pode de isolar. — Lottie completou.

Eu não queria abrir, ainda mais por meu cabelo estar despenteado por 3 dias, e hoje eu nem ter tomado banho. E saber que no primeiro abraço me transbordarei em lágrimas.

— Eu sei que você está ai, tô ouvindo você fungar. — Lottie disse baixinho perto da porta.

— Me desculpa, vocês podem voltar mais tarde? — pedi infelizmente com uma voz incontrolável de choro que fez com que as meninas insistissem ainda mais.

— Abre, amiga. — Eleanor foi tão serena dessa vez, eu sei que preciso delas. Parei de querer ser durona e destranquei a porta. 

— Bem-vindas ao que sou. — disse de cabeça baixa, as duas vieram até mim e se agarram em minha pessoa. 

Era tudo que eu estava precisando mas queria ignorar. Chorei no ombro das meninas por alguns minutos até que Eleanor deu um beijo em minha testa e disse que iria até a cozinha fazer um café.

Lottie me levou até meu quarto, abriu meu guarda-roupa e tirou um pijama limpo da gaveta. Enquanto eu esperava sentada na cama, ela enchia a banheira e colocava uns sais de banho. O instinto maternal dela me agradava e me passava certo conforto. Mesmo que eu me sinta boba por estar nessa situação tão deprimente, só quero sofrer logo o que tenho para sofrer. Já me fiz muito de durona e tentei ignorar os momentos ruins achando que eu poderia simplesmente fingir que nada aconteceu, mas uma hora ou outra eles vinham e me faziam desabar quando na verdade eu já deveria estar em paz. Não adio mais o sofrimento.

— Entre logo na banheira, não deixe a água esfriar. Ah, e lava esse cabelo, quando terminar me chame e eu darei um jeito nele. Não esqueça que tem uma amiga cabeleira e maquiadora. — Lottie disse isso e antes de sair do quarto deu uma picadela.

Removi minha roupa por completo e entrei delicadamente naquela água maravilhosamente morna. Foi como um abraço apertado. Esse banho parecia estar tirando um peso de mim, trazendo um alívio.
Depois de quase 10 minutos aqui dentro era hora de ir. Mesmo que eu não esteja pronta para conversar com as meninas sobre o ocorrido. É péssima a sensação de ter sido traída. Você faz tantos planos com a pessoa, está sempre sonhando com um futuro ao lado dela e de repente algo acontece e desconstrói tudo que juntos haviam feito. A angústia é tamanha, chega a ser inexplicável. O pior é o sentimento de insuficiência. Por mais que saibamos que o traidor seja o errado, as paranóias são inevitáveis.

Só quero que minha paz volte e eu possa seguir em frente.

— Oi, se sente melhor? — Lottie perguntou ao me ver. O apartamento é em conceito aberto, mesmo que as duas estivessem tecnicamente na cozinha, não havia paredes separando a sala deste outro cômodo.

— Acredito que sim, o banho me trouxe energias novas.

— Fico muito feliz por isso. Agora se sente, fizemos um café da manhã especial para você. — Eleanor falou com um sorriso enorme no rosto.

— Com direito a croissant? Estou muito lisonjeada. — na face das duas estava estampado o desejo de tagarelar sobre o que aconteceu, mas até então se seguravam bem.

— O que acha de almoçarmos hoje na casa de Nicholas? Esse convite é para você também, Eleanor.

— Opa, eu aceito. E você Cath? — els perguntou.

— Não sei se...

— Ah, esqueci de falar que eu não aceito “não” e nem nenhuma outra desculpa como resposta. — Charlottie me interrompeu antes que eu inventasse qualquer coisa. E como conheço a amiga que tenho, tentar insistir no contrário não vai mudar nada.

— Okay, então enquanto eu como escolha outra roupa para mim, você escolheu bem o pijama. — disse isso e as fiz sorrir.

— Sim, madame, eu irei. Não demore, você está precisando de uma make também. Essa carinha inchada não vai passear por ai.

— Até que não foi uma má ideia abrir a porta para vocês. — dei de ombros e mais uma vez as meninas sorriram.

— Hey, pare de fracassar nossa missão, nós que viemos para te alegrar. — Eleanor disse e me direcionou um olhar de olhos espremidos.

— Boba, venha cá. — Levantei e a puxei para um abraço apertado. — Muito obrigada por ter vindo.

— Não agradeça, essa não é mais do que minha obrigação de amiga. Eu nem imagino o que você esteja passando, mas sei que provavelmente não está pronta para falar disso agora. Então, quando estiver me ligue, vá a minha casa, faça sinal de fumaça, não importa. Só tenha a certeza de que estarei aqui para você. — ela me disse isso e eu a abracei mais forte ainda.

— Cath, venha logo. Já são quase 11h da manhã e ainda temos muito o que fazer. — Charlottie gritou cobrando minha presença.
— Espere, ainda tenho que arrumar a cozinha. — respondi também gritando.

— Rum! Não precisa, eu cuidarei disso, essa bagunça eu quem fiz.

— Se toda bagunça fosse como essa eu até contrataria você para bagunçar meu apartamento todos os dias.

— Você é muito boba, mas obrigada. Agora cuide, ou a Charlottie tem um troço.

Exatamente às 12h fiquei pronta. A garota secou meu cabelo, modelou com babyliss, passou milhares de produtos que ela trouxe e por fim prendeu as mechas da frente como eu costumo fazer. A maquiagem foi simples mas era um tal de corretivo para isso e aquilo, base, pó e segundo ela faria um modelo diurno nunca visto. Pelo menos não por mim. Ela queria que eu me sentisse da família real. Não aguento ficar perto dessa mulher e não sorrir. Agradeço muito pelo dia que ela apareceu em minha vida.

— Posso ligar para o táxi? — indaguei.

— Táxi? — Lottie indagou. — Jamais, meu amor. Eleanor está poderosíssima dirigindo seu próprio carro.

— Uau! Agora sim as coisas ficaram boas.

— Estão prontas então? Por que a Dominc Toretto aqui está doida para pegar no volante rumo ao almoço. — quando Ellie disse isso eu e Char rimos bem alto.

— Depois dessa só podemos desejar ir logo. — completei.

Em meio a muitas piadas e brincadeiras descemos o elevador e fomos até o carro estacionado do outro lado da rua.


Notas Finais




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