História GOOD GIRL[p.j] - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias 100%, Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hentai, Jimin, Jung Hoseok, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Kpop, Min Yoongi, Park Jimin
Visualizações 20
Palavras 1.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - 1.3


×S/n×


--Tão fofinha.- Jimin me imitou, sorri.


Continuei a olhar as árvores até meus olhos começarem a cansar, e finalmente dormi.

...


-S/n, acorde... Já chegamos.- Escutei a voz de Jimin, me chamar. Abri os olhos lentamente e olhei em volta, ainda estava dentro do carro, a minha frente uma casa não tão enorme quanto a de Jimin, talvez ele tenha feito isso somente pensando em nós dois.


-Onde estamos?- Perguntei depois de algum tempo, Park me ajudou sair do carro e passou seu braço pelos meus ombros.


-É uma casa antiga da minha família...- Suspirou e olhou em volta.- Todo mês, por volta de uma semana eu largo tudo o que estou fazendo e passo um tempo aqui, sozinho.- Me olhou.- Mas agora estou com você.


Pensar sobre tudo isso é estranho, já faz algum tempo que Jimin está sendo legal, já faz um tempo que suas emoções não explodem também... Mas a grande verdade é que Park Jimin é uma bomba relógio, você tem que tomar cuidado ao tentar desarma-la, pois qualquer movimento errôneo, tudo vai pelos ares.


-Quer conhecer a lá dentro?- Perguntou. Concordei e entramos, ao entrar Jimin suspirou, como se tivesse arrependido. Dentro da casa, era basicamente uma casa de campo, a maioria das coisas eram de madeira, coisas como piso, as mesas, e as paredes. Tudo combinava tão bem, a família Park realmente tem um bom gosto.


Jimin parou ao meu lado, com suas mãos nos bolsos da calça jeans escura que estava usando, ele me olhava apreensivo.


-Por quê está encarando?-Perguntei. Ele apenas negou com a cabeça, e olhou em volta.


-Pensei em muitas fantasias com você, nessa casa. -Fez um bico, como alguém consegue falar uma coisa dessas e parecer fofo?


-Você precisa de Jesus.- O olhei com desdém, Jimin apenas deu de ombros.


-Apenas acontece, sempre te via com aquele uniforme, e me pegava pensando em tirá-lo, e tê-la só pra mim.- Falou enquanto gesticulava.


-Você tem problemas, Jimin.


-Eu sei, eu sei.- Concordou.- Desculpe... -Jimin se sentou e eu fiz o mesmo.


-Park...-


-Eu sei o que você vai perguntar...-Me interrompeu.


-Você vai me contar? -Perguntei.


-Você não lembra de mim?-Perguntou, com certeza Jimin não ia me contar tudo isso começou, mas essa pergunta me deixou curiosa. Balancei cabeça, negativamente.


-Não...-Jimin concordou e então ficamos em silêncio por alguns segundos.


-Preciso terminar de tirar as coisas do carro. - Lenvantou-se, e coçou a nuca.


-Eu te ajudo. -Levantei também mas Jimin negou e saiu. - Certo, não quer ajuda? Tudo bem. - Sussurrei, andei pelo corredor e entrei um dos quartos, o único que estava com a porta aberta.


Escutei alguns barulhos na porta da frente, deveria ser Park, sentei na cama que estava perfeitamente arrumada. Jimin entrou no quarto e deixou as malas perto da porta, tirou o sobre tudo e passou a mão pelos cabelos e colocou as mãos na cintura.


-Eu quero te perguntar isso à um tempo... - Se virou pra mim. - Você gosta do Ho Shin?


Suspirei, e neguei, Jimin continou:


-Ele gosta de você, S/n.


-Ele não gosta de mim, Park. - Levantei e fui até ele. -E mesmo se gostasse não iria fazer diferença, você acabaria matando nós dois.- Dei de ombros e sai do quarto.


Meu coração começou a bater forte. Preciso de algo que me faça ficar concentrada ao ponto de calar essa minha boca.


Abri a porta dos fundos, dava pra um pequeno jardim. Pelo visto, alguém na família de Park gostava muito de flores.
Sentei em uma das cadeiras que haviam ali, respirei fundo, o dia estava lindo; o céu azul com poucas nuvens e os pássaros cantando o faz com que ele seja um dos melhores dias.


-Você quer sair?-Park perguntou tirando minha atenção que estava voltada aos meus pulsos ainda machucados. Neguei.- Tem certeza?- Concordei.


-Não quero sair.-Engoli seco.


-Estou tentando fazer o melhor...-Começou e me preparei mentalmente pra não falar nada que estragaria minha noite.- Estou fazendo o melhor para que você não me veja apenas como "Park Jimin, o cara que.."-


-Não é fácil. Eu sempre fico me limitando 'Talvez isso não seja o adequado" Eu penso toda vez em que você fala comigo. Não importa o que você faça, eu nunca vou te ver de outro jeito. Mesmo que eu finja, eu nunca vou conseguir me enganar.-Suspirei.


Jimin se levantou e foi pro quarto, assim que entrou bateu a porta com força. Encarei a televisão, e tentei prestar atenção no programa aleatório que estava passando, tentei ignorar o alerta que piscava na minha cabeça em enormes letras vermelhas "Você foi longe demais". Mas eu não conseguia.


Eu não iria falar com Park, não iria furar meu orgulho, estava confusa demais para isso. Eu apenas queria voltar a algumas semanas atrás e ser aquela adolescente que eu era.


Ouvir a porta do quarto ser aberta novamente. E Park sair com alguns livros nas mãos, ele parou na minha frente e me entregou os livros e sair novamente.


Encarei os livros que, agora pude perceber eram álbuns e comecei a folhear as páginas.


Cartas, fotos, adesivos, claramente tudo feito por uma criança, cheguei a última folha e comecei a ler.


Jiminnie, hoje foi um dia longo. Queria poder brincar mais com você, mas minha omma não deixou. Ela me disse que não iria me deixar brincar com você, nem ver você. Agora posso te mandar cartas, parece que voltamos à algum tempo bem antigo, mas você é meu amigo, não posso te deixar."


Franzi o cenho e peguei outro álbum. Park chegou novamente e se sentou ao meu lado com uma lata de cerveja nas mãos.


-Há uns sete anos atrás, uma garota disse que nunca iria me deixar.-Deu um gole na cerveja.- Mas um dia ela parou de enviar cartas... Eu não podia a ver, então prometi que quando eu crescesse eu iria procurar ela. Mas não foi tão fácil, ela sempre foi muito apegada a mãe dela, e chamava atenção de muitos garotos, não liguei muito, até no dia em que um um de seus amigos a pediu um namoro e ela aceitou, então eu fiquei com raiva. Dessa vez minha promessa foi que ela iria ser minha...


-O que isso tem haver comigo?-Perguntei e Jimin deu mais um gole da cerveja e me beijou, achei estranho mas retribui.


-Você deveria me dar parabéns...-Falou quando nos separamos-  Até o momento, eu cumpri minha promessa.

















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