História Gunê Código Virtual - Capítulo 45


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Categorias Malhação
Tags Benê, Brunogadiol, Casal, Daphnebozaski, Drama, Ficção, Gune, Guto, Malhação, Novela, Virtual
Visualizações 235
Palavras 2.714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!!!



>> Se vcs ja amavam o Bruno, amaram ele ainda mais nesse capitulo. Bruno arrasando como smp!! <3 <<

Capítulo 45 - Eu confio em voce


Fanfic / Fanfiction Gunê Código Virtual - Capítulo 45 - Eu confio em voce

Daphne P.O.V

 

Os pais da Giovana chamou o Bruno para conversar com ele e eu aproveitei a deixa para ir ate o carro dele. As coisas que a Giovana havia me contado momento antes não saia da minha cabeca.

Ela estava em uma situacao muito dificil, claro que com o tempo ela iria se acostumar querendo ou não, mas em um momento como esse a melhor coisa seria ter alguém que realmente gostamos ali junto. E eu pude ver nos olhos dela que a mesma ainda gostava do Bruno, mas ao mesmo tempo eu lembrava do que eu sentia por ele e … Aquilo estava me deixando muito confusa. Eu não queria terminar com ele porque eu o amava, mas ao mesmo tempo eu não poderia ser egoista e pensar somente em mim.

 

A porta do carro foi aberta e o Bruno entrou, me tirando daqueles pensamentos.

 

- O que eles queriam com você? – perguntei assim que ele colocou o cinto

- Nada, eles só queriam saber como eu estava. Os pais da Giovana sempre me trataram bem. – assenti

 

Foi somente isso que conversamos o caminho todo. Eu preferia daquele jeito.

Falar com o Bruno só iria me deixar ainda mais confusa.

 

- Chegamos! – ele disse e eu olhei para o lado – Aconteceu alguma coisa? – olhei pra ele e neguei – Voce passou o caminho todo calada, isso e bem estranho.

- Nao, eu só sentir uma dor de cabeca, mas já vai passar. – forcei um riso e ele segurou o meu rosto e se aproximou para me beijar, mas eu me afastei – Eu não estou me sentindo muito bem, Bruno, me desculpa. – ele suspirou e tirou cinto de seguranca

- Tem certeza de que não quer me falar nada?

- Eu acho que a gente precisa conversar sobre o nosso relacionamento. – ele negou com a cabeca

- Nao. Nos não temos nada pra falar. – passei a mao no rosto

- Olha Bruno, eu… – fui interrompida

- Eu ouvir tudo. – olhei pra ele e franzi a testa – Eu não vou ficar com ela e nem aceitarei um fim nosso.

- Voce não acha que esta sendo egoista? Bruno, ela sofreu um acidente e.. – ele me interrompeu

- A única pessoa egoista aqui e ela, que esta se aproveitando da situacao.

- Ela disse que com você seria mais facil aceita, talvez seja mesmo. – disse e ele riu sem humor – Eu notei que ela sente uma coisa forte por você ainda.

- Olha pra mim – ele segurou meu rosto e alisou o mesmo – vamos ficar juntos e ninguém ira nos separar, entendido?

- Bruno… – ele não permitiu que eu terminasse de falar, aproximou o rosto do meu e juntou os nossos lábios. As minhas maos subiram rapidamente pelos seus bracos e eu alisei a sua nuca, dando algumas arranhadas de leve ali. Ele foi finalizado o beijo com alguns selinhos e juntou as nossas testa

- Vamos encerrar esse assunto por aqui, ok? – assenti – A gente se ama. Você pode achar que o certo a se fazer e ficar com ela agora, mas e o que eu sinto? Eu não a amo, Daphne, e pode ter a certeza de que mais pra frente todos nos iremos sofrer com isso. Eu por amar você, você por me amar e ela por não ser amada por mim, a Giovana sentira isso.

- Eu sei. – admiti e ele sorriu me dando um beijo na bochecha

- Se eu ficasse com ela seria por pena, e acho que nenhum ser humano no mundo merece isso. Concorda comigo?

- Concordo e já entendi o recado. – sorri e ele se afastou para olhar pra mim – Mas e ela? Acho que a Giovana achou que eu… – ele me interrompeu mais uma vez

- Eu resolvo isso. Amanha eu retorno la e converso com ela.

- Ok.

- Quer ir junto? – neguei

- Nao, eu confio em você. – ele sorriu lindamente pra mim e se aproximou para me beijar, mas ouvir algumas batidas no vidro – Ninguem merece… – resmunguei e o Bruno riu, voltando para o lugar dele.

- Isso não e hora de namorar, ainda mais em publico. – ela disse e eu revirei os olhos abrindo a porta

- Nao precisa exagerar, mae – olhei para o Bruno – amanha você me liga e diz como foi la

- Certo. – sai do carro e entrei em casa com a minha mae reclamando por eu ter ficado dentro do carro do Bruno, segundo ela ''se agarrando''.

- Mae, ele já foi, da um tempo por favor. – ela fechou a porta e eu me joguei no sofa – E eu só fiquei dentro do carro porque a senhora não permitiria que ele entrasse. Falando nisso já esta na hora da senhora trata-lo melhor, o Bruno não merece esse seu tratamento. – liguei a TV e ela sentou ao meu lado

- Voce pode ate namorar ele, mas não pode me obrigar a gostar dele.

- Nao posso mesmo. Mas a senhora poderia sem mais educada com ele, porque todos da família dele me tratam muito bem. E quando o Bruno fica na frente da senhora eu fico ate com vergonha diz forma com a senhora o ignora.

- O único que deveria sentir vergonha de alguma coisa aqui era ele, e não você. – passei a mao no rosto e encostei a cabeca no sofa

- Onde vocês foram?

- No hospital. A Giovana foi atropelada e ficou paraplegica.

- O QUE? Ela o que?

- Ficou paraplegica e quase morreu. – minha mae me olhou ainda chocada com aquela informacao

- Meu Deus! – levantei do sofa

- Agora eu vou tomar um banho e dormir. – beijei o rosto dela e fui para o meu quarto.

 

Bruno P. O. V

 

- Eu preciso do meu medico aqui. – a Giovana olhou pra mim – Poderia chama-lo? – assentiu e segurei a mao da Daphne. Eu não deixaria ela aqui sozinha com a Giovana. – Esta com medo de que? Acha mesmo que eu farei algo contra a sua namorada? Olha pra mim, eu estou sem andar! – ela disse chorando e eu fiquei tentado a levar a Daphne comigo, mas acabei cedendo.

 

Assim que fechei a porta e estava prestes a ir atras do medico responsavel pela Giovana ouvir alguns murmuros e aproximei a orelha da porta para ouvir o que elas estavam conversando. Sabia que aquilo era errado, mas eu não iria deixar a Giovana tratar a Daphne mal sendo que a única culpada era ela.

 

- Eu vou la pra…

- Eu fui na casa dele para me desculpar – a Giovana disse

- O que disse? – Daphne perguntou, parecia que ela realmente não tinha entendido

- Ele realmente deve gostar de você, mas eu o amo e sei que mesmo que no fundo ele goste de mim não ficara comigo por conta do meu estado. – fechei os olhos e neguei com a cabeca, eu sinceramente nao estava esperando por aquilo. Uma chantagem emocional.

- Do que você esta falando? – Daphne voltou a perguntar ainda sem entender

- A minha vida acaba aqui, Daphne, e você tá ai cheia de vida… andando

- Nao e assim e você sabe Giovana. – Giovana voltou a chorar

- Eu não vou aguentar segurar esse fardo. Eu já estou sofrendo muito com isso. E agora eu vejo que o perdi. Mas acho que você e a única pessoa que…

- O que você esta querendo dizer ? – algumas enfermeiras passaram por mim e me olharam confusas, mas eu ignorei

- Eu sei que você gosta dele, o Bruno e uma pessoa incrivel, e talvez eu de fato mereca isso por não ter valorizado ele antes, mas… Eu o amo Daphne! Voce pode conquistar o mundo se você quiser, você tem as suas pernas em perfeito estado, agora olha pra mim…. Eu preciso muito de alguém do meu lado nesse momento, mas eu não tenho ninguém!

- Giovana…

- Ele gosta de você e você gosta dele isso e nitido, mas eu preciso dele. Voce me entende? – a minha vontade era de abrir a porta e falar pra ela que aquela cena não adiantaria em nada, mas me controlei por estar em um hospital e pelas condicoes dela no momento.

- Sim, eu te entendo. – um medico veio na minha direcao e eu me afastei rapidamente da porta

- O senhor e o medico da Giovana? – ele assentiu

- Ela pediu que eu te chamasse, parece que não se sente muito bem.

 

Cheguei em casa e a minha mae esquentou a minha janta, aproveitei o meio tempo para contar tudo que havia rolado no hospital.

 

- A Giovana ficou paraplegica.

- Nossa! – ela colocou a mao na boca ainda sem acreditar – Isso e realmente serio? – assenti

- Sim e… – suspirei – Eu levei a Daphne junto comigo.

- E a Giovana não achou ruim?

- Muito pelo contrario, ela ate tentou encher a cabeca da Daphne com besteiras. – minha mae franziu a testa e eu continuei – A Giovana fez drama e usou disso que aconteceu para convencer a Daphne de que precisava de alguém ao lado dela. – minha mae negou com a cabeca

- E quase impossivel de acreditar que ha pessoas como ela nesse mundo! Usam de tudo para conseguir o que quer.

- Pois e, agora eu realmente sei do que ela e capaz. Mas amanha eu vou ate o hospital e… – ela me interrompeu

- Presta a atencao, Bruno. Voce acabou de voltar com a Daphne e já quer mais problemas? – ri negando

- Pode ficar despreocupada que ela já sabe e ate disse que confiava em mim. – sorri

- Hum… Isso e muito bom então. – concordei ainda sorrindo.

 

*****

 

Acordei por volta da nove, acabei acordando mais tarde porque era meu dia de folga. Eu aproveitaria o dia para ir ate o hospital e logo depois tentaria sair com a Daphne, claro, se a mae dela deixasse.

 

Os meus pais não estavam em casa e o Gabriel provavelmente tinha ido trabalhar. Preparei um café da manha rapido e depois que comi tudo fui tomar banho, eu iria ate o hospital. Quanto mais rapido eu me livrasse de mais um problema melhor.

 

1 hora depois...

 

Assim que cheguei no hospital encontrei com o pai da Giovana. Ele falava com uma enfermeira e acenou pra mim assim que me viu.

Fui ate o quarto da Giovana e ela discutia com a enfermeira, mas parou assim que me viu.

 

- Ja pode sair daqui. – ela disse empurrando a bandeja e a enfermeira pegou a mesma rapidamente para que não caisse – Bruno!? – ela sorriu – Voce por aqui a essa hora da manha?

- Eu vim conversar com você, mas se não puder falar comigo agora eu posso voltar depois.

- Claro que eu posso. – ela disse e olhou para a enfermeira – Poderia sair e nos deixar a sos? – ela disse e a moca assentiu

- Sim, qualquer coisa e só me chamar, eu estarei…

- Eu já sei, sai logo. – a mulher assentiu e foi ate a porta – Eu nem acredito que você esta aqui, Bruno

- Pois e, eu vim …

- Vem ca, eu quero um abraco. – ela sorriu e pra falar a verdade eu não queria abraca-la porque sabia que ela levaria para o outro lado, mas por educacao eu acabei abracando-a

- Voce esta bem? – perguntei assim que voltei a minha postura anterior e ela assentiu ainda com um sorriso enorme nos lábios.

- Agora estou.

- Isso e muito bom. – coloquei as maos no bolso da calca

- E sobre o que você gostaria de falar comigo?

- Na verdade e sobre ontem. – ela franziu a testa

- O que teve ontem? Eu não me recordo de nada, quer dizer… Voce veio me visitar com a sua namorada e só isso, não?

- Olha Giovana, eu não gostaria de ser mal educado ou ignorante com você, mas precisamos acertar alguns pontos. Quando nos dois terminamos, eu fiquei muito mal, não nego, mas com o tempo eu superei e conseguir te esquecer.

- Por que você esta me dizendo essas coisas?

- Porque não quero que você crie esperancas ou que ache que fazendo chantagens fara com que eu volte pra você. Não e assim que as coisas funcionam.

- Poderia ser mais claro, Bruno? Eu realmente não estou entendendo

- Voce sabe do que eu estou falando, mas se não se lembra eu irei lembra-la agora. Ontem você me pediu para ir atras do seu medico só pra ''falar'' – fiz aspas com os dedos – com a Daphne, confesso que me surpreendi ao ver você chegar a tal ponto.

- Foi isso que ela te falou? – ela riu – Sabia que ela não passava de uma sonsa. Eu não disse nada a ela Bruno, a sua namorada que veio com um papo esquisito dizendo que eu só tinha feito isso para chamar a sua atencao, eu ate neguei mas, vi que não iria resultar em nada. – agora foi a minha vez de rir

- Nao seja cinica, Giovana, a Daphne não me disse nada muito pelo contrario, eu fiquei ali na porta e ouvir tudo. Mais uma vez você quase conseguiu nos separar, mas felizmente continuaremos juntos. – ela fechou a cara – Olha Giovana, eu sei que você esta passando por um momento dificil e se por acaso precisar de mim eu estarei aqui, só que como amigo. Eu não vou deixar a Daphne pra ficar com você só porque esta paraplegica. – os olhos dela se enxeram de lagrimas e eu engoli seco

- Voce só não quer ficar comigo porque eu estou desse jeito, não e? Pode falar. – neguei

- Nao e você sabe. Eu me apaixonei pela Daphne, Giovana. Ela me faz bem e eu quero ser feliz com ela e não com você. Isso não se trata da forma fisica em que ela se encontra, mas sim do que eu sinto e eu não sinto mais nada por você ha bastante tempo

- Eu ainda acho que você só não me quer porque no fundo sabe que no estado em que eu me encontro posso te dar mais trabalho, mas e… – interrompi

- Se eu te amasse não veria mal nenhum em ficar com você. O fato de você não andar não mudaria em nada, mas acontece que eu não te amo, Giovana.

- Mas nos beijamos e eu sentir que você ainda gostava de mim.

- Voce sentiu o que de um beijo forcado? – ela fungou e olhou para os dedos – Me desculpa ser tao direto, mas essa e a verdade. Teve um tempo em que eu te amei, fiz de tudo por você e quis um final feliz para nos dois, mas infelizmente não deu, Giovana. Nao me culpe, porque você sabe que a única pessoa que quis assim foi você.

- Mas eu ainda te amo, Bruno – ela olhou pra mim – eu fui ate a sua casa para implorar pra ficar com você. –fechei os olhos por alguns segundos – Me perdoa por tudo e volta comigo, Bruno.

- Eu só vim ate aqui para esclarecer as coisas, e não, eu não vou voltar com você. – abri os olhos

- Eu espero que aconteca a mesma coisa com ela, só que bem pior. Espero que ela nunca ande e ai vamos ver se você não vira correndo ate mim. – ela sorriu entre as lagrimas – Porque eu tenho chances de andar.

- Isso não acontecera porque eu rezarei muito para que nenhum mal chegue ate ela. Creio que você só esta falando essas coisas porque esta chateada, mas se isso acontecer eu continuarei com ela porque ao contrario de você, eu nunca abandonarei quem eu amo de verdade. Espero que você volte a andar e tambem espero que o mal que você acabou de desejar para a Daphne não retorne a você. – ela riu

- Terminou com o seu discurso? – assenti

- Sim. Tenha um bom dia e essa foi a ultima vez que você me viu por aqui. Ao menos que você se arrependa de tudo e perceba que o mundo não gira em torno de você só porque tem dinheiro. Passar bem – fui ate a porta e ao fechar ouvir ela chorando. Suspirei aliviado, aquela conversa tinha sido boa pra mim, agora a minha única preocupacao seria em fazer a minha Daphne feliz.

 

 

Continua…

 

 


Notas Finais


Eleesss nao se separaram haha... '-' '-' '-' Queria so ve a reacao de vcs kkkkkkkkkkkkkkkkk, mas esse lance da Daphne querer deixar o Bruno para a Giovana foi um lance parecido que aconteceu cmg, resolvi colocar na fic para ver a opiniao de vcs e cheguei a conclusao que deveria ter repostado essa fic muito antes para que so assim eu nao fizesse a besteira de deixar o boy para outra, mas enfim... Ja foi kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Voltando... Daqui pra frente sera so flores. '-' '-' '-' '-' Pode ter algumas briguinhas de casal, mas nada tao grande ao ponto de separa-los. <3 <3 <3 Podem ficar tranquilos


Bjosssss e ate o proximo capitulo!!


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