História Hackers: You never know what will happen (Justin Bieber) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Action, Barbarapalvin, Fanfic, Justinbieber, Love
Visualizações 32
Palavras 1.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Policial, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Comentem muito

Capítulo 3 - I wish I had killed her before


   A porta foi aberta com cuidado revelando uma enfermeira desconhecida. Não a conhecia, não era a enfermeira que cuidou de mim a pouca horas.

— Boa noite mocinha.—O jeito dela era estranho, ela não tinha aparência de enfermeira, sua falta de formalidade a denunciava. Suas roupas eram curtas, parecia uma enfermeira de filme pornô.

—Boa noite.—Disse baixo, apenas observava tudo que a loira; provavelmente oxigenada; fazia.

Ela mexia com as agulhas e colocava um tipo de remédio na seringa. Era tedioso o que fazia e a idiota ainda cantarolava uma música horrosa e sua roupa estava apertada demais, as costuras quase abertas denunciavam.

Olhei atenta para o recipiente, então me assustei, o remédio era um tipo de veneno.

—Então mocinha, deixe me aplicar esse remedinho para você dormir bem a noite.—Se você aplicar isso não dormirei apenas está noite, dormirei pro resto da vida.

Me remexi na cama e peguei o objeto mais ferível que encontrei ao meu lado, era uma tesoura, que usaram para fazer meus curativos. Escondi para que ela visse e continuei normal, tirando o fato de meu corpo estava gelado de medo.

A suposta enfermeira se aproximou na intensão de me furar com aquela droga, mas eu me levantei rapidamente e apontei a tesoura, uma má ideia, pois ela sorriu e colocou uma das mãos na sua própria cintura.

—Não se mexa.—Tentei parecer ameaçadora, mas não funcionou, ela gargalhou.

—Você é mais idiota do que eu imaginava, se manca, você não consegue nem ferir uma mosca.

Sai de cima da cama cautelosa, pois não queria que ela chegasse perto

Me encostei no andador que estava perto da parede. Ele seria uma ótima arma, melhor do que a tesoura. Na verdade a tesoura é uma boa arma, tenho que chegar bem perto dela para atacar, mas em meio a isso ela poderia aplicar o remédio, pois sou lenta demais.

Peguei o pequeno andador completamente de ferro e joguei nela, ela cambaleou e caiu no chão, ela se levantou ainda um pouco tonta pela pancada, dei um soco na cabeça dela e peguei a primeira droga que vi pela frente e apliquei nela. A vadia dormiu.

Sai do quarto e andei pelos corredores, comecei a ouvir vozes e me escondi. Dois caras passaram, um deles eu reconheci. Ele era um dos cara que me bateram.

—Provavelmente Jane já deve ter feito seu trabalho. —Disse um deles, não o conhecia, mas era feio e vestia uma jaqueta preta horrosa.

—Eu queria ter matado ela antes.—Desgraçado.

Depois de perceber que a barra estava limpa eu corri, nunca fiz tanto esforço na minha vida. Já havia conseguido sair do hospital e agora corria pela rua. Queria sair da cidade o mais rápido possível, não podia arriscar e continuar por perto.

Depois de longos minutos correndo, eu já conseguia avistar a floresta que ficava perto da cidade. Estava num lugar desconhecido, nunca havia se quer ouvido falar daqui. Eu ia andando pelo matagal e os galhos deixavam arranhões que sangravam.

Me sentei para descansar em uma pedra perto de um riacho, a água parecia limpa, então entrei nele e me banhei. Realmente, a água estava limpa. Depois do banho fajuto eu continuei a andar, não podia ficar aqui parada, mesmo estando no meio do nada eles podiam me achar. Minhas pernas doíam, não tanto quanto antes, mas ainda doíam. Depois de andar um pouco mais, avistei uma cerca mal feita e atravessei pulando. Parecia uma fazenda, mas não havia animais ou plantações. Tinha apenas uma casa com a pintura descascada, tentei abri a porta de entrada, mas foi impossível, então dei uma volta no local e abri a porta dos fundos, a casa estava um pouco empoeirada, mas tirando isso estava acessível. Abri a geladeira procurando algo para comer, tinha algumas coisas, como ovos, leite industrial, refrigerante e cerveja, olhei nos armários e tinha alguns pacotes de macarrão, biscoitos etc, olhei a data de validade e nada havia vencido. Alguém morava aqui e saiu a pouco tempo.

Subi as escadas de madeira que tinha ali, ela não era muita velha, mas rangia. Andei pelo curto corredor, escolhi uma das portas e abri. Era um quarto simples, tinha uma cama de casal no meio e estava um pouco bagunçada. Havia um guarda-roupa antigo no cômodo e uma outra porta. Fui até ela e a abri. Era um banheiro, não tinha ninguém na casa por enquanto, então me despi e entrei no box para um banho, depois de alguns não muito longos minutos, sai do banheiro enrolada em uma toalha e fui até o guarda-roupa, tinha apenas roupas masculinas. Peguei uma blusa não muito grande, uma cueca e um short. Procurei por uma tesoura e cortei a peça jeans para ficar num tamanho menor. Me vesti e comecei a chacoalhar os cabelos, para seca-los.

Desci as escadas e fui até a cozinha, vasculhei os armários e peguei algumas coisas para cozinhar, preparei meu jantar e me sentei a mesa de madeira. Depois de comer, coloquei meu prato na pia, o lavei e guardei. Havia sobrado um pouco de comida, apenas deixei na panela e guardei na geladeira. Voltei para o quarto que estava anteriormente. Abri o guarda-roupa e procurei por fotos no local, tentando identificar o morador da casa.

Havia perfumes, acessórios e até dinheiro em uma gaveta, peguei o frasco de perfume e borrifei um pouco no pulso, ele era muito bom. Nas outras gavetas havia cuecas e junto delas camisinhas, uma coisa normal, pois era um homem.

Me deitei na cama e fiquei encarando o teto por um tempo, mas depois de alguns segundos terem passado acabei dormindo.

...

Arrasto meu braço pela cama,  levo minha mão até meu rosto e esfrego meus olhos. Tento me acostumar com a pequena claridade que havia no quarto devido à pequena janelinha que havia no banheiro. Me senti na cama e olho em volta. Tinha dormido demais, o dono da casa pode chegar a qualquer momento. Levanto-me rapidamente e prendo meu cabelo em um coque apertado, calço as sandálias que estavam ao lado da cama e saio do quarto, vou até a cozinha, procuro qualquer coisa para comer e depois vou até a porta principal, tento abri-la, mas não consigo. Volto a cozinha e tento abri a porta de saída, mas também estava trancada. Que eu me lembre ela não estava assim ontem. E então entro em desespero.

Ouço passos na sala e me escondo no quartinho de limpeza


Notas Finais


Favoritem e comentem, assim vocês me deixam feliz

Peço perdão por qualquer erro, dei apenas uma revisadinha básica


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