História Haila e Norman - Jogo, sedução e amor. - Capítulo 26


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Categorias Norman Reedus
Personagens Norman Reedus, Personagens Originais
Tags Amor, Daryldixon, Normanreedus, Romance, Twd
Visualizações 20
Palavras 472
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - A morte e a gratidão


Fanfic / Fanfiction Haila e Norman - Jogo, sedução e amor. - Capítulo 26 - A morte e a gratidão

O meu coração disparou ao ver cada palavra daquela manchete. Um nó imenso trancava minha garganta. Eu teria culpa daquela morte ?

Na minha cabeça eu era a única culpada por aquele suicídio, a conversa que tivemos na noite anterior ao suicídio da Diane, foi devastadora para ela, e eu pude sentir isso quando ela passou uma das mãos na minha barriga e saiu do quarto do hotel. Ela sabia que era o fim da história com o Norman, mas não achei que ela colocaria um fim em tudo, na vida, na carreira, nos sonhos e planos... E foi o fim. Lembro hoje, que, naqueles dias eu não quis sair do quarto, eu ficava pensando e repensando sobre a gravidade de tudo aquilo... O velório e enterro dela foi televisionado por algumas emissoras, e o ex marido dela estava lá de pé ao lado do caixão, chorando, e com certeza, se perguntando por que ela teria feito aquilo com a própria vida.

Oque eu acabei percebendo depois de uns dias é que Diane era amada sim, mas preferiu definhar num amor que não era endereçado à pessoa certa, seu ex marido.  Ela até sentia algum tipo de carinho pelo Norman, mas todo aquele desespero em correr pelo mundo afora para estar perto dele, era pelos carros caríssimos, as mansões que  Norman tinha, pelo status... Com certeza se ela tivesse olhado a vida pelo ângulo correto, ela teria percebido que um lugar em Hollywood não valia se humilhar tanto, perder o homem que realmente a amava, e perder a própria vida.

Norman cancelou todos os compromissos da agenda enquanto eu fiquei daquele jeito.... Confesso que eu não me recuperei totalmente daquela culpa, porque eu sei que Diane se foi culpando a nós dois, e até a nossa filha em meu ventre, mas acabei me dando conta também que ela se foi, e não voltaria, e eu estava ali, viva, com o Norman, e com minha filha em meu ventre para dar vida também, eu não podia me esconder mais por algo que não estava em meu controle.

A morte da Diane foi algo que eu precisei ver para dar mais valor à cada batida dos nossos corações, dar valor ao amor que era compartilhado na nossa casa, entre Mingus, Norman, eu e nossa filha que estava a caminho. A partir daquele episódio no qual Diane deixou este mundo, eu encontrei um poço cheio de gratidão em mim... Cada vez que eu olhava nos olhos azuis do Norman, cada vez que nossa filha se movimentava dentro de mim, a cada centímetro da minha barriga que crescia, a cada rizada que Norman, Mingus e eu dávamos ao compartilhar momentos juntos, eu era grata por estar respirando, por estar sonhando ainda, por não ter desistido, e acima de tudo por endereçar meu amor ao lugar certo: o coração do Norman.










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