História Hard To Love - Capítulo 58


Escrita por: ~

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Palavras 2.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Hentai, Luta, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de singelos 84 anos, estou postando um capítulo kkkk Sorry a todos kkk

Capítulo 58 - Anos se Passam


Fanfic / Fanfiction Hard To Love - Capítulo 58 - Anos se Passam

~Edolas~

Um jovem mago com vestes negras caminhava calmamente por um enorme corredor de pedra, junto dele estavam outros dez que tinham uma aura assustadora, coisa que parecia longe de sequer afeta-lo. Zeref caminhava para a masmorra de seu palácio junto de seus fiéis Spilgrans, já faziam 5 anos desde que suas forças enviadas para o mundo humano haviam sido tragadas de volta para Edolas.

 - Zeref-sama, não há necessidade de sua presença em um interrogatório como este. Até por que...

- Chega. Lacarde, eu quero olhar aquela aberração nos olhos, tem idéia do quanto foi difícil criar aqueles demônios?

- Sim...Meu...

- Então, cale-se. Esperei por cinco anos e não conseguimos achar um jeito de abrir os portais do mundo humano e até mesmo Eileen falhou miseravelmente em abri-los.

O homem de cabelos loiros simplesmente acena positivamente com a cabeça, atrás deles, Eileen estava apenas ouvindo tudo aquilo, detestava o modo como se referiam a sua ‘’falha’’. Ela e August se entre olham enquanto ouviam os planos de Zeref para o prisioneiro, depois de debater por horas com o mago, ela e ele conseguiram criar uma magia que mantivesse aqueles portões fechados, pois, até mesmo August já estava farto da ganância de seu mestre. Eles haviam conseguido conquistar Edolas à força, agora o mago das trevas estava com seus olhos vermelhos e cheios de cobiça voltados para o mundo humano, onde viviam aqueles, que segundo ele, o traíram. Sendo aquele o local para onde Eileen enviou sua filha e August considerava um local pacífico e sem necessidade de possuir um soberano, então, em segredo, os dois auxiliaram no selamento dos portais de Edolas.

Chegando a masmorra, Zeref ordena que apenas Eileen e August o acompanhem, subindo até a cela mais reforçada do castelo. Era possível ouvir gritos de dentro do cômodo, Zeref empurra a pesada porta e revela, Di Maria e Kyouka estavam em frente ao prisioneiro que Zeref estava dando a honra de sua presença..

- Nunca pensei que iria ser tolo o suficiente para se trancar neste mundo. Por cinco anos sendo brinquedo pessoal de Kyouka e Di Maria, não é melhor entregar sua família e se tornar um de meus servos, Ryuusen?

Ryuusen estava nú e com seu corpo cheio de cicatrizes, ele mantinha os olhos fechados e sorri ao ouvir a voz de Zeref.

- Mas que incrível...vossa majestade está aqui. Sinto muito, mas, em minha moradia atual não tenho nada a lhe oferecer.

Zeref demonstra em seu rosto o quão insatisfeito estava e desfere um chute no rosto de Ryuusen, o cinzento seguro o grito de dor com toda sua força. Horas antes Kyouka utilizou seus poderes para amplificar o limiar de dor dele, aquele chute de Zeref normalmente não doeria daquele jeito, mas, com a magia de Kyouka, era o mesmo que esmigalhar seus ossos.

- Irei fazer você desejar não ser imortal...Guarde minha palavras... – dizia Ryuusen.

~ Magnólia~

Enquanto isso o mundo humano havia voltado a desfrutar de dias de paz, os cinco anos que se passaram, pareciam ter pego carona em um foguete, pois foi extremamente corrido. Natsu e Gajeel eram obrigados a dividir seu tempo entre faculdade e treinamentos com Igneel, os dois haviam mudado pouquíssimo neste tempo, Gajeel se tornou um pouco mais sério, enquanto Natsu continuava a agir como um moleque fora do trabalho. Ele seguia os passos de Igneel e estava terminando de cursar Administração, enquanto Gajeel optou por Direito e Juvia estava fazendo Medicina, seguindo os passos de sua tia Grandine e se tornando alvo da admiração de Wendy, que também havia crescido bastante e para a felicidade de Igneel nem Wendy ou Juvia manifestaram quaisquer sinais de magia.

Segundo o rei dos dragões de fogo, ele não poderia estar mais orgulhoso, de suas crias. Nestes anos que se passaram, Igneel procurava por seu sobrinho de tempos em tempos, na esperança de encontrá-lo e trazê-lo para de baixo de suas asas novamente. Não demorou para que Lisanna viesse a aparecer, mudada em alguns aspectos, já que segundo Gajeel e Levy, a mesma não aceitou nada bem o que Ryuusen havia feito e para tentar esquecer o vazio deixado por ele, acabou se envolvendo com gente que não prestava. Mas, ainda usava o anel que havia ganho dele, era algo discreto e bonito, um anel de prata com pequenas esmeraldas encrustadas nele.

Igneel a acalmou mentindo e dizendo que ele era assim mesmo, aparecia ficava um tempo e sumia por um tempo, para depois voltar para casa. Isso parecia confortar Lisanna e a fez começar a querer voltar aos ‘’trilhos’’.

Era um belo dia ensolarado em Fiore, Natsu e Gajeel estavam num restaurante próximo a empresa de Igneel, estavam almoçando juntos e resolvendo alguns assuntos pelo celular. Nesse meio tempo Natsu e Gajeel haviam saído de casa e estavam morando com seus pares nos apartamentos que Igneel havia comprado para eles ainda quando eram crianças, segundo o ruivo havia comprado um trio de apartamentos, mas, entregou apenas aos dois. Ele queria que Juvia se formasse antes de entregar o apartamento, lógico que isso não deixou a azulada nada feliz já que além de ter que ver Gray apenas em datas comemorativas, ela ainda ia demorar mais quatro anos para poder ter seu apartamento, mal sabia ela que é a única que não vai gastar com mobila. Mas, como sempre, o verdadeiro problema foram Gajeel e Natsu que se atracaram como crianças para saber quem moraria no andar de cima, afinal Igneel acabou por comprar um em cada andar e isso terminou por gerar uma competição entre os garotos. Inteligente e maligno como gostava de ser, Igneel optou pela seguinte formação, Juvia ficaria com o andar mais alto, Gajeel no meio e Natsu no mais baixo, afinal quem começou a briga foi ele.

Falando em Natsu e Gajeel. Natsu havia se casado com Lucy, pouco tempo depois da loira abrir uma editora/livraria junto de Levy. A loira casou meio relutante, pois achava errado que a família dele pagasse por todo o casamento, mas, isso o rosado resolveu rápido, coisa que frustrou um pequeno sonho de uma certa baixinha por quem Gajeel é louco. Levy tinha sérios plano para um casamento à quatro, para que os dois casais casassem no mesmo dia e horário, mas, a pequena azulada ficou feliz por sua amada amiga.

- Aham, Levy você sabe que eu gosto de vermelho, é claro que não tem problema. Um beijo também te amo.

- Uhu...quem diria que o carrancudo do Gajeel poderia ser tão doce com a esposa que está em Magnólia cuidando de assuntos da editora e do casamento.

- Fale-me sobre a sua, que está escrevendo um livro e anda brava 24h por dia.

- É só uma faze okay? A Lucy tá com os nervos à flor da pele, tudo culpa daquele livro idiota. Já conseguiu achar a Erza e o Jellal?

- Não.- dizia Gajeel dando uma bela garfada no prato que havia pedido. – Na verdade sim, mas, eles não retornam a merda das mensagens e dos telefonemas. Até a Lisanna vem e o meu cunhado e aquela gorila ruiva, não.

Natsu ria, seu telefone toca e ele com pressa o atende.

- Oi meu amor... sim claro que eu comprei já estão em ca... Aham, eu dei comida pro Plu, aquela co...aquele cachorro lindo. Okay, eu busco o Happy. – ele tampa o telefone. – Quer que eu pegue o Lily e deixe ele em casa?

- Seria ótimo...Merda!- Gajeel abre a carteira de deixa algumas notas na mesa. – Toma, eu pago o almoço dessa vez, tô atrasado pra uma audiência, na verdade quase!

O moreno sai correndo e deixa Natsu o observando como pasmo, ele checa o relógio e logo teria uma reunião na empresa, Igneel obviamente o mataria se perdesse.

- Lucy, amor, tenho que ir. Beijos.

Dizia Natsu encerrando a linha e desligando telefone. O rosado logo se arrumou e foi para a reunião para qual estava próximo de se atrasar.

Em Magnólia, Levy estava conversando com Freed em um café, os dois estavam discutindo sobre o livro que ele queria publicar, havia trazido consigo uma cópia do manuscrito para ela ler e dar sua opinião. Desde o último ano de escola Levy fazia isso, mas, normalmente o jovem de cabelos verdes e longos escrevia poemas e não livros, porém o livro estava agradando muito Levy. Era um romance entre uma princesa e um plebeu, lendo o modo como ele descrevia a princesa, fazia a pequena azulada pensar se foi algum amor na vida dele, enquanto o plebeu em seu modo de agir era bem semelhante a ele.

- Bom, segundo o que eu li, tem uma grande chance deste livro vender, mas, como sabe, somos uma editora pequena e não vamos poder fazer uma larga escala dele no começo...

- Sim, eu sei, seria preciso alguma ajuda de custo para a publicação? Eu posso...

- Não, apenas estava pensando, toparia fazer uma escala pequena primeiro? E depois se vendermos bem iremos publicar mais.  

- Por mim estaria ótimo, mas...e quanto as porcentagens?

- Bom, você não terá de entrar com qualquer auxílio de custo e nós não vamos gastar vendendo em outra livraria... Vamos fazer assim, irei conversar com meu cunhado, ele é um administrador de mão cheia, preciso do seu telefone e e-mail. Daí e te mando uma proposta. Okay?

O jovem de cabelos verde se levanta com um sorriso largo em seu rosto e extende a mão para Levy.

- Muitíssimo obrigado, Levy... você é a primeira que não me joga pra baixo.

- Por nada Freed, você sempre teve um pé nessa área até acharia esquisito não vê-lo um dia na nossa editora.

Os dois se despedem e Levy começa a procurar o número de Natsu, ela manda um áudio para o cunhado pedindo alguns conselhos para ele. E logo em seguida mandou outro para Gajeel, o lembrando para pegar Lily na petshop, pois, ela ficaria fora a tarde inteira. A pequena azulada estava muito ocupada com os preparativos para o casamento, queria que tudo fosse perfeito, até mesmo já havia escolhido o local perfeito para a festa e bolado o design dos convites, só faltava mostrar para o noivo para ver qual dos modelos ia passar pelo crivo dele. Ela sem demoras corre para a gráfica para buscar os modelos préaprovados pelo próprio moreno.

Já no centro da cidade, ela vai até uma confeitaria nova chamada Vermillion, a dona era uma loirinha menor que Levy, que como se isso já não fosse raro, ela tinha impressionantes 38 anos e aparentava ser uma garota de seus 16 anos, era algo que atraía ainda mais a clientela, que em sua maioria era masculina. A pequena azulada chega ao local e assim como Lucy havia dito, a quantidade de homens no local era massacrante, aos poucos ela ia conseguindo se esquivar daquele enorme mar de gente e chega a parte interna do lugar. Uma vez lá dentro uma mulher de cabelos longos e brancos estava vestida de empregada distribuindo senhas para quem estava chegando naquela hora.

- Aqui está sua senha, srta... Levy-chan?

 

- Lisanna-chan? – pergunta Levy, meio em dúvida se realmente era a albina.

 

A albina dava um abraço apertado em Levy, massacrando a pequena entre seus seios que pareciam ter ficado maiores do que da última vez que se viram. Ela olha para s lado e puxa Levy para ir junto dela, entrando na cozinha, onde a pequena encontra sua adversária para o cargo de carcereira de gaiola.

 

- Oh...Lis-chan, já acabaram as senhas novamente? Desse jeito meus ingredientes irão acabar...

 

- Não, Mavis-san, estou apenas vindo fazer uma pausa. Está muito tumultuado lá fora, algum pedido pronto?

 

- Sim, eu e Mira-chan já terminamos e Kinana-san junto dela estão indo entregar os pedidos, bom descanso!

 

Levy observava com atenção a dinâmica do lugar, a pintora de roda pé loira com Lisanna, as duas pareciam se dar bem e realmente depois de ver ela lidando com o público, Levy entendia o porquê da loja ser tão popular. A dona loja era o ser mais fofo que ela já havia visto e Lisanna parecia feliz no local de trabalho e parecia ter esquecido Ryuusen, agora Levy só precisava conseguir um tempo para conversar com Lis e com a dona do lugar, para ver se ali seria o local onde seu bolo de casamento seria confeccionado.


Notas Finais


Sei que não é muito, mas, espero que tenham gostado :3


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