História Heart of Kaleidoscope - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Yuri!!! on Ice
Tags Otayurio, Victuri
Visualizações 280
Palavras 1.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Fluffy, Hentai, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem está aqui novamente! !

Capítulo 4 - Dia no parque e beijo?



Como descrever tudo o que sentia? Talvez uma mistura de adrenalina, felicidade e surpresa. A Ansiedade talvez poderia ganhar espaço nessa lista.


Victor sentia um misto gostoso de sensações, era incrível estar onde estava e com quem. Yuuki o arrastou para um shopping assim que o táxi parou _ após pagar a corrida com um bolinho gordo de notas_ e entraram em uma sala qualquer de cinema, a primeira que conseguiram os bilhetes. O filme dos X-men em 3D já estava um pouco adiantado mas isso não os impediu de curtir o filme como puderam, comendo pipoca, doces outras coisas que normalmente estariam fora do regime de ambos. Conversavam baixinho e vez e outra recebiam xingamentos ou uma pipoca na cara para calarem a boca e parar de comentar o filme_ aparentemente a morena já tinha visto o filme.


Saíram antes do filme acabar e desfilaram pelas lojas do shopping, compraram óculos e bonés para se disfarçarem entre a multidão de pessoas, trocaram as roupas _ Victor escolheu uma calça jeans azul, all star e uma blusa branca combinando com um colete enquanto Yuuki colocou um vestido Lolita, sem decote, lilás com meia calça, sapatilha e boina _ não se importaram em deixar suas antigas roupas no provador e correrem para fora do shopping até um parque de diversão próximo.O primeiro brinquedo escolhido, pela mulher, foi um chapeu mexicano gigante. Ambos não paravam de rir, pareciam dois adolescentes fugindo da escola. Desfilaram por todos os brinquedos de alta velocidade do parque, até o mais velho se sentir enjoado.


– tempo, tempo!– pediu o Nikiforov se jogando num banco, tentando regular a respiração. A morena deu uma pequena risada e soltou a mão do mesmo, mas permaneceu em pé. Ela sequer parecia cansada! Nem parecia que estavam a quase três horas rodando pelo parque e subindo em brinquedos malucos.


–Você não tem muito fôlego, não é Victor-san?– o platinado concordou com a cabeça, ainda recuperando o fôlego– parece um velhote– riu brincalhona, ela realmente tinha deixado a timidez de lado. Ele estava amando aquilo, ela estava tão genuinamente feliz que transbordava por seus poros em um aroma agradável semelhante a flores e canela, era incrível como o cheiro dela conseguia ser tão inconstante, e seus olhos brilhavam em animação. Todavia o, mesmo que mísero, minúsculo e quase impossível de se notar, fragmento de angústia ainda persistia em vagar pelos olhos chocolate. Insistente, parecia agarrado a sua alma, como uma trepadeiras espinhosa que cresceu agarrada a um belo carvalho.


–que grosseria – brincou– ainda tenho 25 anos, nem cheguei a casa dos trinta – preferiu desviar sua linha de pensamento, ou iria perguntar algo inapropriado para o momento e destruiria todo o clima de descontração.


– mas alma de velho não tem idade para aparecer– aquilo foi uma flechada no peito de Victor, direto no ego!. Ela olhou em volta, depois retornou o olhar até o outro– quer sorvete? Tem uma barraquinha logo ali– apontou para a dita, ficava a poucos metros de onde o banco e estava dentro do campo de visão do platinado.


–Baunilha~ –respondeu cantarolando e observou a mulher sair de seu campo de visão. Ficou um tempo observando o céu, que já se manchava de laranja e coral num espetáculo deslumbrante, digno de uma pintura de Van gogh, era tão relaxante observar o céu, sempre o fez desde pequeno. Era uma paixão, um passa tempo. O toque de seu celular o assustou, o tirando do momento de apreciação,  pegou o aparelho entre os dedos constatando inúmeras chamadas perdidas de Yakov e incontáveis mensagens. Abriu o aplicativo pulando direto para a última mensagem:


desisto, sinceramente, sei que não vai me atender… de qualquer forma, vou avisando de antemão, Yuri está a caminho, me ligou a pouco avisando que estava embarcando para o Japão


Tinha esquecido que o loiro felino também participaria do drama, e ainda por cima, seria a outra ponta do triângulo amoroso _ onde estavam ele e Yuuki. A situação estava começando a se complicar…


– voltei– avisou sentando se ao lado do outro e entregando-lhe o sorvete de baunilha– perdi algumas coisa?


***


Não sabia se ria ou se segurava para não irritar, ainda mais, a morena. Mas a situação era hilariante! Yuuki estava com a as bochechas infladas e uma sobrancelha tremia em irritação, com as duas mãos coladas ao vidro da máquina de gancho recheada de Pokémon’s de pelúcia. Perdera a conta de quantas tentativas ela tinha feito, mas não conseguiu nenhum bichinho sequer. Ela estava quase chorando de raiva e ele de segurar o riso!!


– ei, ei, vai parando por aí ou o dono da loja vai te dar uma bronca – Depositou um dos bichinhos que tinha conseguido numa das máquinas, um porquinho rosa claro com óculos, em cima da cabeça da morena, que bufou e agarrou o bichinho num abraço. Tão fofa!


Caminharam tranquilamente em direção ao último brinquedo, a roda gigante. O manto escuro da noite já tinha tomado conta dos céus com suas inúmeras estrela, o frescor da madrugada, potencializado pelo inverno, passava por eles numa brisa confortável. O parque estava mais silencioso e casais tomavam conta do lugar, deixando o clima mais romântico do que normalmente seria. Victor notou, apenas quando se sentaram na cabine da roda gigante, que suas mãos estavam unidas. Os dedos delicados e quentes entrelaçados aos seus, acariciando o que podiam de sua mão, lhe causavam arrepios gostosos pela coluna e esquentava seu corpo, mesmo o toque sendo de extrema inocência. Olhou-a pelo canto dos olhos, suas bochechas estavam coradas e olhos brilhantes, a boca entreaberta. Tão tentadora!


Ele se sentia um pecador, desejava um anjo. Desejava algo que estava mais que distante de suas mãos, fora de seu alcance. Porém, naquele momento, ela estava ali, tão próxima, numa distância tão curta que seus braços se encostariam com o mínimo movimento. Tão perto, porém tão distante.


– Victor– chamou, a mão menor apertando mais a maior. Virou-se para o russo, seu rosto tão tentador e cheiro indecifrável.– obrigada… por aceitar estar aqui comigo– sua mão livre alcançou o rosto do platinado enquanto virava no banco, ficando de frente para ele. Ambos os corações estavam em debandada, barulhentos como cavalos selvagens, enquanto os lábios se aproximavam lentamente…



Continua...


Notas Finais


O que acham? Rola, não rola? O que sera que vai acontecer com a chegada do nosso loirinho invocado? Deem seus palpites amo lê-los!!

Temos revelações no próximo capitulo e no próximo depois dele!!

Kiss!! Nos vemos nos comentários ( e que sejam muitos!!!)


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