História Heaven - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Got7, Pentagon (PTG)
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Shin-won, Woo-seok, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Abo, Bnior!menção, Jackbam, Yumark
Visualizações 246
Palavras 1.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite bebês, espero que estejam bem.

Desculpem a demora e tenham uma boa leitura S2

Capítulo 10 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction Heaven - Capítulo 10 - Capítulo 10

Autora On


O pequeno olhava para o lugar estranho, os corredores eram repletos de paredes brancas e aquilo o fazia sentir medo, apertou mais forte o dedo do seu progenitor que o guiava por aquele lugar. Escutou seu pai o chamar e desviou o olhar para o homem, que ao ver os olhos lacrimejados do pequeno, acariciou a mão do menor, logo se abaixou e abraçou o corpo frágil do pequeno ômega.

— O papai vai te proteger meu amor, mas você tem que ser forte, um dia vamos ser livres – o homem sussurou, mas logo levantou-se ao ouvir a fala do seu chefe.

Choi MinHyun era o nome do pai de YoungJae, o homem era um cientista, que acabou se envolvendo em um projeto errado, devido as ameaças do chefe, Kim HongBin, um ser humano sem escrúpulos cujo usava como cobaia o próprio filho. Os olhos do Choi mais velho focaram no Kim, o homem estava a explicar como seria o procedimento, enquanto Jae apenas se encolhia cada vez mais abraçado a perna de seu pai.

— Entendi senhor – MinHyun disse, era notável a tristeza do homem, afinal ele só estava ali para tentar achar a cura de uma doença rara que sua esposa portava, tudo que ele queria era sua família unida novamente.

Após algum tempo, todos estavam na sala, os olhos de YoungJae, que portava apenas cinco anos se focaram no garotinho sentado sobre uma maca, a pele alheia era branquinha e seus fios eram pretos, não aparentava ser mais velho que sí e foi naquela sala com cheiro de remédios, que o pequeno Choi conheceu JinYoung, um beta de seis anos, que era filho de HongBin.

A experiência consistia em transformar raças lupinas, pelo fato do Kim não aceitar o filho beta, para ele a criança era uma aberração, como poderia ter vindo dele se era um alfa lúpus? Era isso que se repetia na mente imunda do cientista. Naquele mesmo dia, os testes começaram, havia transfusão de sangue, as semanas passavam e YoungJae perdia cada vez mais peso, litros de sangue eram tirados de si diariamente, apenas para ser estudado, transformado em uma droga e ser posto no pequeno JinYoung, que já havia passado por cirurgias, para o implante de útero e hormônios.

A noite naquele lugar, podia se dizer que era a salvação de MinHyun, sua dor e tristeza sumiam ao ver os dois pequenos garotos brincarem, seu peito se enchia de alegria ao ver YoungJae abraçado a outra criança, mas pela manhã a tortura voltava, o homem não queria estar ali, não queria ver os pequenos sofrerem, o choro do filho martelava em sua cabeça, o ômega gritava ao ver o HongBin causando dor em JinYoung, aquilo o destruía aos poucos.

Já haviam dois meses que a experiência havia começado, faltava pouco para concluir o projeto, mas JinYoung vinha apresentando sintomas estranhos, vomitava e expelia sangue pelo nariz. Naquela noite, só estavam as duas crianças naquele prédio no meio do nada, o pequeno Choi segurava um lenço no nariz de Jin, sorrindo ao ver as bochechas coradinhas do mais velho, que logo abraçou o amigo, o ex-beta estava tão magro que YoungJae tinha medo de usar mais força ao aperta-lo e acabar o machucando.

— Eu te amo Jae – sussurrou para o ômega, que já chorava baixinho – você é tudo que eu tenho e a pessoa que mais me faz feliz, então por favor, nunca se esqueça de mim – os dedinhos magros passaram a limpar o rosto do mais novo, ele era como um irmão para sí.

— Vamos fugir Jin, por favor, vamos sair daqui, não quero te ver sumir – YoungJae fungou, seu peito doía – vem vamos, por favor.

JinYoung sorriu, seu corpo estava fraco, mas ele deixou ser levado pelo menor, lágrimas desciam pelo rosto do pequeno, molhando a camisa que YoungJae usava, o mais novo o carregava nas costas, tudo que ele via era salas e mais salas nos corredores vazios, não queria se iludir com uma liberdade, mas só daquela vez, ele queria que Deus os protegessem.

YoungJae viu os seguranças andando pelo local, mas logo aqueles homens foram para a parte de trás, abriu lentamente a porta e saiu dali, passando a correr pela grama, chegou perto da cerca feito de arrame e colocou o mais velho no chão, que olhava para todos os lados, na tentativa de ver se algum dos seguranças se aproximavam. Ouviu o choro do pequeno amigo e olhou para o mesmo, se assustando ao ver as pequenas mãos do ômega sangrarem enquanto puxava os arrames, mas YoungJae não se importava com sua dor, apenas puxava cada vez mais forte e finalmente conseguiu abrir um burraco grande suficiente para seus corpos passarem.

— Saí logo Jin e corre, não olha para trás, eu vou estar lá, então não olhe, apenas siga em frente, depois da floresta há uma estrada, continue correndo, vou estar sempre com você – sussurrou, pela sua boa audição ouvia passos, os seguranças estavam se aproximando.

O meio beta passou pelo burraco e começou a correr, YoungJae viu que ele já estava distante o suficiente e sorriu, lágrimas desciam pelos seus olhos, seu melhor amigo não voltaria a ser machucado. Logo os seguranças estavam a correr em sua direção, gritos foram ouvidos e o ômega passou para sua forma lupina, um pequeno lobo branco com olhos de cores diferentes, um portava a cor azul e o outro um vermelho vivo, ele rosnou e os seguranças recuaram levemente, temiam os garotos que eram cobaias, afinal não conheciam pessoas que já sofreram tanta dor quanto aquelas crianças suportaram.

O pequeno lobo usou daquilo para morder os calcanhares dos dois alfas normais, mas acabou levando um chute, atordoado correu atrás daquele que tentava chegar ao portão, logo pulou e cravou os dentes na nuca do homem, suas presas se fixaram ali e ele puxou a carne, matando o alfa. Porém tudo ficou escuro, havia um lobo preto sobre sí, prendendo seu pescoço com a pata pesada, se encolheu ao ele rosnar alto, era o outro segurança, por falta de ar acabou desmaiando, mas sentia que JinYoung estava seguro.

Naquele dia Jin teve sua liberdade, mas uma parte de sí se encontrava vazia, afinal YoungJae não estava consigo, por sorte acabou sendo resgatado por um casal que passava na estrada, no carro o garoto não parava de chorar, gritando pelo nome do amigo, Jae havia mentido para sí, não estava atrás quando olhou.

No prédio se encontrava YoungJae, o menino estava sentado em uma cadeira branca, sua cabeça doía e latejava, lentamente abriu os olhos e se assustou ao ver HongBin a sua frente, olhou ao redor e gritou ao ver seu pai morto no chão, sentiu a mão segurar forte em seu maxilar e tremeu de medo.

— Você destruiu tudo, mas ira pagar por tudo, ira ser meu querido filho, afinal é isso que minha esposa quer, um filho ômega — disse calmo e soltou o rosto do garoto.

Depois daquilo tudo que YoungJae se lembrava era de uma medalha passando em frente a seu rosto, enquanto a voz de comando se repetia em sua mente, HongBin estava o hipnotizando.

— Esqueça de tudo, nada aconteceu, JinYoung nunca existiu, seu pai é Choi HongBin e sua mãe é Choi MinHae, esqueça YoungJae – sorriu – você só se lembrará de tudo ao ouvir o nome do seu querido amigo, ou seja nunca.

Naquele dia, HongBin incendiou o prédio, escondendo assim todos seus crimes, JinYoung não consegiu resgatar YoungJae, quando a polícia chegou ao lugar, só havia cinzas e paredes queimadas. Os anos passaram e eles cresceram separados, uma promessa não foi cumprida, o pequeno Choi vivia uma mentira e engravidou aos dezoito anos, foi expulso de casa e talvez aquilo fosse até bom, seus pais, não, aqueles humanos com quem convivia eram apenas monstros.

E Choi YoungJae apenas pode relembrar do passado ao nome de seu amigo sair dos lábios de Im JaeBum, ele finalmente pode relembrar de seu amigo e aquele pesadelo, finalmente poderia cumprir sua promessa, nunca esqueceria JinYoung novamente.

Choi YoungJae On

Minha cabeça doía um pouco, meu rosto estava úmido e tentava juntar forças para abrir meus olhos, finalmente consigo e espero minha vista se focar em algo, logo pude ver a face de JaeBum, ele segurava meu filhote no braço e limpava com a mão livre algumas lágrimas que escorriam pelo meu rosto, um sorriso se abre nos lábios do mais velho, me sento e abraço o corpo alheio, deixando que todo meu choro preso saísse.

Meus sentimentos estavam conturbados, o ódio que sentia era tanto, que tinha vontade de correr e arrancar a cabeça de HongBin, felicidade por ter me lembrado do meu melhor amigo e tristeza, era o que mais marcava aquele momento, estava triste porque não poderia abraçar o JinYoung, não poderia dizer o quanto senti saudades, queria toca-lo e dizer que o amo, mas ele havia morrido e sem ao menos ter a chance de me reencontrar.

— Bummie – sussurro e aperto a camisa do alfa, que acariciava meus fios – eu perdi, o perdi para sempre, não pude o ver sorrir, não pude abraçar o meu irmão, não cumpri a promessa que fiz ao Jinnie – me afasto e pressiono meu peito, estava doendo – o HongBin destruio minha vida, o meu pai – soluço alto – ele matou o meu papai.


Notas Finais


Os dramas vão acabar sim, no próximo e o resto vai ser rosas, talvez.

Vocês esperavam por isso? Joguem pedras no HongBin. Quando disseram que o Jin e YoungJae eram irmãos não erraram tanto, afinal o Jae o considera um irmão.

Bem, foi isso por hoje e até o próximo.


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