História Heaven feels like hell - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Personagens Originais
Tags Supernatural
Visualizações 6
Palavras 659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Wake Me Up Before You Go Go - prólogo


Escuridão. Completa escuridão. Eu abro os olhos devagar, e a luz, que era pouca, começa a aparecer. Eu estava em um banheiro. Mais precisamente, dentro duma banheira com um pouco de sangue.

Eu encaro o sangue e sigo o caminho que criou pelo meu corpo. Um corpo desconhecido. Ele descia dos meus dedos, e começava nos meus pulsos. Em ambos eu podia ver cortes que não eram profundos o suficiente para me, digo, para fazer esse receptáculo morrer de hemorragia.

Receptáculo. Odeio essa palavra. Me faz sentir como um verme. Eu prefiro a palavra Casca. Não é tão chique, mas faz mais o meu estilo.

Em cima da pia havia um potinho laranja, com medicamentos. Poucos. Acho que essa casca não aguentou a vida.

Eu me levanto e pego a toalha, a qual estava dobrada em cima da tampa da privada, e me seco. Não tinha mais sangue saindo dos pulsos. Os cortes em si já tinham desaparecido, sem deixar nem cicatriz.

Entro no quarto ao lado e procuro por alguém que possa me explicar o que houve, ou talvez, por que me chamou. Visto as roupas que estavam sobre à cama. Uma calça jeans, uma jaqueta colegial preta e amarela e uma regata branca. Acho que esse moleque era vem mais jovem. Afinal, estava na escola.

Começo a olhar pelo quarto. Computador, telefone, tudo do bom e do melhor. Sinto algo no bolso na calça, e coloco a mão. De lá, tiro uma carteira, com identidade, dinheiro e um ingresso pra ver um filme chamado “Donnie Darko”.

“Bom dia, Zariel.” Uma mulher diz, calmamente, enquanto entra no quarto. “Fui eu quem te invoquei.”

“Olha, Maria, eu não sei o porquê, mas eu não faço bruxaria, beleza?” Eu comento, num tom sarcástico, pegando uma lata de Sprite da geladeira e a abrindo. “Se quiser eu te recomendaria uma bruxa, mas é contra as “leis divinas”. Concorrência.”

“Escute, Zariel. Seu tempo é curto.” Maria disse, dessa vez sem paciência. “Algo grande vem aí, mas, como sabe, não viverei para sempre. Tenho um aprendiz, e ele está sendo ameaçado.”

“Me chamou aqui pra ser guarda-costas de um pirralho?”

“Ele está sendo ameaçado por forças malignas e divinas! Não é o suficiente pra você?” A mulher cruzou os braços e tirou um envelope amarelo de dentro da bolsa. Bolsa de mulher é Igual a Nárnia, é incrível o quão espaçoso é. “Aqui tem dinheiro pra cuidar dele, informações e uma foto dele. Busque ele amanhã, na escola. O endereço de lá está dentro do papel, e o da casa dele também.”

“Eu não sou babá de pivete, achei que tivesse aprendido isso, Maria.” Eu pego o envelope e olho dentro dele.

“Não me venha com essa. Faz o que mandei ou te mando de volta pro céu com as minhas próprias mãos.” Ela resmungou, e saiu do quarto.

“Bom dia pra você também.” Rosno, jogando o envelope na mesa ao lado. Me deito na cama e começo a olhar a identidade da carteira e os papéis do envelope.

O nome da casca é Joseph, e tinha 19 anos. Jogava futebol com os amigos, saía com várias meninas, o típico Jock de Sitcoms tradicionais.

O garoto que eu vou “proteger” se chama Todd. Ele tem 19 anos também, mesmas aulas que Joe(É a minha casca, eu posso dar um apelido), mas não parecem ter muita relação no presente. Mas afirmam que entre os 10 e 14 anos, houve um namorico.

Todd, de acordo com a ficha médica, teve um “problema” durante sua puberdade, mas não especificam.

Toc toc.

“Zariel, é Maria. Vim dar um último aviso.” Eu escuto a voz vindo de fora do apartamento.

“Ah! Só um minuto.” Eu corro e guardo os remédios do banheiro, tiro a água da banheira e abro a porta, um pouco ofegante. “E aí, velha?”

“Se alguma vez ele mencionar que vai ver os pais, não deixe. Entre no meio, faça uma distração, mas não deixe.”


Notas Finais


NYAHHAAHA


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...