História Help Friend - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Camila Cabello, Lauren Jauregui, Piper Chapman
Tags Alex Vause, Camila Cabello, Camren, Laura Prepon, Lauren Jauregui, Piper Chapman, Taylor Schilling, Vauseman
Visualizações 108
Palavras 2.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Help friend (Ajuda amiga), uma fanfic Camren e Vauseman.
Espero que vocês gostem.

Pequeno spoiler: Os homens na foto são como eu imagino o diretor Kubrick e o conselheiro LW.
Vão entender melhor lendo, então, boa leitura para todos.

Capítulo 1 - Cartas para Camila


Fanfic / Fanfiction Help Friend - Capítulo 1 - Cartas para Camila

Camila Cabello POV

 

Eu quase não ouso olhar novamente. Mas se eu não olhar, eu devo estar imaginando coisas, e eu não tenho certeza se quero admitir que imagino isso.

É um pouco assustador. E isso me faz querer rir. Eu não deveria querer rir.

Pela terceira vez desde que eu peguei da caixa da biblioteca uma sugestão à moda antiga, eu abro um envelope e desdobro as quatro folhas, papel de alta qualidade no seu interior. As palavras escritas sobre elas, uniformemente espaçadas em tinta preta, estão inscritas a mão, elegante.

Eu coro, e é como se minha mente se enchesse com uma voz silenciosa, emocionante. Meu coração bate forte e eu tenho um impulso estúpido de pressionar a minha mão no meu peito, como se isso pudesse detê-lo.

É um esforço para ficar quieta, mas eu domino, mesmo que eu ainda esteja em perigo de dar risadinhas.

Eu não deveria rir.

 

“Eu estive observando você, Camila, você sabia disso? Todos os dias eu observo você na biblioteca. Todos os dias eu quero alcançar e tocar você. Todo dia eu luto com os meus impulsos... Você passa por mim e eu quero agarrá-la pelo braço, arrastar você atrás de uma das pilhas de livros e fazer coisas indizíveis a você. Eu quero deslizar minhas mãos debaixo de sua saia e acariciá-la até que você gema de prazer. Eu a quero nua, com todas as suas extensões requintadas de sua pele cremosa, aqui na biblioteca desse colégio a centímetros dos leitores que serpenteiam conhecimento em torno de seu domínio. Eu gostaria de revelar suas curvas suntuosas e beijá-la e acariciá-la com a minha língua até que você esteja em tal estado que você não possa ficar parada. Eu quero sugar seu clitóris delicioso até você choramingar e apressar-se e gozar. Goze para mim.

Não tenha medo, minha adorável Camila. Não quero causar nenhum dano a você... Eu só quero sentir seu gosto. Ou um toque.

Será que eu poderia adorá-la castamente de longe. Eu desejo a Deus que eu pudesse escrever poesia romântica, catalogar sua doçura, descrever cada última faceta de seu sorriso e de sua graça, e delinear a maneira que eu me ajoelhasse aos seus pés e, em seguida, beijasse seus passos quando você se afastasse de mim. Mas isso não é bom, minha querida. Isso não é apenas o suficiente para mim. Eu não posso me limitar à pureza e a mente elevada. Eu sou um animal, minha querida. Uma besta, com tesão incontrolável. A visão de suas curvas dá-me um enorme tesão. O desejo de foder sem regras. Meu pau se transforma em ferro quando você passa por mim. Eu sofro quando ouço o caminho de sua saia batendo em torno de suas coxas, e eu quase desejo que eu pudesse ser o comprimento desse pano simples. Para que eu pudesse estar perto de sua boceta deliciosa e afogasse em sua fragrância e sabor.

Ontem, aqui mesmo na biblioteca, você estava vestindo uma camisa azul-marinho bonita e uma saia jeans cujo caimento mostrava sua bunda suntuosa com perfeição. Mas em minha mente estava vestida como uma garota das mil e uma noites por baixo de tudo isso.

Eu amei seus seios nessa camisa. Na verdade, eu adoro os seus seios, ponto final. Eles são arredondados e magníficos. Digno da deusa do amor. Você é Afrodite para mim, você sabe disso, não sabe Camila? E seus seios esplêndidos ordenam-me adorá-los nos mais detalhes requintados com os meus olhos e os meus dedos. Aqui no santuário da minha imaginação, eles são uma festa para os meus sentidos gananciosos, famintos. Eles são um par de punhados deliciosos, uma alegria de se ver. E a pele sedosa de suas curvas superiores, acima desse limite de renda, provocam tão doce e suave como leite e mel na minha língua.

Você toca seus seios, Camila? Eu gostaria de saber...

Que tal se você os tocasse agora, enquanto você lê isso? Maliciosamente e docemente...”

 

Passo rapidamente meus olhos por toda a biblioteca, não encontrando nada de anormal, volto a ler pedindo silenciosamente aos céus que o tempo do intervalo não acabe...

Eu não deveria querer tanto acabar de ler, certo?

Sei que deveria correr para a diretoria e deixar o diretor Stanley Kubrick ficar sabendo que estou recebendo cartas eróticas anônimas. Mas prometo ir quando acabar de ler.

 

“... Você toca seus seios, Camila? Eu gostaria de saber...

Que tal se você os tocasse agora, enquanto você lê? Maliciosamente e docemente... Eu sei, oh, eu sei ... eu veria um flash, requintado constrangido em seu rosto adorável, e eu sei que você iria corar para mim. Que você os tocasse sozinha, porque eu queria que fizesse isso para você... e para me agradar.

É isso, desabotoe sua blusa, deslize os dedos dentro, e execute as dicas deles do outro lado da exuberante curva, e ao redor do mamilo, onde é difícil sob o seu sutiã. Faça isso! Faça isso agora! Ninguém será capaz de ver se você pretender estender a mão e tirar algo da gaveta da escrivaninha.

Apenas vai ser o nosso ato sexual privado, o primeiro lance em nosso jogo. E, mais tarde, à noite e em privacidade, você vai fazer isso de novo, pensando em mim quando você rolar a ponta do seu dedo ao redor da ponta de seu peito. Voltas e voltas, voltas e voltas, leve como uma pluma. E quando estiver bastante excitada, talvez você pudesse gentilmente se beliscar? Punir- se para me provocar por ter a baga escura suculenta de um mamilo e aprimorar desta forma e que, enquanto você começa a se contorcer onde você se senta, molhada e ligada?

Você gosta de um pouco de dor com o seu prazer, Camila? Acho que todo mundo deveria, pelo menos uma vez em sua vida. Não muito... Eu não sou um animal bruto ou sádico... Mas é um tempero delicioso, sofisticado no menu sexual e você me parece ser uma mulher cujos apetites são vorazes se for aguçada. Eu acho que você tem a imaginação para provar qualquer coisa, não é mesmo, minha querida? Eu só estou supondo, mas eu não costumo errar muitas vezes. E você é uma mulher de dezessete anos que é valente e corajosa e pronta para a aventura. Uma mulher que está preparada para o prazer e para a perseguição.

Está correto? Eu acho que sim...

Enfim, de volta aos seus seios, seus belos seios... Agora, eu vejo você deitada em lençóis de cetim, seu corpo magnífico enquadrado no luxo que merece. Eu suponho que lençóis de cetim sejam um pouco clichê, é verdade, mas quem se importa? Eles são o material de milhões de fantasias clássica de masturbações, não só minhas. Mas, talvez, seus lençóis sejam brancos ao invés de preto? Hum... isso funciona... para mim. "Noites em cetim branco”, hein, minha deliciosa? O que eu não daria por algumas daquelas... longas, escuras, noites perfumadas quando eu a devoro uma e outra vez sobre os prazeres abundantes de seu corpo... Bem, isso seria o meu paraíso. Meu desejo final... será que vai acontecer?

Você pode imaginar isso, um estudo em vermelho e branco, pele, creme com mel e longo, cabelo selvagem castanho. Nenhuma trança esta noite, Camila.

Eu acho que eu vou fazer algo sobre isso. Agora.

Seu cabelo bonito é outro aspecto que se torna um fetiche para mim... Você ficaria revoltada e repelida se eu dissesse que eu gostaria de entrar nele? Imagino-me ajoelhado sobre você, que suplica na sua nudez desenfreada, e, em seguida, dobro as ondas selvagens de seda de seu cabelo em volta do meu pênis que acariciam-me até que eu atinja o clímax.

Oh, Camila, eu estou duro como uma vara de ferro simplesmente pensando sobre isso!

Adeus, minha gloriosa Rainha da Biblioteca, adeus...

L. Vauseman.”

 

Não faço a menor ideia de quem quer que seja esse tal Vauseman. Pra mim ele é um estranho e vai continuar sendo um anônimo.

Eu balanço minha cabeça e estremeço pelos últimos minutos que estive completamente fora de mim, perdida. Pegando minha mão, eu faço dobro à carta com cuidado e a empurro no bolso da minha saia. E isso me faz sentir um pouco ligada também, pensando no que ele disse sobre a minha saia.

De uma forma estranha, a carta anônima está, no bolso, perigosamente perto de minha parte intima, exatamente como ele disse. Há apenas um par de camadas de algodão entre elas.

Tomando algumas respirações profundas e tentando parecer com um ser humano perfeitamente normal, eu faço a varredura de todos na biblioteca, que eu possa ver. No entanto, apesar do fato de que eu me sinto como se eu tivesse um sinal de néon piscando "Prostituta" sobre a minha cabeça, ninguém está me olhando. Tudo está calmo e na calmaria pré-almoço há apenas um pequeno punhado de alunos examinando atentamente as prateleiras. É seguro acariciar meu bolso e pensar novamente sobre o meu 'correspondente' novo.

Então eu corro assim que saio da biblioteca, com um pensamento em mente. “Contar sobre a carta para o diretor Kubrick”. Mas outro corpo com pressa se colide ao meu.

- Porra!

- Desculpa. – Estendi minha mão para ajuda-la a se levantar e ela aceitou de mal grado, só então eu vejo seu rosto. E reconheço.

Ela era Lauren Chapman. Com seus longos cabelos emoldurando seu belo rosto, com olhos verdes confiantes e assertivos dominando qualquer ser humano. Lesbica e filha adotiva de duas ex presidiarias, Lauren mantém seu titulo de bad girl do colégio com prestigio, asserção e com histórias horripilantes de como suas mães foram presas no passado antes de adota-la.

- Não precisa ter medo de mim. – Sacudiu sua jaqueta jeans. – Não vou bater em você por causa de um encontrão. – Assenti somente com a cabeça. – Então tira essa cara de cagona do rosto e me ajuda a recolher essas porras de envelopes que você me fez deixar cair.

Só então eu vi os envelopes ao chão e que até pisei em um, levantei meu pé.

- Merda, maldita hora que encontrei aquele professor folgado. Porra! Ele que deveria estar aqui entregando esses envelopes para a biblioteca, mas não... Porra! Ok, ok! Certo! – Pensou alto, alisando seus cabelos com os dedos, tentando se controlar. Se eu contar que achei encantador o gesto, vocês duvidariam? – Bem. Sinta-se com sorte, o envelope com a marca do seu sapato é pra você...  – Ela passou os olhos verdes amenos pelo papel de cor branca e um fecho redondo verde. -... Camila Cabello.

- Como sabe que sou eu?

- Por causa do... – Ela apontou para o seu próprio seio direito. Logo olhei para o meu próprio e vi meu nome escrito por mim num papel colado sobre o mesmo, o retirei rapidamente. – É pra você, ou não? Não vai pegar?

Vi ela estender o envelope em minha direção. Será mais uma carta do homem que quer transar comigo? Meu corpo todo tremeu em angustia e aflição.

- érr...

- Você esta bem? – Lauren pergunta, ela parecia realmente preocupada.

- Sim... Hum, obrigada. – Pego o envelope e saio apressada em direção à diretoria deixando-a para trás com os outros envelopes. Não dando a mínima para o que ela vai pensar ou achar de mim.

 

[...]

 

-... Senhorita Cabello, esse sujeito deve ser um garoto apaixonado, mas seus hormônios aflorados o faz ficar abobalhado e escrever essas coisas.

Não acredito que estou ouvindo isso da pessoa que tem um cargo que deveria punir alguém.

- Com todo respeito diretor Kubrick , mas se o senhor ler novamente vai perceber que ele diz que quer me agarrar pelo braço e que me quer nua...

Falando aquelas palavras em voz alta, sinto o tremor novamente em meus ossos que não havia sentido enquanto lia.

- E se ele me agarrar à força e fizer o que ele disse na carta? - Questiono horrorizada.

Ai, Deus... Isso não pode acontecer...

- Calma, senhorita.  – O homem segurou minhas mãos sobre a mesa. –Mantenha calma. Isso nunca aconteceu neste colégio.

- Mas pode acontecer. E eu não quero ser a primeira... não quero ser agarrada a força por um garoto... Como foi que o senhor disse mesmo... Hormônios aflorados o faz ficar abobalhado. Não quero um idiota me tocando...

- Vamos fazer o seguinte senhorita Cabello, vou lhe mandar para o senhor Luke e ele lhe aconselhará melhor o que fazer, podemos até chamar o senhor... Vauseman, mesmo eu ainda acreditando que não há ninguém matriculado ou empregado com esse nome aqui. Ok? Tudo bem pra você?

- Se isso não me ajudar, vou contar aos meus pais que tem um cara me assediando e querendo que eu toque nos meus seios na biblioteca.

- Por favor, senhorita Cabello, ambos sabemos que isso só irá deixa-los zangados...  – Claramente, pisei onde ele sente mais dor. Minha mãe trabalha na redação de um programa tv de noticias em um canal fechado bem remunerado e meu pai é um ótimo advogado. Mas ambos também são uns péssimos pais. -... Então nem eu e nem você queremos isso. Não é?

Não, não queria. Porque meus pais poderiam acreditar até em que eu pudesse estar chamando o garoto idiota com minhas roupas inapropriadas, e eles ameaçariam a me tirar da casa dos meus avós e me levar para Nova Iorque com eles, e eu não quero isso.

- Não, não quero isso. Mas também não quero ter que andar onde eu estudo com medo de algum abobalhado com hormônios aflorados me perseguindo. – Essa foi à primeira vez em que aumentei minha voz para o senhor.

- Vamos encontra-lo e conversar com ele, senhorita Cabello.

- Conversar???

- Puni-lo talvez, expulsa-lo ou demiti-lo se for o caso. Aqui, entregue isso ao senhor Luke. – Me entregou uma carta que eu tinha que entregar ao conselheiro do colégio e um bilhete, no qual confirmava para os professores das aulas que eu havia perdido que eu estava na diretoria. – Vamos resolver seu problema, fique tranquila. Se não acharmos uma solução contataremos seus pais...

Vão chama-los quando eu for estuprada?

- Tenha um bom dia, senhorita.

- Vai à merda!

- O que disse?

- Desculpa. Tenha um ótimo dia... – E assim sai da sala do diretor com passos apressados.

Com cartas, bilhete e envelopes em mãos, segui em direção à sala do conselheiro do Colégio.

-... Tudo bem, adeus senhor LW. – Uma garota de cabelos platinados saiu toda sorridente de sua sala.

- Adeus, senhorita Donald. – O senhor Luke olhou em minha direção. O homem parecia ser jovem, deveria ter uns 22, 23 anos de idade.  –Senhorita Cabello, pode entrar.

- Porque “LW”? – Questionei ao homem assim que entrei em sua sala.

- Luke Wall...

- Wall?

- Parede, muro em inglês.

- Hum. – Ótimo apelido, o cara era grande e tinha ombros largos, parecia realmente uma parede.

- Bom, o diretor Kubrick não foi muito extensivo sobre o seu problema, senhorita Cabello.

Me remexi na cadeira, bufando.

- Por favor, se eu for começar a te chamar de “parede” em inglês, então me chame de Camila.

LW riu e então assentiu. Logo eu expliquei a ele o que estava acontecendo, que recebia cartas e o homem, de olhos negros e sobrancelhas grossas, me explicou como eu deveria me comportar diante disso e tomar as devidas precauções.

-... Não andar sozinha por muito tempo seria bom, Camila. Alguém ao seu lado pode espanta-lo, principalmente alguém do sexo masculino.

- Tenho amigos garotos, mas ultimamente não ando muito com eles...  – Porque eles começaram a usar drogas e ir a festas que não faz o meu estilo, fora os novos “colegas”. Mas é claro que eu não disse isso para o senhor LW.

O homem fez um gesto com a cabeça, parecendo satisfeito.

- Bom, faça novos amigos.

- Só isso? Ande com cuidado e faça novos amigos. – Fechei a cara.

- E venha uma vez por semana aqui ou quando se sentir que deva me contar algo.

Arrastei a cadeira para trás e me levantei segundos depois.

- Obrigada... – Por nada, babaca de conselheiro!

- Camila, eu sei que isso parece que não me importo...

- É o que parece mesmo. – Retruquei com uma voz áspera.

- Mas me importo, apenas tenho soluções limitadas.

- Tá. – andei em direção à saída.

- Camila...

- Tudo bem. Adeus, senhor LW. – Repeti o que a outra garota disse e sai quase batendo a porta de vidro.

 

Soluções limitadas? Tão de brincadeira comigo?

Tem um idiota de pau duro atrás de mim e tudo o que eles me dizem é: que o garoto é um abobalhadoapaixonado” e que eles têm soluções limitadas.

Preciso eu mesma fazer algo! Meu avô tem um facão, talvez eu precise dele mais que o vovô.

 


Notas Finais


Me deixe saber que vcs gostaram, compartilhe, comente e favorite...
Qualquer erro, arrumo mais tarde...
Até...


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