História He's My Fuck Boy - Skam - Capítulo 2


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Categorias Skam (Vergonha)
Personagens Chris Berg, Christoffer "Chris", Eva Kviig Mohn, Even Bech Næsheim, Isak Valtersen, Jonas Noah Vasquez, Noora Amalie Sætre, Sana Bakkoush, Vilde Hellerud Lien, William Magnusson
Tags Chris, Christoffer, Eva, Evac, Evak, Festas, Noora, Penetrators, Sana, Segredos, Vilde, William
Visualizações 127
Palavras 1.760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


olá alô bebês, turo bom?
bem, eu excluí o último capítulo pq eu fiz uma alterações
obrigada Lara e minha amiga Evy por me darem um help, de vdd sz
acrescentei coisas, e bem, espero que gostem sz

Capítulo 2 - Um - Abrindo o Jogo


Fanfic / Fanfiction He's My Fuck Boy - Skam - Capítulo 2 - Um - Abrindo o Jogo

“Pra quem só faz merda, cê tá no lucro.”

 

- Eva Mohn.- engoliu seco. – E aí, tudo bem?

Eu juro que se pudesse, jogaria uma cadeira na cabeça dele ali mesmo. Porém, minha educação falou mais alto.

- Tudo, e você? – coloquei uma mecha de cabelo atrás de minha orelha.

- Tudo bem sim, demais até. – riu pelo nariz e lhe lancei um sorriso falso.

- Aparentemente os jovens da casa já se conhecem, certo Anne? – Ida disse rindo.

- Sim, claro. – minha mãe concordou.

- Ok, vamos para a cozinha. – Ida sugeriu. – E vocês dois podem ficar aqui colocando o papo em dia.

Revirei os olhos e botei a mão na testa, suspirando. Eu realmente teria que ficar uma semana dividindo o mesmo teto com Chris?

- Pensei que você gostasse de mim. – o Penetrator tentou quebrar o clima.

- Gostava. – queria fazer um carão e sair, mas não conhecia a casa, assim, meu close falhou.

- Aquela é minha mãe, sabia? – tentou puxar assunto.

- Bonita. – achei um quadro escrito algumas coisas sobre gentileza e comecei a ler o que ali estava escrito.

- Vai ficar me ignorando mesmo, Mohn? – me virei, e ficamos frente a frente. – Vai realmente esquecer das nossas loucuras desde 2015 pra cá?

-  Você esqueceu de uma amiga, acho que estamos no mesmo barco.

- Não é a mesma coisa, Eva.

- Chris, é exatamente a mesma coisa. – tirei minha touca e jaqueta, colocando em uma cadeira que estava ali perto. – Você esqueceu que eu existia e foi atrás de uma menina que você nem conhecia.

- Ciúme, tá apaixonada por mim? – riu.

- Eu tenho ódio de você por não entender que eu nem todo mundo se apaixona por você. – suspirei. – De verdade, eu era sua amiga... E pelo amor de Deus, para de ser tão idiota e ficar levando tudo na brincadeira.

- Eva, eu não levo tudo na brincadeira, começando por aí. – se alterou um pouco.

- Ah, não?

- Não, não levo. – olhou pro chão. – Eu sei que nem todo mundo se apaixona por mim, eu pensei que tivéssemos a mesma amizade de sempre, entende?

- Você poderia ter ficado todo esse tempo sem falar comigo, mas você me trocou, então nossa amizade foi pro ralo. – pisquei.

- A gente só ficava, Eva. – ele disse. – E a Emma é chata pra porra.

Confesso que quis rir, mas naquele momento, ele iria rir mais ainda de mim e me zoar pelo resto da vida.

- Não perguntei nada sobre a Emma, Chris. – disse de costas.

Ouvi um suspiro e voltei minha atenção ao quadro, que era cem vezes melhor do que ficar ouvindo merda.

- Eva, querida? – ouvi a voz forte da mãe de Chris me chamar. – Queria que você conhecesse meu marido, mas ele teve um problema com a mãe dele e não vai ficar conosco essa semana.

- Tudo bem, Ida. – disse sorrindo.

- Bom, vou te mostrar a casa e mostrar seu quarto. – sorriu. – Olha que legal, só o seu quarto. Sua mãe chata vai dormir comigo e vamos botar o papo em dia.

***

Sexta – 19:28

Acordei e olhei em volta. Tudo branco, bege e alguns desenhos.

- Bonito, bom gosto. – comentei comigo mesma.

Decidi que iria ficar por ali mesmo, deitada em uma cama enorme com meu celular.

Vilde mandou uma foto dela, de Chris e Noora na festa de Even. Confesso que senti inveja delas, mas lembrei que uma cama é mil vezes melhor do que uma festa.

- Eva, tá acordada? – minha mãe entrou.

- Não, tô morta.

- Venha jantar, estamos te esperando.

Dois minutos depois, quando desci, os três conversavam alegremente, e eu, como sempre, estava com uma cara horrível.

- Sua mãe estava me contando como ela conheceu Chris. – Ida disse. Quase caí pra trás, mas só me sentei e coloquei as mãos em meu rosto.

- Mãe, sua bocuda. – disse brincando em meio ao meu constrangimento.

- Eva, sua pornô. – retrucou e riram de mim.

Olhei para Chris, que sorria lambendo o lábio. Inferno de mania, ódio.

- Vamos comer? – Ida sugeriu.

- Vamos. – Chris respondeu.

Começamos a nos entupir de espaguete, e logo, o telefone de Chris começou a tocar.

- Com licença, moças. – e saiu.

- Eva, o que você e Chris tiveram? – Ida perguntou. – Não pude deixar de ouvir a discussão de vocês sobre a Emma.

Era difícil falar sobre isso, eu tinha vergonha. Se ele me trocou por qualquer uma, eu, Eva, não valia nada.

- Bom... – suspirei. - Tínhamos uma ótima amizade, com um pouco de cores. – ri. - Ele demonstrava interesse e do nada, me trocou por uma garota  qualquer que encontrou numa mesa de comida. – disse com um pouco de receio.

- Chris cachorro. – sua mãe disse. – Meu filho é um pedaço de mau caminho.

Falando no demônio, ele aparece. Agora, com seu maxilar duro, parecia estar tenso.

- Filho, seu traidor. – Ida disse com decepção, e o resto do Penetrator ficou com a aparência confusa.

Ri da situação e ele me olhou rindo um pouco. Quando percebi seu olhar, fechei a cara e seu sorriso se desfez.

- Quero vocês dois amigos de novo. – minha mãe disse e saí da mesa sem perceber.

- Como?

- Se vira, ajeita a situação da mesma forma que você ferrou tudo.

Me tranquei no quarto e comecei a chorar. Não sabia o que era, mas ele não me faria bem ali.

Quis gritar, mas nada saiu. Nada.

- Eu sou uma idiota... Eu tô chorando por um completo babaca. – disse um pouco alto.

- Eva, posso entrar? – ouvi a voz de mamãe.

- Me deixa um pouco sozinha, por favor.

Ouvi passos se afastando e fui em direção à cama. Peguei meu celular e comecei uma chamada de vídeo com Noora.

- Noora?

- Eva, o que aconteceu? – vi William atrás dela.

- Eu tô atrapalhando? – percebi que o rosto de seu namorado também estava tenso.

- Não, nunca. O William tá atrapalhando? – balancei a cabeça negativamente.

- Vocês sabem o que aconteceu comigo e com o Chris, né? – perguntei e eles assentiram, atentos. – Ele e eu estamos na mesma casa, nossas mães são amigas de infância... E elas sabem de tudo o que aconteceu e querem que nós sejamos amigos de novo.

- Você não quer, Eva? – foi a vez de William falar.

- Não, eu não sei. Só de pensar na ideia meu corpo me jogou pra fora da mesa e eu vim parar aqui no quarto pra chorar.

- Ok, vamos fazer assim: você não conta mais detalhe nenhum pra elas, e não desabafa com ele que vamos dar um jeito. – Noora diz e William concorda.

- Tarde demais. – ri.

- Tudo bem, vai. – William disse.

- Só faço merda, que ódio. – me xinguei mentalmente e suspirei.

- Nossa, então pra quem só faz merda, você tá no lucro. – William brincou e não pude deixar de dar uma gargalhada.

- Ok, obrigada gente. De verdade. Vou me virar aqui. – disse. – Beijo, beijo. – mandei beijo no ar e eles “pegaram”.

- Tchau, Eva. Qualquer coisa, liga.

 

***

Sábado – 09:28

- Bom dia, fofoqueira. – Chris sorriu.

- SAI DAQUI! – gritei.

- Para de gritar, na moral. – disse sério. – Quero conversar...

- Fala logo.

- Eu não dormi a noite, só pensando em tudo que eu já fiz de mal pra você. E olha, me desculpe... Eu fui um babaca, não queria te expor desse jeito e muito menos te trocar, mas foram coisas que eu não escolhi, foi tipo ontem quando você correu pra fora da mesa e veio chorar e gritar aqui.

- Eu não acredito em você, agora sai. – me virei.

Queria acreditar, mas simplesmente não conseguia. Era tudo tão confuso pra mim.

- Para com isso, vai. – Chris me cutucou. – Já falei tudo isso e você ainda não confia em mim?

- Você não passou a noite toda sem dormir por minha causa, mentiroso. – me virei para ele. – Eu posso te odiar agora, mas infelizmente eu te conheço e sei que isso aí foi decorado.

- Você é difícil, se faz, fez curso ou os três? – perguntou.

- Nenhum, vai embora. Tá aqui ainda por quê?

- Eu vou embora, pode deixar. – andou até a porta, e antes de fechar, virou pra mim. – Não vou desistir de você, e nós temos uma trilha hoje, sofra.

Chris sorriu e fechou a porta. Se eu pudesse, me jogaria no mato e ficaria ali pra ninguém me achar.

Era difícil, mas ninguém entendia. É muito bom ver alguém demonstrando interesse por você, principalmente quando se é insegura. Porém, de um minuto pro outro, você é totalmente esquecida. Estranho, chega a me embrulhar o estômago.

- Inferno. – resmunguei.

- Inferno o que, Eva? – mamãe entrou no quarto e se sentou do meu lado.

- Chris, Chris e Chris. – respondi rolando os olhos.

Minha mãe riu e disse:

- Nada na vida é colorido, já te disse isso. Entenda.

- Vai embora, mãe. Eu não quero a companhia de ninguém até o Chris vir me chamar pra fazer trilha com ele. – cobri minha cabeça e soltei um berro.

- Acho que vocês vão se perder, Eva. – seu tom mudou.

- Por?

- Porque ele não conhece isso aqui direito, e choveu há pouco.

- Diz pra ele que eu não vou, então. – sorri de cabeça coberta.

- Ok, vou deixar você dormir mais... Deixa eu ver. – deu uma pausa. – Quarenta minutos.

-  Tá me zoando ou o que? – tirei a coberta de meu rosto e lhe olhei revoltada.

- Para de reclamar, chata. – me deitei de novo e dormi.

***

Quarenta minutos depois...

Ouvi a porta abrindo e pensei: Mamãe chata. Pois bem, não era a mamãe, e sim pior: meu “melhor amigo” Chris.

- Puta merda, eu quero ir embora daqui. – reclamei.

- Sua mãe me disse que você não iria fazer trilha comigo. – disse calmo. – Não vou te matar e enterrar seus restos. – riu.

- Não é isso, mas vou considerar como mais um motivo pra não confiar em você. – pisquei e vi Chris rolando os olhos.

- Você é muito chata, como se aguenta?

Dei os ombros. Precisava ficar dando satisfações pra gente chata?

- Enfim, Eva Mohn. – revirei meus olhos. – Sabe a ligação que recebi ontem? – assenti com tédio. – É sério, e preciso da sua ajuda. Cê topa?

- Por quê eu toparia? – perguntei dando um sorriso falso.

- Pelo seu próprio bem e eu paro de te encher o saco. – sorriu sacana e piscou o olho.

- Fechado.

- Fechado.



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