História Hidden Truths - Capítulo 55


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Categorias Orphan Black
Tags Cophine, Cosima Niehaus, Crazy Science, Delphine Cormier, Orphan Black
Visualizações 113
Palavras 1.140
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 55 - Epílogo


Fanfic / Fanfiction Hidden Truths - Capítulo 55 - Epílogo

  

Lentamente a mão de Delphine deslizou sobre aqueles lençóis de seda , ocasionando a abertura imediata de seus olhos ao não encontrar aquele belo e pequeno corpo de sua esposa, que deveria estar ocupando o lugar ao seu lado, sabia que já deveria estar acostumada com aqueles sumiços noturnos, afinal ela própria realizava tais atos sorrateiros e necessários pelas madrugadas daqueles meses .

Meio sonolenta girou seu corpo pela cama, despertando mais um de seus sentidos, captou com seus ouvidos um suave murmuro, algo encantador, uma suave e sonora canção, que sabia distinguir que era proferida por aqueles belos lábios angelicais .

Com um inevitável e suave sorriso nos lábios, se pôs em pé, não perdeu tempo calçando chinelos, apenas caminhou sobre aquele piso de madeira, seguindo o caminho até sua família .

Assim que seus pés passaram pela porta, caminhou em direção a única porta entre aberta daquele corredor, de onde uma suave luz era refletida, não era uma luz que iluminaria todo o quarto, devendo certamente ser emitida por um eletrônico pequeno, algo nada significativo, mas clareador em meio a aquela escuridão.

Em completo silêncio, com passos suaves caminhou em direção a porta, assim que seu corpo se recostou naquele batente branco, seus olhos encontraram uma cena que acelerou seu coração , que aumentou o sorriso em seus lábios e se emocionou, seu coração transbordava alegria, acalmava sua alma e se emocionava com cada cena de sua esposa aninhando sua filha nos braços .

Seus olhos encontraram a bela cena de sua esposa , que lhe dava as costas, enquanto em seus braços segurava sua pequena filha Charlotte Niehaus Cormier , um nome que agradou a ambas, não gerando várias discussões, afinal Delphine não era insana em discordar de sua bela esposa, que estava mais bela naquela penumbra, com pouca luz a iluminado e naquela hora da madrugada, onde o amanhecer se aproximava .

Dos lábios de sua esposa uma suave e bela canção de ninar era proferida, algo tão reconfortante e aconchegante, era evidente o carinho daquela mulher para aquele pequeno ser, o símbolo e fruto daquele amor insano, o resultado de mentiras, era incrível, inexplicável, como em algumas situações as mentiras poderiam produzir verdades, verdades com uma enorme veracidade, veracidades incontestáveis .

– A mamãe está nos observando – sussurrou aqueles lábios, próximos a aquela pequena orelha de criança, evidenciando que sua presença havia sido notada.

Os lábios de Delphine esboçaram um suave sorriso, distinto, pois se não necessitasse de silencio para que sua filha repousasse, seria quase uma fraca risada, afinal se admirava como sua esposa era perceptiva a ponto de notar sua presença em momentos que dificilmente seria notada ou em que buscava não ser , era algo incrível e que somente ela sabia fazer .

– Vejo que fui pega – brincou, suprindo aquela distancia entre si e sua família.

Cosima nada respondeu, apenas esboçou um sorriso em seus lábios, pois sabia que havia sido culpa daqueles belos olhos que haviam evidenciado sua presença, afinal mesmo com o tempo, ainda aquele olhar era capaz  de lhe provocar certa inquietação, a deixar agitada e ansiosa, evidenciando que aquele bela mulher de olhos âmbar estava próxima.

– Finalmente alguém dormiu – anunciou, assim que sentiu a pequena mão de sua filha parar de bater em seu peito, enquanto a ninava para dormir.

– Deixa que eu a coloco no berço – pediu , agarrando a pequena menina dos braços de sua esposa e a pousando delicadamente dentro do pequeno berço branco .

Delphine fitou lentamente sua filha, admirava aquela pequena menina, sua filho, com seus traços e de sua esposa, o fruto daquele amor , a soma daquele amor , a segunda oportunidade que a vida havia lhe dado, uma oportunidade de ter algo que a vida havia lhe roubado, uma família .

– Ele tem seus olhos – sussurrou Cosima, roubando a atenção de sua esposa, mas não seu olhar – E uma marca de nascença no peito que nem a tua – completou com um sorriso nos lábios - É idêntica a você – concluiu , encantada com tamanha semelhança .

– Discordo – pestanejou, no mesmo tom de sussurro – Ela tem seu sorriso - constatou, levando seu olhar até sua esposa – O formato de seu rosto – completou , levando sua mão até o suave rosto de Cosima ao seu lado e o acariciando .

– Vem – chamou, agarrando a mão de Delphine e a puxando em direção a cadeira que havia no canto do quarto, mas de frente para aquele pequeno berço .

Entendendo aquele pedido, sem pestanejos, caminhou em direção aquela cadeira balanço , pousando seu corpo, sentindo logo sua bela mulher, que trajava apenas uma camisola, sentar em suas pernas , recostando sua cabeça em seu ombro , enquanto seus olhos fitavam aquela pequena bebê de poucos meses .

– Obrigado – agradeceu os lábios daquela de Delphine, fitando com ternura a mulher entre seus braços .

– Pelo que? – indagou confusa , fitando os olhos de sua esposa, que refletiam sua gratidão.

– Por ter me presenteado com essa bela família – revelou o motivo de sua gratidão .

– Obrigado a você – rebateu – Por jamais haver desistido de nós – completou, pois possuía plena consciência de que se não fosse por aquela mulher, por sua insanidade , persistência e vontade de mantê-las juntas, jamais estariam ali, compartilhando aquele momento , um singelo, mas significante momento.

– Jamais – repetiu, buscando dar certeza que jamais desistiria delas

– Eu amo você , Del – sussurrou, com um sorriso sapeca

– E eu amo você, Cos – sussurrou, compartilhando o mesmo sorriso e selando brevemente aqueles belos lábios.

Sentindo aqueles braços envolto a seu pescoço, enquanto suas mãos pousavam sobre aquela costas e belas coxas, sentiu aquela cabeça novamente pousar em seu ombro, enquanto ambas fitavam sua pequena filha que dormia tranquilamente naquele berço.

Delphine e Cosima não deram importância ao tempo que transcorreu, pois fitar Charlotte, era como ver a concretização de seus sonhos e o futuro feliz e pleno que planejavam a cada segundo que passavam juntas, afinal o amor se detém a cada respirar de um pulmão de um ser apaixonado, a cada batida de um coração que ama , o amor não se vê, tampouco se pega é algo que se sente, algo natural, como o nascer do Sol, a evidencia da Lua, as luzes das estrelas e a suave brisa que acomete a cada novo dia , o amor é assim, naturalmente acontece, cresce, nasce, se transforma e apenas se sente, onde as palavras para descreve-los são inúteis, onde as mentiras não o destroem, apenas são uma fase a mais de aprendizado e as verdades estão no coração de cada um que sente , da mesma forma que Delphine soube que era verdadeiro o que sentiu quando viu aquela moça de olhos castanhos e Cosima teve certeza quando encontrou um novo sentimento naqueles olhos âmbar, um sentimento que apenas poderia ser definido como amor.


Notas Finais


Oi gente!!! Chegamos ao fim da fic, foi um enorme prazer, amei ter feito isso e ter relembrado nosso casalzão da porra mesmo distante da história das duas, mas só se de ler uma história que contenha o nome delas e é focado nelas já alegra nosso coração.
Quem quiser dar ideia de história pra adaptar ou quiser criar uma, tamo ai sempre que precisar..
Vou continuar sofrendo pelo final da série até eu me conformar. rs
Beijos e quem sabe até a próxima


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