História História não contada. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Visualizações 43
Palavras 551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Primeiro dia em Hogwarts:


Harry despedia-se de seus queridos pais e seu amado avô com um abraço em cada um, virou as costas, entrou e procurou um vagão que não estivesse tão cheio e por sorte o encontrou.

-Licença, eu e meus irmãos podemos entrar?

Um garoto ruivo com algumas sardas em seu rosto havia perguntado ao menino neto de um mafioso, aquele havia sido o primeiro contato com Ginevra, Freddy, Jorge e Ronald, os gêmeos Weasleys .

-Sinta-se à vontade.(Harry)

Todos conversavam bastante sobre algum assunto, a porta foi aberta por uma garota de cabelos cacheados, sentou-se perto de Ronald e pediu desculpas por ter entrado sem apresentar-se, continuaram a conversa alegre e animada sobre qualquer assunto.

Draco procurava por Potter, procurou por todo o trem, perguntava para algumas pessoas se viram Harry, mas sempre diziam coisas como: “nossa, o jovem mafioso aqui”, “Harry Potter veio” ou coisas com “ele me fará muito rico”, Draco estava perdendo as esperanças, mas havia ouvido a melodiosa risada que tanto conhece e foi ao seu encontro.

O garoto dos olhos azuis acizentados abriu a porta em apenas um só puxão, todos os ali presentes olharam em sua direção, mas não estava nem um pouco preocupado com os olhares.

-HARRY JAMES POTTER RIDDLE O QUE VOCÊ FAZ AQUI COM ESSE POBRETÕES E ESSA SANGUE RUIM?

Demonstrava toda a sua raiva por tê-lo perdido de vista e também por ele não estar o respondendo.

-RESPONDA-ME AGORA! 

Ele gritava sua raiva, queria respostas, insistia no assunto, mas Harry nada dizia.

-Doninha, deixe meu amigo em paz.

Ronald apertava o pulso, estava com uma forte vontade de surra-lo, Harry havia se levantado do aconchegante banco vermelho e empurrado o loiro para fora da cabine.

Malfoy estava frustrado por não ter o seu amigo ao seu lado, mas não iria dar um chilique por um motivo besta.

Depois de algumas horas, o trem havia chegado na estação, todos desceram e seguiram o gigante atrapalhado chamado Hagrid até o grande castelo chamado Hogwarts.

Todos olhavam admirados, suspiravam surpresos, fizeram um longo tour pela escola de magia, a seleção das casas havia sido feita no grande salão, os quádruplos foram para GRIFINÓRIA junto com Hermione Granner e Harry foi para a muito famosa SONSERINA.

Menino Malfoy e menino Potter conversavam animadamente sobre Pablo Vittar, um famoso cantor, mas de vez em quando os olhos que antes eram depositados sob Harry e para os amigos de Potter.

-Draco, o que tanto olha? Há algo em meu rosto? 

-Seu rosto continua lindo e não é nada de mais. 

-Beleza, vou dormir um pouco.

O garoto dos olhos verdes levantou-se do banco em que estava sentado e rumou até o quarto.

Deitou-se em sua cama de solteiro, cobriu-se e sonhou um sonho tranquilo.

Enquanto isso no grande salão, Draco levantou-se da mesa Sonserina e marchou até a mesa Grifinória indo ao encontro dos amigos de Potter.

-Escutem aqui, vocês não podem mais falar com o Harry, ele é *MEU* amigo, *SÓ MEU*.

-CALE A PORRA DA BOCA, DRACO DONINHA MALFOY!

Draco estava estático olhando com raiva e de modo fixo para a garota apelidada pela Sonserina como nerd ou cdf, havia “decidido” render-se.

-Beleza, mas foram avisados.

Saiu de lá e correu para seu quarto, jogou-se em sua casa e dormiu criando planos de terminar uma amizade.



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