História Horizon: Zero Dawn - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Girls' Generation
Personagens Hyoyeon, Jessica, Seohyun, Sooyoung, Sunny, Taeyeon, Tiffany, Yoona, Yuri
Tags Taeny, Yoonsic, Yulsic
Visualizações 77
Palavras 2.792
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Científica, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLOOOOOOOOO LIROU FRIENDIX!!!

Me atrasei um pouco, eu sei T_T me perdoem por isso :c

Eu sempre fico com um pé atrás na hora que sento para escrever e quando vejo que não vou conseguir escrever o melhor que posso, então eu vou fazendo aos poucos. Eu sou muito chata com isso e principalmente com essa fanfic :c
Eu não prometo que a atualização vai sair certinha no sábado, mas prometo que vou tentar ser mais pontual ainda nessa semana!!

Espero que gostem do capítulo!

Uma boa leitura! <3

Capítulo 8 - A complexidade de Sooyeon.


Com o passar dos dias, as coisas foram se acalmando para Jung Sooyeon. A cientista analisava cada passo e cada pessoa que tinha um pouco mais de convívio consigo, para que pudesse imaginar sobre o romance com Seo Joohyun. Ao mesmo tempo que começava a pensar em uma alternativa que não fosse devidamente prejudicial para ambas. O projeto pelo qual Sooyeon havia mais se dedicado e dado tudo de si já havia sido lançado e grande parte da população mundial já tinha pelo menos a edição base. Era complexo pensar que talvez não fizesse algo tão grande e que ficasse tão marcado quanto o Focus, mas de certo modo era uma possível realidade. Apesar de vir trabalhando em um projeto extremamente arriscado sobre úteros artificiais, Sooyeon não pensava em lançá-lo realmente. Ao menos, não até ter a solução para um pequeno problema que havia achado. E enquanto apertava alguns parafusos de um protótipo, reparava que Jongin digitava afoitamente em seu notebook. Mais do que a própria cientista, aquele rapaz parecia decidido a encontrar a origem do e-mail.

– Você pode parar e tomar um café, sabe disso, certo? – A cientista voltou a analisar a planta do protótipo.

– Agradeço a preocupação com a minha barriga e o meu sono, mas acho que estou conseguindo uma pista.

– Que tipo de pista, Jongin?

– É interessante reparar que certa pessoa não dá as caras há dias. – O tom do rapaz era sério e pelo olhar Sooyeon, podia deduzir que este se referia a Sunny Lee. – E que eu venho reparando que certo rapaz que trabalha com certa pessoa vem aparecendo em locais onde nunca imaginaria vê-lo.

– E o que isso significa no seu ponto de vista?

– Significa que a gentil pessoa está me sondando e acredito que ele não está de olho na minha pessoa como um homem jovem e solteiro, mas sim como o estagiário e a única pessoa que trabalha com a Doutora Jung.

– E o que lhe leva a crer que ela quer algo de mim? – Sooyeon pendeu a cabeça para o lado, fitando-o com uma sobrancelha erguida. – Se ela está com...

– Eu tenho quase certeza que ela está com esse projeto das máquinas.

– Como tem tanta certeza?

– Não sei, apenas sinto que devíamos investigar isso mais a fundo.

– Se ela está com o projeto das máquinas, Jongin, então não há nada que ela ainda possa querer de mim. Se ela ganhou a corrida, por que ainda está querendo algo?

– Você me disse que dentro do projeto ainda não tinha descoberto uma fonte segura e não prejudicial para que as máquinas funcionassem. – O rapaz se inclinou. – E se ela está tentando descobrir essa forma a partir do seu pensamento sobre? – E eis que uma lâmpada parecia ter sido ascendida em cima da cabeça da cientista, que somente coçou o queixo pensativamente.

– Então, seguindo o seu pensamento... Ela estaria tentando chegar em mim a partir de você?

– Indiretamente aconteceu isso antes, certo?

– Sim. – Sooyeon inclinou-se para frente e continuou, só que desta vez sussurrando. – Eu não sei há quanto tempo Sooyoung e Hyoyeon estavam trabalhando com ela e agindo duas caras comigo, mas vou te dizer algo, meu rapaz... Fique fora dessa intriga.

– Por que? – Jongin indagara incrédulo.

– Apenas me escute e não se faça de agente duplo para conseguir informações para a minha pessoa. O jogo não deve funcionar assim. Porque quando se descobre de uma traição, bem... Eu demito, já Sunny Lee eu não sei o que pode fazer. – A cientista pendeu a cabeça para o lado. – E eu sinceramente não quero pagar pra ver. – A contragosto, Jongin apenas assentiu.

 

--/--

 

[Jessica]

 

Antes de saírem do prédio, Jessica insistiu para que descessem olhando os andares, conseguindo finalmente encontrar a sala de trabalho da Doutora Jung. Devido a energia falha do local e alguns cabos soltos, não fora lá difícil conseguir o acesso. De todos os locais que já havia visitado até então, aquele era o mais assustador de todos. Tudo estava revirado e haviam líquidos estranhos derramados sobre o chão, assim como alguns furos nas paredes. Jessica olhou a mesa e o pequeno armário de metal que continha as ferramentas de Sooyeon. Somente o estojo da maior estava ali, mas as ferramentas em si haviam sumido. Apesar de terem conseguido entrar, alguém sem o mínimo conhecimento das tecnologias dificilmente iria conseguir passar pela porta de metal. Notou uma porta na extremidade da enorme sala, o que lhe fizera aproximar com cuidado. Estava entreaberta, então somente empurrou-a lentamente com o braço. Parecia ser um pequeno escritório e também a sala mais intacta que encontraram até agora. Jessica observou algumas fotos emolduradas em cima da velha mesa de madeira e então dera a volta para poder observá-las melhor. Segurou um dos porta-retratos com firmeza. Era Jung Sooyeon e uma mulher que ela não tinha a mínima ideia de quem era. O fundo era uma paisagem muito bem trabalhada, que causou surpresa entre as três garotas, além de que aquela era a primeira vez que Jessica via o sorriso natural e largo da cientista.

Parecia ser feliz, sem temer o futuro que lhe aguardava.

Jessica abrira o pequeno porta-retratos, retirando a foto e notando que tinha algo escrito atrás.

Abaixo da terra, onde nem mesmo o Sol forte alcança.

A jovem piscou confusa, tendo que ler algumas vezes para tentar entender o contexto. Elas estavam ao ar livre e não estava um sol tão forte. Decidiu por último guardar a foto em seu bolso e então voltando ao seu caminho.

A cidade mais próxima ficava a quase um dia de distância, mas o trio não se abalou. As únicas paradas que fizeram fora uma para caçar frutinhas não venenosas e outra para dormirem. Infelizmente Jessica vinha tendo insônias recorrentes nos últimos dias, então se limitava a somente observar a foto com a luz transmitida pelo Focus. Já havia se questionado algumas vezes sobre a vida de Jung Sooyeon, se ela era casada, se tinha filhos, irmãos, amigos, pais... Jessica tentava a todo instante montar o quebra-cabeça sobre a personalidade da cientista. Seja qual fosse a ligação, curiosamente gostaria de tê-la conhecido. Seu coração já entristecido e em luto pela morte de seu pai havia se enchido de esperanças ao saber da existência da Doutora Jung.

Era como se de alguma forma fosse ligada à Jung Sooyeon e parecia que de alguma forma tudo havia desabado ao saber que esta estava morta.

Não estava completamente certa daquilo, pois somente acreditaria quando visse o corpo e fizesse um backup do Focus da cientista, mas ainda sim a ideia de que esta se encontrava verdadeiramente morta era devastador.

– É como perder o rumo. – Sussurrou para si mesma. Guardou a foto em seu bolso e deitou-se para mais uma vez tentar dormir.

 

--/--

 

Foram horas caminhando e perguntando para as pessoas se haviam visto um homem com a descrição de Kim Jongdae e sempre recebiam uma resposta negativa. Era provável que nem mesmo tivesse passado por aquela cidade, mas tinham que ter a certeza. Apenas pediram para que se o encontrassem, repassassem o recado de que a Rainha de Meridiana gostaria de conversar amigavelmente com o mesmo. Compraram comida e aproveitaram a estadia na cidade para ficarem um dia inteiro. Precisavam descansar em uma cama de verdade, nem que se fosse por poucas horas. Mesmo que a Rainha do Sol e sua mais fiel mensageira insistissem que Kim Jongdae poderia estar em outras cidades, Jessica ainda sim tinha um estranho pressentimento de que o encontraria aleatoriamente em alguma ruína do mundo metálico. E como quem nada quer, usou a desculpa de que o alojamento emergencial da corporação poderia ser o local ideal que Kim Jongdae usaria de esconderijo ou até mesmo para conseguir relíquias interessantes.

– Pensem comigo... Quer um local mais bem recheado de relíquias e coisas vendíveis do que um alojamento onde estaria grande parte dos cientistas e funcionários importantes de uma corporação? – Jessica indagara em alto bom tom, tendo um sorriso de canto agradável.

– Já pensou se essa tal de Jung não tem ligação alguma com o ataque ou com as coisas que estão acontecendo com a nossa tribo? – Taeyeon indagara com um sorriso forçado. – Eu posso entender que você queira descobrir tudo sobre ela, mas... Talvez ela não seja bem o caminho.

– Acho que devíamos nos separar. – Tiffany comentou com grande naturalidade.

– O QUÊ?! – Jessica e Taeyeon gritaram praticamente ao mesmo tempo.

– Pensem... Há uma cidade perto da localização do alojamento. Eu e Taeyeon podemos facilmente investigar o tal Kim Jongdae na cidade, enquanto Jessica confere o alojamento e procura pela Doutora Jung... Ou o que sobrou dela.

– E depois?

– Depois nos encontramos no exato meio do caminho entre um local e outro. Jessica sabe ligar e usar essa coisa de tecnologia, pode nos achar com facilidade. – A jovem dera um sorriso divertido. – Apenas parem de discutir. Saber e entender o que aconteceu também é importante.

– Eu preciso descobrir o que tem atrás daquela porta na montanha sagrada. – Jessica comentou em um tom mais baixo. – E eu sinto que Jung Sooyeon é a resposta para os meus problemas que vem bem antes da Provação.

– No meu achismo ela realmente pode ter alguma coisa a ver com isso, então prossiga. Taeyeon vai parar de resmungar... – Fitou-a com a sobrancelha direita erguida. – Não vai, Taeyeon?

– Vou. – Cruzou os braços e bufou.

– Muito bem, então vocês sigam pelo mapa e eu seguirei pelo Focus. Me liguem a hora que for, certo? Precisamos compartilhar tudo o que acharmos. – Jessica comentou seriamente. – Somos uma equipe, mesmo que alguém não reconheça muito isso. E acima de tudo, temos que nos manter vivas para pegar quem atacou a Provação.

 

--/--

 

As duas moças trajavam roupas muito diferentes do habitual, querendo causar uma certa imparcialidade para não serem reconhecidas. Ao contrário da tática anterior, Tiffany e Taeyeon desta vez só andavam pela região e fingiam observar coisas para comprar e vender. Não sabiam o tempo exato que Jessica levaria em tal região, então ficar de tocaia era o plano perfeito. Caminhavam lentamente e com os rostos levemente abaixados. Nem mesmo imaginavam o porquê exatamente haviam escolhido esse caminho, Tiffany já se questionava por que tinha falado aquilo se nem mesmo vira o rosto de Kim Jongdae para guardá-lo. Porém, o que lhe chamou a atenção para alguns homens não era nem mesmo se tinham alguma característica do procurado e sim... Pelo o que usavam na orelha. As duas se entreolharam e começaram a caminhar um pouco mais rápido para alcançá-los.

– Percebeu as roupas? – Taeyeon indagara, tendo a morena a somente rir pela respiração. Eram parecidas com as roupas usadas pelos inimigos no ataque após a Provação. Ambas as moças desligaram o Focus para que o sinal não fosse captado. – O que é aquilo que eles estão segurando?

– Parece aquela coisa que a Jessica tirou da sala da Doutora Jung... Como se chama? Foto? – Tiffany indagara e ambas rapidamente viraram para uma lojinha de tapetes e fingiam analisá-los. O grupo mediano apenas olhara friamente para as duas jovens e continuou o seu caminho.

– Se eu fosse vocês duas, não iria me meter a besta de segui-los. – Dissera o velho vendedor, sorrindo levemente. – Eles estão à procura de alguém.

– E o senhor sabe nos informar quem seria? – Tiffany dera um gentil sorriso, enquanto apertava com força a mão de Taeyeon.

– Não sei o nome, mas tem belas características.

– Poderia nos dizer quais?

– Olhos castanhos, cabelo castanho e presos em um rabo de cavalo, os olhos puxadinhos que nem os de vocês duas... – O homem coçou a barba enquanto tentava se lembrar de tudo. – E usava uma roupa estranha, muito estranha mesmo. Nunca vi algo assim.

– Como era a roupa? – Taeyeon colocou as mãos nos bolsos.

– Parecia um casaco que vai até os joelhos, todo branco. E por baixo outra peça branca também. Eles falaram um nome, mas não o gravei.

– Jessica?

– Não, não... Era bem diferente.

– Jung... Jung Sooyeon?

– Isso!

As duas jovens somente agradeceram com a cabeça e tomaram o caminho contrário ao que se fora o grupo. Tomaram uma distância considerável e segura para que Taeyeon pudesse começar a sussurrar.

– Ou a Jung está realmente viva, ou...

– Eles acham que Jessica e Sooyeon são a mesma pessoa. – Tiffany completou e rira pela respiração. – Agora eu realmente não entendo por que acham isso.

– A questão, minha doce Tiffany, nem mesmo é por que acham que Jessica e Sooyeon são a mesma pessoa. – Taeyeon parou de andar, fitando-a um tanto quanto receosa. – Mas sim... Por que acham que Jung Sooyeon estaria viva após tantos anos?

– Então Jessica estava certa. – Comentou com os olhos confusos e voltando a andar. – Os dois problemas estão diretamente ligados. – Engolira em seco. – O ataque... E a Jung.

 

--/--

 

Jessica andava lentamente pelo local. Este local, ao contrário do anterior, estava realmente muito bem escondido. O matagal já havia tomado o prédio por completo, mas ainda sim as paredes estavam intactas. Fazia sentido que aquele fosse o alojamento emergencial, uma vez que era realmente seguro. A porta da frente estava completamente tomada por Corruptores e nitidamente estava lacrada, o que a fizera rir. Por que justamente nas ruínas metálicas onde grandes cientistas trabalhavam estavam tomadas por máquinas? Algum ponto começava a fazer sentido em sua mente, mesmo que muito de leve. Jessica usou o lança-corda para conseguir alcançar um ponto alto e começara a cuidadosamente escalar uma das paredes. Sabia que não podia chamar a atenção de nem mesmo um Corruptor, pois este iria atrair todas as máquinas por perto. Era íngreme e um tanto quanto escorregadio, então demorou um tempo considerável para que chegasse até o topo. E o pior... É que não achava nem mesmo um único buraco para adentrar.

– Droga... – Respirou fundo e fora caminhando lentamente sobre a espécie de telhado metálico. Com muito cuidado, fora até as pontas, procurando por alguma janela e suspirando em alívio ao ver uma única janela aberta.

Era suspeito, mas tentador.

Adentrou-a sem mais dificuldades e adicionou a luz do aparelho em sua orelha, notando que o interior não estava tão conservado quanto o lado de fora. Mal adentrou e já vira alguns cadáveres. Não fizera o backup, pois os Focus pelo chão estavam completamente destruídos. Jessica então somente olhava crachá por crachá e anotava os nomes em uma folha em branco do sistema. Por dentro era deveras escuro, tornando o ambiente sombrio. Era possível escutar uma goteira no fim do primeiro corredor, tendo Jessica a pegar o arco e uma flecha e os deixar bem posicionados.

Não importa o que aparecesse em sua frente, ela atiraria.

O mais confuso é que aquele andar não tinha placas nas portas. E para piorar a situação... Eram portas com travas eletrônicas e com senhas. Quiçá fossem alguns quartos, já que Jessica avistou uma cama no fim do corredor. Não era tão, tão alto, o que fazia a garota acreditar que tinha alguns andares subterrâneos. Lembrou de um detalhe importante, abaixando o arco lentamente e dando dois toques no Focus para que a tela virtual se abrisse. Selecionou o rastreio automático pela coordenada exata que estaria o corpo e o Focus de Jung Sooyeon. Andou até as escadas, vendo o rastro vermelho lhe guiar até o andar correto. Jessica não sabia exatamente quantos andares desceu, mas quando finalmente chegou até o andar correto, eis que não havia uma única iluminação além da luz de seu Focus e o rastro da coordenada. Era muito silencioso, tendo a moça a somente ouvir a própria respiração. Quando parou rente a porta onde estaria o corpo da cientista, a Valente se questionou se queria fazer aquilo mesmo.

Empurrou a porta entreaberta com cuidado, notando que se tratava de um mediano quarto. Engolira em seco por aquilo, pois haviam muitas roupas, muitos cadernos de anotações e livros de robótica. Levou o olhar até a cama, notando uma coberta tampar um volume elevado e que curiosamente havia o formato exato...

De um corpo.

Aproximou-se com receio, colocando a mão sobre o tecido velho e sujo e então respirando fundo. Puxou a coberta com força e então observou sua descoberta. Não dera somente um passo para trás, fora andando até a parede e ali se encostou.

A respiração se encontrava ofegante quando as luzes foram acesas e a porta fora fechada automaticamente. Seus olhos se arregalaram e tudo o que Jessica podia fazer naquele momento...

Era sorrir.

Era somente um amontoado de travesseiros e um pequeno Focus que piscava em cima da cama. A frase na parede era o que lhe fazia ter os olhos a brilharem e a esperança a lhe tomar a mente. Algo que poderia ser interpretado como ameaçador e intrigante, somente fizera com que Jessica sentisse toda aquela adrenalina lhe atingir como uma rajada.

“Não vai ser tão fácil assim.”


Notas Finais


Fazendo uma pequena recomendação da fanfic de minha unnie Djidja: https://spiritfanfics.com/historia/out-of-this-10862371 é Yulsic! Estarei betando a fanfic dela! <3

ATÉ A PRÓXIMA, AMIGUINHOS!


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