História Horror: A Casa dos Assassinos - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Espero que gostem <3

Capítulo 1 - Happy Halloween


Fanfic / Fanfiction Horror: A Casa dos Assassinos - Capítulo 1 - Happy Halloween

Halloween, a noite mais esperada do ano por muitas crianças e adolescentes. As crianças querem doces, e os adolescentes apenas uma desculpa para sair de casa até depois da meia noite para transar, vandalizar tudo o que puderem e beber além da conta.

Mas para mim é apenas mais uma noite comum na qual eu tenho que correr muito para não cair nas garras de um bando de idiotas que querem me machucar simplesmente porque podem.

- Alice! Volta aqui putinha! Queremos brincar!

 Gritava John, um garoto um ano mais velho que eu de pele amorenada e cabelos castanhos cortados em estilo militar. Não era a primeira vez que ele me atormentava, na verdade acontecia sempre. Desde meus sete anos, no começo ele me alcançava sem problemas, mas com o passar dos anos eu me tornei muito mais rápida que ele e agora são poucas as vezes que ele consegue me maltratar.

- Vá para o inferno John! – Berro dando uma rápida olhada para trás.

Mas como o universo conspira contra mim, no exato momento em que me distraio uma pedra surge em meu caminho. POR QUE MERDAS TEM UMA PEDRA NO MEIO DA CALÇADA!? Eu caí e John me alcançou, agarrando meus cabelos platinados e me forçando a olhar para ele.

- Parece que hoje é meu dia de sorte, putinha.

Ele tirou do bolso um canivete e estendeu a força meu braço que estava descoberto graças a manga curta do meu vestido. John fez um corte próximo ao meu ombro, acrescentando mais um machucado a extensa fileira de finas cicatrizes que eu tinha nos braços e nas pernas, todas feitas pela mesma faca que agora cortava minha pele. Uma lágrima escorreu de meus olhos enquanto meu agressor se divertia vendo meu sangue carmim escorrer.

- Com esse nós temos quantos? Trezentos e noventa? – Perguntou.

- Trezentos e noventa e sete cortes – Gaguejei tentando não soluçar.

- Com mais três eu completo quatrocentos cortes. Duzentos nas pernas, cem no braço direito e em breve cem no esquerdo – Ele ponderou com um sorriso sádico no rosto – Hoje a noite eu farei mais um corte, esteja preparada putinha.

Ele me soltou e saiu assobiando uma musica como se tivéssemos tido uma conversa de amigos. Como eu o odeio! Corri para casa. Não suportava mais ficar na rua.

Abri a porta da velha casa e disse em alto e bom som:

- Cheguei mamãe!

Fiquei parada na porta por um minuto e ninguém respondeu, nem mesmo o vento passava pela casa mais. Minha mãe havia morrido a três anos e meu pai foi sequestrado e morto antes de eu nascer, o restante da família não sabe que eu existo e eu prefiro que continue assim. Mesmo sem ninguém para responder eu sempre avisava quando chegava, me confortava de alguma forma.

A casa estava literalmente abandonada. Paredes apodrecendo, teias de aranha por todo lado, sem luz elétrica, sem água e a única comida que tinha era a que eu roubava. Tudo perfeito.

Caminhei até o segundo andar, onde ficavam os quartos, e fui até o antigo quarto de minha mãe. Seu esqueleto jazia sobre a cama, com aquele sorriso e olhos vazios voltados para mim.

Depois fui ao banheiro, a agua que eu coletava do lago próximo estava toda em uma banheira coberta por uma lona. Com um copo de vidro, eu peguei um pouco da água e usei para limpar meu machucado, em seguida peguei algumas ataduras que estavam na gaveta debaixo da pia suja, enfaixei-me e segui novamente para fora de casa.

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Depois de horas perambulando pela cidade, a noite caiu e as ruas se encheram de crianças que pediam “doces ou travessuras”. Tratei de ir para um lugar menos movimentado.

Enquanto eu seguia para a floresta que ficava no fim da cidade, passei por um cemitério. De todas as coisas ruins que poderiam ter saído daquele lugar, saiu justo a pior de todas, John. Acompanhado de mais dois amigos.

- Happy Halloween, putinha.

Sem dizer nada, comecei a correr. Não faltava muito até a floresta. Corri, corri e finalmente avistei as frondosas árvores que eu tanto amava. Entrei na mata ainda correndo, John e seus companheiros me seguiam a poucos metros de me alcançar. As folhas e galhos roçavam em minhas pernas como facas, e o céu sem estrelas nos mantinha na penumbra. Após duas horas correndo floresta adentro, avisto algo que eu nunca tinha visto. Um casarão abandonado! Era perfeito... John nunca entrava nesse tipo de lugar.

Avancei pelo jardim descuidado até as escadas que davam para a porta, John vinha logo atrás. No caminho eu torci meu tornozelo fazendo um sorriso aflorar no rosto de meu perseguidor, mas eu não desisti. Me arrastei até as escadas com as forças que ainda tinha, e quando finalmente alcancei o alto do lance de escadas, eu gelei. John parou no pé das escadas com os olhos arregalados e o corpo tremendo.

Diante de mim tinha um homem extremamente pálido e magro, em suas mãos uma faca era visível, porem o mais assustador, era seu rosto mutilado em um sorriso macabro. Eu desmaiei pouco depois podendo apenas ouvi-lo sussurrar

- Shhhh... go to sleep...


Notas Finais


Arigatou se leu até aqui <3


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