História How I Survived - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers), Viúva-Negra (Black Widow)
Personagens James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Personagens Originais
Tags Buckynat, Departamento X, Hq's, Sala Vermelha, Soldado Invernal, Viuva Negra, Winterwidow, Yelena Belova
Visualizações 72
Palavras 984
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente... não vou falar nada porque perde a graça...

Espero que gostem...

Capítulo 22 - Memories To Forget


Natalia soube no exato momento em que foi colocada sobre uma maca pelo terceiro dia consecutivo, que talvez...mas só talvez daquela vez, ela sobreviveria. Fechou os olhos esperando pelo mesmo ritual: uma agulha era injetada sobre sua veia, ela tomava alguns comprimidos, seu sangue era avaliado. Ela sentiu ânsia de vômito ao ter que engolir um líquido azul. Além dele ter um gosto horrível, ele a deixava sonolenta e isso a irritava.

Esses experimentos que eram feitos com as viúvas, era necessário para a sala, o motivo Natalia poderia até tentar descobrir. Eles queriam ver até onde elas aguentariam, além de serem boas e fortes fisicamente, elas também teriam de ser geneticamente. Uma coisa teria de ligar a outra. Longevidade as viúvas obteram por esforço da sala, elas teriam que se submeter a isso. Não era uma escolha. A ruiva estava fraca, quando o médico o sr. percebeu que algo estava errado, ela percebeu isso pelo olhar dele. Quando ele a examinou de perto, e preparou-a, para fazer a ecografia de seu corpo, para analisar a reação do mesmo em relação as medicações. Natalia não se segurou e vomitou.

- Que diabos você fez?

O líquido viscoso da comida do jantar de ontem, tinha saído de dentro dela, caindo no chão da sala de consulta.

Natalia tossiu um pouco, ainda um pouco tonta, ela não fazia ideia do que poderia ter acontecido com ela. Ele não era o médico? Ele que falasse o que ela tinha.

- O que eu tenho?

O médico a encarou com desdém, após algo brilhar em seu olhar, ela sentiu isso.

Ele se aproximou dela, empurrando e apertando seu pescoço com força, fazendo com que sua cabeça batesse no encosto da cadeira.

Ela sentiu o hálito dele sobre seu rosto.

- Sua vadiazinha, você está muito emcrencada. - ela não tinha forças para empurá-lo de cima dela.

Sem entender ela rosnou:

- Me solta.

Mas o Dr. apenas apertou mais ainda o pescoço dela, com a outra puxando sua blusa para cima deixando a barriga de Natalia de fora.

- Você não sabe... - ele inalou o cheiro do cabelo dela e a ruiva sentiu vontade de vomitar novamente, ele começou a alisar a barriga dela, dando um tapinha em seguida. Ela deu uma cabeçada nele e mesmo que o homem se desvencilhasse dela, no mesmo instante veio uma dor de cabeça inorme, ela estava super fraca. O doutor praquejou ao receber a cabeçada.

- Aranha imunda, vadiazinha!

Natalia não sentiu o ardor ao receber um tapa no rosto, tudo estava embaçado ao seu redor, então ao ver que não conseguiria lidar com aquele homem, que por diversas vezes tentava flertar com ela, estava a encarando com cara de lobo.

- Olha para mim. - ele a agarrou pelo braço, ela soltou um palavrão. - Cala a boca, você está muito fudida, porque se alguém como a Madame por exemplo descobrir que você está com uma criança dentro de si, você estará morta. - O médico tentou beija-la e ela mordeu o lábio dele.

- Vadia! - ele praquejou e tentou agarrar Natalia, alisando sua parte íntima. A ruiva está tão inerte que nem tinha percebido o que ele tinha acabado de falar.

Criança.

Ventre.

Um filho. Um filho de James.

Ela quis chorar e berrar ao mesmo tempo.

Natalia mal pode digerir a notícia, quando deu um chute entre as pernas do homem, levantando da maca e pronta para sair por instinto. Mas ele a apertou:

- Saia daqui e você estará morta.

Natalia se virou para ele com lágrimas nos olhos. Não tinha escolha, estava fraca, e agora sabia o motivo, se tivesse sorte, talvez ela morresse naquele momento.

O médico sorriu com desdém.

- Você parece preocupada, mas será que é com sua vida? Porque se for com a vida dessa...- ele apontou para a barriga dela. - Essa coisa, não se preocupe até amanhã, já vai estar morto, seu corpo foi preparado para não suportar nada além do que nós damos...visto que parece... - ele se aproximou dela lentamente. - Que a sala vermelha anda te dando muitas coisas...me responda, quem é o felizardo?

comer alguém como você, deve ser uma benção.

De novo veio a ânsia de vomitar, a cabeça dela estava tão perturbada que ela não pode fazer nada além de cair no chão, ela quis gritar, berrar e aquele rato de pessoa, deu alguns segundos para ela respirar, depois a puxando pelo braço.

- Venha aqui, você tem sorte minha aranha, você vai viver, porque é uma das melhores, mas você vai ter que me falar com quem andou se encontrando, prometo não contar para ninguém, com uma condição...

Ele sorriu para ela, os dentes amarelos e ela sentiu uma vontade de socá-los. Natalia não soube de onde veio sua força, mas ela tentou a sorte.

- Não tenho nada a perder, visto o que você quer fazer comigo, então...se você contar para alguém, eu te mato, agora, arranco o pedaço do seu corpo e empenduro na sala de treinamento essa sua cara horrível para espantar as moscas.

A voz dela saiu tão fria e sombria que ele deu um passo para trás, mas logo depois ele se reecompôs. Inclinando a cabeça para o lado ele a avaliou.

- Você realmente é incrível.

Ignorando-o ela foi até a cadeira, que ela conhecia bem, colocando as mãos sobre o apoio da cadeira ela pediu:

- Sua vida, pelo fim das lembranças de hoje. - ela acariciou sua barriga e a garganta ficou seca. - Não quero lembrar de nada, não me toque, ou te matarei e empedurarei outra coisa sua. - ela olhou para ele as lágrimas silenciosas.

Ele demorou um pouco, mas depois assentiu.

Natalia olhou para a frente em um ponto único.

James nunca saberia, talvez as memórias dela voltassem mas a alegria de saber que poderia ter um filho dele, acabou rápido demais. Amanhã ele estaria morto, as substâncias espalhadas pelo corpo e veias dela o mataria.

Seu filho.

Segundo filho perdido.

Ela conhecia a dor.

Mas não sentiu mais nada, quando a agulha entrou em seu braço.


Notas Finais


;(


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...