História Hunger Games - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 75
Palavras 1.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - I. Caçula


Fanfic / Fanfiction Hunger Games - Capítulo 1 - I. Caçula

 Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano.

DISTRITO 6
07/02/2120

 O nascer do sol é umas das mais belas artes divinas do mundo, o ar ardente e esbelto com suas cores inspirando esperança para um mundo melhor. A luz do sol ao chegar pelos conjuntos de árvores próximas umas das outras, trás consigo o alerta de que um novo dia começou e que já era a hora do café da manhã.

 Um ótimo caçador, Shawn se esforça para sustentar sua família mesmo sendo o filho mais novo entre os seus 4 irmãos; ele faz de tudo para que sua mãe, viúva á 6 anos não passe por um derrame como vive acontecendo quando às intrigas e desavenças predominam em sua casa.

 Ao voltar para casa, deixando para trás a floresta onde ele caça junto ao seu arco e flecha á procura de animais; Shawn sabia que ao chegar em casa, tudo estaria do mesmo jeito quando ele sairá. Mike e Robert Mendes assistindo à tv que nem pegará direito, Cris dormindo como sempre, Gregory sentado de frente para a lareira e sua mãe Clary, que vivia limpando mais de 300 vezes o porta retrato de seu marido falecido.

 — Shawn! Já estava ficando preocupada... — Salta mãe de Shawn em seus braços com um enorme abraço. — Por que demorou tanto?

 Se a morte de seu marido já fez ela ficar assim, meio desorientada e descontrolada; imagine só a morte de um de seus filhos? Seria uma morte na hora.

 — Me desculpe mãe, estava difícil de caçar algo hoje. — Diz Shawn, tirando de sua bolsa 3 esquilos pela calda já mortos. — Mas deu tudo certo!

 Seu irmão Mike se levanta do sofá e vai até a cozinha para verificar os esquilos que eram mais magros de que seu dedo mindinho. — Puff você chama isso de "tudo certo"? Os esquilos parecem até que tinham anorexia!

 — Se você saísse dessa casa e fosse junto a mim para a floresta, talvez voltávamos com mais presas em mãos! — Rebate Shawn, pousando seu arco e flecha na mesa.

 — Está dizendo que eu não faço nada, caçula? — Pergunta Mike, levantando seu rosto barbudo se aproximando de Shawn friamente.

 — M-Meninos parem! Parem...parem já com isso!

 Shawn desvia o olhar assim que nota os olhos de sua mãe já cheios de água prestes a deslizarem ao redor de seu rosto. Shawn sai diretamente pela porta daonde havia passado minutos atrás.

 — Não vai ficar para jantar? — Pergunta sua mãe.

 — Perdi a fome.

°■°■°■°■°■°■°■°■°■°■°■°■°■°■°■

 Na lembrança nostálgica de um bem ausente ou perdido o desejo de reaver seu pai novamente era o maior de todos os seus pensamentos; sem ele, sua casa se tornou um grande caos, formado pelos seus irmãos imprestáveis e preguiçosos, tendo à ele uma louca vontade de fugir junto com sua mãe, Mercy e sua família.

 No entanto, algo naquele lugar miserável chamado Distrito 6 fazia com que ele desistisse daquela maluquisse de fugir; pois era impossível já que todos os distritos há pacificadores; Os Pacificadores compreendem um guarda civil que é controlada pela Capital, com a tarefa de manter a ordem em toda a nação de Panem.

 — Isso é uma péssima ideia e você sabe disso! — Diz Mercy deitada ao lado de Shawn, em um chão repleto de flores próximos a floresta. — Morreriamos na metade do caminho pelos pacificadores!

 Com Mercy deitada sobre o peito de Shawn, enquanto ele acariciava seus longos e ondulados cabelos marrons; com movimentos leves. — Eu sou bom em arco e flecha, você é muito talentosa com seus poderes e sua irmã pode praticar para...

 — Shawn! Esqueça essa ideia, só porque minha irmã e eu somos especiais, não quer dizer que vamos conseguir derrotar a Capital inteira! — Diz Mercy desencostando a cabeça do peito de Shawn, para olhar em seus lindos olhos castanhos. — Existe pacificadores com dons também sabia?! Morreriamos assim que passemos pela fronteira!

 — Perdão Mercy, eu...eu sei que sua irmã vale tudo para você e que você não suportaria perde-la...

 Shawn coloca uma de suas mãos ao lado do rosto de Mercy, sua pele lisa e suave era como se estivesse passando seus dedos em um pêssego macio. — Finge que eu nunca tive essa ideia, tá legal?

   Juntos os dois trocam um beijo cheio de amor e sentimento, sentimentos bons e sinceros; iguais aquelas canções que Shawn canta para ela toda vez que Mercy se sente só, mesmo tendo uma família ótima, porém miserável igual às outras famílias dos distritos.

 — Veja o que eu achei... — Informa Shawn, tirando do bolso duas maçãs vermelhadas.

 — Meu Deus! São de verdades? — Pergunta Mercy, pegando uma das mãos de Shawn que a analisava alegre com um lindo sorriso. — Faz meses que não vejo uma dessas!

 — Com o Dia da Colheita, dá para invadir a floresta sem ser barrado por aqueles pacificadores! — Diz Shawn, franzido a testa. — Eu odeio o dia da colheita!

 — Você e todo mundo... — Retruca Mercy, dando uma mordida na maçã. — Está com medo?

 — Você não? — Fala Shawn, desviando o olhar para o céu azulado. — Eu não posso ir para a Capital, deixando minha mãe com aqueles imprestáveis dos meus irmãos e ela não suportaria me ver sendo chamado para participar daqueles jogos!

 — Eu te entendo...minha irmã é a minha preocupação; se...se ela fosse chamada, eu...eu me voluntária no lugar dela!

 — Sério? — Diz Shawn, levantando uma das sombrancelhas.

 — Você não faria o mesmo pelos seus irmãos? — Pergunta Mercy, colocando o cabelo atrás das orelhas.

 — Lógico...que não! — Rebate Shawn.

 Os dois morrem de rir com a resposta dada por Shawn. Mercy acredita que esses tipos de pensamentos são uma má forma de se pensar, atraindo negatividade e má fé, mas naquele momento, os dois queriam apenas devorar aquela saborosa fruta juntos.

 — Vamos fazer um brinde... — Shawn levanta a maçã como se fosse uma taça prestes a brindar o grande dia de amanhã. — Ao Dia da Colheita!

 — Ao Dia da Colheita! — Repete Mercy, com um sorriso no canto da boca, enguendo sua maçã tocando a de Shawn. — E que a sorte esteja sempre à seu favor!




 


Notas Finais


Crítica?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...