História Hunger Games - Capítulo 2


Escrita por: ~

Visualizações 45
Palavras 1.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - II.11 Gatos


Fanfic / Fanfiction Hunger Games - Capítulo 2 - II.11 Gatos

 Eu quero me soltar, viver minha rebeldia, rir do meu destino e redesenha a minha história.

DISTRITO 6
07/02/2120

 Um jovem é como o fogo. Com rumo e orientação, pode mudar a forma do mundo. Sem direção, o fogo da juventude é desperdiçado, na melhor das hipóteses; na pior, pode tornar-se uma força destrutiva e perigosa.

 Como qualquer criança quando está prestes a se tornar adolescente, sonha em ser tratada como adulta, Millie Bobby Brow sempre foi tratada como um bebê de 3 meses; que mal podia escolher suas próprias roupas para vestir. Quando sua vontade era ser tratada como tal.

 — Millie! O jantar está pronto! — Grita Rose, vinda da cozinha, enquanto Pietro seu marido se sentava á mesa.

 O som dos pisos de Millie estava mais próximos à cada minuto, ao chegar na cozinha seus olhos focam em uma só coisa, que estará sobre a mesa.

 — Que merda é essa? — Pergunta Millie, colocando a língua para fora sentando-se ao lado de seu pai na mesa sem tirar os olhos das ratazanas cozinhadas que estava no centro da mesa.

 — Ei, olha o vocabulário mocinha! — Diz seu pai, lambendo os beiços pegando uma ratazana e colocando em seu prato. — Você é muito nova para falar essas coisas!

 — Seu pai tem razão, você não tem idade para dizer essas palavras horrorosas que nem se quer deveriam existir! — Diz mãe de Millie, se sentando do outro lado da mesa.

 — Eu tenho 11 anos, tá legal? Parem de me tratar como se eu fosse um bebê! — Retruca Millie encarando os olhos da ratazana morta pode ser chamada com os olhos cinzentos.

 — Com 11 ou não, você não daria conta nem de cuidar de 11 tartarugas... — Diz seu pai, mastigando a pata da ratazana.

 — Ou 11 lesmas! — Fala sua mãe se intromentendo dando uma risadinha.

 Rose e Pietro são pais totalmente dissimulados quando se trata de liberdade, os dois vivem querendo privatizar suas filhas dentro de casa, escondendoas do mundo à fora.

 — Cadê a Mercy? — Pergunta Millie, ainda com o prato vazio.

 — Verdade Rose, onde nossa filha foi tão cedo? — Pergunta Pietro, franzido a testa.

 — Ela saiu com o namorado... — Diz sua mãe, partindo o rabo da ratazana com garfo e faca. — Disse que não iria demorar, acho que o namorado dela está com problemas!

 — Então quer dizer que ela pode sair de casa e eu tenho que ficar aqui dentro mofando? — Dispara Millie revirando os olhos, cruzando os braços.

 — Sua irmã sabe se virar... — Diz Pietro, pegando outro ratazana do centro da mesa e colocando no prato de Millie. — E coma antes que esfrie!

 Não culpo meus pais de serem assim  como são, antes de Mercy e eu nascermos, papai e mamãe tiveram outra filha; chamada Melinda, aos seus 6 anos de idade ela foi atropelada pelos automóveis dos pacificadores enquanto brincava próximo a sua casa e bem...depois disso...eles juraram proteger e guardar suas filhas com suas próprias vidas.

 A porta se abre rapidamente com um empurrão transmitindo um som enferrujado da porta, que já era velha e gasta.

 — Cheguei... — Fala Mercy chegando na cozinha com um sorriso radiante no rosto.

 — Ainda bem que você chegou, eu não suportaria ter que comer isso aqui sozinha! — Dispara Millie, levitando a ratazana com a mente.

 — Millie Bobby Brown, quantas vezes preciso repetir? Sem poderes aqui em casa! — Retruca sua mãe levantando suas sombrancelhas. — Quer ficar de castigo?

 — Perdão...mamãe...

 Com a ratazana pousando sobre a mesa levemente pelos poderes psicocinéticos de Millie, contudo Mercy sentousse na mesa pegando uma ratazana colocando-a em seu prato, com um rosto alegre e feliz.

 — Por que está tão radiante assim, Mercy? — Pergunta sua mãe que estava bem ao seu lado, com um sorriso na boca.

 — Nunca estive tão apaixonada mamãe, quando estou junta à ele, é como se eu estivesse em um conto de fadas! — Diz Mercy, fechando os olhos, imaginando estar junto à ele; enquanto engolia o rabo da ratazana feito macarrão.

 — Acho que vou vomitar... — Cochicha Mercy, pondo sua mão na testa.


 — Guarde sua felicidade, garotinha... — Dispara seu pai, com um tom de voz frio e seriamente. — Amanhã será um grande dia, com esse tipo de pensamento não trará boa positividade então, guarde toda essa alegria para depois da Colheita!


 — Está enganado meu pai, com esse meu pensamento; estarei mais segura do que nunca! — Rebate Mercy, olhando profundamente nos olhos de seu pai, ainda com o sorriso no rosto.

 — Até que não seria tão mal ser escolhida... — Resmunga Millie com a cabeça para baixo.

 — O que foi que você disse, Millie? ESTÁ MALUCA? — Grita seu pai bem ao seu lado, com os olhos arregalados.

 — Pense direito meu pai, se ganhasse viveríamos nas casas dos vencedores, teríamos comida boas e de qualidade! — Retruca Millie, com os olhos arregalados falando rapidamente com o coração acelerado. — Uma vida nova sem miséria sem preocupações e sem essa ratazana!

 A mão de Pietro assume uma posição radicalmente indo em direção ao rosto de Millie, que fecha seus pequenos olhinhos esperando o tapa atingir suas bochechas rosadas; porém a mão de seu pai trava á 3 cm de distância do rosto de Millie, como se ele tivesse sido interrompido telepaticamente.

 Quando Millie abre seu olhos amedrontada com a demora do impacto, ela se depara com a mão estendida de Mercy ativando seu poder contra seu próprio pai.

 — MERCY! PARE JÁ COM ISSO! — Rebate seu pai, forçando sua mão ainda querendo relar no rosto de sua filha mais nova.

 — Millie, vá para o seu quarto! — Fala sua mãe, enquanto analisará Mercy, com o braço estremecendo e esticado. — Mercy, pare já com isso!

 Millie corre para o seu quarto com os olhos cheios d'água, sem olhar para trás ela sobe as escadas ligeiramente; deixando sua irmã á sós com seus pais na cozinha.

 Libertando o braço de seu pai com sua mente, Pietro se acalma e coloca sua testa na mesa querendo ficar sozinho com os olhos fechados.

 — Mercy, deixe-nos à sós... — Diz Rose, se aproximando de Pietro colocando suas mãos atrás de suas costas. — Vá ver sua irmã.

 Pietro chorava aos prantos de cabeça baixa sem deixar que sua esposa percebesse, mas Mercy notou que seu pai estava um pouco perturbado e que iria passar, pois naquele momento ela apenas queria verificar sua irmã.

 As irmãs dividiam o mesmo quarto, com duas camas de solteiro uma de cada lado, Mercy abre a porta e encontra Millie encolhida em cima da cama com o travesseiro cobrindo a cabeça chorando e soluçando.

 — Ei...não fica assim não, Millie! Você sabe que o papai se estressa às vezes quando o assunto é liberdade. — Fala Mercy, deitando do lado de Millie em sua cama que mal dava para se mexer direito. — Às vezes os adultos fazem coisas sem pensar sabe?!

 Removendo o travesseiro de sua cabeça, Millie com os olhos cheios d'água com o nariz escorrendo abraça sua irmã fortemente.

 — Eu...eu não a...M-Melinda! — Fala Millie com o rosto debaixo do queixo de Mercy, molhando todo seu pescoço.

 — Quem? — Pergunta Mercy, querendo olhar nos olhos de sua irmã que insistia em cobrir seu rosto.

 — Melinda...a...a filha morta! — Retruca Millie.

 — Como sabe disso? — Pergunta Mercy, seriamente.

 — Eu estive...treinando meus poderes... — Fala Millie, esfregando os olhos.

 — Millie! Isso é um máximo! — Diz Mercy, abraçandoa fortemente. — Você ergueu aquela ratazana em cima da mesa muito bem! Vamos fazer o seguinte; quando voltamos amanhã da Colheita, vou levar você e eu para treinarmos na floresta, combinado?

 — Combinado...

  
 

  


Notas Finais


Opiniões ?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...