História I Dont Wanna Live Forever - Capítulo 44


Escrita por: ~

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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 91
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 44 - Capítulo 43


Fanfic / Fanfiction I Dont Wanna Live Forever - Capítulo 44 - Capítulo 43

 

Capítulo 43

Como isso é possível?

 

Clary senta-se ao lado de Lydia, observando-a virar uma dose de tequila, encarando à ruiva logo em seguida.

-Eu precisava disso. –Diz, com uma careta no rosto.

-Está mais do que claro isso. –Diz, rindo. –Alec é tão linha dura assim? –Pergunta, abismada.

-Sim e competente. –Responde, levantando o indicador e chamando o garçom. –Não fale para o seu pai, mas... Alec é melhor chefe do que ele. –Diz, sussurrando e Clary ri.

Ela e Alec nunca foram muito próximos, eles conviviam tranquilamente e desde que ela e Jace se separaram, eles raramente se encontravam.

-Jura? –Pergunta, virando a sua dose.

-Juro... Fora que é um ótimo amigo. –Responde, suspirando. –Então... Você e Jace? –Pergunta, rindo.

-Estamos recomeçando... Do jeito certo agora e está indo tudo muito bem. –Responde, suspirando.

-Imogen? –Pergunta, suspirando.

-Desde a tentativa frustrada com o Woolsey, ela está se mantendo quieta, segundo Dorothea, ela foi internada por complicações na doença... Jace às vezes vai vê-la por pura compaixão. –Responde, alisando os seus cabelos.

-Ele não consegue perdoa-la, não é? –Pergunta e Clary nega.

-Não acho que isso seja possível, mas isso não quer dizer que ele não tenha compaixão por ela. –Responde, suspirando.

-Entendo. –Sussurra, pegando a sua nova tequila e a virando.

-Preciso de batata. –Avisa Clary, rindo e ao pegar o seu celular, ela fecha a expressão. –Jace, o que houve? –Pergunta, preocupada.

-Imogen morreu. –Responde, sussurrando.

 

***

 

Alec adentra a casa da mãe com Max em seus braços, ele debatia-se e se não fosse pela ajuda de Magnus, ele não acreditava que conseguiria levar o homem para qualquer lugar que fosse.

-Já ligou para Simon? –Pergunta Alec, encarando a irmã.

-Ele já está vindo com ela. –Responde, amparando Maryse, que estava com uma expressão de choro.

Alec adentra o quarto de Max e com a ajuda de Magnus, senta-o na cama... Max cheirava a bebida e estava com um olhar tão perdido que o coração de Alec se dilacerou.

-Vai ficar tudo bem... Nós estamos aqui. –Sussurra, beijando os cabelos de Max e o mesmo suspira.

-Eu não aguento mais, Alec... Não aguento mais se lembrar das bombas, do sangue. –Confessa, enterrando o seu rosto na curva do pescoço do irmão.

Ele puxou o irmão para um abraço, alisando as suas costas e o observando apertar-se contra o seu peito.

-Alec. –Chama Magnus, assim que alguém adentra o quarto.

Ele vira-se em direção a porta e se surpreende ao encontrar Queen Seelie encarando-os.

-Max. –Chama Queen, fazendo-o encara-la.

-Doutora. –Sussurra, soltando-se de Alec e a observando se aproximar dele.

Alec encara Magnus e o mesmo estende a mão em direção a Alec e o mesmo entrelaça os seus dedos nos dele, saindo do quarto logo em seguida.

-Vamos deixa-los conversarem. –Sussurra, alisando as costas de Alec.

-Preciso de algo forte. –Confessa, atraindo a atenção de Magnus.

-Venha, vou lhe servir um whisky. –Diz, sorrindo amavelmente para Alec.

Ao descer as escadas, eles encontram Maia conversando com Luke e Maryse deitada no colo de Isabelle, enquanto Simon apertava o ombro de Maryse... Magnus aproxima-se do bar e serve duas doses de whisky.

-Eu preciso de uma também. –Avisa Simon, aproximando-se de Alec.

-O. –Sussurra Magnus, servindo-o.

O asiático entrega os copos para os dois, pegando o seu e ficando ao lado de Alec, alisando as suas costas.

-Como Queen Seelie se tornou a psicóloga de Max? –Pergunta Izzy, confusa.

-Pelo que ela me contou... Foi por causa do pai. –Responde Simon, atraindo a atenção de todos da sala. –O quê? Ela me contou. –Diz, dando de ombros.

-O que mais aquela ruiva dada lhe disse? –Pergunta Izzy, enciumada.

-Disse que o pai dela quando voltou da guerra sofreu com isso... Ele acabou fugido de casa e ela pirou e descontou todas as suas frustrações no sexo... No final, foi preciso encontrar o pai para conseguir se encontrar novamente e só, então, trocou de curso e começou a fazer psicologia. –Responde, suspirando.

-Ela te contou tudo isso? –Pergunta Izzy, semicerrando os olhos.

-Eu perguntei, sabe... Fiquei curioso para saber como a rainha da piranhagem tinha virado uma profissional renomada. –Responde, virando a sua dose de whisky.

-Hum... Entendo. –Diz Izzy, desviando o olhar.

Alec ouve o som dos saltos altos e vira-se em direção a escada, encontrando Queen analisando-os.

-Fiz Max tomar o calmante que o psiquiatra receitou e ele vai dormi até amanhã. –Diz, aproximando-se de Maryse. –Mas aconselho a leva-lo para me ver amanhã... Ok? –Pergunta e Maryse concorda com a cabeça. –Bom... Tenham todos uma boa noite... Magnus. –Despede-se, afastando-se de todos e Alec encara Magnus, que dá de ombros.

-Lembre-se não dormi com ela. –Garante, seguro.

-Eu lembro-me disso. –Garante, segundo, seguindo em direção a Queen e abrindo a porta da rua. –Boa noite. –Deseja, acenando com a cabeça em direção a ruiva.

-Por favor, ligue-me caso ele tenha outro pesadelo... Vou ficar de sobreaviso com números desconhecidos. –Garante, voltando-se em direção a Alec, que acena positivamente com a cabeça. –Obrigada. –Agradece, com um sorriso singelo, seguindo em direção ao seu carro, assim que Alec abre a porta.

-Quem diria... Ela se importa com ele. –Comenta Magnus, surpreso.

-Como disse? –Pergunta, surpreso.

-Se Max quiser... Eles vão ficar juntos. –Responde, piscando em direção ao marido, que toma a sua dose de whisky de vez.

-Espero que ela tenha deixado de ser uma completa vadia. –Diz, revirando os olhos.

-Também, querido. –Diz, aproximando-se de Alec e beijando a sua testa. –Vou pegar uns biscoitos para você. –Sussurra, contra a testa de Alec, que sorri.

 

***

 

Izzy levanta-se do sofá e segue em direção a cozinha, tomando um bom gole de água, ao se encostar-se à bancada da cozinha, sentindo o seu corpo ficar gelado, a sua vista escurecer.

As vozes da sala estavam ficando cada vez mais distantes e tudo o que Izzy conseguia pensar era em chamar alguém, mas a sua voz não saia.

-Izzy, você... –Magnus interrompe-se, ao analisa-la. –Querida, você está bem? –Pergunta, aproximando-se de Izzy e a mesma cambaleia em direção ao cunhado, que a carrega. –Simon. –Chama, gritando, no segundo que tudo começa a escurecer.

 



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