História I fell in love with my teacher - Imagine Kim Seokjin - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Kim Seokjin
Visualizações 35
Palavras 1.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, tudo bom? ^^gentee essa é minha primeira fanfic, espero que gostem!!!
Enfim! *-*
Boa leitura!

Capítulo 1 - Perda..


Fanfic / Fanfiction I fell in love with my teacher - Imagine Kim Seokjin - Capítulo 1 - Perda..

Meu nome é s/n tenho 17 anos e sou brasileira,estou morando na Coreia do Sul faz um semana, já que nos mudamos a pouquíssimo tempo, eu já sei o suficiente do idioma ,o que é uma coisa boa. Eu moro com meu pai desde que minha mãe morreu de câncer, sim. O câncer. Essa maldita doença.

Por uma parte da minha vida eu morei com minha mãe após o divórcio, eles brigavam bastante, antes eu não entendia o porque de tantos desentendimentos – Hoje eu finalmente passei a entender o lado dos dois. – minha mãe queria que meu pai desse atenção a família, o que eu dou razão a ela apesar de tudo isso ser a mais pura verdade! meu pai era muito ausente na nossas vidas. Mais eu não o culpo afinal tudo isso era para o nosso sustento ,nós não eramos pobres nem ricos, eramos uma família média nunca nos faltou nada, minha mãe era enfermeira no qual ganhava uma quantia boa o suficiente para pagar as despesa da casa, e meu pai o qual batalhava durante anos para conseguir ter sua loja de imóveis e finalmente conseguiu,mais a felicidade acabou após minha mãe pedir divórcio.

Ambos moraram em casas separadas, eu fiquei morando com minha mãe. Mas passava fins de semana na casa do meu pai.

Eis que minha mãe descobriu da tal doença, acho que aí nossa família ficou bem unida. Algumas vezes minha mãe parecia tão bem ,mais outras.. nem tanto. Ela se mantinha o mais firme possível perto de mim mas quando estava no quarto eu escutava os seus gemidos com dores que ela sentia no corpo e as tosses ,tudo o que eu fazia era me encolher na cama e colocar o travesseiro no meu ouvido tentando não ouvir o que acontecia, isso estava a matando e eu sabia disso mesmo ela fingindo estar bem perto de mim.

Ela passou seus últimos dias no hospital, nunca havia sentido tamanha dor por perdê-la, sinto tristeza toda vez que lembro desses dias horríveis que presenciei e que jamais vou esquecer, sei que onde ela esteja ela está sempre comigo. Eu sinto sua presença a todo momento.

Meu pai é a minha única família , ele ficou mais próximo de mim, é como se isso fosse um arrependimento do passado por ser ausente. Ele se sentiu na obrigação de ficar comigo durante nossa perda, até abandonou a loja, mais não foi por muito tempo, logo ele teve q ser obrigado a trabalhar novamente, tinha as contas da casa que se formavam uma pilha, eram muitas..

Nossa vida de seguiu e mesmo com o trabalho ele não deixou de ser presente, sempre me ajudava nos deveres da minha escola, saiamos e brincávamos no seu tempo livre.

Depois de alguns anos meu pai recebeu uma proposta irrecusável de emprego fora do Brasil, e aceitou, além disso era seu maior sonho, ter sua própria loja de imóveis. E hoje estamos aqui,na Coréia do Sul aos meus 17 anos tentando ainda me acostumar com esse novo lar onde sei que vou ficar muitos anos ainda sem duvidas..Se completa 3 anos que minha mãezinha se foi e a saudade é sempre a mesma..mas sei que ela está comigo.

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— s/n, desce logo, se não assim vai se atrasar no seu primeiro dia filha! –ouço gritos do meu pai do andar de baixo.


—Já estou indo pai – respondo quase no mesmo tom de voz que ele.


— Isso foi o que você disse faz uma hora atrás -responde gritando em meio a risos.


— Ok ok...estou aqui Sr. Apressadinho –digo descendo as escadas rindo da sua expressão me olhando do fim da escada– Bom dia pai.


— Bom dia filha- se aproxima depositando um beijos no topo da minha cabeça — dormiu bem?


— Sim, mais o fato de ser meu primeiro dia na escola não é nada bom —digo logo fazendo uma cara nada contente.


— Eh minha filha, quanto a isso não tem nada que eu possa fazer por você — diz com uma cara risonha que se acaba ao me ver o encarando com um olhar nada bom — Ah qual é filha, nem deve ser tão ruim assim.


— Fala isso porque não é você que vai ter um monte de alunos te encarando — reviro os olhos —Sério pai, é muito vergonhoso .


Na verdade não estava mesmo contente com o primeiro dia, além disso eu odeio ser novata. Toda vez que eu mudava de escola na minha infância eu fazia alguns amigos novos até com muita facilidade, mais com o passar do tempo não era assim, na adolescência não é a mesma coisa. Isso me incomoda e muito. Não to afim de chegar pela porta daquele lugar e sentir vários pares de olhos me encarando como se eu fosse algum ser maligno ,um alien ou algo do tipo. Bom na verdade sim eu sou diferente, pois todos são dos olhos puxados e eu uma menina diferente deles com os traços de uma brasileira, disso eu tenho que concordar, pois eu no lugar deles também ficaria assim.



—Vamos? –meu pai disse me encarando e estendeu a mão para mim o acompanhar , ele sabia do quanto eu odiava ser novata em qualquer lugar que fosse.



— Vamos..–soltei um suspiro longo e segurei na sua mão estendida indo em direção a porta de saída.



— Espera- ele disse me soltando e correu até a cozinha, logo voltando com uma maçã em uma das mãos –Minha filha não pode ficar sem comer nada no primeiro dia de aula hã?


— Pai...-peguei a maçã logo dando uma generosa mordida ,eu estava mesmo com fome— Obrigada!



Saimos e entramos no carro, logo seguimos em direção da escola, nós conversávamos sobre algumas coisas aleatórias no caminho mais na maioria ficávamos em silêncio. Não sei porque mais sempre que estava no carro o assunto com meu pai sempre era poucos, embora fora do automóvel era uma maravilha, nunca faltava assunto algum, eramos muito amigos, e eu amava isso.

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{...}

—Bom chegamos —falo o encarando e fazendo um olhar de dar pena pra ver se ele sentiria algum pinguinho que fosse e dissesse pra eu faltar aula, mais não deu certo.


— Filha! — ele diz com firmeza na voz com uma expressão séria — Você tem mesmo que ir, eu te entendo, mais infelizmente..tem que ir.


—Tudo bem pai..isso só funcionava quando eu era criança né –falo revirando os olhos saindo do carro logo fechando a porta do mesmo – tchau pai.



–Tchau filha..vou pro trabalho, quando terminar sua aula eu venho te buscar ok? — diz inclinando a cabeça para que eu possa o enxergar de fora do carro.


— ok!. –falo sorrindo de lado.



— E juízo mocinha, não arranje encrencas — eu o olho indignada ao escutar as palavras "juízo" e "encrencas" — Brincadeira —ele ri — Divirta-se no seu primeiro dia.


— Ta bom — devolvo o sorriso com um aceno que é retribuído por ele, que logo da partida.


Meu pai era bem assim, sempre falando essas coisas que não tinha nada a ver comigo, juízo? Não, eu nunca fui esse tipo, eu sempre fui certinha até de mais, com certeza ele sabia disso, mais ele fazia questão de me irritar mesmo que fosse como um humor, só que eu não gosto nadinha. E encrenca? Muito menos, como eu disse sou certinha nunca fui de brigas , com certeza não irei ter...bom sem muitas certezas, como é meu primeiro dia ainda não faço ideia do que terá por vir. Me aproximei do portão e...meu deus ,eu estou tão nervosa, não sei porque mais minhas mãos nessas situações sempre ficam suando bastante e muito gelada. Eu odeio!

— Senhorita S/n? — senti alguém me cutucando pelo ombro, me virei e vi um menino com cabelos ruivos e com um sorriso retangular no rosto — Você é a novata né?

Novata?! Já disse o quanto eu odeio ser chamada assim? Nas últimas vezes q fui novata em alguma escola me chamavam assim como se 'novata' fosse o meu nome, fala sério, isso é muito chato e ridículo. Mas prefiro simplesmente ignorar.

— Ah..oi! Sim, sou eu mesma, e sem o senhorita por favor — digo meio sem jeito, logo retribuindo o sorriso — E você é quem?

— Ow ..permita me apresentar — sorri ainda mais— Sou Kim Taehyung , mais pode me chamar de Tae. — estende uma mão como comprimento.

— Muito prazer, Tae — retribuo o sorriso novamente estendendo a mão para o mesmo o cumprimentando também.

— O prazer é todo meu, s/n! — Tae diz em um tom divertido.

— Bom, e no que posso lhe ajudar? — digo com um olhar um tanto curioso

— Bem na verdade, eu sou um aluno da sua sala, vamos estudar juntos e como todos ficamos sabendo da sua chegada, eu fiquei encarregado de lhe apresentar a escola — ele explicava um pouco eufórico e com expressões engraçadas ,mexendo seus braços freneticamente.

Para mim isso já é ótimo, para quem estava tendo quase um ataque de nervosismo, isso é uma coisa boa, assim eu não fico tão nervosa tendo alguém legal para me apresentar melhor a escola, além disso, eu não conheço nadinha dela. Um amigo no primeiro dia era tudo que eu precisava.

Continua...


Notas Finais


Espero que tenham gostado do primeiro capítulo💙


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