História I Found Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Descendentes
Personagens Carlos de Vil, Doug, Evie, Jane, Jay, Lorrie, Mal, Príncipe Ben
Tags Bevie, Descendentes, Descendentes 2, Evie, Evie Grimhilde, Príncipe Ben
Visualizações 55
Palavras 2.797
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Só para constar que os personagem vão falar palavrão sim.
Nuca vi filho de vilão ser sempre bem educado >.<
Só isso mexmo, não sou de escrever mto nas notas ta... sou vergonhenta suhausaushah.
Mas vida que segue.
MULUKE NEUTRO.
Bjos <3
ps: eu escrevi p caralho nesse cap. mas n posso prometer que ai ser sempre assim. :P
mas o meu p caralho pode ser uma bostinha p vocês, entao me avisem.

Capítulo 2 - - Capítulo 1 - Problems Begin


Fanfic / Fanfiction I Found Love - Capítulo 2 - - Capítulo 1 - Problems Begin

*Evie*

 

O dia começou como qualquer outro em Auradon, os sol sempre brilhando o cheiro das flores frescas logo pela manhã, tudo parecia estar perfeito.

Tinham se passado duas semanas desde o Baile real, do desaparecimento da Uma, do nosso rápido retorno a ilha e duas semanas que tudo que eu estava escondendo para mim mesma desde que cheguei aqui começou a ter mais força.

Eu tinha acabado de entrar no refeitório para o café da manhã, passei pela mesa onde os meus amigos estavam sentados e rindo da ridícula briga do Jay com o Carlos por um pedaço de torta de maçã, que por sinal estava com uma cara deliciosa, passei por eles dando o meu mais elegante sorriso e dando bom dia para todos, que foi retribuído em coro por todos presente na mesa.

Fui para a pequena fila que se formava, para pegar qualquer coisas, já que não ia comer nada mesmo, peguei uma maçã e uma garrafa de água, coloquei na bandeja e fui me juntar aos outros na mesa.

Me sentei ao lado da Mal que estava com a cabeça no ombro do Ben, enquanto eles passava mão em seus cabelos roxos e do meu outro lado estava a Jane rindo dos meninos, e mexendo no seu Ipad.

Comecei uma conversa aleatória com a Jane, já que ela era única outra garota na mesa que estava “desacompanhada”, conversa vai e vem e ela me disse que a Lonnie foi correr para começar o dia bem, fico com inveja dela admito, faz um tempo que tenho dificuldade para correr, mas isso não vem ao caso agora, conversamos um pouco sobre os preparativos do casamento real, falei que já estava fazendo uns esboços do vestido da Mal e do terno do Ben, e que assim que tivesse material o suficiente mostraria para eles, para que escolhessem o seu preferido, quando o assunto morreu Jane voltou a mexer no seu Ipad, ela estava cheia de coisas para resolver sobre o casamento, eu fiquei assistindo os garotos e suas brincadeiras de macacos esfomeados, tomando a minha água e rindo da guerra de garfos que eles tinham se iniciado.

Ben se levantou e disse que tinha que ir, pois tinha assuntos reais para resolver, quem sabe uma real dor de barriga ou coisa do tipo, já que ele não tinha nada marcado para antes do almoço, ser conselheira do rei me dá uma certa vantagem admito.

Notei que a Mal estava muito morta do meu lado, e decidi começar uma conversa.

- Hei M, você está bem?

- Estou sim E, só estou com sono, você sabe que eu odeio acordar cedo, e não consegui dormir direito essa noite, estava com um bebe dinossauro epilético na minha barriga nessa madrugada -ela responde se virando para mim e dando uma revirada de olhos e sorrisinho sem muita força-

Dei uma risada nasal e começamos a conversar, sobre as aulas que graças a Deus estavam chegando ao fim, minha marca de roupas que estava cada vez mais famosa, (sem querer me gabar mas sacoméné) falamos sobre a Dizzy que está aproveitando cada segundo aqui em Auradon, e sobre lista de crianças que iam vir para a escola.

Nesse meio tempo a Jane já tinha ido se encontrar com a sua mãe, e os meninos estavam na fila pela terceira vez, enchendo suas bandejas com tudo que tinham e não tinham direito, a fome desses dois tem que ser estudada.

Assim que os meninos sentaram na mesa, a Mal voou na direção do Carlos e pegou a taca de morango que estava na sua bandeja.

- EEII É MEU MAL! Devolve -ele disse com uma falsa cara de decepção, e um mini sorriso de lado-

Todos nós sabíamos que o Carlos só comia fruta, se tivesse chocolate derretido em cima, então era obvio que ele tinha pegado aquele morangos para a Mal.

- Obrigada De Vil – foi a única coisa que ela respondeu já com a boca cheia de morangos-

Ficamos os quatro conversando sobre coisas ridículas, esperando os meninos terminarem a montanha de comida, a Mal se virou para mim, olhou a minha bandeja, viu a maça intacta, enquanto eu fingia retocar a maquiagem mas na verdade prestava atenção em todos os seus movimentos.

- Princess Blueberry você não vai comer nada não? – Ela me perguntou levantando uma de suas sobrancelha-

- Não estou com fome agora M! – Respondi na maior calma, dando umas batidinhas na minha boca com o gloss.

- Você não vai começar com aquelas dietas malucas de novo, né senhorita Grimhilde?

- É Evie, você sabe que não faz bem ficar sem comer, tirando o fato que você não tem nada p emagrecer ai. – O Jay disse, se intrometendo na conversa e me encarando querendo ler meus pensamentos-  

- Concordo 100% - Disse o Carlos com cara de paisagem me encarando-

- Ai gente que isso? Calma, eu só estou sem fome, vocês sabem que eu não gosta de comer de manhã, mas eu peguei essa maçã p caso eu tenha fome durante o dia, eu estou me cuidando, relaxem.

Menti descaradamente, eu não estava me cuidando, a minha última “refeição” tinha sido a seis dias atrás, e foi um copo suco detox e um pedaço de melancia, mas não posso falar isso p eles de jeito nenhum, seria o meu fim, eu seria obrigada a comer, e eles me monitorariam 24 horas por dia por não sei quanto tempo.

-É sério E, você sabe que pode confiar na gente- o Jay disse colocando sua mão sobre a minha e dando uma leve apertadinha-

- Estaremos sempre aqui para você, assim como você sempre esteve lá para cada um de nós- A Mal disse isso com o braço ao redor dos meus ombros, e os apertando em um abraço de lado-

- Gente é só uma maçã que eu não tive vontade de comer, não vamos voltar nesse assunto, vocês sabem que me deixa desconfortável- eu disse isso depois de descolar a minha cabeça que estava encostada na de Mal- Vocês são uns amores, mas não precisa dessa atenção toda sobre mim- disse isso encarando cada um deles, depois de uns segundos de silencio, olhei para o meu relógio do pulso, e falei com falsa surpresa- Nossa já são 7:45, tenho que passar na biblioteca, e pegar alguns livros antes da aula (Mentira), tenho que ir.- Disse me levantando dando um beijo em cada um pegando minha bolsa, e deixando a maçã de propósito sobre a bandeja.

Cortava meu coração mentir para eles, mas eu não podia evitar, odeio preocupar eles com os meus problemas patéticos.

Comecei a caminhar em direção a porta de saída.

Um, Dois, Três, Quatro....

-EVIE!

PORRA, QUASE.

Me virei, e só tive tempo de pegar a maçã que estava sendo jogada na minha direção pela Mal.

- O brigada M, me esqueci totalmente, beijos.

Disse me virando e indo para a saída do refeitório, sentindo três olhares me acompanhando.

DROGA!

Grunhi indo em direção as salas, para espairecer antes das aulas.

Eu vou dar uma resumida aqui para quem tem aquela coisa do retardo e não conseguiu entender essa conversa bem direta que acabou de acontecer, então quando estávamos na ilha tudo era um jogo de superação entre os filhos dos vilões, e ser pior do que outro, ou p quem não entendeu mais uma vez, quanto pior, melhor, enfim nós fazíamos tudo para sermos dignos dos pais que tínhamos, vocês sabem da história toda então vou me poupar de contar o motivo de termos vindo para Auradon, e tudo que fazíamos pela a aprovação dos nossos pais, e no meu caso, nuca tive a aprovação da minha mãe, assim como eu sei que os meus amigos não tem a aprovação de seus pais, para a minha mãe eu nunca fui digna de ser sua filha, nunca fui bonita o suficiente, malvada o suficiente, quando eu era pequena a expressão que mais me lembro que era dirigida a mim era de desgosto, então no momento em que soube o que aquilo significava, comecei a fazer de tudo para ser mais bem vista pela minha mãe, parei de comer, por que magreza é sinal de beleza, me maquiar com 12 anos, a sai com a maioria dos garotos da ilha, para mostrar a minha mãe que era desejada por todos, perdi minha virgindade com 13 anos,( esse foi um dos motivos do Doug ter terminado comigo, eles disse que eu era apenas uma princesa por fora, mas por dentro não passava de uma vadia ou melhor prostituta, que usa o próprio corpo como barganha, não posso culpa-lo eu realmente sou uma vadia, mas essa história do Doug explico em outro momento) me enojo por isso, mas faz parte do meu passado, odeio relembrar certas coisas que aconteceram naquela ilha, mas mesmo fazendo tudo isso pela minha mãe, ela não estava feliz, ela achava vergonhoso eu seguir a Mal e não ser a líder do meu próprio grupo, fiz muito e nunca consegui agradar ela, os anos passaram e ela se acomodou e não ligava muito para mim, cheguei a pensar que ela tinha me aceitado, e começado a pelo menos gostar de mim, mas notei que era apenas comodismo, eu costurava, vendia, conseguia dinheiro, conseguia a nossa comida, limpava a casa, então para ela estava ótimo ter uma empregada de graça.

E em um dia em que destruíamos a ilhas, quebrávamos as coisas por diversão, e fazíamos a maior bagunça, eu acabei não tendo forças e não aguentei o peso do meu próprio corpo e fui direto de encontro ao chão, lembro vagamente do Jay me pegou no colo e me levando para o quarto onde dormiam todos os quatro, naquele dia nos unimos muito e eles sempre estavam ali por mim, e eu por eles, nos tornamos inseparáveis, o Jay e o Carlos sempre preocupados, e a Mal sempre de olho em mim, mas isso passou depois de um tempo, que eu estava melhor, depois de uns anos viemos para Auradon e tudo aquilo que vocês já estão cansados de escutar.

Mas a vontade de ser dignada da minha mãe sempre esteve presente, assim como eu sei que ainda está presente para todos que vieram da ilha, então sempre me pego pensando que agora que não tirei ela de lá, não peguei a varia, fracassei, e virei uma perfeita garota de Auradon, ela deve me odiar, aposto que se ela tivesse a chance arrancaria o meu coração com as próprias mãos, o esmagaria bem na minha frente, e ia me ver morrer lentamente olhando bem nos meus olhos, e se divertiria fazendo isso.

E depois de ter ido para a ilha, revivido aquelas lembranças e ver que tem crianças que passam exatamente a mesma coisa que eu, e coisas até muito piores, eu não consigo me perdoar por estar vivendo bem aqui, e não ter feito nada por eles, eu posso trazes crianças e adolescentes aqui para Auradon, mas sempre vai ter alguém que vai estar lá sofrendo, não posso concordar com o que fazem com eles aqui, onde os mocinhos vivem, e faze boas ações, sendo que eles mantem pessoas em uma ilha, onde elas comem restos, vivem na imundice, não tem ajuda medica, não tem nada, e condenam crianças independente se é filho, neto, bisneto ou qualquer outra merda, a viver dificuldades.

Esses pensamentos me atormentaram o dia inteiro, não fui para o refeitório na hora do Almoço não queria ter que suportar os olhares dos meninos e da Mal, enquanto eu estivesse “comendo” alguma coisa, então fui para a academia, para espairecer e queimar gordura, como só começaria ajudar o Ben depois das 15:00, fiquei na academia das 11:50 até as 14:30.

Estava morta quando cheguei no meu quarto com a Mal para tomar um banho, agradeci mentalmente por não esbarrar com ela, tomei meu banho gelado, me arrumei com um vestido azul, obviamente, coloquei as minha inseparáveis luvas vermelhas, com várias pulseiras pelo pulso, e vários anéis, coloquei uma bota preta de cano curto com salto e detalhes em dourado e vermelho, deixei meu cabelo com uma pequena trança na lateral, e coloquei um das minha coroas.

Saindo do meu quarto bateu uma tontura, me segurei no batente da porta, olhei em volta não vi ninguém graças a Deus, assim que me senti melhor fui em direção ao escritório do Ben, para ver o que teria para fazer hoje.

Chegando lá bati na sua porta e escutei um resmungo baixo falando que podia entrar, coisa que normalmente ele faz quando estra preocupado, ou perdido em alguns assuntos reais, assim que entrei pela porta vi sua testa franzida e um olhar perdido para a enorme tela de computador que estava na sua frente.

-Ben! Quero disser vossa majestade- disse fazendo um breve reverencia-

- Evie! Oi – Ele disse me encarando e esboçando um adorável sorriso- Entre, e por favor sem formalidade entre nós, somos amigos.

Apenas concordei com a cabeça e um com um sorriso, fui em direção a cadeira que estava na sua frete.

- Evie eu preciso te pedir m grande favor- ele falou com um rubor nas bochechas que o deixava lindo, e uma cara tímida e sem graça-

- Claro Ben, do que precisa?

- A minha assistente se demitiu, ela está gravida, e pretende se focar inteiramente nisso no momento, e como eu adoro o seu trabalho como minha conselheira, eu sei que seria puxado para você, mas não precisa me responder agora, mas seria ótimo se você aceitasse, ser a minha assistente- ele disse tudo meio rápido demais, e se atrapalhando em certos momentos, o que me fazia querer rir da situação-

- Eu ficaria honrada, mas não sei se consigo gerenciar a minha marca de roupas, ser a sua conselheira e secretaria- disse triste, porque seria uma desculpa rar passar mais tempo com o ele, mas tenho que pensar no meu futuro também, não posso simplesmente largar a mão dos meus planos pessoais-

- Eu já pensei nisso, você terá tempo de sobra para se dedicar a sua marca, e eu prometo que não exigirei muito de você, ainda mais agora que está chegando as festas de final de ano, e o meu casamento com a Mal, e se você se sentir sobrecarregada não hesite em me falar, estou aqui para te ajudar também- ele diz isso olhando em meus olhos, sempre sorrindo epor fim coloca a sua mão sobre a minha-

- Então pode contar comigo para o que precisa! – digo com o meu melhor sorrio no rosto-

 

*Autora* (eu mesma, prazer, até fora da cama hein!)

 O dia passou entre conversas, confissões e conversas, sobre como ser rei está derretendo o cérebro do Ben, que acha que em qualquer momento eles vai escorrer por suas orelhas, que ele estava precisando de uma amiga para conversar, e que agora que a Evie aceitou ser sua assistente ele tem certeza que seus dias vão ser muito melhores e bem mais animados do que antes, conversaram tanto que nem se deram conta do tempo passar, quando se deram conta já tinha se passado das 20:30, estavam uma hora e meia atrasados para o jantar, a Mal mataria os dois.

Evie se levantou, se sentiu fraca mas disfarçou como uma perfeita atriz, e seguiu em direção a porta, mas quando estava quase lá, se sentiu sem forças de novo, e dessa vez ela sabia que dar uma visitinha para o chão seria inevitável, escutou Ben chamando seu nome ao longe, mas não assimilava mais nada, e as únicas palavras que se passavam pela sua cabeça naquele exato momento eram “FODEU, FODEU MUITO, FODEU BONITO” e assim sua visão escureceu de vez.

 Ben estava terminando de guardar suas coisas e desligar tudo que estava em sua mesa, quando de relance levantou rapidamente o olhar e viu Evie indo em direção a porta, mas alguma coisa não estava certa, ele a viu esfregar os dedos trêmulos nas palmas de suas mãos.

- Evie?

Nada, ela estava de pé mas não emitiu nenhum som.

- Evie, você está be...

A frase se perdeu no ar, assim que ele percebeu que o corpo da garota de cabelos azuis iria colidir com o chão do seu escritório, ele tentou chegar a tempo de segura-la em seus braços, mas era tarde demais.

Evie desabou, sua cabeça bateu na quina de uma pequena mesa que estava no meio do enorme escritório na frente de um sofá, e logo depois seu corpo colidiu com o chão frio de madeira.

Ben correu para alcança-la gritando seu nome, assim que viu o corpo pálido da azulada no chão, e com uma pequena poça de sangue se formando ao lado de sua cabeça.


Notas Finais


Criticas?
Dicas?
Insultos?
Gosto !
deixa ai em baixo suahushasuh


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