História I Love You. I Lost You. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais
Tags Bts, Jikook, Jimin, Jungkook
Visualizações 8
Palavras 1.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AVISOS:
- A história vai se passar em duas linhas do tempo.
- Não entendo sobre cultura antiga então se houver algum erro temporal e etc, me desculpe.
- Tentei adaptar ao máximo o linguajar para a época, releve se deixei passar algo batido.
- Não faço ideia de como foi a Coréia no passado então a fanfic não é ambientada necessariamente lá, prefiro deixar o lugar pra você imaginar.
- Desculpe erros de ortografia.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction I Love You. I Lost You. - Capítulo 1 - Prólogo

Park Jimin POV

Século XIX, 14 de Novembro de 1832


 Estava andando pelos jardins do enorme casarão em que estava antes, fugindo do baile que ocorria no interior do mesmo, tentando escapar dos cavalheiros tagarelas que conversavam com meu pai sobre assuntos totalmente entediantes. Eu não me considerava um rebelde, não havia enfrentado todos e simplesmente me retirado, eu inventara uma dor de cabeça qualquer e aleguei que precisava de ar puro, assim se tornou simples a minha saída.
 Não é como se eu odiasse todos os tipos de baile, bem, eu odiava a maioria deles mas alguns eram até suportáveis, porém aquele em especial tinha todos os requisitos para ser horrível. Para começar era um baile comercial, ou seja, de negócios. Negócios que me davam sono até de escutar sobre.
 
 Apressei mais os passos e sentei em um dos bancos da propriedade, ofegante, tentei relaxar fechando os olhos e tombando a cabeça para trás, encostando-a na fria madeira.
- Por favor diga-me que está vivo. - Ouvi uma voz rouca falar e logo o ranger da madeira do banco.
 Senti o calor humano próximo de mim, deixando claro que alguém sentara do meu lado. Iria abrir os olhos para ver quem era mas a pessoa me impediu, cobrindo meus olhos com a mão. Não entendi isso, mas senti um arrepio me percorrer a espinha.
- P-permita-me vê-lo, senhor. - Pedi contrariado.
- Está certo disto? Posso não ser como espera. - Ele revelou calmo, a voz dele parecia me tocar diretamente na alma.
- Eu não compreendo. Certamente desejo ver o rosto do nobre cavalheiro que fala com minha pessoa. - Expliquei, ele parecia um pouco mal da cabeça.
Seria um lunático?
- Talvez eu não seja um cavalheiro tão nobre. Eu penso que nós imaginamos as pessoas na nossa cabeça como perfeitas, nós as moldamos como desejamos. É ruim quando enxergamos quem elas verdadeiramente são e a decepção nos bate a porta. - Mas do quê diabos ele vinha falando? Nenhuma de suas palavras era coerente. Eu estava mesmo cheio de azar, fugindo de velhos tagarelas para encontrar com loucos.
 Passou-se só um segundo e senti o peso sair de minhas pálpebras, agora poderia olhá-lo.
 O rapaz aparentava ser jovem, em média, da minha idade. Sua aparência não era em nada "decepcionante" como ele alegava, ao contrário disso, ele era um dos rapazes mais formosos que eu já vira, se não, o mais formoso.
 Me faltaram as palavras e provavelmente também o ar, eu estava envergonhado pela estranheza da situação.
- S-sou Park Jimin, honrado. - Falei rápido e estendi a mão para ele.
- Jungkook... Jeon Jungkook. - O tal Jeon segurou minha mão e me olhou no fundo dos olhos, devo ter cegado por um momento. Após um comprimento estendido, nossas mãos se afastaram. O ar se tornou difícil de respirar.
- O senhor é filho de um dos negociantes ou... - Deixei que soasse como uma pergunta, observando os traços perfeitos de sua face.
- Não, senhor Park. Sou um dos empregados desse purgatório. Creio que fiz diversas crueldades nas vidas passadas e agora estou tendo uma vida de castigos. Ao menos é nisso que prefiro crer. - Respondeu o garoto, dando de ombros. Fiquei surpreso, a beleza dele não possibilitava saber que ele era um servo da casa.
- Minhas desculpas, não quis ser insensível com o senhor. - Pedi de imediato, eu estava nervoso demais sem razão alguma.
- Não se preocupe com isso. Não quero ofendê-lo mas o senhor parece ser um pouco neurótico. - Franzi o cenho. Dentre nós dois era muito fácil enxergar o neurótico e esse não era eu. - Olhe, parece que a festividade acabou. - Ele indicou com o queixo e eu olhei para trás, vendo meus país saindo do salão, procurando-me com o olhar.
- Eu preciso... - Ia explicar quando Jungkook interrompeu-me.
- Eu sei, eu sei. Sinto que vou o rever brevemente senhor Park, então até logo. - Ele me dirigiu um sorriso e eu estremeci.
 Aquilo me afetou de alguma forma, seu sorriso me afetava. E assim como ele, no fundo do meu peito, ecoava uma voz que prometia que nosso reencontro aconteceria em pouco tempo.
 Me apressei para ir de encontro da minha família e antes disso, só pude fazer uma rápida mesura à Jeon que a correspondeu. Eu ainda estava profundamente contrariado com o que acontecera. 
 E com um sorriso, saí de lá, aguardando ansiosamente para reencontrar o desconhecido que tanto me instigava.
 

 

Século XXI, 14 de Novembro


 Dançava animado sob as coloridas luzes do clube, eu podia sentir o álcool nas minhas veias, podia observar como ele mudava drasticamente meu comportamento.
 Só muito whisky pra esquecer da minha noiva, noiva essa que eu nem conhecia e para a qual eu fui prometido contra a minha vontade. Mas desde quando minha doce mãe se importava com meus desejos, ela fez aquilo por negócios. Dinheiro era a única coisa que importava.
 Então acho que eu tinha bons motivos pra estar bêbado.
- Ah, cara, me desculpa mesmo. - Um homem falou quando derrubou alguma bebida em mim. Esbravejei.
- Ei! Vo...você tem que olhar... Por onde ANDA CARA, é sério. - Minha voz ia do mais alto ao mais baixo tom, a típica voz de bêbado. - Vai pagar por isso. - Tentei empurrá-lo mas mole como estava, só consegui cair em seus braços, ele por sorte me segurou.
- Vai com calma amigo! Nossa você tá péssimo. Moro aqui do lado, quer que te leve lá e te dê uma força? - Ofereceu ele simpático, normalmente eu desconfiaria bastante, mas alterado como estava, toparia qualquer coisa.
 Minutos depois, o garoto estava abrindo a porta da sua casa ao mesmo tempo que tentava me manter de pé. Me guiou até o sofá, onde me sentei, tudo que via eram borrões de diferentes cores.
 Ele saiu e depois de um tempo, retornou pra sala com algo em mãos, eram roupas limpas.
- Foi mal ter te molhado. Pode vestir essas coisas. - Ele jogou no sofá mas eu só fechei os olhos e ignorei. - Acho que você tá chapado demais pra isso. Tem certeza que só bebeu? - Riu nasalmente.
- Idiota. - Eu disse em meia voz. Meio atrevido vindo de quem não aguentaria brigar com um mosquito. - Ei, eu... VOU dormir... NESSE sofá.
- Olha pra você. - Ele riu mais alto. - Tá bem, vou te deixar ficar aqui hoje, prodígio. Mas não se anime muito, assim que amanhecer eu te chuto. Não roube nada e permaneça na sala. Eu vou pro quarto. - Ele explicou tudo muito rápido e parecia apressado, ia saindo mas chamei sua atenção.
- Ei... Ei! EIII! - Gritei. - Meu nome é Jimin, amigo, e o seu? - Me esforcei ao máximo para sorrir.
- Jungkook. E não somos amigos.
 


Notas Finais


Volta o cão arrependido. Eu amo escrever (mesmo que mal) então me aguenta. Ah e deixa a opinião aí pra mim saber.


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