História I promisse to talk care of you - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Park_Giginnie

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Menção Taeyoonseok, Namjin, Prometidos, Vhope, Yoongi Demônio
Visualizações 52
Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTAMOS....
PEÇO DESCULPAS POR TERMOS DEMORADO MUITO, TENTAREMOS NÃO DEMORAR TANTO...
ENTÃO BORA PARA A LEITURA E ESPERO QUE GOSTEM...

Capítulo 4 - Capitulo Três


Pov. Jimin

 

É o Jin que voltar para nossa antiga casa e como eu não fico sem ele, terei que ir junto. O difícil será contar para Min Yoongi que teremos que voltar. Pelo menos Jin deixou ele ir conosco.

Respiro fundo e vou até o escritório onde Suga está. Bato na porta e escuto um “entra”

­— Oi Suga! Posso falar com você? — Pergunto calmo.

— Claro, vem aqui meu baby — Suga me chama com a mão — O que quer falar? — Vou até Suga e me sento em seu colo com as pernas de cada lado de sua coxa.

— Bom... — Dou uma enrolada dando beijinhos em seu pescoço — É que o Jin queria uma coisa.

— E o que seria essa coisa — Suga fala e solta um arfar por causa dos beijinhos que eu ainda dou em seu pescoço.

— O Jin quer voltar para casa — Falo rápido. Vejo que os olhos de Yoongi escurecem chegando à tonalidade preta e fala quase gritando:

— Nem a pau — Suga exclama alto me assustando, fazendo-me sair de seu colo — Vocês não vão sair daqui.

— Mais Yoongi... O Jin quer voltar e eu não posso deixá-lo sozinho — Falo calmo, mas ainda com medo.

— Já disse que não — Exclama alto.

— O Jin disse que você poderia ir com a gente — Tento persuadi-lo.

— Porra Jimin, não ouviu? — Grita e eu me encolho de medo — Eu disse a porra de um “NÃO”, então é não.

— Yoongi não sou uma criança — Falo bravo aumentando um pouco minha voz. Yoongi vem em minha direção e agarra meu braço.

— Mas eu disse não — Ele aperta forte meu braço e eu solto um gritinho — E você tem que me obedecer.

— Olha aqui Min Yoongi — Puxo meu braço do aperto de sua mão e dou alguns passos para trás — Você não manda em mim, o único que tem esse direito é o Jin, pois é do meu sangue — Falo bravo — Nunca imaginei que faria isso Yoongi — Tenho vontade de chora, mas me seguro — E eu com medo do Jungkook que esta bem longe daqui, deveria ter medo e de quem ‘tá’ perto de mim — Falo tudo duramente e logo que termino saio correndo com as mãos nos olhos chorando, mesmo ouvindo os chamados de Suga.

As lagrimas caiam de monte, parecia que eu choraria um rio inteiro. Não estava bravo com Yoongi, e sim magoado — Decepcionado talvez — Ele não é assim, poderia ter me machucado seriamente.

Estava no quarto chorando quando ouço a porta sendo aberta e revelando um Seokjin com uma cara nada boa.

— Você credita que aquele... — Jin para de falar quando vê meu estado choroso — Por quê você está chorando Jiminnie? — Jin se aproxima agora com o semblante preocupado.

— Por nada Jin.

— Nada é o que você está fazendo, nadando na mentira. Vamos me diga o que aconteceu?— Jin continua.

— Promete que não ficara bravo?

— O que você aprontou? — Jin pergunta desconfiado.

— Promete Jin? — Desconverso.

— Tá prometo — Respiro fundo e falo:

— é que quando fui falar com o Suga que iríamos voltar, ele ficou muito bravo e acabou gritando comigo.

— Eu vou mata... — Interrompo-o

— Você não vai matar ninguém Jin. Ele não fez por mal, ele ficou muito bravo, por isso.

— Ai Jimin, quanta ingenuidade — Jin entra no quarto fechando a porta atrás de si e vindo em minha direção, Jin arregala os olhos quando vê meu braço — Não me diga que foi o Yoongi que fez isso. Não foi né? — Olho para meu braço e abaixo a cabeça.

— Não acredito — Exclama Jin irritado — Como pode defender ele depois disso? Vou castrar aquele energúmeno — Me assusto um pouco com seu tom, ele parecia decidido a fazer o que ele falava — E vou dar o pinto dele para os cachorros comerem — Ele fala e eu começo a rir — Não ri não Jimin, isso é verdade vou fazer isso mesmo com ele.

— Jin, por que entrou bravo daquele jeito? — Mudo de assunto ainda rindo um pouco.

— Ah isso... Porque aquele demônio nanico e idiota veio falar que não era para eu levar você para nenhum lugar. Que se eu fosse ir, era para eu ir sozinho, vê se pode uma coisa dessas — Jin começa a andar em direção da porta, a abre e antes de sair se vira e fala:

— Ah! Vamos voltar amanhã — Fala fechando a porta, suspiro alto e decido descansar.

Queria poder descansar, mas logo depois de Jin ter me deixado sozinho, duvidas surgiram em minha cabeça e então comecei a pensar como seria nossas vidas se não tivéssemos fugido. Será que seriamos felizes? E se Namjoon e Jungkook não fossem tão maus quanto à gente pensava? Será que eu me apaixonaria por Jungkook?

Tantas perguntas queria ter a resposta de pelo menos uma delas. E com esses pensamento/duvidas acabo dormindo sem nem perceber.

 

Acordo de supetão depois de ter um sonho muito estranho:

Estava deitado no sofá assistindo a algum dorama que passava na tevê, depois de um longo tempo assistindo o dorama vejo a porta sendo aberta e de lá passar um homem alto de cabelos castanhos, ombros largos e de óculos escuro tampando os olhos

— Oi meu amor — O estranho fala vindo em minha direção.

— O-oi — Falo gaguejando. Ele então me abraça e me dá um selinho.

— Como que foi o seu dia? — Pergunta sentando no sofá, sento também e ele me puxa para seu colo.

Nesse instante foi como seu eu me desligasse de mim mesmo e as falas iam saindo sem autorização.

— Foi ótimo Kookie — Meu outro eu se aconchega nos braços fortes do estranho — E o seu como foi?

— Foi normal — Fala dando um beijo na nuca do meu outro eu — Aproveitei que estava vindo para casa e passei no Namjoon.

— Ah Kookie — “Dou” um tapa fraco em seu braço — Você disse que me levaria.

— Eu sei, mas eu só passei para dar um “Oi” — Fala se explicando — Você tem que ver o barrigão do seu irmão, tá gigante. Aposto que vem gêmeos — Kookie fala abraçando minha cintura.

Eu tecnicamente já nem estava mais no sonho, eu era um mero observador. Era como se fosse eu, só que como uma cena de dorama. Eu não podia disser nada, eu sentia o que o meu outro eu sentia, os toques, as palavras sussurrada, eu sabia o que meu outro eu falaria na seguinte frase, eu pensava como ele.

“Mas quem diabos é Kookie?” A pergunta que não que calar.

— Quando teremos filhotes Chim? — Kookie fala dando outro beijo em minha nuca, causando-me um arrepio (Explicação das autoras, nesse momento o Jimin não esta mais no sonho, é como se o “eu” dele do sonho que estivesse relatando a história)

— Não sei Kookie, por quê?

— Vamos tentar? — Kookie começa a distribuir beijos pelo meu pescoço, mesmo eu ainda estando de costas para ele.

— Agora meu bem? —Solto um arfar depois de sentir sua língua em meu colo*.

— Sim, nesse exato momento.

Kookie então me vira em seu colo, fazendo minhas pernas ficarem de cada lado de seu corpo. Ele então começa a dar chupões em meu pescoço enquanto eu apenas me contorcia pelas caricias. Tomo coragem e faço-o desgrudar sua boca de meu pescoço puxando-o para um beijo. O beijo começara devagar, mas ao longo das mãos bobas e o aquecimento de meu corpo ele começa a ficar mais intenso, começamos a travar uma batalha de quem ficaria no controle. Nossas línguas se enroscavam em uma dança que só elas entendiam. Quando o ar se fez falta nos desvencilhamos, mas não paro por ai, Kookie leva sua mão para a barra de minha camiseta — Que por acaso era dele — puxando-a e tirando-a de meu corpo, jogando-a em qualquer canto da sala. Coro vendo ao vê-lo observar meu corpo nu.

— Jurava que você estava cheio de marcas roxas — Fala passando a mão grande por meu tronco desnudo até chegar em minha barriga — Faz muito tempo que a gente não “faz”?

— Pergunta simplista, mas de um modo menos obsceno.

— Acho que a última vez foi semana passada — Falo e coro pela vergonha de revelar isso.

— Então parece que minhas marcas não estão tão potentes quanto eu imaginava — Kookie dá um chupão forte em meu  pescoço — Mas não tem problema, não me importo de fazer outras.

 E assim começa a seção de chupões, onde ele encontrava minha pele na tonalidade natural fazia um chupão e apreciava a área ficar vermelha para logo depois arroxear.

— Kookieeeee... — Solto um gemino fino e ele sorri contra minha pele.

  Quando Kookie me deita no sofá eu acordo sem entender o que tinha acontecido. Logo depois Jin entra no meu quarto cantando.

— Oi — Exclama depois de cantar um verso de uma música qualquer.

— Pra que toda essa felicidade Jin? — Pergunto me sentando na cama.

— Ué? Hoje vamos voltar Jimin — Fala ainda sorrindo — Se esqueceu?

— Aish! Desculpa — Digo abaixando a cabeça — Tinha me esquecido.

— Que isso Jiminnie. Não precisa se desculpar — Fala vindo em minha direção — Porque tá todo suado? — Pergunta com um semblante preocupado.

— Tive um sonho estranho — Digo dando de ombros e me levantando da cama e indo em direção ao banheiro.

— Que tipo de sonho? — Pergunta-me curioso.

— Um sonho muito louco, envolvendo uma pessoa que não conheço chamado Kookie.

— Nossa. Kookie é o nome?

— Sim, estranho né?

— Um pouco — Jin logo vem me abraça — Vamos arrumar as malas? — Pergunta animado dando um beijo em meus cabelos, assinto e ele começa a arrumar minha cama.

“Será um longo dia.”

 

Logo depois de Jin terminar de arrumar minha cama ele diz que vai arrumar algo para comermos e sai. Pego minha mala e começo a arrumá-la, enquanto fazia isso senti que estava sendo observado, viro-me e dou de cara com Yoongi me observando.

— O que você quer aqui Yoongi? — Pergunto sem olhar em seus olhos.

— Vim aqui para conversar com você — Falou sentando-se em minha cama.

— Falar sobre o que? — Perguntei parando em sua frente olhando irritado — Sobre sua agressividade?

— Não foi minha intenção lhe ferir Jimin. Eu estava com raiva e não medi as conseqüências de minhas ações...

— E me machucou — Complete voltando a arrumar as minhas malas.

— Jimin me perdoa? — Yoongi fala vindo para mais perto de mim — Eu te amo, não quero ver você triste — Me abraça por trás.

— Tudo bem Yoongi – Me desvencilho de seus braços e para em sua frente — Mas eu ainda vou embora — Ele arregala os olhos depois de minha fala.

— Por quê?

— O Jin quer ir e eu não posso ficar sem ele — Falo abaixando a cabeça — Você pode vir com a gente.

– Você sabe que não — Yoongi fala virando, fazendo-me olhar suas costas.

– Por favor, Suga —Falei usando pela primeira vez na conversa seu apelido.

— Não — Ele fala simplesmente e sai do quarto batendo a porta forte.

– Porque você tem que ser tão cabeça dura? — Falo alto, mesmo sabendo que ele já havia saído.

 

Pov. Jihyun

 

Á 15 anos meus dois filhos fugiram com medo de casarem com pessoas desconhecidas, eu até entendo eles, mas sinto muita falta. Era muito apegado aos dois, gostaria de poder ver meu Jiminnie e meu Jinnie novamente.

Eu nunca concordei com essa história de casamento, mas Eunbi acredita naquela maldita profecia. Eu sei que é verdadeira, mas acho desnecessário casar meus filhos sem o amor que eles poderiam ter.

Estava sentando no sofá assistindo a algum dorama que passava a teve ­­(Sim o pai do Jimin e do Jin é gente como a gente), estava cansado acabara de chegar do trabalho — Mesmo sendo rico, gosto de trabalhar e mostrar meu esforço na empresa — e decidi descansar um pouco. Longos minutos se passaram e eu não consegui entender o dorama que assistia, então preferi desligar a teve e ir para o quarto dormir.

Quando estava preste a levantar a campainha toca, levanto-me e vou até a porta abrindo-a e dando de cara com dois — Talvez — adolescentes com malas em minha frente, não estava entendendo, estava analisando as duas pessoas em minha frente quando olho para o pescoço do mais alto dos dois e vejo uma marca de nascença, a minha marca de nascença.

Jin? — Exclamo e ele sorri — São vocês?

Continua...


Notas Finais


FOI ISSO....
DESCULPEM QUALQUER ERRO E SE GOSTARAM COMENTEM.....
*COLO É UM SINÔNIMO DE PESCOÇO.


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