História I Will Follow You Into The Dark - Volume ll - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~QueenLaufey

Postado
Categorias Homem de Ferro (Iron Man), Lily Collins, Os Vingadores (The Avengers), Thor
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Darcy Lewis, Dr. Bruce Banner (Hulk), Fandral, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Frigga, Heimdall, Howard Stark, Jane Foster, Lady Sif, Laura Barton, Lily Collins, Loki, Maria Hill, Maria Stark, Natasha Romanoff, Nick Fury, Odin, Pantera Negra (T'Challa), Pepper Potts, Personagens Originais, Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers, Thor, Visão, Wade Willson (Deadpool)
Tags April, Avengers, Filha De Tony Stark, Filha Do Tony Stark, Herdeira Stark, Heróis, Loki, Loki Laufeyson, Thor, Tony Stark, Vilões
Visualizações 78
Palavras 2.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Five.


Fanfic / Fanfiction I Will Follow You Into The Dark - Volume ll - Capítulo 6 - Five.

Loki. 


Eu não aguentava mais, estar naquele momento aturdido, April naquela terra, sozinha com meus filhos, eu estava soberbo, parado no quarto, pensando no que faria, me bateu ansiedade de poder tocar nos meus filhos, e poder revê April. Aquilo não era normal em mim, mas eu pouco me importava, eu sai do quarto, pelos corredores, em meio a tropeços e momento. Eu não demorei tanto a chegar a Bifrost. Heimdall apenas me olhou e já sabia porquê da aflição que estava, ele rodou a chave, e eu atravessei pela Bifrost, chegando em Midgard, na frente da casa de Tony, na mansão, estava vazio, e não havia ninguém ali, meu coração pedia, e pulsava por eu chegar até onde eles estavam, ouço uma risadinha, bem gostosa, não seguro as lágrimas, meu afeto foi além, eu entrei fazendo magia, e me ocultei, seguindo a risada, meus olhos marejaram, e parecia que ela já me esperava, a porta do quarto aberta, eu entrei vendo dois berços, com dois bebês, um dormia, e o outro sorria, e batia palminhas, ela fitou onde estava, e bate palmas, como se me visse. Eu ia me aproximando do berço, quando ouço a da porta uma voz conhecida, eu me afastei, e vi April, cuidar da Lívia, esse era o nome da minha garotinha, linda dos cabelos escuros e os olhos claros. Eu deixei de ser bobo, e desfiz a ocultação, com a certeza que April ficaria com raiva de me ver ali, mas eu precisava. 


Quando desfiz, ela me encarou, e logo que deduzi em querer ver meus filhos, April pareceu parar no tempo, eu aproximei-me dela, e ela recuou, como se eu fosse fazer mal a ela, eu dei um suspiro, e aproximei-me do berço, vendo os dois pequenos compartilhar o mesmo berço, o menino despertou, me olhando, dando um sorriso, não havia um dentro ali, ele também se parecia comigo, eu soltei um sorriso, e uma lágrima pingou de meus olhos, estiquei a mão, tocando Lívia, e depois o menino, que não sabia o nome, April olhava tudo, ainda em choque. Eu mexi na mãozinha de Lívia, que adorou minhas mãos, e o menino, que adorou a palma dela também.


- Qual o nome dele?.


- Levi. - respondeu April de forma ríspida.


- Lívia e Levi, Fenris e Anastácia. - falei de um jeito confortante.


- Por que... Fenris e Anastácia?. - indagou confusa, vendo meus atos com os pequenos.


- Não gosto de nomes midgardianos. - digo franzindo o cenho, e April pigarreou.


- Desculpe mas, eles podem ser chamados de Fenris e Anastácia lá na sua terra, mas aqui, de Lívia e Levi. - falou ela indo até a porta e trancando-a, fechando as janelas ali.


- April, por que não me contou?.


- Você não estava aqui. - ela pegou os brinquedos sobre o chão, pondo nas prateleiras.


- Você deveria me procurar. - digo sério enquanto olhava as crianças, que aos poucos iam dormir.


- Aaaa, deve ser fácil, contar ao seu pai sobre a gravidez, e deve ser fácil, o caminho para Asgard.


- Thor saberia. 


- Sim, Thor saberia, mas como eu vivenceria? eu passei sufocos, aquela mulher insignificante, chamada Lorelei, ela quase me fez perder os bebês!. - indagou ela e eu olhei para ela surpreso.


- Lorelei?.


- Olha, você conheceu os nossos filhos, eu sei que conheceu, mas permaneça no mesmo lugar que esteja, por favor, não quero que eles sofram qualquer tipo de ameaça e... - eu interrompi ela.


- E você acha que está segura aqui? na mansão do seu pai?. - rosnei e ela abaixou a cabeça. - fala sério April, seu pai vive pelos Avengers, ele tá sempre em encrencas, e sempre em momentos ruins.


- Aaaa, e você nunca está?.


- Eu sou rei de Asgard, e posso protege-los. - digo notando está próximo dela.


- Loki... - ela olhou-me, e eu segurava seu braço. - está machucando. - mumurrou e eu soltei, vendo as marcas vermelhas se tornarem roxas.


- Me desculpas. - eu digo sem pensar e ela suspirou.


- Tudo bem.


- April não quero que esconda meus filhos, fuja de mim, eu quero vê-los sempre, com freqüência, eu quero... - eu pausei a frase e mentalizei o que diria. - te-los perto de mim.


Acho que aquilo fez todas defesas de April, cair no mesmo momento, ela desabou no chão, só se ouvia seus soluços e choro, ela colocou a mão sobre o rosto, e eu tentava apaziguar a guerra em mim, entre meu orgulho, e meu amor, amor?


Eu ia toca-la, quando algo me fez estremecer meu corpo reagiu a aquele momento, e sentiu o choque percorrer, causando uma dor em mim. Cai no chão, de joelhos, em frente a April, que levantou a cabeça, a cor amarela em seus olhos, com um castanho escuro em volta.


Ela me encarou, e eu tive tantas aglomerações, e lembranças como se fosse uma porrada fatal, ela estava me manipulando, eu estava perdendo os sentidos, ela estava o quão forte, utilizando tudo que tinha.


- April... - gemi de dor, pondo a mão sobre a cabeça, e meu corpo chocou contra o chão, enquanto eu sentia aquele turbilhões de gritos e aglomerações em minha mente.


- Loki...Loki... - ela veio até mim, em desespero, tocando-me, e logo ouço batidas na porta, batidas de aflição, e nervoso.


- April, o que está havendo?. - ouço a voz de Benjamin.


Tento me restabelecer daquilo, e com o toque dela em meu rosto, cada músculo meu parecia reagir, minha mente entrou em paz, e voltou ao que era, me fazendo apaziguar meu corpo, e logo senti a respiração retornar ao que era, ela estava me encarando com os olhos marejados, eu me levantei bem melhor, e encarei seu rosto, ela já tinha os olhos castanhos claros de novo.


- April. - chamou o troglodita ao outro lado da porta.


- Atende. - falei me ocultando, e me levantando.


Ela limpou o rosto, enquanto corria até a porta, e eu me encolhi perto da estante, pensando no que aconteceu comigo agora a pouco, olhando minhas mãos.


- O que houve?. - perguntou Ben, enquanto olhava todo o quarto.


- Eu acabei dormindo e tendo pesadelo. - falou April, e ele abraçou ela, e eu olhei com meus olhos faiscando de raiva.


- Quer algo?.


- Não, não, pode ir, eu colocarei as crianças pra dormir. - falou ela, d ele pensou em hesitar, mas logo seguiu. 


Ao fechar a porta desfiz a ocultação, April correu até mim, e me tocou, senti um choque percorrer meu corpo, e logo ela desmaiou de repente. Foi rápido demais, eu apenas abaixei para fita-la, e pude sentir a energia que seu corpo transmitia, era muito forte, parecia que algo percorria suas veias.


Eu vi uma iluminação estranha, rosa percorrer suas veias, aquilo era estranho, toquei seu rosto, e ela despertou lentamente, ela me fitou.


- April, desde quando tem isso?.


- Eu.. eu não sei, eu estava no hospital, e comecei a ter isso. - falou ela se erguendo devagar, segurei ela pela cintura, e nos encaramos, ela me fitava aturdida.


- Você precisa ir comigo a Asgard. - falei e ela me olhou confusa.


- Não, eu não posso deixar nossos filhos.


- Levamos eles conosco. - falei ainda segurando ela.


- Loki, o Benjamin ele..


- April, esquece tudo e todos, você tem que partir comigo agora. - digo meio rígido, e ela estremeceu, apenas assentiu com a cabeça.


Ela procurou um cesto, e colocou os dois bebês dentro, eu sorri ao ve-los, e do modo que ela os trata.


- Eu tenho que retornar o mais rápido. - disse ela nervosa.


- Tudo bem. - menti, e ela afirmou.


Saímos na varanda que pertencia aquele lugar, e chamei por Heimdall, a chave rodou, e o clarão abriu no céu. April se agarrou firme a mim, e eu segurei ela, e o cesto, o clarão caiu sobre nós, e logo estávamos passando pelos arcos, April ousou abrir os olhos, e se encantou com o que via, ela deu um sorriso, e ficou hipnotizada, pela primeira vez ela via o lugar. Assim que saímos na Bifrost, Heimdal fechou, e April olhou ele, impressionada.


- April Stark. Bem vinda a Asgard. - disse ele sério, e ela soltou o cesto no qual eu ainda segurava. 


Ela olhou ele admirada, dobrou a cabeça pro lado, e olhou-o encantada, estava abismada. Eu dei uma risada nasal, e meus filhos, que agora estavam sorrindo e me olhando.


- Nossa quanto ouro. - ela olhou em volta. - quanto gastaram? milhões? mais que isso... - ela rodeou sobre a Bifrost.


- Foram grandes guerras. - indaguei e Heimdall desceu as escadas.


- Eu fui o primeiro a saber de sua gravidez, acompanhei o tempo dela, e Loki apenas soube a uns dias.


- Sim, claro, porque se não pressionasse, nunca saberia.


- Sinal de que você não queria me achar nunca mais. - indagou April receosa, e pegou o cesto de mim. - obrigado Heimdall. 


Ele apenas assentiu, e eu puxei April, saímos da Bifrost, e ela admirava todo vilarejo, e a ponte, ela olhou pro chão, e deu um sorriso.


- Nossa, parece o arco iris da terra. Nada mal, aqui também tem duendes?. - perguntou ela, e eu olhei pra mesma que desviou o olhar.


- Duendes?. - soltei uma risada. - acho que mudarei de ideia, pegarei o cesto, e te empurrarei em um buraco negro.


- Você nem é louco. - rosnou.


- Calma querida.


Ela bufou, e foi na frente, desse jeito vai se perder, e ainda com meus filhos, eu a alcancei, e ela mesma foi guiando. Eu segui ela, e chegamos diretamente na frente do palácio, todos se curvaram perante a mim, os guardas ali presente e os serviçais.


- Rainha?. - uma das servas curvou-se e April franziu o cenho.


- Oooo, não, eu não sou.. rainha, sou.. uma mera mortal, assim como você, se erga. - indagou ela, e eu rolei meus olhos, puxei April. - dá pra me soltar?.


- Dá pra você seguir?.


- Idiota. - bufou ela, e logo soltou-se.


Chegamos perto da sala de cura, o cesto com nossos filhos ficou na pequena mesa, e as servas olhavam curiosas. Apontei para onde April ficaria. E ela deitou-se, uma forma laranja subiu sobre ela. E logo as servas começaram a ver o que ela tinha.


- Caro Rei... - eu observava atento. - a moça tem algo nas veias, precipitado, digo que algo que possuí em Asgard. Um poder muito incomum. 


- Do que se refere?. - pergunto receoso e April parecia estar em transe.


- Eu não sei, os poderes estão correndo nas veias da mulher, de forma drástica, tomando conta de todo seu corpo, parece que algo inumeradas vezes foi aplicado, e que isso é mais forte que ela, está tomando conta de cada lugar.


- Isso é um mal?. - pergunto preocupado.


- Pode retirar sua vida, esse pequeno líquido está debilitando ela.


- Líquido?. - indaguei confuso, logo lembrei da HYDRA.


- Sim, parece que algo foi injetado, diretamente em suas veias, ela consegue manipular o passado, e consegue transmiti paz, ela consegue mover coisas, e isso pode ser controlada, mas também corre o risco de tirar sua vida. - falou a serva com tristeza.


- Ti-tirar minha vida?. - perguntou April, que já tinha lágrimas nos olhos.


- Isso é um perigo constante. Devemos averiguar a mesma, e saber qual poder está possuindo-a, parece que roubaram algo muito precioso de Asgard. E nela utilizaram. - falou a serva se recolhendo com as demais.


A sala ficou vazia, apenas eu, April e os bebês, ela estava deitada, fitando o teto, enquanto eu encarava um ponto distante.


- Eu sei no que isso dará. - ela disse com pesar, cortando o silêncio.


- April...


- Só quero que me prometa. - indagou ela enquanto eu me aproximava.


- Prometer? April você ficará viva.


- Cuida deles. - falou ela deixando um sorriso pequeno em seus olhos, e tocando minha mão.


Eu desviei o olhar, olhando o cesto, e dei um suspiro, bem grande, mesmo cedendo ou negando a mim, algo me comoveu sobre April. Eu não queria deixar aquilo crescer em mim. E agora ele pedia por socorro e que deixasse crescer. Engoli a seco, afirmando, e ela soltou minha mão, se levantando devagar.


- Você ficará em Asgard. - falei ainda de costas, vendo ela pegar o cesto.


- Ficarei. - falou ela sumindo porta a fora.


Notas Finais


Bom, no decorre da história, será bem triste, a aparência de April mudará. 😪

Espero que tenham gostado. 🌟

Qualquer erro, será corrigido quando o livro entrar em revisão. 🌙

*se o GIF não mover, relaxem, mudarei*

- Com amor;
Babe. 🌝


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