História Idiots Don't Get Sick - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Haikyuu!!
Personagens Akaashi Keiji, Asahi Azumane, Bokuto Koutarou, Chikara Ennoshita, Daichi Sawamura, Kenma Kozume, Koushi Sugawara, Lev Haiba, Ryuunosuke Tanaka, Shouyou Hinata, Tetsurou Kuroo, Tobio Kageyama, Yaku Morisuke, Yuu Nishinoya
Tags Angst, Kenma, Kuroken, Kuroo
Visualizações 61
Palavras 2.635
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Uma imagem me inspirou e saiu isso. Desculpa se não está bom ou se tem erros demais. Até lá em baixo

Capítulo 1 - Capítulo Único


Kozume Kenma e Kuroo Tetsurou eram amigos do colegial, do clube de vôlei (eram uma ótima dupla) e agora estudam na mesma universidade, além de dividirem o mesmo apartamento no Subúrbio de Tokyo e namorarem a um bom tempo. A rotina deles era semore a mesma: Acordar, primeiro Kozume tomava seu banho enquanto Kuroo preparava um café da manhã decente, Kozume saía do banho e arrumava minimamente o quarto da dupla enqunto Kuroo seguia para seu banho, os dois desfrutavam do café juntos, seguiam para a universidade. As exceções eram nos fins de semana e no dia de fazer super- mercado, mas os dois viviam bem nessa rotina.

Tetsurou fazia faculdade de administração e nas horas vagas trabalhava em uma hamburgeria. Kenma fazia (e estava quase finalizando) faculdade de design, e trabalhava para uma pequena empresa.

Juntando a renda deles dois, conseguiam viver com conforto. Ainda mantinham contato com os velhos amigos de clube e das antigas partidas amistosas, como Bokuto Koutarou e Akashi Keiji, da Furoudani e os velhos amigos do Karasuno. Uma vez por mês todos (ou quase todos)se reuniam para beber e se colocar por dentro das novidades. Kageyama e Hinata namoravam, assim como Lev e Yakku, Daichi e Sugawara, que eram quase casados, Nishinoya e Asahi mantinham um relacionamento a distância, pois Asahi trabalhava no exterior, e Tanaka e Ennoshita estavam ficando (eles não tinha coragem de assumir nada) A vida daquele casal era estermamente satisfatória e pacata. Eles não desejavam nada a menos nem a mais.

Era para ser somente mais um dia para aqueles dois, se Kuroo não acordasse com febre e com crises de vômitos. Kozume decidiu faltar suas aulas para cuidar do namorado. Mesmo com os remédios que tinham em casa, a febre do mais velho não diminuia e ele não conseguia ingerir nada consistente sem colocar para fora cinco minutos depois. Kozume teve que recorrer a seu amigo, Keiji, para leva-los ao hospital. Ao chegar no local, Kuroo tinha sido devidamnete medicado e recebia um soro para repor os nutrientes. Ficaria lá pelo resto do dia, e Kozume não saía de seu lado. Quando Kuroo havia finalmete acordado, se sentia melhor, não estava mas tão fraco e pálido. Os dois voltaram a seu apartamento. Kozume decidiu que era melhor os dois faltaram as aulas no dia seguinte para descansarem.

O dia que veio em seguida foi mais tranquilo. O casal comeu coisas leves e passaram grande parte do dia atualizando episódios de suas séries favoritas, bebendo bastante água.

A vontade de voltar a rotina de sempre no dia seguinte era pouca, mas mesmo assim levantaram de cabeça ergida naquela manhã aparentemente normal. Kozume seguia no ritmo de suas aulas normais, até que um professor o chamou para a enfermaria no meio de suas aulas, dizendo que Kuroo chamava por ele. Kozume chegou ofegante a enfermaria da universidade, achando seu amor deitado em uma das macas do lugar, suando muito, foi informado que ele havia desmaiado no meio do intervalo de suas aulas, logo após ter vomitado, e sofria de uma alta febre no momento. Preucupado com a agravância de seus sintomas, informou ao professional do local que era a segunda que ele sofria daqueles sintomas, mas que qinda não havia chegado ao desmaio. Kuroo foi encaminhado ao hospital e seu parceiro foi junto, lado-a-lado.

Depois de devidamente medicado e ter recebido mais um soro, Kuroo passou por uma bateria de exames para descobrir qual era sua enfermidade. Kozume estava

extremamente preucupado. Kuroo não ficava doente tão facilmente. O organismo do mais novo sempre foi mais frágil. Tinha a horripilante impressão que aquela doença não era algo tão simples. Depois da bateria de exames ser finalizada, Kozume foi liberado para ver seu namorado que estava sedado e permaneceria desacordado até o dia seguinte. Kozume sentiu seu coração se despedaçar ao ve-lo pálido, com uma expressão cansada no rosto levemente contraído, como se estivesse tendo um pesadelo, ou sentindo dor. Kozume não saiu de seu lado, tentando se manter acordado para quando Kuroo acordasse, o que não funcionou.

Quando Kuroo se sentiu tonto no percurso até a universidade, resolveu ignorar, convencendo-se de aquilo era devido ao balanço do transporte coletivo. A dor de cabeça e ânsia de vômito durante a aula também foram ignoradas, até que ele percebeu que aqules sintomas não iam

passar tão rápido, por isso no intervalo de suas aulas, segiu direto para o bloco de salas de informática, onde Kozume estudava, se sentindo tonto e cambaleando durante o caminho. Ao chegar na metade do percurso, um imenso gosto amargo lhe veio a boca, e logo se viu colocando todo o café ingerido pela manhã para fora, além de logo após ter vomitado, sentiu-se tonto, e tendo quase certeza de que desmaiaria, sua única reação foi se afastar daquele sujeira, para cair no chão limpo, ficando cada vez mais fraco

Sentindo-se tonto e confuso, ouviu o enfermeiro perguntando a algum de seus profesores quanto a algum familiar para avisar que ele deveria voltar para casa para descansar. Kuroo gostaria de falar que não era a primeiro vez que aquilo acontecia e que ele acharia melhor ser encaminhado para um hospital, mas sua voz não saia de sua boca, suas palavras ficavam presas em sua lingua, de tao fraco que estava. A única coisa que teve força para fazer foi chamar o nome de seu namorado.

Kuroo acordou confuso e fraco, mais do que já estava, mas relaxou ao sentir seu gatinho arisco ao seu lado, dormindo pesadamente. Começou a forçar a mente para lembrar o motivo de estar internado, mas nada lhe veio a cabeça. Decidiu que perguntaria ao baixinho ao seu lado quando o mesmo acordasse, e como se Kenma tivesse farejado a inquietação de seus pensamentos, acordou e imeidatamente verificou como Kuroo estava. Ao ser questionado, Kuroo respondeu que sentia uma leve dor de cabeça (talvez por forçar sua mente a lembrar de algo) e fraqueza, mas conseguiu logo investir contra Kenma lhe perguntando o motivo de estar lá. Após ter sido respondido e lembrar-se dos acontecimentos do dia anterior, o médico veio atualizar o casal sobre os resultados dos exames do mais velho da dupla. Elas sairiam no fim da tarde daquele mesmo dia.

Os dois passaram o dia conversando,

ouvindo música e assitindo as séries de terror que Kuroo tanto gostava (diferente de Kozume).

Ao receber os resultados dos exames, o mundo daqueles jovens caiu.

--Câncer. Ainda não sabemos qual o tipo, e nem seu estágio, mas pelos sintomas diria que o estágio não é tão avançado Sr. Kuroo.

Sinto muito

Kuroo ficou paralisado, não conseguia acreditar

Kozume já se debulhava em lágrimas, não querendo acreditar no que tinha ouvido.

--Darei um tempo a sós para vocês conversarem sobre isso, mas depois preciso acertar sobre o tratamento do Sr. Kuroo.

Kozume não conseguia falar, estava parado, com o rosto inchado e ainda caiam grossas lágrimas de seus olhos vermelhos, olhando para a porta que o doutor havia fechado ap cinco minutos. Toda vez que olhava para a face do homem ao seu lado, mais lágrimas caiam de seus olhos

Quanto a Kuroo, ele estava mais tranquilo. Chorava silenciosamente. Tentava falar com seu namorado, confortá-lo, mas também não conseguia reagir.

--Por que com você? Eu preferia que fosse comigo, eu já o quero ver você sofrer com tratamentos e quimioterapia. Você vai passar por algo tão difícil Tetsurou.

Kenma foi o primeiro a falar, com certa dificuldade por sua voz estar carregada de culpa e tristeza

--Não. Não, eu não aguentaria meu gatinho arisco acamado ao meu lado. Eu sofreria demais. Olhe Kenma, você ouviu o que o doutor disse, não? Não está em um estágio avançado. Vamos começar esse tratamento, expulsar essa droga de mim e viver como sempre vivemos, tudo bem amor? Eu não quero que perca seu sono chorando. Ver seu rosto inchado e vermelho parte meu coração.

--Certo, certo, você está completamente certo. Vamos por partes. Vou falar com meus pais para liberar o dinheiro que poupei para pagar o seu tratamento e começarmos logo ele para…

--Kenma, calma. Temos que avisar meus pais primeiro, não? Eles tem bastante dinheiro, gastam ele com bastante futilidade. Eles podem pagar. Eu ainda lembro do plano que você tinha para este dinheiro. Assim que meu tratamento acabar ele ele estiver curado, vamos terminar a faculdade e morar juntos em uma casa maior.

--Ok. Tudo vem, você está coberto de razão. Vou chamar os doutor para iniciarmos o tratamento. Aproveitando que você provavelmente quer privacidade para falar com seus pais, não é? Mas qualquer coisa estou aqui fora.

Falou o mais novo, entregando seu celular para o parceiro, finalizando aquele sofrido diálogo e chamando o doutor, saindo daquele cômodo.

Logo após acertado, o tratamento de Kuroo se iniciou. A faculdade de ambos foi trancada, para a atenção de Kozume se focasse no tratamento de seu namorado. As demonstrações de amor de ambos se intensificaram, como se falar "eu te amo" fosse tão importante como respirar.

O tratamento do mais velho seguia com louvor, além dele se sentir cada vez mais forte. Eles puderam voltar para seu velho apartamento. Kuroo usava uma máscara facial para evitar adquirir alguma enfermidade a mais. Seu aspecto era frágil, ele estava demasiadamente pálido, com fundas olheiras, mas mantinha aquele debochado sorriso felino em seu rosto. Kozume estava igual, mas aquilo era efeito da preucupação com o namorado enfermo. Os amigos eram um grande apoio. Na época de quimioterapia de Tetsurou, ele raspou sua preciosa cabeleira, mas seus amigos de cabelos espetados (Bokuto e Tendou, além de Lev e Yakku) rasparam também. Kenma não raspou seu cabelo pois Kuroo não aceitaria ele sem seu cabelo de pudim. Os dois já haviam voltado a faculdade e assm que O tratamento de Kuroo foi finalizado, ele havia terminado seu curso. O tempo que ele procurou, encontrou e comprou o novo imóvel do casal foi o de Kozume finalizar o seu.

A vida daqueles dois havia voltado a perfeição. Eles estavam incrivelmente realizados com seus empregos. Tudo havia voltado ao normal. E para firmar de vez aquela relação forte do casal, Kuroo havia pedido Kozume em casamento, e o mais novo não tardou em aceitar. Fizeram amor naquela noite como se fosse a primeira vez deles. Terminaram aquele lindo dia admirando o par de alianças do casal.

Em um dia, aparentemente comum, Tetsurou havia acordado fraco, pálido e com uma forte tosse. Seu marido ( a cerimônia foi bem fechada.) preucupado, resolveu colocar a máscara para evitar uma piora enquanto buscava algum medicamento. Quando voltou com alguns comprimidos e água, encontrou um Kuroo fraco após ter vomitado. Lhe deu os remédios e um leve beijo na testa. Mediu sua temperatura, mas ele não estava com febre

--Talvez eu esteja doente de amor?

Falou Kuroo, enquanto vestia um moletom.

--Seu bobo, idiotas não ficam doentes

Retrucou Kozume, dando um leve beijo nos lábios pálidos de seu amor

--Vamos logo para o hospital Tetsu

Infelizmente, aquele clima bom logo se dissipou. Ao chegar no hospital, Kuroo foi medicado e recebeu nutrientes pelo soro. Uma bateria de exames foi solicitada, trazendo lembranças ruins a Kozume. Mas, para a sua felicidade, Akaashi Keiji ligou pedindo para que Kenma cuidasse de seu filho; o pequeno Sora, de seis anos. Bokuto e Akashi iriam fazer uma rápida viagem de negócios, que duraria somente um dia e meio. Kozume relutou, mas acabou aceitando por insistência de Kuroo, pois sua família se ofereceu para ficar com ele durante esse tempo.

Após o período com o pequeno Sora passar, A primeira coisa que Kozume foi ver era o estado de seu amado. O exame sairia no fim da tarde. A família de Kuroo resolvei esses pera junto com Kenma o resultado

E a surpresa veio junto de um jeito avassalador

O antigo câncer havia se espalhado por todo o seu organismo. Pulmão, fígado, estômago, sangue, todos afetados. A única solução dele era se submeter a uma cirurgia de alto risco para a retirada de (não todos) os seus tumores. E, sobre prantos, Kenma e a família de Kuroo aceitou a opção. A cirurgia foi marcada para dali a três dias. O tempo até a cirurgia foi muito bem aproveitado. Todos visitavam Kuroo naquele quarto, temendo ser a última vez que conversavam com o amigo. Kozume não saiu de seu lado nem pra tomar banho (algo que era obrigado a fazer)

No dia da cirurgia o cirurgião chamou cada um dos familiares individualmente para se despedir de Tetsurou

Kozume foi por último, já aos prantos, se despedir do amor de sua vida.

--Eu não quero fazer isso. Parece que estou aceitando sua morte, como se fosse impossível você sobreviver.

--Não pense assim meu gatinho arisco. Só somente algumas horas. Logo depois vou sair desse hospital ao seu lado e tudo vai voltar ao normal. Confie

--Por favor querido, continue comigo. Você não pode me deixar. Você é idiota demais pra morrer.

--Isso mesmo. Idiotas não ficam doentes, não é? Então eu estou só cansado e vou dormir um pouco. Pense assim. Mas de qualquer jeito, eu quero falar que desde que vi você no clube de vôlei, com uma expressão cansada no rosto, senti algo diferente. Uma palpitação estranha no coração. Daí foi ladeira abaixo nos seus mistérios Kenma. Não me arrependo de nada relacionado a Você, pois pude ama-lo tanto quanto meu coração pediu. Eu te amo muito mesmo meu pequeno gatinho assustado

--Tetsu... Eu não sei o que falar.

--Três palavras bastam amor

--Certo, eu te amo. Muito. A paciência que você teve para me desvenda, para eu aprender a me expressar, aprender a te amar como você me amava. Eu também não me arrependo do trabalho gigante que foi aprender a estar em um relacionamento. Se tem haver com você, amor, eu nunca me arrependo.

--Eu disse três palavras

--Você sempre merece mais

--Hora da cirurgia Sr. Kuroo.

O doutor chegou avisando, e o casal se despediu com um beijo salgado devido as grossas lágrimas que compartilhavam.

Após Kuroo ser encaminhado para a sala cirúrgica, Kozume e a família dele ficaram na sala de espera. Os horas não pareciam passar. Kozume não conseguia ficar parado. Tinha tentado de tudo para se distrair do relógio, mas foi em vão. O tempo passou tão devagar que Kozume pensou que o relógio estivesse quebrado. Após tanta inquietação, ele acabou dormindo naquela desconfortável cadeira de plástico. Acordou assustado quando ouviu o médico lhe chamando. Apreensivo começou começou a escutar o relatório da cirurgia.

--A cirurgia foi um sucesso, mas eu sinto em informar para vocês que seu organismo não conseguiu resistir. Eu sinto muito, mas Kuroo Tetsurou morreu.

"Morreu"

Aquela palavra se repetia na mente de Kenma. Havia perdido o amor de sua vida. Se sentia incompleto. Despedaçado

Sua única reação foi se ajoelhar no chão, sentindo um grito louco para sair. A dor era lascíva. Chorou desesperado, clamando pelo nome de seu marido. Não tinha mais ânimo para levantar. Sem ele, não era mais Kozume Kenma.

Havia passado-se exaramente um mês após aquele fatídico dia em que Kenma experimentou a maior dor que já pode sentir, e ela só estava aumentando. Havia parado de se alimentar, não fazia nada. Só conseguia levantar da cama para fazer suas necessidades e beber um copo de água. Ficava o dia inteiro deitado na cama. No escuro do quarto de casal, sentindo o cheiro do seu querido. A dor era imensa. Fazia um mês sem um beijo na testa. Sem os cafés minimamente saudáveis, sem a rotina que tanto amava. Mas naquela hora Kenma havia se decidido. Ele se desligaria

Saiu de casa e ainda de pijamas foi na farmácia e comprou calmantes e uma garrafa de Vodka. Ao voltar para casa deu adeus a cada lembrança da vida feliz que teve.

Ingeriu dez pílulas de calmante que desceram com a ajudas de três grandes goles da bebida, o que foi suficiente para acabar com aquela garrafa. Se sentiu leve. Leve como nunca esteve. Havia conseguido. Se desligou de seu sofrimento.

Naquela manhã, Kozume Kenma morreu de overdose. Suicídio após uma grave depressão pós-perda


Notas Finais


Espero que estejam vivos. Comente o q achou. Ou não...


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