História Imagine Fã - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Imagine Dragons
Personagens Ben McKee, Dan Reynolds, Daniel Platzman, Wayne "Wing" Sermon
Tags Imagine Dragons
Visualizações 6
Palavras 1.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quando se ama uma banda e faz de tudo para conhecê-la, nada é proibido.

Capítulo 2 - Algemas imaginarias


2:

 

               Todos de preto, cada um deles lança um olhar diferente pra nós dois. Desvio meu olhar pra Edu que está igualmente imóvel e vermelho.

               -- Han...  --  ouço o vocalista começar e congelo o meu corpo já congelado.  --  Posso ajudar?

               Ah! Ele não fala nossa língua, mas Edu e eu falamos a deles. São tão lindos, tão talentosos, tão... Imagines! Tento abrir a boca mais a mandíbula teima. Olho Edu implorando pra que ele responda, mas tudo o que sai é um...

               -- Ah, oi! Nós... Nós somos... Somos...

               -- Vocês vão nos ajudar, não é?  --  Daniel Platzman pergunta.

               -- Ah sim!  --  Sermon se pronuncia.  --  Vieram nos ajudar a levar as coisas pro palco.

               -- Okay.  --  o fofo do baixista agora fala.  --  Venham, vou mostrar as entradas e saídas.

               Eles dão a partida nos deixando apenas com Dan Reynolds.

               __ Sejam bem vindos!  --  ele diz.  --  Estamos super atrasados. Vocês vieram em perfeita hora. Obrigado!

               -- Na verdade...  --  digo quase sem voz.  --  Somos grandes fãs.

               -- Oh!  --  ele sorri.  --  Então, me desculpem. Pensamos que vocês...

               -- Não.  --  Edu interrompe.  --  Nós ajudamos. Levamos o que quiserem.

               -- Obrigado! Não desçam do palco. Vejam o show ali, do lado. Okay? Pra não gerar encrenca! Obrigado mesmo por ajudar! Depois do show, nos falamos melhor!

               Ele toca em nossos ombros e quero gritar. Então percebo que ele quer que tomemos a frente. Edu e eu entramos na salinha e encontramos os três saindo. Entramos na cabine de instrumentos e Bem McKee nos instrui.

               -- Entrem pela direita. A bateria fica no canto...

               -- Desculpe interromper.  --  diz Edu.  --  Mas, se for igual a todos os shows, acho que sabemos onde ficam todas as coisas.

               -- Acompanham nossos shows?  --  Ben diz olhando o baixo.

               -- Sim.  --  Digo sorrindo.  --  sempre.

               -- Obrigado então. Estamos indo agora! Curtam o show!

               -- O... Obrigada! Boa sorte!

               Seguro a bateria com as mãos tremendo. Ainda não consigo acreditar. Era pra ser uma noite normal na casa de Edu! Vendo lives, comendo, talvez depois, ficássemos, mesmo que eu negasse a mim mesma; mas isso ia ser normal. Mas, primeiro fomos ao show, compramos aquele boneco, invadimos o camarim, conhecemos os garotos, vamos ajudá-los e assistir o show ali, do lado deles. Isso, não é normal, mas não estou pedindo pra mudar! Não mesmo!

               -- Lia.  --  Edu pôe a guitarra no lugar.  --  Me belisca!

               -- Olha Edu!  --  ajeito o violão.  --  Se isso for um sonho, juro que vou matar a minha mente se ela parar de sonhar.

               Consigo ouvir o povo todo gritando por eles, La, em baixo do palco, onde eu estaria agora. Eu estaria clamando por eles, mas os Imagines estão aqui, ao meu lado agora!

               -- Uau!  --  diz Reynolds.  --  Parece até que já trabalharam conosco antes! Trabalho perfeito! Obrigado!

               -- De nada!  --  digo sem jeito.  --  Boa sorte!

               Edu e eu vamos pro nosso canto do palco.

               -- Esperem:  --  chama o Sermon, verificando seu violão.

               Será que eu fiz algo errado que ele não gostou?

               -- Já que nos ajudaram sem serem pagos...  --  ele começa.  --  Podem pedir uma música.

               Meu sorriso é maior que eu. Edu gesticula pra mim, querendo dizer que eu escolho, então olho nos olhos de Reynolds e digo calma:

               -- Por favor, cantem Every Night.

               -- É sua preferida?  --  ele pergunta.

               -- Sempre será!

               Agora, vamos pro nosso canto. Quando nos sentamos percebemos que podemos ter uma vista incrível do show.

               Onze e quinze da noite e meu sangue está tão quente e frio ao mesmo tempo que posso provocar um choque térmico. A abertura começa e desabo no colo de Edu. Choro tanto que ele precisa me abraçar muito forte e dizer que vou perder o show se mais lágrimas caírem.

               Mas isso tudo é simplesmente surreal pra mim! De acordo com o que já vivi, uma garota cujo o único luxo é a miséria e o carro velho do falecido pai, não vai viver esse sonho tão rápido sem um programa de TV pra ajudar, Pra mim, isso não ta acontecendo. Eles foram tão simpáticos comigo! Cada sorriso que me davam, cada vez que nos dirigiam uma palavra doce, meu coração se enchia mais ainda de amor por eles!

               Abro os olhos e levanto do colo dele. Ergo o olhar e o vejo. Dan está ali, pronto pra cantar! Dirige um rápido olhar a mim, com certeza vê minhas lágrimas, pois seu olhar é de quem diz que está tudo bem. Em um segundo desvia e torna a cantar. Canto com ele automaticamente. Não ligo se tem gente em volta ou não.

               Edu e eu cantamos I Don’t Know Why, tão  emocionados! Esse show não pode ser melhor.

               Eles cantam, o jogo de luzes os ilumina e deixa tudo tão brilhante. Edu e eu não estamos mais sentados desde a primeira música e enquanto eles fazem uma pausa entre a oitava e a nona pra falar um pouquinho, aproveitamos pra pensar aonde deixamos o boneco que compramos. Mas logo eles tornam a tocar Every Night, a musica que pedi e torno a chorar mais uma vez. Edu me abraça, em pé dessa vez.

               Na ultima canção, saímos do canto e vamos pra cabine para ajudá-los a levar tudo pro camarim ou a qualquer outro lugar.

               -- Hei, vocês dois!  --  o amor da minha vida, Reynolds chama quando estamos nos três sozinhos levando as coisas.  --  O comitê de organização sofreu um terrível atraso hoje. Como vocês entraram no camarim? Não estavam na lista.

               -- Nós...  --  penso se devo contar a verdade.

               -- Nós invadimos seu camarim!  --  Edu solta.

               -- Como?  --  ele pergunta com um sorriso.

               -- Enganamos a moça da lojinha, corremos até seu camarim e os encontramos. Ah, nos desculpem, mas é nosso primeiro show e não sabíamos se haveria outra chance tão fácil de conhecê-los.

               -- Uau! Vocês são realmente doidos! Gostei!

               Guardamos todas as coisas na vã deles. Ótimo! Agora estou conhecendo o meio de transporte dos meus amores.

               -- Obrigada por tocarem minha música!  --  ainda estou envergonhada em falar com eles.

               -- Sem problemas!  --  Daniel baterista diz.  --  Gostamos de saber o que as pessoas gostam.

               -- Eles invadiram nosso camarim.  --  diz Dan.

               -- Fala sério?  -- diz Bem.  --  Mas foram tão calmos! Na maioria das vezes, quem invade faz o maior escândalo quando nos vê.

               -- Nós... Perdemos a fala.  --  Edu confessa, rindo.

               -- Gostei assim.  --  Sermon.

               O celular de Edu toca e eles se calam enquanto Reynolds liga as luzes do fundo com um controle remoto.

               -- Oi! Fala. Sim! Sim, já acabou! Ta, okay. To indo. Tchau.

               -- Sua mãe?  --  pergunto.

               -- Sim. É pra eu te levar pra casa porque se não, vou te levar pra festa e se você sair machucada ela vai me matara facadas e tirar meus DVDS do Imagine. Melhor a gente ir.

               -- Sua mãe ta brincando?  --  Bem pergunta.

               -- Sim! Ela faz uma ameaça boba assim e depois diz tirar algo que gosto. Uma vez ela ameaçou me bater com uma bola de boliche e depois  disse que se eu engravidasse alguém, iria quebrar meu computador.

               -- Gostei da sua mãe.  --  Platzman diz.

               Nos despedimos com pesar dos nossos pais da musica.

               -- Posso pedir uma coisa que sempre quis?  --  pergunto.

               -- Claro!  --  eles dizem juntos.

               -- Se eu entrar na carreira da música, podem ser meus padrinhos?

               -- Sim.  --  Sermon pronuncia.  --  Mas vamos forçar você a cantar ou fazer o que faz, todos os dias.

               -- É.  --  Reynolds.  --  E vai ter que cantar todas as nossas musicas.

               -- E se não for boa, vai ser a força!  --  Platzman.

               -- E... Eu não sei o que dizer.  --  Bem diz fazendo todos rirem.  --  Só topo.

               Deixamos eles irem e entramos no estádio pra voltarmos e pegarmos o carro de Edu. Passamos pela lojinha e graças, não vemos a moça que enganamos. O boneco também não está La. Andamos até a entrada e nos surpreendemos.

               Há muitos seguranças na entrada, carros da policia, guardas com algemas. Um tumulto grande. Mas os Imagines não estão. Ainda bem, seja o que for não tem nada há ver com eles.

               -- São eles!  --  uma voz feminina grita.

               Edu e eu congelamos ao ver ela saindo do meio dos guardas. A moça da loja. Será que...

               -- Vocês dois:  --  um guarda vem em nossa direção, com algemas.  --  Vocês estão presos.


Notas Finais


Grite como um trovão: Scream like a thunder", para ser ouvido e sair daí!


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