História Imagine Hot Justin Bieber - Capítulo 48


Escrita por: ~

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Categorias Charlotte Crosby, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler
Tags Amor, Charlotte Crosby, Criminal, Justin Bieber, Sexo
Visualizações 264
Palavras 1.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteeeei seus leitores maravilhosos, e como prometido vim postar a segunda parte do capítulo 47, que havia ficado enorme e eu resolvi dívida em dois.

Sorry por algum erro encontrado, i’m human babys.

Boa leitura ❤️

Capítulo 48 - 48


         P. O. V’. s Charlotte Bieber 

 

Ele depois de muito trabalho dado por mim claro, me remexendo o máximo que podia para que ele não conseguisse tirar meu shorts mas de nada adiantou. Ele me pegou pelo braço e me jogou no chão, eu tentei colocar meu braço na frente do meu rosto para não machucar mas não adiantou muito, eu sentia um gosto metálico na minha boca.

+++

Dor, era a única coisa que eu estava sentindo, aquele maldito homem estava me fazendo passar pelo pior momento da minha vida. Ele segurava minha cabeça contra o chão e ia com mais força a cada segundo. Aquilo parecia não ter fim, eu chorava, gritava para que ele parasse. Eu lhe ofereci dinheiro, uma enorme quantia em dinheiro mas nem isso fez com que ele parasse com o ato de agressão contra mim. 

 

Eu tentava me mexer mas tudo em mim estava dolorido, então permaneci no mesmo lugar. Vi o cara colocar suas roupas e sair pela pequena porta, eu estava devastada. Nada que já havia me acontecido tinha chegado aos pés disso, eu vi minha vista ficar turva e depois não enxerguei mais nada.

 

+++

 

Ela está aqui Justin. Ouvi uma voz conhecida gritar, eu virei meu rosto para ver quem era. Era Ryan, ele tinha uma arma em mãos, em sua blusa rosa havia respingos de sangue.

Ouvi passos rápidos descendo as escadas, e um Justin desesperado passou pela porta. Ele me olhou e voltou para trás no mesmo segundo, seus olhos se encheram de lágrimas. Ele balançava a cabeça em sinal negativo diversas vezes como se não acreditasse no que estava vendo, eu queria correr e abraçá-lo. Mas eu estava fraca e dolorida.

— Porra! A voz de Justin soou alto que eu me assustei, Ryan apenas o abraçou logo em seguida eu pude ver que as meninas também estavam ali.

— Justin se aproximou de mim e eu me encolhi mais ainda.

— Não me toca. Eu falei seria!

— Eu vou te ajudar, eu vou te levar para casa.

— Por favor não me toca, não me toca Justin. Falei chorando, eu estava tão transtornada e com medo de qualquer toque masculino que fosse que não poderia suportar suas mãos em mim.

 

— Alexis? — Você e as meninas podem ajudar ela? Justin levantou fungando.

— Claro Justin. Alexis se aproximou de mim junto com Kendra e Vanessa.

— Está tudo bem amiga. Kendra falava sorrindo, elas me ajudaram a levantar. 

— Vamos vestir isso. Vanessa estendeu uma blusa enorme para mim, e eu apenas a vesti. Tampava minhas partes íntimas. Quando finalmente chegamos até o carro, eu optei por ir com Justin, mas Vanessa veio comigo.

 

Eu estava exausta, queria apenas tomar um banho longo e deitar, eu sentia a mão daquele cara no meu pescoço, sentia sua mão na minha cintura e aquilo me deixava com nojo. Depois de uma longa viagem de carro, finalmente chegamos em casa, eu estava com vergonha de sair do carro pois tinha vários seguranças no jardim.

— Justin? Chamei ele com lágrimas nos olhos.

— Oi?

— Eu estou com vergonha. Falei me endireitando no banco.

— Vergonha? — Do que especificamente?

— De sair assim, eu não quero que ninguém me veja.

— Eu resolvo isso. Justin saiu do carro em um pulo, falou com Taylor e logo todos os seguranças começaram a se retirar do jardim. 

— Kendra pode ir, eu vou ficar bem. Eu pensei comigo mesma, eu não posso evitar o Justin para sempre né? Ele é meu marido, mas e Angel? Ela não poderia me ver assim de jeito nenhum, fui sair do carro e senti um dor enorme na cabeça e Justin estendeu sua mão para mim. Eu com receio aceitei e segurei bem forte.

— Eu sinto muito por isso. Justin estava tentando ao máximo se manter longe de mim, mas eu sabia o quão difícil isso era para ele.

— Está tudo, não foi culpa sua. Ele fez uma caranca e entramos dentro de cada.

 

 

               P. O. V' s Justin Bieber 

 

Depois que os caras de Jason me passaram a localizado de onde Charlotte estava, eu fiquei meio surpreso com a distância, mas eu fui com os caras e as meninas buscar Charlotte. A casa era praticamente no meio do nada, havia algumas casas por perto, mas pareciam abandonada, e eu logo mudei de opinião quando vi uma senhora nos olhando pela janela. Parecia aqueles filmes de terror, e Chaz falou exatamente isso.

— Porra aquela velhinha me assustou, parece que estamos naqueles locais de filme de terror. 

— Cala boca Chaz. Chris falou rindo. Seguimos andando por uma pequena trilha que infelizmente não tinha como passar de carro, e eu sujei o meu belo par de tênis naquela merda de lama.

 

Ouvimos vozes no meio da pequena mata, eu e os caras falamos para as meninas esperarem naquele mesmo lugar e foi isso que elas fizeram. Ficaram paradas igual estátuas, pelo menos assim não dariam trabalho. Caminhamos lentamente até uma grande árvore e ficamos escondidos atrás dela, eu como não era Bobo já peguei minha arma deixando ela engatilhada caso precisasse.

 

—- Você realmente não tem um pingo de juízo não é Edgar? 

— Qual é eu só queria me divertir, vamos dar o fora antes que ele chegue aqui. E naquele momento eu sabia que tinha algo de errado acontecendo, eu sai de trás da árvore e atirei no tal de Edgar. Os seus amigos ficaram morrendo de medo, eu o matei mesmo não sabendo o por que dele e seus amigos estarem fugindo. 

 

Voltamos rapidamente até onde as meninas estavam, e ambas estavam com os olhos arregalados talvez por terem ouvido barulho de tiro no meio do mato.

 

Quando chegamos no local não tinha ninguém, não tinha sinal de vida na casa. E eu achei bem entranho aquilo, era para os capangas do Jason estarem aqui, certo? Mas os malditos estavam fugindo por algum motivo.

— Vasculhem a casa. Falei para os caras indo para um lado vendo eles irem para o andar de cima. 

As meninas ficaram paradas no meio da sala com cara de tacho, mas não me importei. Estava vasculhando a parte de baixo da casa que não era nada pequena, quando ouvi o grito de Ryan, vinha do porão.

 

— ELA ESTÁ AQUI JUSTIN. Pude ouvir a voz de Ryan e desci desesperadamente para o porão, quando finalmente encontrei Charlotte ela estava deitada no chão. Meu corpo levou um choque e por instinto eu voltei para trás imediatamente, ela estava machucada, com a sua blusa rasgada e seu shorts cortado. Eles haviam estuprada ela, eles realmente tiveram coragem de fazer isso com minha mulher? Pensei comigo mesmo.

— PORRA! Eu estava tão irritado comigo mesmo, isso tudo era culpa minha. Se eu não fosse tão vingativo nada disso teria acontecido. Ryan me abraçou pois ele sabia o quanto eu estava me sentindo culpado.

As meninas desceram as escadas e olharam espantadas paga Charlotte, elas ficaram imóveis atrás de mim. Enquanto meus olhos acumulavam lágrimas, eu queria chorar, mas precisava ser forte por Charlotte. Caminhei até ela, e fiz menção de toca-lá, mas ela se encolheu.

— Não me toca. Ela falou seria.

— Eu vou te ajudar, eu vou te levar para casa. Falei tentando sorrir docemente para ela! 

— Por favor não me toca, não me toca Justin. Ela falou chorando, eu ela estava tão transtornada e com medo que talvez não me quisesse por perto, então eu simplesmente levantei fungando e pedi para que as meninas ajudassem ela.

 

O caminho de volta para a casa foi em um total silêncio, eu queria bombardear Charlotte de perguntas, queria saber como tudo havia acontecido. Mas eu não podia, se eu perguntasse e ela me contasse detalhes, eu iria querer morrer por ter feito isso a minha própria mulher.

 

Quando chegamos na mansão, Charlotte não queria sair do carro, ela estava com vergonha de que meus seguranças a vissem daquele jeito. Eu já havia dado um jeito de tirar Angel de casa por alguns dias, então ela não precisaria ver sua mãe naquele estado. Desci do carro e falei para Taylor mandar todos os seguranças da casa inteira se recolherem, voltarem para seus postos até segunda ordem. Depois de feito isso, Charlotte finalmente saiu do carro. Ela segurava minha mão com tanta força que era estranho, ela sempre a segurava suavemente.

 

Subi as escadas calmamente com Charlotte, as meninas estavam no nosso quarto esperando por ela. Ouvi o barulho da banheira sendo enchida, as meninas como não são burras foram para a varando do nosso quarto e fecharam a porta nos dando um pouco de privacidade.

— Eu prometo que vou vingar o que aqueles malditos fizeram com você.

— Você já o matou? Charlotte perguntou baixo. 

— Sim, mas falta os amigos do Edgar.

— Eles não tiveram culpa Justin, apenas estavam sendo influenciado se obedecendo às ordens do Edgar. — Eu fico mais tranquilo sabendo que nunca mais vou vê-lo.

— Tem certeza? — Quer que eu fique aqui com você?

— Tenho certeza sim. — Você tem coisas para resolver com os meninos?

— Sim, mas não é nada que eu não possa adiar para outro dia ou outra hora.

— Tudo bem, eu só prefiro que as meninas fiquem no banheiro comigo.

— Tudo bem, eu tomo banho no outro banheiro. Sai do quarto e fechei a porta, desci as escadas rapidamente e fui até meu escritório onde os caras me esperavam.

 

— Acharam eles? Perguntei frustado.

— Sim, eles estavam tentando fugir para outro país.

— Procurem pela família do Jason também, isso também é culpa dele por não ter pessoas de confiança m sua equipe.

— Já fiz isso. Chaz falou sorrindo. — Inclusive, ele tem duas filhas lindas. 

— Não me diga. Sorri abertamente ao ouvir aquilo.

— Toma cuidado Justin, não faça nada que vá se arrepender depois.

— ME ARREPENDER RYAN? — AQUELES MALDITOS ESTUPRARAM MINHA MULHER, ELA SE QUER CONSEGUE DEIXAR OUTRA PESSOA TOCA-LÁ.

— Desculpa cara, mas eu penso em um geral. — O que ela disse para você?

— Disse que não precisava matar os amigos do Edgar, e bla bla. — Você conhece Charlotte, ela sempre vê o lado bom das pessoas, mesmo que elas não tenham um.

— A sua decisão será apoiada por nós Dude. Chris falou firmemente. 

— Qual a idade das filhas do Jason? Perguntei para Chaz.

— Uma tem dezenove anos, e a outra tem quinze. Mas pelo que pesquisamos ela adoram drogas e pegar caras ricos do tráfico. 

— Levem aa duas para a boate, é desse jeito que Jason vai pagar pelo que seus capangas de merda fizeram com Charlotte.

Dito isso sai do escritório e fui tomar banho em um dos quartos do segundo andar. 

 

Tomei um banho demorado e tentei ao máximo esquecer a imagem de Charlotte jogada no chão, eu estava me martirizando pelo que haviam feito com ela. Mas já estava praticamente tudo resolvido, e ela nunca mais passaria por algo parecido.


Notas Finais


Gostaram? Eu espero que sim Meus amores.

Se comentarem bastante, postarei outro capítulo essa semana :)

Muito obrigada por acompanharem minha fanfic ❤️


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