História IMAGINE J-Hope - REGRAS QUEBRADAS (segunda temporada) - Capítulo 23


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X
Personagens J-hope, Personagens Originais, Suga
Tags Bangtan Boys, Exo, Got7, Imagine, Monsta X
Visualizações 80
Palavras 1.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Uma nova vilã



POV - J-HOPE
Na noite seguinte, no meio de uma disputa acirrada contra Jungkook, numa intensa partida de Ice Pro, Namjoon aparece na sala de estar, descalço e sem camisa. Ele corre a mão pelo cabelo antes de sentar na poltrona ao lado do sofá.
“Escuta, preciso falar com você sobre a caloura.”
“Que caloura?”, diz Jungkook, sem tirar os olhos da tela.
Também não desvio o rosto. “Gaby?”, pergunto, distraído.
Meu time está detonando o de Jungkook, provavelmente porque o idiota se recusa a jogar com qualquer outra equipe que não o Dallas, que foi eliminado dos playoffs, tipo, um milhão de vezes seguidas. Eu, claro, só jogo com o Boston, porque cresci torcendo para esse time e é onde sonhei jogar um dia.
“É, Gaby. A menos que você tenha levado outra caloura ao cinema e se esfregado com ela.” O comentário exala sarcasmo.
Pauso o jogo para dar um gole na minha Coca-Cola. Isso mesmo, Coca-Cola. Ainda estou pegando leve com a bebida. Amanhã é minha primeira prova, e não quero aparecer de ressaca.
“Não levei ela ao cinema”, respondo. “Encontramos as duas lá, lembra?”
“Ah, lembro. E me lembro também da pegação. Sério, cara, toda vez que eu olhava para trás, vocês pareciam atores de filme pornô.”
Ainda bem que não contei o que fizemos no depósito. Namjoon jamais me deixaria em paz se soubesse daquilo.
“Espera… você tá saindo com uma caloura?” A expressão de Jungkook é indecifrável, mas tenho certeza de que posso ouvir um tom de alívio em sua voz.
“Nada a ver. Não estamos saindo.”
“Ótimo”, comenta Namjoon, balançando a cabeça energicamente. “Meninas mais novas são muito dramáticas.”
Jungkook solta um riso de desdém. “Dramáticas? Agora é assim que você se refere a Britiney? Porque aquilo não tinha nada de dramático, cara. Era psicose.”
“Era um pé no saco, isso sim”, murmura Namjoon. “E muito obrigado por me lembrar do episódio. Agora vou ter pesadelos esta noite. Babaca.”
Reviro os olhos. “Não esquenta, Gaby não é assim. Nem um pouco dramática.”
E essa é uma das razões pelas quais estou tão atraído por ela. É a garota mais simples que já conheci. Além do mais, quando estamos juntos, não penso em Cicy, e isso é…
Então você está usando Gaby para esquecer Cicy?
A acusação dispara em minha cabeça como um time de hóquei na ofensiva.
Não. Claro que não.
Ou estou?
Não. Isso é loucura. Gosto de Gaby de verdade e curto muito ficar com ela.
Mas… ela parece mesmo ser uma distração de toda a história com a Cicy.
E que distração, hein?
Droga. Sou um filho da puta completo.
À medida que a culpa inunda meu estômago, compreendo subitamente o tamanho da merda que fiz.
Nesse momento, percebo que não posso ver Gaby de novo. Como, se uma parte de mim a enxerga como uma distração? Se ainda sinto aquele aperto terrível na barriga toda vez que vejo YoonGi e Bravys juntos? Se ainda estou consumido pela inveja, pela ansiedade e por um ódio imenso de mim mesmo?
Mandei uma mensagem para Gaby mais cedo e estava pensando em perguntar se ela queria sair amanhã à noite, mas agora não posso mais fazer isso. Seria idiota da minha parte usar a garota como distração sem perceber, mas agora que me dei conta disso me recuso a continuar. Não seria justo com ela.
“Nem um pouco dramática?”, repete Namjoon, afastando meus pensamentos conturbados. “Certo, sinto muito informar, mas o trem do drama já deixou a estação. Foi isso que vim contar.”
Franzo a testa. “Do que você está falando?”
“Conhece a Pittel?”
Jungkook deixa escapar uma risada. “Precisa perguntar? Todo mundo conhece a Pittel.”
Minha careta se aprofunda, porque, se Pittel Stevens está envolvida no que Namjoon está prestes a me dizer, então não vai ser bom. Pittel é a maria-patins das marias-patins. Também é gostosa pra caralho, razão pela qual metade dos caras do time já transou com ela. O que, por sinal, é um feito do qual ela se orgulha muito.
Não tenho nenhum problema com isso. Toda vez que ouço alguém se referir à menina como vagabunda, fico puto, porque qual é o problema? A maioria dos caras que conheço pegam geral na faculdade, e ninguém liga pra isso. Então não julgo Pittel pela vida sexual que leva.
O problema é que ela é uma pessoa má, que espalha mais boatos e fofocas desagradáveis do que um tabloide de Hollywood.
“Passei a tarde com Hyungwon, e ele me disse que Pittel andou falando um monte de merda sobre a sua caloura”, explica Namjoon, indiferente.
Minha coluna enrijece. “O quê?”
“Pois é, parece que a irmã da Pittel é amiga da Gaby, e sua caloura contou sobre vocês dois? Só que, por alguma razão, a menina acha que ela está inventando?”
“Você tá me perguntando isso ou contando?”, resmungo.
“As duas coisas? Não sei. Já desisti de tentar entender as mulheres.”
“Somos dois”, comenta Jungkook, solenemente.
Namjoon emite um barulho exasperado no fundo da garganta. “Tudo o que sei é que a Pittel tá falando que uma caloura patética tá mentindo sobre ter ficado com você, mas isso é obviamente mentira, porque eu assisti à pegação da primeira fila ontem à noite… Lembra quando sua língua tava vasculhando o fundo da garganta dela?”
“O cinema tava lotado de alunos da BigHit. Se você viu a gente, então tenho certeza de que um monte de gente também viu.”
“Ah, eles viram, cara.”
“Então por que é que alguém ainda acredita na mentira da Pittel? Eu não preciso esconder nada de ninguém.”
“Bom, se você conta uma mentira com confiança, as pessoas acreditam.” Ele dá de ombros. “De qualquer forma, achei que você deveria saber que a Pittel tá dando uma de Pittel de novo. Ah, e Hyungwon contou que ela tá twittando sobre isso. Inventou alguma hashtag maldosa sobre a menina.”
O quê? Pego o celular na mesa de centro e abro o Twitter. “Qual é a hashtag?”
“Não tenho a menor ideia. Deve dar para encontrar pela conta da Pittel.”
Digito depressa o nome dela na caixa de busca, clico no perfil e repasso a primeira dúzia ou mais de tuítes na página. Cada um deles faz a raiva queimar, borbulhar e ferver dentro de mim, até que finalmente explode e me faz levantar do sofá de pura indignação.
Ah, merda, não.



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