História Imagine Sanha - Astro - Capítulo 47


Escrita por: ~

Postado
Categorias ASTRO
Personagens Eunwoo, Jinjin, MJ, Moonbin, Personagens Originais, Rocky, Sanha
Tags Astro, Imagine, Sanha
Visualizações 127
Palavras 2.135
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HAAAAI!!
EU TO MUITO FELIIZ! 325 FAVORITOS! EU AMO VOCÊS!
Obrigada por lerem, me aturarem e não terem desistido de mim ou do imagine. Sou muito grata a vocês :')
Fiquem com o capítulo! ^^

Capítulo 47 - Isso não é um encontro, okay?


Fanfic / Fanfiction Imagine Sanha - Astro - Capítulo 47 - Isso não é um encontro, okay?


Se eu estou ansiosa?

Mas é claro que estou ansiosa!

EU VOU SAIR COM O SANHA! EU E ELE, ELE E EU! AAAH! 

Pra você ter uma ideia, fiquei pronta uma hora antes do combinado. Pra minha surpresa, SanHa também estava ansioso (tá, ok, não é novidade) pois chegou assim que terminei de me arrumar. Ou seja, agora. 

Mj - (S/N)! SanHa chegou. - Gritou da sala. Eu estou com vontade de ir, mas a vontade de ficar dormindo é maior.

Eu - Tudo bem. - Grito de volta, saindo do quarto. Cumprimento SanHa (COF COF mozaum COF) e vou até a cozinha me despedir de minha mãe. - Bye, omma.

Omma - Sinceramente, eu acho que

.. Bom, se divirta. - Deposita um beijo em minha bochecha. O que será que ela ia dizer? - Toma muito cuidado com essa perna. Não converse e não aceite nada de estranhos. Não coma muito e depois vá em algum brinquedo, que você passa mal. Ah, me liga quando estiver vindo embora. Se acontecer algo também, pode telefonar, pra mim ou seu irmão. E...

Eu - Mãe. Eu tenho 17 anos, sei me cuidar.

Omma - Eu sei. - Sorri e me abraça. - Meus bebês crescem tão rápido... Um dia está usando fraudas e no outro está indo a um encontro romântico. - Finge chorar.

Eu - Aí meu Deus. - Rio. - Isso não é um encontro, muito menos romântico. Só vamos sair pra passear.

Omma - Sei. Vai lá, aproveita que a vida passa, ó, - estrala os dedos - voando!

Concordo com a cabeça e vou até a sala.

SanHa - Vamos? 

Eu - Sim. Tchau brother. 

MJ - Tchau. - Me abraça. - Aproveita. - Sussurra, mostrando um sorriso sacana quando desfiz o carinho. Forcei um sorriso e fui até a porta, onde SanHa estava.

Fecho a mesma, me virando pro garoto ao meu lado, sorrindo.

SanHa - Seguinte. Eu ainda não tenho carteira ou carro, então eu pensei em irmos a pé. Mas como sei que sua perna não está 100% boa, resolvi pedir um táxi, tudo bem? 

Eu - Sem problemas. - Eu só entendi a partir do táxi. Ele falou tão rápido.

SanHa - Já liguei pro moço, ele já está vindo. - Sorri.

Sento no banco na frente de casa, e Beagle faz o mesmo.

SanHa - Isso não é um encontro, okay? É só um... Passeio. 

Eu - Só um passeio... Okay.

Um passeio que vai marcar pro resto da vida. É COM O CRUSH, GENTE.

Com o super herói, o mocinho que salva as meninas nos filmes. Com o boy com pele de porcelana, que no futuro vai pras revistas. É com o...

SanHa - Pequena, vamos? - Acordo do transe, vendo que havia um táxi parado em frente de casa.


Quebra de Tempo


SanHa - Onde quer ir primeiro? 

Analiso o espaço. Roda gigante, carrinho bate-bate, casa mau assombrada, montanha russa, aquele que faz você ficar de ponta cabeça...

Eu - Não sei. Escolhe você.

SanHa - Tem que ver algo que não te prejudique. - Aponta pra minha perna e assinto. 

Eu - Roda gigante? - Pergunto.

SanHa - Pode ser. - Segura minha mão, me ajudando a ir até o brinquedo. Meio que a cabeça aqui esqueceu a muleta em casa... 

Logo entramos e começou a girar. No banco só estava eu e ele. Um do lado do outro.

Estava perdida vendo a beleza da cidade de cima. É engraçado como as pessoas em baixo são pequenas e, de certa forma, insignificantes perto do enorme mundo que existe.

SanHa - Bonito, né?

Eu - É incrível! - Digo animada. - Olha, é tudo pequeno! Que fofo! 

Era pra ser tão rápido assim? Poxa, já estamos em baixo!

SanHa - É que você ficou admirada com a paisagem que nem percebeu. - Sorri. - Onde vamos?

Eu - Escolhe você, sua vez.

SanHa - Labirinto mal assombrada? 

Eu - Menino, tu não tem medo não? - Me sento em um banco, e Beagle faz o mesmo, segurando minha mão.

Que eu não esteja vermelha, amém.

SanHa - Eu sou corajoso. - Estufa o peito, com o queixo erguido. Não pude segurar uma risada. Dei um soco leve em seu braço.

Eu - Pois eu tenho.

SanHa - Eu te protejo! 

Eu - Hum. Sei.

SanHa - Prometo por minha vida! 

Eu - Oloco, não é pra tanto. - Rio. - Tudo bem.

SanHa - Yes! 

Eu - Pra que essa animação toda? Não é uma pegadinha não, né?

SanHa - Que?! Não! É só porque eu estava com vontade de ir mesmo. - Sorri, coçando a nuca. Olha em volta e balança a mão no alto. - Moça! Você pode tirar uma foto nossa? Por favor. 

Moça - Claro. - Sorri. 

Ele entrega o celular e me ajuda a levantar. Por que ele pediu pra tirarem foto? Nós mesmos poderíamos realizar o ato.

Olho pra camera, sorrindo. Percebo, pelo canto do olho, um movimento de alguém se ajoelhando.

Agora não! 

Eu - Hm, a camera está de ponta cabeça. - Sorrio com vergonha, me aproximando da mulher. - SanHa, vamos tirar a foto depois. A fila está ficando grande. - Aponto com a cabeça pra casa. 

SanHa - Sim. Claro. Tudo bem. - Concorda várias vezes, com a bochecha um pouco vermelha. 

Eu sei o que ele ia fazer, eu acho. Mas não estava preparada piscicologicamente, mentalmente, fisicamente e tudo o que tem mente! 

Agradeço a mais velha, voltando pra perto dele com seu celular.

Segurei em sua mão, com medo de cair. Finalmente alguma coisa útil saiu dessa cabecinha! Ótima desculpa para segurá-la! Ela é tão quentinha e macia... 

Acordei.

Mas não deixa de ser mentira.

SanHa - Tem apenas quatro pessoas na nossa frente. Vai ser rápido. 

Concordo, olhando em volta.

Eu - Algodão doce! - Bato palmas. - Depois vamos comprar? 

SanHa - Se você quiser, mas vamos passear em um café pra comer depois. - Avisa.

Eu - Então não precisa... - Volto a olhar pra fila. Agora só tem mais duas pessoas na nossa frente. - É minha impressão ou o tempo está passando muito rápido?

SanHa - Verdade... Tudo bem com sua perna? - Faz carinho em minha mão.

Eu - Sim. - Sorrio, olhando pra ele. Ficamos nos encarando.

Okay, nessas horas o tempo não passa. O que era apenas 3 segundos parecia uma eternidade.

Só consegui desviar o olhar quando ouço a voz do monitor. Ele dá algumas instruções sobre a casa.

Monitor - O labirinto não é tão difícil, ok? Mas qualquer coisa, é só gritar por ajuda. - Sorri. - Podem entrar. 

Seguro forte sua mão e entramos.

Era escuro, com pouca iluminação. Pude ver alguns bonecos ou brinquedos espalhados no início.

SanHa - Vamos?

Eu - Sim.

Sinceramente, eu não faço ideia onde estamos indo. Agarrei SanHa por trás assim que o primeiro morcego - de brinquedo - apareceu. Estou abraçada nele e agradeço por não ter luz, porque estava totalmente vermelha. 

A cada segundo que passa, mais me apaixono por essa peste.

Eu - Achou a saída? 

SanHa - Ainda não... - Me assusto sentindo a vibração de sua voz nas costas, no qual minha cabeça estava encostada. - Está tudo bem?

Eu - Sim. - Respondo. - Só a perna dói um pouco. - Sussurro.

SanHa - Quer subir nas costas? - Para de andar, virando pra minha direção.

Eu - Oi? Que? Não precisa! - Sorrio forçado. - Obrigada. 

SanHa - Eu insisto. - Ficamos nos olhando, mesmo no escuro. Para de fazer isso comigo... As borboletas não saem da minha barriga!

E quando vejo, ele está me ajudando a subir em suas costas.

Só não discuto porque:

1. Minha perna está doendo mesmo;

2. Ele não me ouviria.

Então, paciência.

Eu - Achou a saída?

SanHa - Não. - Acabamos entrando em um corredor sem saída. Aish... - É a próxima, acho.

Encosto minha cabeça em suas costas. Por quê estou aqui mesmo? 

Eu - SanHa... - Digo manhosa. - Achou a saída? 

SanHa - Tem um pouco mais de luz aqui. Devemos estar perto.

Amém, Jeová!

Levo susto novamente quando uma aranha desce, parando em minha frente. Não consigo segurar o grito.

SanHa - Calma, é de brinquedo. - Segura e aproxima do meu rosto.

Eu - Saí! Sai! - Digo alto, batendo em seu ombro. Ele ri. 

SanHa - Desculpa. 

Concordo.

Eu - E agora? Achou a saída?

SanHa - Meu Deus, pequena! Para de... Achei! - Levanto o rosto, vendo o parque novamente. 

Eu - UHUUUUU!! - Comemoro e ele ri, me ajudando a descer de suas costas.

SanHa - Mereço ou não um parabéns? Provei que sou corajoso e um ótimo cavalheiro.

Eu - Parabéns, Cavaleiro Yoon SanHa! Você será coroado em breve por mostrar sua bravura. - Entro na brincadeira. Rimos.

SanHa - Quer ir comer agora ou vamos em outro brinquedo?

Eu - Tanto faz... Escolhe você.

SanHa - É sua vez de escolher. Esta com fome?

Eu - Um pouco. - Faço um bico, colocando a mão na barriga.

SanHa - Então vamos. Conheço uma cafeteria ótima aqui perto. - Sorri, segurando minha mão.


Quebra de Tempo


Entramos no local simples e pequeno, mas bonito. Havia alguns quadros espalhados nas paredes, mesas de até quatro pessoas. Estava praticamente vazio, só havia nós dois, um adulto e mais um casal.

Sentamos em uma mesa encostada na parede, ao lado de uma janela. Pude ver o parque do outro lado da rua. Bem perto! 

Eu - Aqui não é muito movimentado, né? - Pergunto pro menino a minha frente, que me olhava.

SanHa - Não. Mas a comida é uma delícia! 

?? - Com licença. - Uma moça, provavelmente garçonete, aparece perto da nossa mesa. - O cardápio para os dois. - Fez uma reverência, deixando os papéis conosco e voltou pro balcão.

Eu - O que você recomenda, cavaleiro Yoon?

SanHa - Para de me chamar assim. - Ri. - Eu acho que vou pedir o biscoito da sorte. É bom! Eles trazem alguns tipos de doces, ou molhos salgados, para comermos com ele. 

Eu - Pode ser. - Solto o cardápio. 

SanHa - Para beber? Suco?

Eu - Água está bom. - Sorrio e ele concorda. Se vira, chamando a atendente.

Garçonete - O que vão querer?

SanHa - Biscoito da sorte, mini. Pequena, quer doce ou salgado?

Eu - Pode ser doce.

Garçonete - Certo. Vocês namoram?

Nos olhamos surpresos com a pergunta.

Eu - N-não... So-omos só amigos-s. 

Sorrimos amarelo pra ela que dá risada.

Garçonete - Tudo bem. Desculpa a pergunta, é que vocês combinam. - Coro mais. - O que querem para beber?

SanHa - Água, por favor.

Garçonete - Ok. Já trago os pedidos. - Sorri e se afasta.

Ficamos nos olhando sem jeito.

SanHa - Já comeu alguma vez? Digo, o bolinho.

Eu - Só uma. É bom. Mas desse lugar nunca.

SanHa - Você vai gostar. - Sorri e concordo.

Eu - Passou alguma coisa importante na escola no dia que faltei? - Pergunto, quebrando o silêncio.

SanHa - Não. Mj disse que iria passar a matéria pro seu caderno. Ele é um bom irmão.

Eu - Até parece... - Rio.

Silêncio, eu juro que um dia te mato. Não acredite que você vai fugir dessa, Assunto! 

SanHa - Gostou do parque? Não fomos em muitos brinquedos, mas se quiser voltamos depois. 

Eu - Não precisa! Me diverti. Obrigada. - Sorrimos.

SanHa - Que bom. 

Os pedidos logo chegaram. O cheiro estava ótimo!

Garçonete - Os melhores são os mais torradinhos. - Sorri e se distância.

Peguei um, com cuidado para não sujar a mão. Quebro com cuidado ele no meio.

SanHa - Sabe, (S/N)... Você não acha que já aproveitamos muito tempo com a amizade?

Eu - Pera. Você... Quer acabar com nossa amizade? - O olho assustada, depois retorno a abrir o papel que tinha dentro. 

SanHa - N-não... Eu queria aproveitar... De u-uma... - Trava e travo junto. - Maneira diferente.

Leio rapidamente - Umas 10 vezes se duvidar, o que estava escrito. Revisei meu olhar entre ele e o papel.

Aconteceu.

O que imaginava antes de dormir aconteceu.

Oi chão? Tudo bem?

Eu sou você ou você é eu?

Me fundi com ele, somos um.

Aí, tiro.

Olho novamente pro mozão e segurava uma flor rosa - de onde tirou, não faço idéia. Ele estava muito corado, mais que eu.

"Quer namorar comigo? >.<". Leio novamente o papel.

Eu falo sim? Eu quero namorar ele, mas tipo. O que eu falo?

E se ele quiser falar mais alguma coisa?

Quer saber, vou falar. 

Respira.

Inspira.

Vai.

Eu - Sim. - Digo sorrindo, sentindo a presença das brabuleta no estômago. O sorriso dele se alarga.

Ele segura minha mão, sem tirar os olhos do meu, deixando a flor na mesa. Estou tão feliz! 

SanHa - Eu pensei em tantas formas diferentes para te pedir em namoro... Não sabia qual usar. 

Eu - Gostei dessa. Foi a melhor. - Sorrio.

SanHa - Vi um que era assim: "Quer me chamar de seu para eu te chamar de minha?". Legal também. - Riu.

Eu - Você pesquisou?! 

SanHa - Na verdade eu pedi uma ajudinha pra Mari... Mas não seria uma má ideia ter pesquisado. - Rimos.

Vou matar ela.

SanHa - Então... Meu maior sonho se realizou. Achei minha metade. - Sorriu, acariciando minha mão. - Namorados?

Eu - Namorados. - Sorri de orelha em orelha.

E meu sonho também se realizou.




Notas Finais


Tem um olho na minha lágrima... Aí.
Espero que tenham gostado, desculpe os erros e a demora! Os estudos estão me matando...
Esse era pra ser o último capítulo, mas vou fazer mais um bônus! Vai ser kaway *-*
Obrigada novamente pelos favoritos e por chegarem até aqui! Até mais! ❤️


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