História IMAGINE Suga - REGRAS QUEBRADAS (primeira temporada) - Capítulo 157


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, Chen, D.O, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Kai, Mark, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Bangtan Boys, Imagine Suga, Min Yoongi, Romance
Visualizações 219
Palavras 315
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 157 - Verdade revelada



Quando ela não responde, uma explosão de frustração vara meu corpo, e reajo levando a boca até a dela num ímpeto. Beijo-a com força, desesperado, os dias e as semanas de saudade me invadindo e saindo na forma de beijos famintos e profundos que nos deixam sem fôlego. Cicy não se afasta. Simplesmente me beija de volta com a mesma paixão descontrolada, as mãos agarrando-se aos meus ombros molhados como se estivesse perdida no mar e eu fosse seu colete salva-vidas.
E aí percebo que ela ainda me ama. E sei que sentiu tanta saudade quanto eu. Por isso, separo a boca da sua e sussurro: “Por que você terminou comigo?”.
Seu olhar angustiado se prende ao meu. O lábio inferior tremula, e, à medida que vários segundos vão passando, me pergunto se vai me responder. Me pergunto se…
“Porque o seu pai mandou.”
O espanto quase me tira o chão. Com meu equilíbrio parecendo uma gangorra, deixo as mãos penderem na lateral do meu corpo e fito-a, incapaz de compreender o que acabei de ouvir.
Engulo em seco. Então engulo de novo. “O quê?”
“Seu pai me mandou terminar”, admite. “Disse que se não obedecesse, ele…”
Ergo a mão para silenciá-la. Estou chocado demais para escutar. Enfurecido demais para me mover. Faço força para respirar. Inspirações longas e tranquilizantes que me ajudam a estabilizar o equilíbrio e limpar a confusão mental. Por fim, exalo uma longa expiração lenta e corro a mão pelo cabelo úmido.
“O que vai acontecer é o seguinte”, digo, em voz baixa. “Você vai me esperar lá fora enquanto eu me visto, e depois você e eu vamos para… não importa para onde a gente vai. Seu quarto, meu carro, qualquer lugar. Vamos para algum lugar, e você vai me contar todas as palavras que o filho da puta falou para você.” Tomo outro fôlego. “Você vai me contar tudo.”



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