História Imagines GOT7 (Hiatus) - Capítulo 40


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Vida
Visualizações 175
Palavras 1.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi Flores, mais um capitulo saindo do forno, eu espero que vocês gostem! Boa Leitura.

Capítulo 40 - Imagine YoungJae (Dando um tempo)


Fanfic / Fanfiction Imagines GOT7 (Hiatus) - Capítulo 40 - Imagine YoungJae (Dando um tempo)

Imagine GOT7 – YoungJae.

Já fazia alguns que eu tinha terminado com o YoungJae e estava na minha casa arrumando ás coisas que tinha vindo da Coréia do Sul.

O YoungJae vinha tentando falar comigo desde que terminamos, mas eu não queria conversa com mais velho. Quando eu tomei á decisão de vender o ateliê, pensei que o YoungJae seria contra, já que temos uma sociedade, mas ele topo e vai assinar os documentos de venda.

- Não me lembrava que tinha tanta coisa assim. – comento, abrindo uma caixa.

Eu continuo guardando ás minhas coisas. Do nada o meu celular começou a toca. Fico procurando no meio das caixas e ele estava bem no bolso.

- Alo. – atendo sem ver o nome.

- My Love. – chama o YoungJae.

- É muita cara de pau sua, me liga, o que você quer? – pergunto um pouco de raiva.

- Eu só liguei por dois motivos. – responda o YoungJae.

- Então vamos á eles. – pedi, sem paciência.

- Sobre nós. – comenta o YoungJae.

- Isso não me interessa. – comento fria.

- E sobre o seu ateliê? – pergunta o YoungJae.

- Isso já me interessa. – respondo fria.

- Então como você quer fazer? Vai manter ou vai vende? – pergunta YoungJae.

- Você sabe que eu vou vender, eu já até dei entra na venda. – respondo, seria.

- Tem certeza que isso que você quer? Você lutou tanto por ele. – pergunta o YoungJae.

Por algum motivo o YoungJae estava tentando me convencer a não vender o meu ateliê, engraçado logo ele que uma vez disse que odiava o lugar.

- Eu lutei por muitas coisas que final não deram certo, mas enfim quando a venda for acertada, o meu advogado vai entrar em contado com você para dar sua parte. – respondo fria.

Eu queria ser grossa com o YoungJae, e mostrar ao mais velho que não me importo com ele.

- Não quero o seu dinheiro, quero falar com você, explicar o que aconteceu. – comenta o YoungJae.

- Eu já disse que isso não me interessa, se você não tem, mas nada para me falar eu vou desligar. – comento e espero.

Quando o YoungJae disse, para espera, porque ele realmente, queria comigo sobre o rompimento, mas eu não quis ouvir e desligo, eu coloco o aparelho em cima do criado-mudo, volto á minha atenção para ás caixas.

Alguns minutos depois, para relaxa, eu resolvo dar uma volta com o Choi, eu pego á sua guia e prendo na sua coleira e saímos. Eu tranco á porta, vamos caminha.

Quando nós chegamos perto da praia eu solto o Choi e ele começa á correr. Eu tiro os meus sapatos e eu vou correndo atrás dele, até que muda de direção da praia ele vai avenida. Eu vou correndo mais rápido que posso.

- Choi. – grito, correndo.

Ele vai correndo á toda velocidade, até o Choi vai parando de correr e vai cima de homem que estava costa.

- Obrigada por pegar-lo. – agradeço chegando perto.

- De nada. – responde o YoungJae, se virando.

Só pode ser brincadeira que o YoungJae esta aqui? Eu vou até o Choi, coloco sua coleira.

- Vem Choi. – chamo o cachorro. – Eu estou chamando ele, não você. – completo apontando para o cachorro.

- Você vai ter que ouvi. – comenta o YoungJae, me seguindo.

Eu paro, dou meia volta e vou até ele.

- Eu já disse que não me interessa. – comento, batendo nele com um pouco de raiva.

O mais velho segurou os meus braços e coloca na minha cintura.

- Se você me odeia é porque ainda sente algo por mim. – comenta o YoungJae me segurando.

O mais velho tenta se aproxima e com isso ele tenta me beija.

- Eu te odeio você pelo o que fez. – comento, sentindo ás lágrimas descendo.

- Me desculpa. Eu cometi um erro, me escuta. – pede o YoungJae soltando os meus braços

- Não. – comento o empurrando.

Eu dou um tapa bem forte em seu rosto. O mais velho fica sem ação, em seu rosto fica a marca da minha mão.

Pego o Choi saiu andando dali, sem olha para trás e sentindo o meu rosto á ficando molhado por causa das minhas lágrimas.

Assim que eu chego á minha casa, coloco o Choi no chão e sento ali mesmo, logo eu começo á chora, o Choi coloca a cabeça sobre o meu colo, faço carinho nele.

- Vai ficar tudo bem, Bebe, vai passa, á mamãe vai bem. – comento, fazendo carinho nele.

Alguns minutos depois a campainha começa á toca, eu levanto do chão e vou atende.

- Quem é? – pergunto, chegando á porta.

- Sou eu, olha você não precisa abri, mas só me escuta. – responde o YoungJae.

Eu fico na onde estou com mão perto da maçaneta.

- Eu te amo, e sempre vou te amar, o que eu fiz foi errado. Eu fui um fraco, deveria ter lutado mais e talvez hoje não estivéssemos nessa situação. Então eu te peço, não desisti de nós, eu sei não mereço o seu perdão, mas me perdoa. – pede o YoungJae chorando.

Eu apenas digo aquilo que estava sentido. Sem raiva e bem calma.

- Jae, eu estou muito machucada, eu perdi á minha confiança em você, para te perdoa, vai levar um tempo. – comento chegando perto da porta.

- Você precisa de tempo e espaço, eu te dou, só prometa que vai pensa na gente. – pede o YoungJae, bem perto da porta.

- Jae não me faça prometer isso. – pedi colocando a minha mão sobre á viga.

- Tudo bem, tudo bem, sem pressão, eu vou espera pela sua resposta. – comenta o YoungJae um pouco triste.

Aos poucos eu vejo a sua sombra se afastando da porta, eu me viro, fico encostada na porta e vou escorregando até o chão.

Não sei se capaz de perdoar-lo e volta á confiar nele. Será que o eu estava fazendo é o certo? Eu realmente não sei, mas tudo que eu preciso nesse momento é coloca a cabeça no lugar, e pensa no que vou fazer.


Notas Finais


Desculpe pelos erros ou por qualquer coisa.
Por hoje é só, até o próximo.
Beijinhos da Tiah e Tchazuinho. >.<


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