História Imagines K-pop - Capítulo 73


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Categorias EXO
Tags 24k, 2ne1, Astro, Bap, Big Bang, Exo, Got7, Ikon, Jay Park, Kpop, Mamamoo, Monsta X, Nct, Shinee, Twice
Visualizações 384
Palavras 1.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii quanto tempo ne? kkkkkkk

Mais um Imagine para vocês amores.

Imagine com conteudo + 18

Capítulo 73 - Oh yes Baby ( I.M - Monsta X)


Fanfic / Fanfiction Imagines K-pop - Capítulo 73 - Oh yes Baby ( I.M - Monsta X)

Desliguei o chuveiro quando comecei a sentir a pele de meus dedos enrugar e peguei minha toalha que estava pendurada no box, eu tinha uma música aleatória e bem dançante tocando em meu celular e murmurava partes dela enquanto esfregava a toalha por meu corpo me livrando do excesso de água. Abri a porta do banheiro saindo para o meu quarto enquanto secava o cabelo com uma outra toalha e fazia uma dancinha idiota, parei em frente ao guarda roupa ainda cantando e movendo os quadris de forma "sensual" me imaginando em meu próprio show. Eu estava prestes a me livrar da toalha quando uma gargalhada alta me fez dar um salto no lugar, me virei rápido em direção a cama dando de cara com meu namorado que tinha os lábios pressionados enquanto tentava conter a risada.

- Changkyun - falei baixinho sentindo minhas bochechas queimarem.

- Hey - ele disse depois de se recuperar da vontade louca de rir e eu sorri.

Ficamos ali nos encarando por alguns instantes até que eu reparei seus olhos descendo por meu corpo, demorei alguns instantes até perceber que sua análise se dava ao fato de eu estar apenas de toalha na sua frente, corei mais ainda mordendo o lábio enquanto ele franzia a testa e subia seu olhar para o meu rosto novamente, seus olhos anuviados se demoraram em meus lábios e eu me senti engasgar com a sensação de frio em minha barriga.

-Eu... Eu vou ali... - apontei para o banheiro vendo Chang se recuperar de seu transe e juntei as primeiras roupas que vi para me vestir - Eu já volto. - sorri nervosa correndo para o banheiro e me fechando lá dentro.

Só sai do banheiro alguns minutos depois quando tive a certeza de que estava completamente vestida, carregando a escova de cabelo nas mãos eu ainda sentia minhas bochechas pegando fogo.

Me aproximei dele que agora estava deitado folgadamente em minha cama, e fui recebida com um sorriso lindo, daqueles que dá vontade de sorrir junto, e foi justamente isso que fiz enquanto me sentava ao seu lado e beijava seus lábios levemente.

- Oi! - falou animado, dando beijinhos em minhas bochechas arrancando-me risadas.

- Ai meu Deus, nem parece que já me viu hoje. - ri, saindo do seu abraço e corri até a penteadeira antes que ele me puxasse, peguei o creme e passei em meus cabelos, logo os separando para pentear.

- A gente mal se viu amor- estreitou os olhos em minha direção. Me dei conta que era verdade, naquele dia havia tido uma reunião de pais no colégio, na qual os alunos também eram obrigados a ir, e como tinha ido com meu pai, ele ficou receoso de se aproximar. - Venha cá... Com a escova de cabelo. - se sentou e bateu a mão a sua frente, franzi o cenho. - O que? Eu também sei pentear cabelos, baby - ele arqueou as sobrancelhas convencido, e eu andei até ele, sentando a sua frente.

Chang começou a passar a escova por meus cabelos de forma tranquila enquanto assobiava atrás de mim e as vezes eu tinha vontade de rir de sua concentração, minutos depois senti ele afastar meu cabelo para o lado e se aproximar deixando um beijinho em minha nuca que me fez arrepiar e engolir em seco.

- Pronto - ele falou baixinho enquanto eu me virava de frente para seu corpo, sorri sem jeito mordendo meu lábio inferior.

- Obrigada - selei seu lábio levemente.

- Amor, - ele começou a falar se aproximando mais de mim, nossos narizes a centímetros - você sabe que... Que nós estamos juntos a um tempo e eu... - ele engoliu antes de continuar levando uma das mãos a uma mexa solta de meu cabelo, pondo-a atrás da orelha - e eu gosto muito de você, não é? - assenti meio hipnotizada pela nossa proximidade. - Então, sobre isso, eu queria tentar uma coisa com você, mas eu juro que paro se você não quiser ou não estiver gostando, eu só quero tentar e... - ele desembestou a falar e eu soltei uma risadinha levando minhas mãos ao seu rosto, deixando uma carícia leve no local.

-I.M, respire, eu quero - mordi o lábio meio apreensiva em não agrada-lo, mas o sorriso que apareceu em seus lábios foi o suficiente para que eu seguisse com aquilo.

Ele se aproximou mais de mim, tomando meus lábios em um beijo forte, diferente de todos os que já havíamos trocado, eu me sentia um pouco insegura enquanto ele nos deitava na cama e se deitava sobre o meu corpo, era meio estranho pensar que aos 19 anos eu não havia tido nenhum tipo de contato mais íntimo com nenhum garoto, já ele que era meu primeiro namorado, apesar de ter a mesma um pouco mais idade que eu, tinha alguma "experiência" no assunto.

Ele continuou beijando minha boca por um bom tempo enquanto apertava minha cintura, e então desceu seus lábios para o meu pescoço, respirando forte contra minha pele o que me fez arrepiar e apertar sua camiseta em meus dedos, mordi meu lábio inferior ao sentir sua mão deslizar por baixo de minha camiseta e subir em direção aos meus seios, Chang subiu os olhos até os meus como se pedisse permissão e eu assenti, sorrindo nervosa, ele sorriu de volta e voltou a me beijar assim que envolveu um de meus seios em sua mão grande, suspirei sentindo um aperto na barriga e arqueei o tronco em direção ao seu toque sentindo-o sorrir entre o beijo.

Ele se afastou de mim levando as mãos a barra de minha camiseta e a puxando por minha cabeça e seus lábios voltaram em beijos para o meu pescoço, maxilar, o vale entre meios seios, e então com um dedo ele havia afastado para baixo o bojo de meu sutiã, deixando meu mamilo livre e arrebitado, pude observa-lo lamber os lábios antes de se abaixar cobrindo-me com sua boca, foi impossível conter um gemido baixo quando ele começou a sugar, como se estivesse me mamando, e aquela sem dúvidas era a cena mais sexy que eu já havia visto na vida.

Vi meu namorado transferir sua atenção para o outro seio enquanto eu me contorcia em sensações, ele afastou minhas pernas se colocando entre elas e eu pude sentir o volume em sua calça sendo pressionado contra mim, a coisa toda não parecia poder ficar mais deliciosa. Chang separou os lábios de meus seios enquanto começava a se esfregar em mim.

- Assim - ele suspirou fechando os olhos após levar a mão até suas calças parecendo arrumar algo.

Aquilo parecia delicioso enquanto ele se esfregava em mim, desviei os olhos para o local onde nossas partes, protegidas pelas roupas, se encontravam e gemi baixinho sentindo o aperto em minha barriga aumentar, Chang levou uma mão até um de meus seios apertando-o e eu gemi em sua boca assim que ele começou a me beijar, aumentando a intensidade de nossos movimentos, comecei a rebolar contra seu quadril puxando seus cabelos entre meus dedos, em meio aos movimentos, a escova de cabelos acabou caindo no chão em um estrondo alto, nós ignoramos continuando em nossa pequena bolha de prazer, mas os passos de minha mãe subindo as escadas e sua voz chamando por mim me fez arregalar os olhos.

- Que barulho foi esse? - Chang parou rapidamente de se movimentar e os passos de minha mãe pararam também, ela parecia estar no topo da escada.

- Responde - ele sussurrou respirando a arfadas.

- Eu... Não foi nada, mãe, deixei cair a escova. - mordi o lábio assim que ele voltou a se mexer.

- Tudo bem, querida, agora desçam você e Changkyun, o jantar está pronto. - e então seus passos voltaram a se ouvir assim como a intensidade com que ele se esfregava em mim aumentou.

- Ssh... - ele pediu assim que um gemido mais alto abandonou meus lábios, e eu tentei conte-los, mas era impossível enquanto eu sentia meu corpo inteiro vibrar, foi quando os passos rápidos de minha mãe na escada se fizeram ouvir de novo. Empurrei I.M de cima de mim o mais rápido que pude no último minuto vendo minha mãe abrir a porta enquanto ele gemia de dor.

- O que... - ela me olhou desconfiada e só então percebeu Changkyun no chão - O que aconteceu aqui?

- Ele estava me fazendo cócegas - respondi rápido a primeira coisa que me veio à cabeça.

- Ah, meu Deus, (s/n), e precisava ter jogado o menino no chão? - ela adentrou meu quarto enquanto eu tentava regular minha respiração e sentia a frustração atingir meu corpo. - Venha aqui, querido, me deixe te ajudar - ela estendeu a mão para ele que se levantou e se jogou de barriga em minha cama, entendi o motivo quando ele me lançou um olhar apavorado.

- Ele está bem, mãe, só está fazendo um pequeno showzinho. - acariciei seus cabelos bagunçados, sorrindo docemente.

- Só não tente quebrar os ossos do garoto da próxima vez, querida. - semicerrou os olhos para mim em repreensão e virou para I.M - Não poderia ter escolhido melhor namorada bruta. - falou em um tom maternal, nos arrancando risadas leves, e saiu do quarto, mas não sem antes nos apressar.

- Desculpa. - sussurrei assim que ele passou seu braço por meu ombro, andávamos no corredor sem pressa alguma, logo atrás da minha mãe.

- Acontece. - deu de ombros envergonhado enquanto passava os dedos indicador e polegar pelo lábio inferior.

- Te recompenso da próxima vez... - murmurei, mal acreditando que tinha dito aquilo em voz alta.

- Da próxima vez, hum? - abriu um sorriso safado e riu de mim quando escondi o rosto com as mãos. - Você é adoravelmente adorável quando fica envergonhada com as coisas que falo. - tentou me abraçar, mas lhe dei uma cotovelada leve na costela e sai rápido para perto de minha mãe que nos observava do alto da escada. - Isso não foi adorável, baby.

 



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